domingo, abril 12, 2026

Política & Agro

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Mercado de feijão reage com boas vendas



O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta



O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta
O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta – Foto: Divulgação

O Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE) relatou ontem um bom volume de vendas por parte de produtores e empacotadores, o que trouxe mais otimismo ao mercado. No Noroeste de Minas, os melhores lotes foram comercializados a R$ 225, dentro da margem de oscilação, com qualidade entre 8 e 8,5. O feijão-preto manteve estabilidade. 

Segundo o IBRAFE, o mercado de feijão tem momentos de alta e baixa, mas também períodos de estagnação, especialmente quando referências antigas, como as de São Paulo, deixam de refletir a realidade. Além disso, alertam para a influência de informações manipuladas em redes sociais.

O IBRAFE destaca a importância do CEPEA como uma referência de preços isenta e incentiva críticas construtivas para aprimorar sua precisão. A entidade reforça que o uso de dados confiáveis evita distorções e especulações prejudiciais ao setor. Um dos maiores empacotadores do Brasil confirmou que as vendas de janeiro ficaram dentro do esperado para o período, indicando um mercado equilibrado, apesar dos desafios.

A entidade também ressaltou que a comercialização de feijão a preços entre R$ 180 e R$ 200 impõe cortes significativos nas margens, tornando a operação mais apertada para produtores e comerciantes. Isso reforça a necessidade de eficiência e estratégias para minimizar impactos financeiros no setor.

Por fim, o IBRAFE informou que buscará ampliar as exportações do feijão brasileiro, com um representante embarcando para a Índia na próxima semana para fomentar negociações. Durante esse período, os comentários da entidade poderão ser mais limitados.

 





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Tecnologia otimiza plantio de algodão



Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado



Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado
Produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado – Foto: Canva

O sucesso na produção de algodão depende de um planejamento eficiente, que abranja todas as etapas da cadeia produtiva. Do plantio da semente ao beneficiamento da pluma, cada fase exige controle rigoroso para garantir alta produtividade e qualidade final.

A empresa Flux Agro divulgou na rede social LinkedIn informações sobre o uso de tecnologia para otimizar o plantio de algodão no Mato Grosso. A solução apresentada é o Módulo Algodão do Software Agrotis, que permite planejar e gerenciar toda a cadeia produtiva, desde o plantio da semente até o beneficiamento da pluma, garantindo mais eficiência e rastreabilidade no processo.

Com essa ferramenta, segundo a empresa desenvolvedora, os produtores podem estruturar um planejamento estratégico detalhado, monitorar o desenvolvimento da lavoura em tempo real e gerenciar insumos com precisão. Além disso, a tecnologia assegura rastreabilidade completa das operações, proporcionando mais controle e transparência em cada etapa da produção.

Outro diferencial do Módulo Algodão é a possibilidade de planejar a colheita no momento ideal e integrar a logística para otimizar o beneficiamento da pluma, fazendo com que tudo seja mais otimizado. Esse acompanhamento minucioso contribui para um melhor aproveitamento da safra e maior competitividade no mercado.

“É época de plantio de algodão no Mato Grosso! E para você que quer garantir uma safra de sucesso, temos uma solução completa: o Módulo Algodão do Software Agrotis. Do plantio à pluma perfeita, conte conosco para elevar sua produção de algodão a um novo patamar”, escreveu.

 





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A soja vai seguir desvalorizando: Consultoria



Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá



Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá
Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá – Foto: Ivan Bueno/APPA

A TF Agroeconômica alerta que a soja continua em queda desde janeiro de 2024, reforçando sua recomendação para que produtores fixem preços e vendam antes de novas desvalorizações. A alta dos preços em Chicago no ano passado incentivou o aumento da produção global, levando à atual pressão baixista no mercado. 

Além disso, o crescimento da demanda por óleo de soja para biocombustível não tem sido suficiente para compensar o excesso de farelo, cujos estoques estão muito acima da média dos últimos anos. O setor produtivo e o governo ainda não tomaram medidas para reverter essa situação, que poderia representar uma oportunidade comercial para o Brasil.  

“Nesta sexta-feira, mais uma consultoria privada brasileira estimou a safra atual em 174,88 milhões de toneladas (a segunda: todas as outras estimam entre 170/173MT, enquanto a Conab estima 166 MT e o USDA 169 MT). A seca que atinge a região sul do país está sendo compensada pelo aumento de produtividade trazido pelas fortes chuvas do Centro-Oeste do país”, comenta.

Entre os fatores de alta, destaca-se a menor produção de canola no Canadá, o que pode elevar a demanda por óleo de soja. Além disso, a previsão de aumento da mistura de biodiesel no Brasil, de B14 para B15 a partir de março, tende a aquecer o mercado interno.  

Já entre os fatores de baixa, pesam as perdas nos mercados acionários, forçando grandes fundos de investimento a realizarem lucros, além da melhora nas condições das lavouras argentinas devido a recentes chuvas. O mercado também sente os efeitos da entrada da nova safra brasileira no circuito comercial e teme uma escalada na guerra tarifária entre EUA e China, o que pode impactar negativamente as exportações norte-americanas.

 





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Mais uma queda da soja em Chicago


A soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira, pressionada pelas chuvas na Argentina e pela expectativa de uma safra recorde no Brasil, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de março recuou 1,04%, ou 11,00 cents/bushel, encerrando a $1049,50, enquanto o de maio caiu 0,95%, ou 10,25 cents/bushel, para $1065,50. O farelo de soja para março registrou queda de 1,63%, cotado a $301,4 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,28%, para $45,98 por libra-peso.  

“A soja negociada em Chicago fechou o dia em baixa, mas o acumulado da semana em alta. Com as idas e vindas sobre a imposição de tarifas pela Casa Branca, o mercado optou por realizar lucros e passar o final de semana protegido”, comenta.

A realização de lucros marcou o pregão, em meio à incerteza sobre tarifas que podem ser impostas pela Casa Branca. Além disso, as chuvas na Argentina aliviaram parte do estresse hídrico, mas 30% da safra segue em condições regulares ou ruins, segundo a Bolsa de Rosário. No Brasil, os atrasos na colheita não impediram projeções de uma safra recorde, com estimativas acima de 174 milhões de toneladas, reforçando a pressão baixista sobre os preços globais.  

Apesar das quedas, o óleo de soja evitou perdas maiores para o grão, sustentado pelos estoques historicamente baixos de óleo de canola no Canadá. Como resultado, a soja acumulou alta de 0,72% na semana, ou 7,50 cents/bushel. O farelo de soja avançou 0,10%, ou $0,3 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,28%, ou $0,13 por libra-peso. A volatilidade deve continuar influenciando o mercado diante das condições climáticas na América do Sul e das incertezas no cenário comercial global.

 





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Baixas do açúcar perdem força e preços ficam próximos da estabilidade no…


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Os futuros do açúcar abriram com baixas próximas de 1% nas bolsas de Nova York e Londres nesta sexta-feira (03). Porém, a redução perdeu força ao longo do dia e as cotações estavam próximas da estabilidade no início da tarde, com as variações chegando a testar valores positivos em alguns momentos na ICE US.

Próximo às 12h (horário de Brasília), em Nova York, o contrato março/25 era negociado a 19,68 cents/lbp, uma redução de 0,05 cents em relação ao fechamento anterior. O maio/25 recuava 0,05 cents, sendo cotado a 18,32 cents/lbp, enquanto o julho/25 caía 0,07 cents, para 17,86 cents/lbp. O outubro/25 seguia a mesma tendência, com queda de 0,06 cents, negociado a 17,81 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 estava em US$ 512,10 por tonelada, uma queda de US$ 0,90. O maio/25 recuava US$ 2,30, para US$ 513,70 por tonelada, e o agosto/25 tinha redução de US$ 3,10, cotado a US$ 503,60 por tonelada. O outubro/25 perdia US$ 2,40, sendo negociado a US$ 497,50 por tonelada.

Com isso movimento, os preços do açúcar perdem parte dos ganhos contabilizados na última quinta-feira (02), que ultrapassaram 2% em NY e 1% em Londres. Conforme destacou o Barchart, sinais de menor produção de açúcar na Índia, o segundo maior produtor de açúcar do mundo, desencadearam cobertura curta em futuros de açúcar na quinta-feira, depois que a Indian Sugar and Bio-energy Manufacturers Association (ISM) relatou que a produção de açúcar da Índia de 2024/25 de 1º de outubro a 31 de dezembro caiu -15,5% a/a para 9,54 MMT.





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Mercado do milho começa 2025 com incertezas



As cotações futuras indicam uma possível desvalorização




Foto: Divulgação

Segundo informações do Cepea, o mercado de milho inicia 2025 com comportamentos distintos no cenário interno e externo. No Brasil, os preços do cereal no mercado spot registram patamares superiores aos do início de 2024. No entanto, as cotações futuras indicam uma possível desvalorização nos próximos meses.

Enquanto isso, na Bolsa de Chicago (CME Group), os contratos do milho operam em níveis mais baixos do que há um ano e não apresentam sinais de recuperação para 2025. Esse movimento reflete a conjuntura global do setor, com oferta ajustada e demanda ainda moderada.

Diante desse cenário, produtores e investidores acompanham de perto os desdobramentos do mercado, avaliando estratégias para comercialização diante das incertezas do ano.





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Brasil supera 800 mil t de embalagens recicladas


O Brasil acaba de atingir um marco inédito na destinação sustentável de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Desde 2002, o Sistema Campo Limpo já encaminhou mais de 800 mil toneladas para destinação ambientalmente adequada, consolidando o país como referência global em logística reversa no agronegócio.

Em 2024, foram destinadas 68,5 mil toneladas de embalagens, um aumento de 27% em relação ao ano anterior. Esse avanço reflete o trabalho conjunto entre produtores rurais, distribuidores, cooperativas, indústrias e órgãos reguladores, garantindo que as embalagens recebam o tratamento correto e contribuam para a economia circular.

Para Marcelo Okamura, diretor-presidente do inpEV, a conquista reforça o protagonismo brasileiro no setor. “O Sistema Campo Limpo é um dos maiores casos de sucesso em sustentabilidade no mundo, com impactos ambientais, sociais e econômicos expressivos. Esse marco é motivo de grande orgulho para todos os envolvidos”, afirma.

O Brasil possui um dos sistemas mais eficientes de logística reversa do mundo, impulsionado pela Lei nº 14.785/00, que regulamenta o descarte adequado das embalagens de defensivos agrícolas. Atualmente, 100% das embalagens recebidas pelo Sistema Campo Limpo têm destinação correta, seja por reciclagem ou incineração ambientalmente segura.

Além disso, o inpEV foi reconhecido pelo Programa Brasileiro GHG Protocol, promovido pela Fundação Getúlio Vargas, e conquistou o Selo Prata, avançando na medição e redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE).

Com 411 unidades de recebimento ativas e milhares de operações itinerantes, o Sistema Campo Limpo garante acesso à destinação correta em todo o território nacional, atendendo desde grandes até pequenos produtores.

Para 2025, o objetivo é ampliar a cobertura para novas regiões, elevar os índices de reciclagem e buscar certificações adicionais em sustentabilidade. “Seguimos evoluindo, impulsionando a inovação e fortalecendo o compromisso com um agronegócio cada vez mais sustentável”, conclui Okamura.

 





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Produção de tomate mantém qualidade



Alta oferta mantém preços estáveis e pouco vantajosos




Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS, divulgado nesta quinta-feira (6), a produção de tomate na região de Caxias do Sul (RS) segue com boa sanidade, frutos de qualidade e produtividade satisfatória, mesmo com os desafios climáticos.

Apesar da sequência de dias chuvosos, menor incidência de radiação solar e temperaturas moderadas, os tomates apresentam bom calibre e coloração adequada, garantindo a qualidade dos frutos.

As lavouras precoces já estão em fase final de colheita, enquanto os cultivos de ciclo intermediário iniciam essa etapa. Já as lavouras de ciclo tardio entraram no estágio de frutificação.

O mercado segue com alta oferta, o que tem mantido a precificação estável e pouco atrativa para os produtores, que enfrentam custos elevados de mão de obra e insumos. O tomate do grupo longa vida está sendo comercializado, em média, a R$ 40,00 por caixa de 22 kg na propriedade.

Com a produtividade elevada, os agricultores aguardam possíveis mudanças no mercado que possam equilibrar os custos e melhorar a rentabilidade da cultura.





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Mercado do açúcar tem variações





Foto: Pixabay

De acordo com os dados divulgados pela a União Nacional da Bioenergia (Udop) nesta sexta-feira (7), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) de forma mista nas bolsas internacionais, enquanto o etanol hidratado registrou sua terceira alta consecutiva no mercado nacional.

Na ICE Futures de Nova York, o contrato março/25, de maior liquidez, subiu 10 pontos, fechando a 19,76 centavos de dólar por libra-peso. Já o contrato maio/25 recuou 2 pontos, sendo comercializado a 18,13 cts/lb. Os demais contratos apresentaram quedas de 3 a 4 pontos.

Na ICE Futures de Londres, todos os lotes do açúcar branco registraram ganhos. O contrato de maior liquidez, março/25, subiu 1,50 dólar, sendo vendido a US$ 528,30 por tonelada. O contrato maio/25 também teve leve valorização de 50 cents de dólar, fechando a US$ 512,10/t.

No Brasil, o açúcar cristal, conforme o Indicador Cepea/Esalq, teve uma leve alta de 0,18%, com as usinas negociando o adoçante a R$ 148,54 por saca, contra R$ 148,28 do dia anterior. O etanol hidratado também manteve trajetória de valorização pelo terceiro dia consecutivo, sendo negociado pelas usinas a R$ 2.959,00/m³, uma alta de 0,15% em relação à véspera.





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