sábado, março 28, 2026

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Colheita do milho silagem avança lentamente



Colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15), a lentidão no avanço da colheita foi causada pelas chuvas registradas no período, que também beneficiaram as lavouras ao recuperar a turgescência foliar e aumentar a umidade nas espigas. Segundo a Emater/RS-Ascar, “essa melhoria nas condições hídricas contribuiu para a concentração de matéria seca e para a qualidade nutricional da forragem”.

A estimativa de produtividade média para a safra 2024/2025 foi revisada para 35.934 kg/ha, uma redução de 6,52% em relação à projeção inicial de 38.440 kg/ha feita no plantio. A área efetivamente plantada é de 339.555 hectares, número 6,3% inferior à safra anterior, quando foram cultivados 362.331 hectares, segundo dados do IBGE.

Apesar da redução na área e na produtividade média, o volume colhido nesta safra alcançou 12,20 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,4% em relação à safra 2023/2024, quando foram colhidas 11,05 milhões de toneladas. No entanto, houve redução de 11,2% em relação à estimativa inicial da safra, que previa um total de 12.201.527 toneladas.

As maiores áreas de cultivo do milho silagem estão concentradas nas regiões de Ijuí, com 55.315 hectares e produtividade de 33.571 kg/ha; Lajeado, com 54.083 hectares e produtividade de 36.960 kg/ha; e Santa Rosa, com 47.210 hectares e produtividade de 33.710 kg/ha.





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Plantio direto melhora uso da pastagem no campo



Plantio direto com máquinas modernas preserva solo e melhora produção


Foto: Canva

O uso de plantadeiras adaptadas ao sistema de plantio direto tem se consolidado como estratégia para conservar a umidade do solo, reduzir perdas por erosão e manter a produtividade das lavouras. Segundo pesquisas da Embrapa, o método contribui para a sustentabilidade da atividade agropecuária ao preservar as características físicas do solo e favorecer o desenvolvimento das culturas.

A técnica tem sido adotada por produtores que buscam maior eficiência no manejo da pastagem. Um dos aspectos centrais é o uso de máquinas que depositam as sementes sem a necessidade de revolver o solo, o que reduz a compactação e ajuda a manter a cobertura vegetal, essencial para conter processos erosivos.

De acordo com depoimentos de agricultores que utilizam o sistema, a prática tem garantido maior estabilidade nas produções mesmo em períodos de estiagem, além de facilitar o manejo das áreas destinadas à pastagem. Eles destacam que, além da conservação do solo, o sistema contribui para o aumento da matéria orgânica e para a melhoria do perfil do solo ao longo do tempo.

A adoção dessa tecnologia tem sido estimulada por instituições de pesquisa, que apontam a integração entre práticas conservacionistas e equipamentos modernos como caminho para aliar produtividade e preservação ambiental.





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rendimento do feijão sobe apesar de área menor



Minas conclui colheita do feijão




Foto: Canva

A colheita do feijão da safra 2024/25 em Minas Gerais foi concluída em março, com volume inferior ao registrado na safra anterior. A informação consta no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (15).

Segundo a Conab, a redução da produção está relacionada principalmente à diminuição da área plantada. O cenário foi influenciado por fatores mercadológicos, como a menor atratividade dos preços pagos pelo feijão em comparação com outras culturas de verão, como a soja e o milho, além do maior risco climático para o plantio do feijão na primeira safra.

Apesar da queda na área cultivada, o rendimento médio da cultura aumentou em relação ao ciclo anterior. De acordo com a Conab, esse avanço se deve às condições climáticas mais favoráveis durante a fase de implantação e desenvolvimento inicial das lavouras. “As lavouras evoluíram sem os atrasos causados pela estiagem e pelas ondas de calor registradas no fim de 2023”, destacou o levantamento.

Ainda conforme o relatório, o melhor desempenho vegetativo permitiu um cronograma de cultivo mais alinhado com o ideal técnico, contribuindo para a elevação da produtividade média, mesmo com a redução da área plantada.





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plantio e colheita seguem no ritmo esperado


As lavouras de morango no Rio Grande do Sul seguem em desenvolvimento dentro do esperado para o período, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15). As temperaturas amenas registradas nas últimas semanas têm favorecido a emissão de novas flores e o crescimento das plantas, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Na região de Caxias do Sul, os produtores mantêm os tratamentos preventivos, especialmente contra doenças fúngicas. O volume de colheita está compatível com a época e os preços pagos pelo quilo variam de R$ 20,00 a R$ 35,00 na venda direta ao consumidor, e entre R$ 18,00 e R$ 30,00 em mercados, intermediários e centrais de abastecimento.

Em Lajeado, no município de Feliz, o setor passa por entressafra. Alguns produtores que cultivam em bancadas ainda mantêm produção ativa, enquanto outros iniciaram o plantio com mudas importadas da Espanha. Os que utilizam cultivo em solo aguardam a chegada das mudas para começar a implantação até meados de junho. Os preços praticados estão entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo.

Na região de Pelotas, a cultura está em fase de desenvolvimento vegetativo, com boa floração. As condições climáticas recentes também contribuíram para a execução de manejos como reposição de mudas e troca de substratos em áreas protegidas. As colheitas, concentradas em frutos de menor calibre, têm destino principalmente nas feiras livres, com preços variando de R$ 20,00 a R$ 25,00 em Pelotas, e de R$ 25,00 a R$ 40,00 em Rio Grande.

Em Santa Rosa, a reimplantação das mudas das variedades de dias neutros, como Albion e San Andreas, segue em andamento. Os produtores monitoram o estado sanitário das mudas e realizam o controle de ácaros e doenças como a antracnose. A combinação de temperaturas mais baixas com dias ensolarados tem estimulado a retomada da floração.

Já na região de Santa Maria, no município de São Vicente do Sul, os produtores estão em fase de plantio. As mudas utilizadas, em sua maioria, são importadas do Chile.





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Paraná inicia safra de aveia com baixa umidade no solo



O plantio da aveia atingiu 12,7% da área prevista de 94,5 mil hectares




Foto: Canva

O plantio da aveia no Paraná atingiu 12,7% da área prevista de 94,5 mil hectares, segundo dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As lavouras já implantadas estão nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, com condições consideradas adequadas.

De acordo com a Conab, as chuvas no estado se mantiveram irregulares em distribuição espacial e temporal. No entanto, a redução das temperaturas e da evapotranspiração trouxe certo alívio para o cultivo. Mesmo com essa melhora, os níveis de umidade do solo seguem baixos.

“A cultura ainda está no início do ciclo e, por isso, o reflexo da sua importância para o cenário de plantios de inverno só será mais claro a partir do próximo mês”, informou a Conab. A expectativa é que, com o avanço do plantio, seja possível reavaliar a área efetivamente ocupada nesta safra.

A aveia não possui tradição de vendas antecipadas no estado. A definição mais precisa sobre o potencial produtivo da cultura dependerá da continuidade das condições climáticas e do ritmo da semeadura nas próximas semanas.





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Oferta de milho segue diminuindo: Veja onde


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, a oferta segue diminuindo, vendas apenas em caso de extrema necessidade, segundo informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem lentas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos produtores. As cotações para milho com entrega em maio no interior do estado variam entre R$ 66,00 e R$ 70,00 por saca, com referências regionais em R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, e R$ 69,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Segue o preço de R$ 62,00 por saca em Panambi”, comenta.

Mercado de milho travado em SC à espera de maior oferta com avanço da colheita. “No Planalto Norte, os vendedores pedem R$ 82,00 por saca, enquanto os compradores não oferecem mais que R$ 79,00. No porto, seguem os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais continuam pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado segue lento no Paraná, mas a expectativa é de recuperação com aumento da oferta. “A fraca demanda e o baixo volume de negócios seguem pressionando as cotações em diversas regiões. No Centro Oriental Paranaense, a cotação recuou para R$ 67,54, enquanto no Oeste Paranaense o preço ficou em R$ 66,78. Em Curitiba e região metropolitana, o milho subiu levemente para R$ 68,93, e no Norte Central Paranaense a cotação caiu para R$ 66,74. Nos Campos Gerais, o milho disponível para entrega imediata segue cotado em R$ 76,00 FOB, embora haja vendedores tentando negociar até R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento no fim do mês, as negociações ocorrem na faixa de R$ 73,00 CIF, voltadas para a indústria”, indica.

Mato Grosso do Sul segue com mercado travado e preços em queda. “O mercado spot de milho no Mato Grosso do Sul continua em ritmo lento, refletindo uma oferta ainda limitada e a cautela dos compradores diante da aproximação da colheita da segunda safra. Em diversas regiões do estado, os preços recuaram, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00”, conclui.

 





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Ministro afirma que consumo de frango e ovos segue seguro


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta quinta-feira (15) que o sistema sanitário brasileiro é um dos mais eficientes do mundo, após o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) em aves comerciais ser confirmado no país. A detecção ocorreu em um matrizeiro no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

“O Brasil foi o último dos grandes produtores mundiais de carne de frango a registrar contaminação em granjas comerciais. Isso mostra a eficiência do nosso sistema de defesa sanitária”, declarou Fávaro. Segundo o ministro, o país conseguiu manter o vírus fora das granjas comerciais por quase duas décadas, mesmo com a circulação global do patógeno desde 2006.

Confirmado primeiro caso de gripe aviária no Brasil

O caso levou o Ministério da Agricultura a decretar estado de emergência zoossanitária por 60 dias. Todas as aves da granja afetada foram eliminadas, e o local está passando por processos rigorosos de higienização. “Já foi feito o total extermínio e o bloqueio. Isso é essencial para que possamos rapidamente conter o foco e recuperar o status sanitário”, destacou.

Exportações e impacto comercial

O ministro ressaltou que, devido à estratégia de negociação adotada nos últimos anos, a maioria dos países importadores não deve suspender as compras de carne de frango brasileira em sua totalidade. “Negociamos protocolos com Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes. Nesses casos, a restrição será apenas para o Estado do Rio Grande do Sul, e, posteriormente, ao município de Montenegro”, explicou.

No entanto, a China, que ainda adota protocolos mais rígidos, suspenderá temporariamente as importações de carne de frango de todo o Brasil por 60 dias. Fávaro reconheceu o impacto da decisão: “A China é um dos nossos principais compradores, mas seguimos trabalhando com transparência para que o comércio seja retomado o quanto antes.”

Segundo o ministro, produtos exportados antes da detecção do foco não devem sofrer restrições. “O foco foi confirmado ontem à noite. Tudo que foi produzido antes não tem relação com o vírus e segue seguro para o consumo.”

Consumo interno seguro

Fávaro também enfatizou que não há risco à saúde humana no consumo de carne de frango ou ovos. “A população pode continuar consumindo normalmente. O risco de contaminação é apenas para quem manuseia diretamente animais infectados”, disse.

Por fim, o ministro garantiu que o governo segue monitorando a cadeia produtiva, rastreando a distribuição da granja afetada e mantendo vigilância ativa para evitar novos focos. “Vamos superar mais esse desafio com responsabilidade e eficiência, como sempre fizemos”, concluiu.





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Trigo pautado pela demanda de farinha


Segundo a TF Agroeconômica, a demanda por farinha durante o inverno será o principal fator a definir se haverá escassez ou não de trigo no Rio Grande do Sul, o que pode pressionar os preços para cima. O mercado segue lento, com cerca de 440 mil toneladas de trigo da safra anterior ainda disponíveis. Considerando que os moinhos estão abastecidos até junho e a moagem estadual permanece ao redor de 104 mil toneladas/mês, esse volume pode suprir o mercado até outubro, desde que não ocorram vendas para fora do estado. As negociações seguem pontuais, com preços entre R\$ 1.390 e R\$ 1.400 para trigo PH 76, e a expectativa é que a virada do mês traga mais movimentação.

Quanto à próxima safra, os moinhos permanecem fora do mercado futuro, enquanto exportadores seguem cotando o trigo tipo Milling da safra 2025 com preços entre R\$ 1.325 a R\$ 1.360/tonelada, variando conforme a data de entrega e pagamento. Em Panambi, os preços da pedra recuaram novamente, chegando a R\$ 72,00 por saca.

Em Santa Catarina, o mercado também apresenta negócios pontuais, com compras de trigo gaúcho e balcão estável pela sexta semana. Os preços de FOB para melhorador e biscoito seguem em R\$ 1.500 e R\$ 1.380 por tonelada, respectivamente. Já o trigo pão ainda não teve negócios concretizados. Os preços da pedra mantêm-se estáveis em diversas cidades do estado, como R\$ 80,00 em Xanxerê e Rio do Sul, e R\$ 78,00 em Canoinhas e São Miguel do Oeste.

No Paraná, a nova safra oferece boa rentabilidade, mesmo com leve recuo semanal nos preços. A média da pedra caiu 0,13%, para R\$ 80,09/saca, enquanto o custo de produção, segundo o Deral, está em R\$ 73,53. Isso garante ainda um lucro médio de 8,92%. Os preços da safra velha variam entre R\$ 1.550 e R\$ 1.600 CIF para moinhos nos Campos Gerais. Já o trigo importado do Paraguai e da Argentina é negociado entre R\$ 1.620 e R\$ 1.720 por tonelada. Para a safra nova, os compradores indicam preços entre R\$ 1.450 e R\$ 1.500 CIF moinho, equivalentes a cerca de R\$ 82,78/saca.

 





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Embrapa apresenta cerca de cem tecnologias na AgroBrasília 2025


A dupla mais conhecida da mesa dos brasileiros – o arroz e o feijão – será destaque na Vitrine de Tecnologias da Embrapa na AgroBrasília 2025. Entre os lançamentos que ocorrerão na feira, estão as cultivares de feijão carioca e de feijão-comum, as BRS FC 423 e BRS FS 212. Para os produtores, a nova variedade de feijão carioca se destaca por sua produtividade e qualidade industrial. Para os consumidores, o ganho se dá pela qualidade do grão, que não se desmancha quando cozido, e a consistência do caldo. 

Já a cultivar de feijoeiro comum, do grupo comercial rosinha, a BRS FS 212, é uma opção para pequenos produtores que buscam materiais com alto valor agregado para comercialização direta. Por apresentar resistência às murchas de Fusarium e de Curtobacterium, a cultivar proporciona redução do uso de defensivos agrícolas, o que possibilita sua inserção em sistemas de produção agroecológica. Os lançamentos ocorrerão na quinta-feira (22), às 14h30.

Ao lado desses e de outros feijões que serão apresentados no estande da Embrapa, estão as cultivares de arroz desenvolvidas pela Embrapa – as BRS A502, A503 e A 504 CL. Elas se destacam por sua alta produtividade e excelente qualidade dos grãos e são recomendadas para sistemas e produção sob pivô central. Esses novos materiais têm revolucionado o cultivo em terras altas, colocando novamente o Cerrado no mapa de produção de arroz.

Ao todo, cerca de 100 tecnologias de nove centros de pesquisa da Embrapa serão apresentadas ao público na feira de tecnologia e negócios AgroBrasília 2025, que acontece entre 20 e 24 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, PAD-DF.

Diversos lançamentos movimentarão o estande da Embrapa

Outros tecnologias serão colocadas à disposição do público neste ano. O aplicativo Irrigar para Desenvolver é um deles. Resultado de uma parceria entre a Embrapa Cerrados e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), pode apoiar os agricultores do Vão do Paranã para obterem um manejo eficaz da irrigação. O aplicativo calcula a lâmina e o tempo de irrigação, com base nas informações de clima de três municípios goianos – Flores de Goiás, São João D’Aliança e Formosa – para as culturas do maracujá e da manga.

Também o Wikirriga, plataforma on-line que reúne informações qualificadas sobre irrigação e agricultura irrigada, estará disponível e acessível para toda a sociedade. O conhecimento será constantemente atualizado por uma rede de profissionais da área. Os dois lançamentos ocorrerão no dia 21 (quarta-feira), às 9h50.

No período da tarde, ainda na quarta, às 14h30, será lançada uma cultivar de soja convencional com alto potencial produtivo, a BRS 7583. Na ocasião, outras duas cultivares serão apresentadas: BRS 7881IPRO e BRS 7080IPRO. Ambas têm alto potencial produtivo e a primeira tem ciclo de 116 dias, enquanto a segunda é precoce, com ciclo de 105 dias. As duas têm tem resistência a nematoides-das-galhas e a BRS 7881IPRO agrega a resistência a nematoide de cistos.

Às 15h40, será a vez dos minimaracujá roxo (BRS MJ) e amarelo (BRS MJA1). Trata-se de duas novas opções para os fruticultores da região, com grande potencial de mercado, mas ainda pouco conhecido pelos consumidores, podendo alcançar alto valor agregado. 

Os minmaracujás têm polpa adocicada e podem ser consumido in natura. A partir do melhoramento genético de espécies da biodiversidade brasileira, foi possível obter variedades com alta produtividade e qualidade física e química dos frutos. Além disso, as plantas têm menor dependência da polinização manual. Elas atendem o mercado de frutas especiais e podem ter uso ornamental.

Sexta-feira (23), às 14h30, será o lançamento da cultivar de cebola BRS Belatrix, um híbrido que atende o segmento de cebolas amarelas precoces para consumo fresco. A BRS Belatrix pode ser cultivada nas condições de primavera e verão das principais regiões produtoras do Brasil. Além de estabilidade produtiva, o novo material tem resistência a doenças e tolerância a pragas. 

No sábado (24), serão lançadas duas publicações. A primeira, Pesquisa e Inovação em Germoplasma e Melhoramento Genético na Embrapa Cerrados, é uma compilação de informações apresentadas 34 palestras técnicas por pesquisadores da Embrapa Cerrados a respeito dos bancos germoplasma e da participação do centro de pesquisa em cerca de 40 programas de melhoramento genético.

Já o livro Fruticultura Tropical: capacitação e experiências de sucesso traz o registro da capacitação realizada em parceria com a Emater-DF e a Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do DF. Os 22 capítulos apresentam uma síntese dos principais resultados e tecnologias gerados para cada uma das frutíferas que foram temas do evento, além de experiências de cultivo em regiões tropicais do Brasil.  As duas publicações estão disponíveis para download no portal da Embrapa. 

Eventos temáticos farão parte da programação

Dois eventos tradicionais voltados para os produtores rurais serão realizados novamente neste ano. Na quarta-feira (21), às 8h30, o Dia de Campo Sistema Agrossilvipastoril Orgânico apresentará tecnologias relacionadas a manejo orgânico de pastagens e sistemas agrossivilpastoris, remineralizadores de solo, manejo de cultivares de maracujá em sistema orgânico, cruzamentos para manejo de rebanho leiteiro e sanidade animal em sistemas de base agroecológica.

Já na sexta-feira (23), será realizado o Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, às 9h. As palestras terão como tema o cultivo intercalar antecipado como estratégia para viabilizar a segunda safra no Planalto Central e a Integração Lavoura-Pecuária, que tratará do modelo da agropecuária da fazenda Santa Bárbara. 

Cerca de uma centena de tecnologia disponível para os produtores rurais

Além dos lançamentos, os visitantes da AgroBrasília 2025 poderão conhecer diversas tecnologias geradas pela Embrapa. Serão apresentados animais com a genética da Embrapa, cultivares de forrageiras, hortaliças, mandioca, pitaya, girassol, soja, trigo, canola, café e sorgo, que estarão no estande da Embrapa e na Vitrine de Tecnologias implantada no local, onde o público poderá ver o desempenho desses materiais.

Em campo, os produtores rurais poderão conhecer como funcionam o consórcio Integração Lavoura-Pecuária e o Sistema Filho (fruticultura integrada com lavouras e hortaliças), além da Unidade de Pesquisa Participativa de Produção Orgânica. Também fazem parte da programação do estande da Embrapa várias palestras com pesquisadores da Embrapa e parceiros.





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Mercado internacional pressiona trigo, soja e milho


Segundo informações da TF Agroeconômica (boletim de 16/05/2025), o mercado internacional de grãos iniciou o dia com tendência de queda para o trigo, leve recuperação para o milho e variações pontuais na soja. Os contratos futuros do trigo na Bolsa de Chicago operam em baixa, com o julho/25 cotado a US\$ 531,0 (-1,75) e o dezembro/25 a US\$ 566,0 (-2,00). A retração é reflexo da aproximação da colheita de inverno nos EUA e da boa expectativa de safra na União Europeia, o que aumenta a concorrência global. No Brasil, o Paraná registra alta diária de 0,03% (R\$ 1.533,01/t), enquanto o Rio Grande do Sul apresenta queda de 1,96% (R\$ 1.387,84/t), refletindo diferenças na disponibilidade regional do grão.

A soja tenta uma recuperação parcial nos contratos futuros em Chicago, com o julho/25 subindo 1,75 pontos, cotado a US\$ 1053,0. No entanto, o movimento ainda é limitado devido à redução nas expectativas para o uso de biodiesel nos EUA, o avanço da colheita sul-americana e o bom ritmo de plantio da nova safra americana. No mercado interno, os preços seguem pressionados, com o Paraná registrando queda diária de 0,58%, a R\$ 127,51/saca.

Já o milho apresentou leve valorização em Chicago, com o contrato julho/25 subindo para US\$ 449,0 (+0,50), sustentado por dados positivos de exportação divulgados pelo USDA. Contudo, fatores como a possibilidade de colheita recorde nos EUA e o bom desenvolvimento da safrinha brasileira limitam uma alta mais significativa. No Brasil, o milho teve variação negativa de 0,07% no CEPEA, com média de R\$ 73,07/saca, enquanto na B3 o contrato de maio subiu 0,30% e o de julho caiu 0,79%.





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