segunda-feira, abril 6, 2026

Política & Agro

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Estresse térmico e estiagem afetam produção de leite


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que, apesar do desenvolvimento satisfatório das culturas em algumas regiões do Rio Grande do Sul, a produção de leite segue em queda devido ao estresse térmico e à redução no consumo de alimentos pelos rebanhos. Para minimizar os impactos, produtores estão reforçando a oferta de alimentos conservados, como silagem.

Na região de Bagé, a estratégia tem sido antecipar o plantio de pastagens de inverno para garantir melhor alimentação ao gado. Em Santana do Livramento, as matrizes mantêm bom estado corporal com campo nativo e suplementos, mas a estiagem já reduziu a produção de leite em 35%. Em Aceguá, além da baixa na produtividade, foi realizada a vacinação contra brucelose em fêmeas de 3 a 8 meses e imunização contra raiva herbívora.

Na região de Frederico Westphalen, a queda na produção se deve à sazonalidade e às altas temperaturas, que agravam o estresse térmico dos animais. Já em Ijuí, a situação é mais estável, com expectativa de melhora devido à retomada das chuvas e ao uso de alimentos conservados e concentrados. Em Passo Fundo, o cenário também é positivo, já que a silagem tem sido fundamental para suprir as necessidades nutricionais do rebanho e manter a produtividade.

Em Pelotas, a produção segue dentro da normalidade para esta época do ano. Na região de Porto Alegre, as ações estão focadas no manejo sanitário, com intensificação do controle de carrapatos e bernes, evitando impactos adicionais na pecuária leiteira.

Em Santa Maria, as chuvas favoreceram a atividade leiteira, melhorando a oferta de pasto, mas a estiagem ainda gera dificuldades. Já na região de Santa Rosa, houve um aumento expressivo nos casos de LINA (leite instável não ácido), fenômeno associado à menor oferta de volumosos de qualidade. Apesar dos desafios, os preços pagos aos produtores permaneceram estáveis.

Na região de Soledade, a redução das temperaturas trouxe alívio para o rebanho, diminuindo o estresse calórico e, consequentemente, as perdas na produção. O cenário no estado segue desafiador, mas as expectativas são de melhora gradual conforme as condições climáticas favoreçam a recuperação das pastagens e a retomada dos níveis produtivos.





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Cuiabá tem fevereiro mais quente e seco que o normal



Chuvas ficam 20% abaixo da média em Cuiabá no mês




Foto: Pixabay

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o balanço climático de fevereiro de 2025 para a capital mato-grossense, apontando um volume de chuvas 20% abaixo da média histórica e temperaturas levemente acima do esperado para o período.

Ao longo do mês, Cuiabá registrou precipitações em 18 dias, totalizando 209,6 mm de chuva, enquanto a média climatológica para o período (1961-1990) é de 261,9 mm. O maior volume diário ocorreu no dia 3 de fevereiro, com 73 mm acumulados.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

As temperaturas seguiram uma tendência de elevação. A média geral do mês foi de 27,5°C, ficando 0,5°C acima da média histórica de 27°C. A temperatura máxima média atingiu 33,3°C, também 0,5°C superior à normal climatológica (32,8°C). Já a temperatura mínima média ficou em torno do esperado, registrando 23,9°C, contra a média histórica de 23,6°C.

Entre os extremos registrados, a temperatura mais alta do mês foi de 35,8°C, no dia 23 de fevereiro, enquanto a mais baixa foi de 28,2°C, no dia 1º de fevereiro. Já as mínimas variaram entre 22,1°C, no dia 2, e 26,2°C, no dia 24.

O cenário indica um fevereiro com chuvas irregulares e temperaturas acima da normalidade, reforçando a tendência de períodos mais secos e quentes na região.





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Drones detectam pragas e otimizam produção da soja



O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço


Foto: Arquivo Agrolink

O uso de Drones no agronegócio tem ganhado cada vez mais espaço, tornando-se uma ferramenta essencial no monitoramento das lavouras de soja. Com tecnologia avançada, esses equipamentos ajudam os produtores a identificar pragas, doenças e áreas com necessidade de irrigação, otimizando a produtividade e reduzindo custos.

Pesquisas demonstram que o uso de drones melhora a eficiência na detecção de problemas na plantação, permitindo intervenções mais rápidas e assertivas. Sensores térmicos e câmeras multiespectrais acopladas aos dispositivos possibilitam a avaliação detalhada da saúde das plantas, ajudando a evitar perdas e a otimizar o uso de insumos.

Empresas especializadas em tecnologia agrícola já oferecem soluções voltadas à agricultura de precisão, permitindo que produtores tenham um controle mais detalhado de suas lavouras.

Além de melhorar a produtividade, o uso dessa tecnologia contribui para um manejo mais sustentável, reduzindo o desperdício de água e o uso excessivo de defensivos agrícolas. Com os avanços constantes, os drones devem se consolidar como aliados indispensáveis para a sojicultura nos próximos anos.





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Mercado de bioinsumos cresce 15% no Brasil



Novo bioinsumo combate cigarrinha e outras pragas




Foto: Canva

Segundo pesquisa divulgada pela CropLife Brasil, o mercado de bioinsumos no Brasil segue em forte expansão, registrando um crescimento de 15% na safra 2023/2024 em relação ao ciclo anterior. Nos últimos três anos, o setor evoluiu a uma taxa média anual de 21%, ritmo quatro vezes superior à média global, evidenciando a crescente adoção de soluções biológicas pelos agricultores.

O avanço reflete a busca do setor agrícola por alternativas que combinem tecnologias químicas e biológicas, promovendo ganhos em produtividade e sustentabilidade. Dentro desse cenário, a Syngenta anunciou o lançamento do NETURE™, um inseticida biológico voltado ao controle de pragas que impactam culturas como soja e milho. “Eficiente desde a primeira aplicação, atende às necessidades dos agricultores, que têm sentido cada vez mais a evolução da eficiência do manejo advinda da combinação de soluções químicas e biológicas, que potencializam a sustentabilidade e rentabilidade das lavouras. A rapidez de ação e a compatibilidade do produto com defensivos químicos representam avanços significativos para o manejo de pragas de difícil controle”, afirmou Rafael P. Oliveira, Gerente de Marketing de Biológicos e Seedcare da Syngenta.

O produto se destaca pela eficiência e efeito residual prolongado contra cigarrinha-do-milho, percevejos, mosca-branca e cigarrinha-da-cana-de-açúcar. Desenvolvido com as bactérias Pseudomonas chlororaphis e Pseudomonas fluorescens, o bioinsumo atua de diversas formas, afetando o sistema digestivo e nervoso dos insetos, promovendo repelência e fortalecendo as plantas contra estresses ambientais.

Outro diferencial do produto é a compatibilidade com defensivos químicos, permitindo sua aplicação ao longo de todo o ciclo da cultura sem necessidade de armazenamento refrigerado. A novidade reforça o avanço do controle biológico no Brasil, consolidando o país como um dos líderes mundiais no uso de bioinsumos para a agricultura.





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Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


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Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





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Plantadeiras de alta precisão otimizam plantio do trigo



O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das semente


Foto: Canva

As plantadeiras de taxa variável vêm ganhando espaço no agronegócio por oferecerem maior eficiência no uso de sementes e insumos, garantindo uniformidade no plantio e redução de desperdícios. A tecnologia, que já é amplamente utilizada em culturas como soja e milho, agora ganha destaque no cultivo do trigo, proporcionando melhoria no rendimento das lavouras e redução de custos para os produtores.

O uso de plantadeiras de alta precisão permite a distribuição ideal das sementes, ajustando automaticamente a quantidade depositada no solo conforme a variabilidade do terreno. Esse processo resulta em melhor aproveitamento do potencial produtivo da área, evitando falhas no plantio e competições indesejadas entre as plantas.

Além disso, a tecnologia contribui para uma emergência uniforme das plântulas, fator essencial para o desenvolvimento equilibrado da lavoura e maior produtividade. Com menor desperdício e ajustes precisos, os produtores conseguem um uso mais eficiente dos insumos, reduzindo custos e aumentando a sustentabilidade da produção.





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Chuvas favorecem pastagens e mercado de gado segue aquecido


O boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (6), aponta que as chuvas recentes contribuíram para a recuperação das pastagens no Rio Grande do Sul, garantindo bom escore corporal para o rebanho bovino de corte. Com o período de entoure próximo do fim, os pecuaristas realizam diagnósticos de gestação para descarte de vacas vazias e preparação das que seguirão na reprodução.

Em Bagé, os preços do gado gordo seguem estáveis, enquanto o gado magro apresenta variações. A demanda por terneiros desmamados está alta, o que mantém os preços elevados. Já em Caxias do Sul, os pecuaristas focaram na revisão do rebanho, suplementação mineral e controle sanitário.

Em Frederico Westphalen, o tempo quente impactou o conforto animal, mas as chuvas ajudaram a amenizar a situação, ainda que de forma desigual na região. Já em Passo Fundo, há expectativa de alta nos preços, exigindo atenção ao controle de parasitas como carrapatos, bernes e moscas-dos-chifres.

Na região de Pelotas, a oferta de bovinos para abate segue reduzida, mantendo os preços firmes e o mercado aquecido. O segmento de reposição registra maior procura por terneiros, com valorização em diversos municípios. Em Cerrito, a demanda por terneiros leves está alta, e em Canguçu, as feiras mantêm preços estáveis e movimentação intensa.

Na região de Porto Alegre, a temporada reprodutiva está se encerrando, com foco no controle do carrapato para garantir a saúde do rebanho. Em Santa Maria, os preços do boi gordo e da vaca gorda tiveram leve alta, refletindo o aquecimento do mercado. Em Santa Rosa, a redução dos efeitos da estiagem favoreceu a oferta de forragem nos campos nativos, proporcionando boas condições para os rebanhos e retomada das exportações.

O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar registrou alta de 0,28% no preço médio do boi, que passou de R$ 10,85 para R$ 10,88/kg vivo. Já a vaca para abate teve valorização de 0,31%, com o preço subindo de R$ 9,67 para R$ 9,70/kg vivo.





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Cotação do algodão em NY atinge menor nível desde 2020



Cotação do algodão segue em queda com tensões comerciais




Foto: Canva

Os preços da pluma do algodão na bolsa de Nova York (NY) seguem em tendência de queda, atingindo o menor patamar desde julho de 2020, período marcado pelos impactos da pandemia da Covid-19. Segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), na última semana, a cotação do contrato corrente da fibra fechou em ¢US$ 63,44/lp, registrando um recuo de 2,97% em relação à semana anterior.

Desde junho de 2024, o mercado de algodão apresenta movimentações lateralizadas, com uma predominância de tendência baixista. O principal fator por trás dessa desvalorização é o excesso de oferta global em relação à demanda, cenário que mantém os preços pressionados.

Além disso, a implementação tarifária dos Estados Unidos sobre China, Canadá e México tem impactado diretamente o mercado. As tensões comerciais entre esses países afetam o fluxo global da fibra e adicionam incertezas para os produtores e exportadores.

Com o cenário de excesso de oferta e conflitos comerciais, especialistas apontam que, no curto prazo, não há fatores que indiquem uma valorização expressiva da pluma. O mercado segue atento às políticas tarifárias e ao comportamento da demanda internacional para possíveis mudanças na tendência de preços.





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Preços mínimos de laranja e café sobem para safra 2025/26


O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em conjunto com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), publicou na terça-feira (11) a Portaria MAPA nº 780, que estabelece os preços mínimos para a safra 2025/26 de diversos produtos agrícolas, incluindo laranja in natura, café arábica e conilon, sisal, trigo e semente de trigo. Os valores foram definidos com base em estudos realizados pela Conab, levando em consideração os custos de produção e as condições de mercado, tanto internas quanto externas.

De acordo com a portaria, o preço mínimo do café arábica para a safra 2025/26 foi fixado em R$ 662,04 por saca de 60 kg, representando um aumento de 3,78% em relação ao ciclo anterior. O café conilon, por sua vez, teve um reajuste de 17,89%, com a saca de 60 kg passando a ser comercializada por R$ 498,79. Esses reajustes são reflexo dos custos elevados de produção e das condições climáticas adversas que afetaram a produtividade do grão, como geadas, restrições hídricas e altas temperaturas.

Para a laranja, o preço mínimo da caixa de 40,8 kg foi estabelecido em R$ 25,19 no Rio Grande do Sul, com um aumento de 17% em relação ao ciclo anterior. Nos demais estados, o valor foi ajustado para R$ 28,44, representando uma alta de 19,35%. No caso do sisal, o preço mínimo da fibra bruta desfibrada foi fixado em R$ 4,09 por quilo, um aumento de 8,2%, enquanto o produto beneficiado teve reajuste de 7,76%, com o preço de R$ 4,72 por quilo.

Para o trigo, as cotações variam conforme a destinação e a região cultivada. No Rio Grande do Sul, os preços se mantiveram estáveis em relação à safra anterior, enquanto nas regiões do Sudeste, Centro-Oeste e Bahia, houve um reajuste de 3%. O preço da semente de trigo foi mantido em R$ 3,22 por quilo.

Os preços mínimos definidos têm como objetivo garantir uma remuneração mínima aos produtores, oferecendo segurança no mercado agrícola. Esses valores serão utilizados como referência nas operações relacionadas à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) e servem para orientar o produtor na escolha do plantio, além de assegurar o compromisso do Governo Federal em apoiar o setor agrícola.





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Como gerar créditos de carbono na agricultura



A agricultura tem se tornado um setor-chave na geração de créditos de carbono


Foto: Divulgação

A agricultura tem se tornado um setor-chave na geração de créditos de carbono, um mecanismo essencial para combater as mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases de efeito estufa. A ideia central por trás dessa prática é o uso de métodos agrícolas que armazenam carbono no solo ou reduzem as emissões associadas ao processo produtivo, contribuindo para a mitigação das mudanças climáticas e abrindo novas fontes de renda para os produtores rurais.

A geração de créditos de carbono se dá por meio da adoção de práticas agrícolas sustentáveis que aumentam a captura de carbono da atmosfera. Entre as técnicas mais utilizadas estão a adoção de sistemas de plantio direto, o uso de adubação verde, a rotação de culturas, a redução do uso de insumos químicos e o manejo de pastagens. Essas práticas favorecem a sequestro de carbono no solo, diminuindo as emissões de gases como metano e óxidos de nitrogênio, que são liberados em grande quantidade em sistemas convencionais de cultivo.

Para gerar créditos de carbono, o agricultor deve seguir uma metodologia específica, estabelecida por certificadoras e entidades regulamentadoras. Entre as metodologias mais reconhecidas estão as de comércio voluntário de carbono, que permitem que empresas ou pessoas compensem suas emissões ao comprar créditos gerados por práticas sustentáveis na agricultura. As certificadoras como VERRA, Gold Standard e Climate Action Reserve são algumas das principais que avaliam e validam a geração desses créditos.

Além disso, é importante que os agricultores adotem um monitoramento contínuo de suas práticas, para garantir a quantificação precisa do carbono sequestrado ou das emissões evitadas. Isso envolve o uso de tecnologias como sensores de carbono, imagens de satélite e ferramentas de modelagem agrícola para acompanhar a evolução das lavouras e a quantidade de carbono armazenado no solo.

A venda de créditos de carbono gera renda adicional para os agricultores e também contribui para a economia verde. O mercado global de créditos de carbono tem crescido nos últimos anos, especialmente com o aumento da pressão de empresas para reduzir suas emissões de carbono e atender às exigências de sustentabilidade.





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