sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Redução tarifária EUA-China impacta mercado da soja


O primeiro mês cotado da soja na Bolsa de Chicago encerrou a quinta-feira (15) em US$ 10,51 por bushel, após ter atingido US$ 10,67 ao longo da semana. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) referente a semana de (09/05 a 15/05), publicada na quinta-feira (15), o recuo foi motivado por três fatores principais: a redução de tarifas entre Estados Unidos e China, a alta nas cotações do óleo de soja e a divulgação de uma estimativa de safra mais enxuta nos EUA.

“A confirmação de uma área semeada menor nos Estados Unidos, conforme o relatório de oferta e demanda divulgado no dia 12, trouxe incertezas ao mercado, mesmo com o clima favorável ao plantio”, explicou a Ceema. Até 11 de maio, cerca de 48% da área prevista havia sido plantada, acima da média de 37% dos últimos cinco anos.

O relatório também indicou uma redução de 4,1% na área a ser cultivada com soja nos EUA em 2025/26, projetando uma produção de 118,1 milhões de toneladas, levemente inferior à da safra anterior. Os estoques finais norte-americanos devem cair para 8,03 milhões de toneladas, e o preço médio pago aos produtores deve subir para US$ 10,25 por bushel.

Globalmente, a produção mundial de soja para o ciclo 2025/26 é estimada em 426,8 milhões de toneladas. A produção brasileira deve alcançar 175 milhões, enquanto a da Argentina pode atingir 48,5 milhões e a do Paraguai, 11 milhões de toneladas. As exportações brasileiras estão projetadas em 112 milhões de toneladas, volume igual ao estimado para as importações chinesas, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

No entanto, os dados oficiais da China indicam tendência de queda nas compras. Em abril, as importações de soja pelo país asiático somaram 6,08 milhões de toneladas, o menor volume para o mês desde 2015. “A burocracia nos portos aumentou o tempo de transporte interno para até 25 dias, o que tem atrasado o comércio”, informou a Ceema.

O governo chinês projeta uma redução nas importações para 2025/26, estimando compras de 95,8 milhões de toneladas — bem abaixo dos 112 milhões previstos pelo USDA. Para o ciclo atual, 2024/25, as importações devem ficar em torno de 96 milhões, frente a 104,8 milhões no ano anterior.

Mesmo com a redução temporária nas tarifas entre China e Estados Unidos, produtores norte-americanos apontam desvantagens. “Os 10% de tarifa ainda mantidos impedem a competitividade dos nossos produtos frente à soja brasileira”, afirmaram representantes do setor nos EUA, segundo a Ceema.





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Abelhas consomem reservas para enfrentar noites frias



Produção de própolis cresce no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

As condições climáticas registradas nas últimas semanas têm influenciado diretamente o manejo apícola no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (15) pela Emater/RS-Ascar, as abelhas seguem ativas durante o dia na região administrativa de Porto Alegre. No entanto, as noites mais frias estão exigindo maior consumo das reservas internas pelas colmeias para manutenção da temperatura do enxame.

Segundo o boletim, os valores dos enxames e das caixas variam conforme a espécie, o tipo e a finalidade de uso. A Emater também destaca o crescimento do interesse pela produção de extrato de própolis, tanto pelo potencial de mercado quanto pelos benefícios à saúde.

Na região de Santa Rosa, a disponibilidade de floradas como amor-agarradinho e louro tem reduzido a necessidade de intervenções nos apiários. A demanda pelo mel de abelhas sem ferrão continua elevada. “Os preços de comercialização na região oscilam entre R$ 80,00 e R$ 100,00 o quilo”, informa a Emater.

O órgão também observa que os sistemas de produção estão se ajustando às variações sazonais, mantendo estabilidade nas atividades apícolas mesmo diante das mudanças climáticas do outono.





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Safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de SP e MG é estimada em 314,60 milhões de caixas


Maior número de frutos por árvore e aumento da quantidade de árvores produtivas geram perspectiva de safra 36,2% superior à do ano passado

A safra de laranja 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, principal região produtora de laranja para suco do mundo, é estimada em 314,60 milhões de caixas (40,8 kg), de acordo com o anúncio feito pelo Fundecitrus nesta sexta-feira (9/5). O crescimento é de 36,2 % em comparação à safra anterior, que fechou com 230,87 milhões de caixas produzidas, o que representa um aumento de 4,8% em relação à média das dez últimas safras. A perspectiva de uma safra maior é atribuída principalmente ao maior número de frutos por árvore, resultante do clima favorável à segunda florada e do melhor manejo dos pomares, e ao aumento da quantidade de árvores produtivas no parque citrícola identificadas no novo censo.

Perfil da safra

A primeira florada foi comprometida pelas altas temperaturas nos meses de agosto e setembro de 2024, que, na maioria das regiões, coincidiram com a escassez hídrica. A elevação da média da temperatura máxima em 3,2ºC nesse período prejudicou o pegamento dos frutos dessa florada, que representa apenas 20,7% do total da estimativa.

As chuvas só passaram a ocorrer de forma expressiva e bem distribuída no cinturão citrícola nos meses de outubro a dezembro, que registraram precipitações acima da média histórica. Essa condição de umidade do solo generalizada, após um período prolongado de déficit hídrico, reverteu o cenário de seca e estimulou a segunda florada, que, sob condições climáticas mais favoráveis, ocorreu de forma abundante. Depois, as chuvas de janeiro e fevereiro de 2025 foram fundamentais para elevar o pegamento e desenvolvimento dos frutos dessa florada, que representa 70% do total da estimativa.

Em 2024, devido à melhor rentabilidade da atividade, o citricultor aprimorou os tratos culturais nos pomares, com avanços em nutrição, em irrigação e no controle mais eficiente de pragas e doenças, o que, aliado à favorabilidade climática, contribuiu para uma carga abundante nas plantas, com 617 frutos por árvore, 30% a mais do que na temporada passada. Esta safra, de acordo com a estimativa, marca o encerramento do ciclo negativo observado no ano anterior e sinaliza o retorno do ciclo bienal positivo.

Se as previsões de precipitação se consolidarem, principalmente durante os meses de maio a julho de 2025, o peso médio das laranjas no ponto de colheita deve chegar a 158 gramas (sendo necessários 258 frutos para compor uma caixa), discretamente inferior ao peso médio registrado na safra anterior, de 159 gramas por fruto (256 frutos por caixa).

A produtividade média estimada para 2025/26 é de 869 caixas por hectare, com 1,72 caixa por árvore, recuperando-se da queda expressiva verificada na safra passada, quando foram produzidas 687 caixas por hectare, com 1,37 caixa por árvore.

Queda de frutos

A taxa de queda projetada para a safra é de 20%, 2,2 pontos percentuais maior do que a da safra anterior. Essa projeção está relacionada ao aumento da severidade do greening e à colheita mais tardia, devido à predominância da segunda florada.

Novo censo

Em 2025, o Fundecitrus atualizou os dados do Inventário de Árvores, que mapeia todo o cinturão citrícola e oferece um amplo panorama da citricultura de SP e MG. São 182,7 milhões de árvores produtivas, que ocupam uma área total de 362 mil hectares, o que representa um aumento de 12,7 milhões de árvores (7,5%) e de 18 mil hectares (5,2%) em relação ao censo anterior (2022).

A realização da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) conta com a supervisão estatística do professor titular da FCAV/Unesp José Carlos Barbosa.

O relatório completo está disponível aqui.





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Marco Temporal: “Constituição de 1988 traçou normas para a declaração de…


Ministra esteve no 6º Seminário A Voz do Campo e destacou importância de se proteger a lei do Marco Temporal

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Uma das presenças mais aguardadas durante o 6º Seminário A Voz do Campo foi da ministra aposenta do STF (Supremo Tribunal Federal), Ellen Gracie. O tema de seu painel durante o evento foi insegurança jurídica, em especial quando se trata das demarcações de terras indígenas e do Marco Temporal. 

A ministra citou como todo o processo vem se dando nos últimos anos, além de ter utilizado como exemplo, o caso Raposa Serra do Sol, em Roraima, que foi bastante emblemático nas últimas décadas. no entanto, Gracie também falou sua preocupação com a fragilidade do Marco Temporal durante este processo de revisão da lei, e em como a tese do Indigenato e o jusnaturalismo – utilizados pelo ministro André Mendonça – podem ameaçar a lei do marco. “Esta é uma premissa filosófica ultrapassada”, disse. 

>> Clique AQUI e veja todo o contéudo produzido durante o 6º Seminário a Voz do Campo

Questionada sobre se o Marco Temporal tornou-se um instrumento político, Gracie foi taxativa: “tudo é político”. Agora, a expectativa é de que o lei seja revisada, reanalisada e seja protegida, para, enfim, garantir segurança jurídica a todos os envolvidos, produtores rurais e povos indígenas. 

Em sua análise, a ministra também afirmou que, ao contrário do que muitas notícias trouxeram, não houve uma afronta do Congresso Nacional ao STF quando os vetos todos impostos pelo Governo Federal foram derrubados. “O Poder Legislativo pode sim discordar do que é decidido no STF”. E complementou dizendo: “Temos um momento de paralisia total nesta questão. Eu creio que este é o momento em que todos nós possamos encaminhar nossas ponderações ao Supremo Tribunal Federal (…) Essa é uma questão que precisa de solução. A constituição de 1988 traçou as normas para a declaração dessas terras e elas deverão ser realizadas. com o mínimo de estresse, o mínimo de atrito entre as populações, porque, afinal de contas, somos todos brasileiros, inclusive os indígenas”. 

Veja:

Durante sua participação no evento, Ellen Gracie também falou sobre sua atuação como produtora rural, criando gado, ovelhas, e produzindo nozes e azeitonas. “Esta é uma pequena jóia que eu tenho e que cuido com muito carinho”, disse.  

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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China suspende compras de frango do Brasil por 60 dias



O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo



O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo
O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo – Foto: Pixabay

A China suspendeu por 60 dias as importações de carne de frango do Brasil após a confirmação do primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade em uma granja comercial brasileira, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro. O foco foi registrado no município de Montenegro, na Região Metropolitana, Rio Grande do Sul. A medida segue um protocolo sanitário previamente acordado entre os dois países, sendo acionada automaticamente após a detecção da doença em plantel comercial.

Embora o vírus represente um risco muito baixo para humanos, especialmente no consumo de carne e ovos, a decisão afeta diretamente as exportações brasileiras. Outros países também podem adotar restrições semelhantes. Coreia do Sul e União Europeia têm protocolos que preveem bloqueios temporários, enquanto Japão, Emirados Árabes, Reino Unido, Argentina e Arábia Saudita adotam restrições regionais, válidas apenas para os estados afetados.

A área da granja atingida foi isolada e as aves restantes foram eliminadas conforme protocolo de contenção, dando início ao processo de saneamento do local. O Ministério da Agricultura reforça que os produtos avícolas brasileiros seguem sendo fiscalizados e seguros para consumo, com garantia de qualidade sanitária.

O Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo e o terceiro maior produtor. A China lidera a lista de compradores, seguida por Emirados Árabes e Japão. A suspensão das exportações para o mercado chinês pode gerar impactos relevantes no setor avícola nacional e mobiliza as autoridades brasileiras na tentativa de conter os efeitos econômicos da decisão.

 





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Chuvas permitem retomada da colheita de mandioca



A produção é destinada majoritariamente ao consumo humano




Foto: Canva

A colheita da mandioca tem ganhado ritmo em diversas regiões do Rio Grande do Sul após o retorno das chuvas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (15) pela Emater/RS-Ascar, o cultivo ocupa 6.214 hectares na região administrativa de Santa Rosa, com produtividade média estimada em 15.417 kg por hectare. A produção é destinada majoritariamente ao consumo humano, à produção de polvilho e, em períodos de escassez, à alimentação animal.

A falta de umidade nas últimas semanas havia dificultado a retirada das raízes, especialmente em áreas com maior teor de argila. No entanto, a Emater informou que “as chuvas permitiram que os produtores retomassem de forma intensa a colheita e o processamento mínimo, acondicionando a frio para posterior comercialização direta aos consumidores.”

Ainda de acordo com a instituição, as lavouras apresentam bom estado fitossanitário, e as raízes demonstram capacidade de recuperação e desenvolvimento após o período de estiagem.

Na região de Soledade, a cultura está em fase de colheita e início da senescência das folhas. Os agricultores aproveitam esse momento para realizar a seleção e o armazenamento das ramas que serão utilizadas no próximo ciclo produtivo. A Emater classificou como satisfatórios os indicadores de qualidade e produtividade nessas áreas.

Em relação aos preços, a caixa de 25 quilos da raiz in natura em Santa Rosa está sendo comercializada por R$ 60,00. A mandioca com casca custa R$ 5,70 o quilo, enquanto a descascada varia em torno de R$ 7,00/kg. A versão descascada e embalada oscila entre R$ 5,00 e R$ 10,00/kg. Já em Venâncio Aires, a caixa de 22 kg está sendo vendida entre R$ 45,00 e R$ 50,00.





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Mercado do boi gordo fecha semana com queda



Preços do boi gordo registram recuo em São Paulo e Paraná




Foto: Sheila Flores

O mercado do boi gordo encerrou a semana com recuo nos preços em importantes praças pecuárias do país. Em São Paulo, a arroba do chamado “boi China”, assim como a do boi gordo convencional e da novilha, caiu R$ 2,00. A cotação da vaca permaneceu estável. A escala média de abate no estado ficou em oito dias.

No Pará, os preços não sofreram alterações nas regiões de Redenção e Paragominas. Já em Marabá, foi registrada uma queda de R$ 2,00 por arroba para todas as categorias.

No Tocantins, os valores mantiveram-se estáveis tanto no Norte quanto no Sul do estado. As escalas de abate, nessas regiões, estavam com média de nove dias.

No Paraná, houve recuo de R$ 2,00 por arroba nos preços pagos pelo boi gordo, vaca e novilha. A cotação do “boi China”, no entanto, seguiu inalterada.





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Clima irregular marca colheita do algodão no Paraná



Paraná colhe 20% do algodão da safra 2024/25




Foto: Canva

Segundo o 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita do algodão no Paraná atingiu 20% da área cultivada. As lavouras apresentam 35% da área em formação de maçãs e 45% em maturação.

Durante o mês, o clima foi marcado por precipitações irregulares, com variações na distribuição espacial e temporal. Também foi registrado um leve alívio nas temperaturas. De acordo com o levantamento, 90% das lavouras estão em boas condições e 10% em situação regular.

O relatório também informa a revisão da área cultivada e destaca uma mudança no processo de beneficiamento. “Uma melhoria no processo foi a capacidade de processar o algodão localmente, visto que antes era levado para São Paulo”, informa o levantamento da Conab.





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Chuvas dificultam colheita do arroz em Rondônia



Arroz atinge quase 98% de área colhida no estado




Foto: Pixabay

De acordo com dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as chuvas registradas neste período em Rondônia causaram dificuldades à colheita do arroz e resultaram em perdas pontuais devido ao acamamento das plantas. Com a redução da intensidade e frequência das precipitações, as lavouras com grãos maduros ainda em campo estão sendo colhidas.

O levantamento informa que “97,9% das áreas implantadas já foram devidamente colhidas”. Ainda há lavouras em fase final de maturação. Paralelamente, a implantação da segunda safra de arroz segue em andamento.

Conforme a Conab, “há aumento de área nesta safra, com a área prevista já ocupando mais de 98% semeada”. Atualmente, 6% das lavouras estão em fase de emergência, 71,5% em desenvolvimento vegetativo e 22,5% em floração.





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Colheita do milho silagem avança lentamente



Colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15), a lentidão no avanço da colheita foi causada pelas chuvas registradas no período, que também beneficiaram as lavouras ao recuperar a turgescência foliar e aumentar a umidade nas espigas. Segundo a Emater/RS-Ascar, “essa melhoria nas condições hídricas contribuiu para a concentração de matéria seca e para a qualidade nutricional da forragem”.

A estimativa de produtividade média para a safra 2024/2025 foi revisada para 35.934 kg/ha, uma redução de 6,52% em relação à projeção inicial de 38.440 kg/ha feita no plantio. A área efetivamente plantada é de 339.555 hectares, número 6,3% inferior à safra anterior, quando foram cultivados 362.331 hectares, segundo dados do IBGE.

Apesar da redução na área e na produtividade média, o volume colhido nesta safra alcançou 12,20 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,4% em relação à safra 2023/2024, quando foram colhidas 11,05 milhões de toneladas. No entanto, houve redução de 11,2% em relação à estimativa inicial da safra, que previa um total de 12.201.527 toneladas.

As maiores áreas de cultivo do milho silagem estão concentradas nas regiões de Ijuí, com 55.315 hectares e produtividade de 33.571 kg/ha; Lajeado, com 54.083 hectares e produtividade de 36.960 kg/ha; e Santa Rosa, com 47.210 hectares e produtividade de 33.710 kg/ha.





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