sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Indústria gaúcha de pecan está próxima de exportar para a China


Uma das indústrias gaúchas de processamento de pecan poderá ser a primeira a receber certificação da China para exportar àquele país, após acordo comercial fechado com o Brasil. Visita de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) à planta da Pecanita ocorreu no dia 1º de novembro, em Cachoeira do Sul (RS).

O diretor da Pecanita, Claiton Wallauer, conta que a empresa, com mais de 50 anos de tradição na pecan, se dispôs a se organizar para o momento da exportação da pecan descascada. “Começamos a nos preparar. A autoridade em agricultura da China pediu ao Mapa algumas informações sobre segurança de trabalho e de produto Conseguimos fazer esta atividade, pois há muito tempo estávamos trabalhando em certificações internacionais, como o Security Quality Food (SQF) para exportação”, explica.

Na auditoria, os representantes do ministério buscaram entender o processo de beneficiamento da pecan feito pela agroindústria de Cachoeira do Sul (RS), bem como conhecer como trabalha com segurança alimentar, rastreabilidade e a aplicação das normas internacionais. “Eles foram fazer a averiguação de toda a documentação, viram a planta funcionando. Acreditamos que algumas adequações vão ser necessárias, de praxe, é comum isso acontecer”, salienta  Wallauer.

A estimativa da empresa é que a safra de 2025 já possa ser comercializada para a China. Isto inclui os produtores que trabalham com a Pecanita e poderá atrair outros, conforme Wallauer. “Então, vai ser um trabalho feito em várias mãos. É conseguir falar com os produtores locais e ter volume de oferta de produto para a gente aproveitar essa moeda (dólar) que está favorecendo a exportação”, projetou, estimando uma comercialização de mil toneladas, inicialmente.

O presidente do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), Eduardo Basso, salientou que, neste momento, a Pecanita conseguiu estabelecer todas as certificações exigidas pelo protocolo do governo chinês. “É um marco importante, é um grande mercado e abre possibilidades para toda a indústria nacional de pecan. Para os produtores será com certeza um benefício, pois uma vez que se consegue trabalhar nesse mercado, abrem-se novas oportunidades e certamente melhores preços para todos”, afirmou o dirigente. Basso disse, ainda, que a política que vem sendo trabalhada ao longo dos anos pelo Instituto é a de abertura de mercados, bem como a de criação de melhores possibilidades para os produtores e para as indústrias.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plantio antecipado de tabaco



Na prática, a nova PVH2444 poderá ser plantada antes do inverno


Foto: Divulgação

A alta tecnologia aplicada às sementes certificadas revoluciona a cadeia econômica da fumicultura. Neste Dia do Produtor de Tabaco, a ProfiGen do Brasil anuncia o novo híbrido de Virgínia PVH2444. A cultivar atende a uma demanda histórica do campo: a possibilidade de transplante confiável e antecipado em dias mais curtos e temperaturas mais baixas. 

Os benefícios não são pequenos. Por meio de melhoramento genético, o PVH2444 traz maior previsibilidade na colheita e oferece menor desgaste à rotina do produtor.  A cultivar é certificada pelo Ministério da Agricultura. 

O novo híbrido permite que o transplante da variedade possa ser realizado a partir de abril, muito antes das cultivares tradicionais que só podem ser transplantadas a partir da segunda quinzena de julho.  “No início do próximo ano, as sementes PVH2444 já poderão ser adquiridas para plantio no primeiro semestre de 2025”, destaca o gerente de desenvolvimento de negócios da ProfiGen, Vilson Arend. 

A nova variedade de Virgínia já está presente em centenas de lavouras da região Sul com grande sucesso, apontam os  técnicos da empresa, que monitoram algumas dessas propriedades. “O produtor de tabaco sempre trabalhou para evitar o desgaste físico da lida na lavoura de tabaco no alto do verão. Agora as nossas sementes certificadas da ProfiGen permitem o plantio mais cedo.”

Na prática, a nova PVH2444 poderá ser plantada antes do inverno, sem florescer com baixo número de folhas. “O produtor de tabaco não possuía uma alternativa de semente certificada para esse período de plantio, mas agora tem”, ressalta Arend.  O programa de melhoramento genético da ProfiGen trabalhou por décadas, ouvindo a necessidade do campo e realizando testes para garantir a eficácia do híbrido. “É extremamente importante esclarecer que não existem variedades de tabaco resistentes às geadas, quando são muito fortes ou intensas.”

A nova tecnologia acerta em cheio o mercado de sementes piratas de tabaco. A comercialização irregular sustentava o argumento de que não existiam sementes certificadas para o plantio antecipado. “Além de ilegais, as sementes piratas colocam em risco a reputação do mercado brasileiro de tabaco, conhecido por sua integridade e rastreabilidade”, alerta o gerente da ProfiGen. “Não é uma questão de preço, pois as sementes do PVH2444 chegarão ao mercado em linha com os demais produtos que a empresa disponibiliza, com excelentes resultados.”





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Bandeira amarela passa a valer e conta de luz ficará mais barata


Com o aumento no volume de chuvas, a bandeira tarifária amarela começa a valer nesta sexta-feira (1º), ou seja, a conta de luz ficará mais barata. A cobrança extra passará a ser de R$ 1,885 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. 

Em outubro, a bandeira estava no nível vermelho patamar 2, a mais cara de todas, com a cobrança de R$ 7,877 por 100 kWh. Desde agosto de 2021 que a tarifa mais alta não era acionada.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), um dos fatores que determinaram a redução da bandeira tarifária para amarela foi a melhoria nas condições de geração de energia no país. A agência reguladora, no entanto, informou que a previsão de chuvas e de vazões nas regiões das hidrelétricas continua abaixo da média, o que justifica o acionamento da bandeira tarifária para cobrir os custos da geração termelétrica para atender às necessidades dos consumidores.

Uma sequência de bandeiras verdes, sem a cobrança de tarifas extras, foi iniciada em abril de 2022. A série foi interrompida em julho deste ano, com a bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelha patamar 1, em setembro. Com as ondas de calor e as fortes secas no início do segundo semestre, a Aneel acionou a bandeira vermelha patamar 2 em outubro.

Bandeiras tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.

O SIN é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte.

Praticamente todo o país é coberto pelo SIN, à exceção de algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Mesmo que as condições de geração sejam favoráveis, é necessário continuar com bons hábitos de consumo que evitam desperdícios e contribuem para a sustentabilidade do setor elétrico. Com o acionamento da bandeira amarela, a vigilância quanto ao uso responsável da energia elétrica é fundamental. A orientação é para utilizar a energia de forma consciente”, recomenda a agência reguladora. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Impactos das eleições americanas nas commodities



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa



Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa
Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa – Foto: Pixabay

Na semana passada, a Veeries, liderada por Marcos Rubin, esteve na China para discutir temas importantes relacionados à economia e ao setor agrícola. Entre os tópicos abordados, a possibilidade de Donald Trump retornar à presidência dos Estados Unidos e o impacto que isso poderia ter nas relações comerciais entre os EUA e a China se destacaram. O receio de uma nova guerra comercial poderia ter consequências diretas nas negociações bilaterais, especialmente nas commodities agrícolas. 

A primeira fase do conflito, iniciada em 2018, já resultou em uma queda nas importações de soja americana pela China, o que permitiu ao Brasil preencher parte desse espaço. Com as eleições americanas se aproximando, agendadas para o dia 5 de novembro, as pesquisas indicam uma disputa acirrada entre Trump e a atual vice-presidente, Kamala Harris.

Outro ponto discutido foi a nova fase de crescimento da economia chinesa, que está se acomodando em níveis mais baixos, se comparados aos padrões anteriores. A infraestrutura do país já está amplamente consolidada, e setores como a construção civil estão enfrentando os desafios de uma expansão acelerada. Esse novo cenário exige uma adaptação das estratégias econômicas, uma vez que o crescimento robusto do passado não será mais uma realidade.

Além disso, o governo chinês tem demonstrado um compromisso contínuo em aumentar a segurança alimentar e a produção de alimentos, o que se traduz em investimentos em tecnologia e na expansão da área agrícola. Uma mudança relevante que vem sendo observada é a tendência de aumento no tamanho médio das propriedades agrícolas, o que pode, teoricamente, proporcionar ganhos de escala e produtividade. Essas transformações estruturais na agricultura chinesa podem ter implicações significativas tanto para a produção local quanto para o comércio internacional de commodities.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de citros finaliza com rendimento abaixo do esperado


A Emater/RS-Ascar informou, em seu boletim semanal divulgado nesta quinta-feira (31), que a colheita de citros na região de Frederico Westphalen está praticamente concluída, com cerca de 98% da área já colhida. No entanto, as produtividades de laranjas de suco e de mesa ficaram abaixo das expectativas iniciais. As variedades Valência, Folha Murcha, Iapar 73, Salustiana e Rubi alcançaram cerca de 15 toneladas por hectare, abaixo da expectativa de 18 t/ha. Já as variedades de laranja-de-umbigo Bahia e Bahia Monte Parnaso registraram 12 t/ha, em contraste com a previsão de 15 t/ha. Para as variedades de bergamota Ponkan, Murcott e Montenegrina, a produtividade final foi de 12 t/ha, acima do esperado, enquanto o limão Tahiti ficou em 20 t/ha, abaixo da projeção de 26 t/ha.

Com o fim da colheita, inicia-se um novo ciclo de desenvolvimento dos frutos, que conta com o clima favorável para o pegamento e crescimento saudável. O manejo dos pomares segue com adubação e aplicação de tratamentos fitossanitários para controle de pragas e doenças, com foco nas ocorrências de clorose variegada dos citros (CVC) e leprose.

Os preços da laranja suco variam entre R$ 2.250 e R$ 2.350 por tonelada para a indústria e R$ 2.800 a R$ 3.000 para o mercado de frutas frescas. Para a laranja de umbigo e a bergamota Murcott, os valores de mercado estão entre R$ 2,50 e R$ 2,80 por quilo, enquanto a Montenegrina é comercializada entre R$ 2,50 e R$ 3,00/kg.

Na região de Lajeado, incluindo Montenegro, Brochier, Maratá e São José do Sul, a colheita foi encerrada, mas a comercialização de bergamotas armazenadas em câmaras frias continua. Apesar das adversidades climáticas, a safra foi avaliada de forma positiva pelos produtores, que obtiveram bons preços. O foco atual está nas práticas de poda, monitoramento e controle fitossanitário para a nova safra, que promete um bom rendimento devido às condições climáticas favoráveis e uma floração robusta. O limão, comercializado em caixas de 20 kg, alcança valores entre R$ 95 e R$ 100.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Semana inicia com chuvas no Sul



Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C




Foto: Pixabay

A semana inicia com chuvas na Região Sul e deve ser marcada pelas instabilidades e mudanças de temperatura. O impacto deve ser nas colheitas em andamento.  Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, informou que uma frente fria se formará na costa do Rio Grande do Sul.

O meteorologista ainda diz que, ainda que as chuvas sejam benéficas para a reposição da umidade do solo, deve interromper as atividades de colheita e plantio. 

Clique aqui e acesse AGROTEMPO.

Áreas de maior altitude podem registrar temperaturas próximas de 10°C, mas sem frio intenso, garantindo condições favoráveis para as lavouras que ainda estão em fase inicial. A expectativa é de que os acumulados desta semana mantenham o solo hidratado e impulsionem a produtividade para a temporada.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Açúcar segue pressionado e cai entre os principais contratos de NY e Londres


Queda do petróleo e desvalorização do real pressionam cotações

Logotipo Notícias Agrícolas

Os preços futuros do açúcar iniciaram esta quarta-feira (09) com novas baixas nas bolsas e Nova York e Londres. Segundo o Barchart, o adoçante segue pressionado por conta da redução acentuadas nos valores do petróleo, que na última terça-feira (08) caíram mais de 4%, e pela desvalorização do real diante do dólar, o que incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Nesta manhã, por volta das 8h40 (horário de Brasília), o contrato março/25 perdia 0,31 cents, cotado em 22,18 cents/lbp. O maio/25 tinha queda de 0,26 cents, com valor de 20,68 cents/lbp. O julho/25 caía 0,24 cents, negociado em 19,75 cents/lbp. O outubro/25 tinha redução de 0,21 cents, com preço de 19,55 cents/lbp.

Em Londres, o dezembro/24 era negociado em US$ 563,20/tonelada, com baixa de US$ 11,90. O março/25 tinha preço de US$ 569,30/tonelada. O maio/25 estava cotado em 566,10/tonelada, redução de US$ 9,80. O agosto/25 caía US$ 8,00, com valor de US$ 552,10/tonelada.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Notícias Agrícolas





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Citros em Foco de Avaré (SP) aborda reguladores de crescimento



Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores


Foto: Fundecitrus

O Citros em Foco de Avaré (SP) reuniu aproximadamente 120 citricultores e profissionais do setor. Além de palestras sobre o manejo do greening, os presentes também acompanharam uma explicação sobre os resultados de estudos com reguladores de crescimento e palestra ministrada pelo pós-doutorando no Fundecitrus Eduardo Gorayeb.

Na ocasião, Eduardo falou sobre a etapa preliminar dos estudos com reguladores. “Sobre os estudos que realizamos no ano de 2023 nós tivemos bons resultados com relação à retenção de frutos, principalmente com o uso do 2,4-D e da giberelina, com alguns casos de retenção de mais de 50% dos frutos, além disso, teremos pela frente outros desafios com relação à qualidade dos frutos”, explica.

Ele também afirma que esses primeiros resultados foram fundamentais para o planejamento dos estudos que já estão acontecendo no ano de 2024. “Esse experimento deu uma ideia muito boa para um bom planejamento do que estamos fazendo agora, pois estamos trabalhando com doses melhores, e ajustamos a época de aplicação, o que pode nos trazer resultados melhores”, ressalta





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Importância da irrigação é tema do Fundecitrus Podcast



A conversa completa você encontra no Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A edição 45 do Fundecitrus Podcast tratou sobre a importância da irrigação dos pomares como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem.

Nesta primeira parte da conversa sobre o assunto, o jornalista Rodrigo Brandão fala com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Tangerino Hernandez.

Durante o episódio, o professor mostrou que 36% da área total do cinturão citrícola conta com irrigação e destaca que essa tendência é de aumento. “É um caminho sem volta, a sustentabilidade da produção de alimentos passa pelos investimentos em sistemas de irrigação. A segurança hídrica comporta dois momentos: a reservação de água na propriedade e a segurança hídrica das plantas, ou seja, a diminuição do abortamento. Só existem vantagens em investir em sistemas de irrigação”, exclama.

A conversa completa você encontra no Fundecitrus Podcast, disponível no nosso canal do YouTube e nas principais plataformas de áudio.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas e ventos impactam colheita de aveia branca no RS



Preços variam conforme a qualidade dos grãos




Foto: Compre Rural

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (31) pela Emater/RS-Ascar, no Rio Grande do Sul, a colheita de aveia branca já se aproxima da fase final em várias regiões, com produtividade variando consideravelmente entre as lavouras. A maior parte das lavouras apresentou rendimento abaixo do esperado devido a intempéries e ao manejo de baixo investimento em algumas áreas.

Com uma área cultivada de 365.590 hectares para produção de grãos, a expectativa inicial de produtividade era de 2.402 kg/ha, mas chuvas e ventos fortes comprometeram o rendimento em diversos pontos. A Fronteira Oeste, especialmente em Bagé, registra lavouras acamadas, exigindo colheita rente ao solo para minimizar perdas. Em Maçambará, onde 50% da área já foi colhida, a produtividade ficou em 2.090 kg/ha, uma redução de 5% em relação às projeções iniciais.

Em Ijuí, a produtividade alcança cerca de 2.600 kg/ha, e muitos produtores estão armazenando os grãos em suas propriedades devido à qualidade inferior, que dificulta a venda. Já na região de Soledade, apesar de chuvas e ventos fortes, a cultura manteve boa qualidade, com produtividade de até 3.000 kg/ha nas primeiras áreas colhidas.

Na comercialização, os preços variam conforme a qualidade dos grãos, com valores médios de R$ 60,00 por saca em Ijuí, R$ 78,00 em Passo Fundo e R$ 66,00 em Erechim.





Source link