terça-feira, abril 7, 2026

Política & Agro

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Óleo de algodão cai 0,78% com manutenção da mistura do biodiesel



Queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%




Foto: Canva

A cotação do óleo de algodão recuou 0,78% na semana de 21 de fevereiro, ficando em R$ 5.250,00 por tonelada. Conforme o boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), a queda ocorreu após a decisão de manter a mistura do biodiesel no diesel em 14%, frustrando a expectativa de aumento para 15% em março de 2025. Esse cenário impactou a demanda pelo coproduto.

Enquanto isso, o caroço de algodão disponível apresentou valorização de 1,28% no comparativo semanal, atingindo R$ 1.229,95 por tonelada. O aumento é resultado da menor oferta do produto devido ao período de entressafra.

Apesar da retração no curto prazo, o mercado de coprodutos do algodão segue aquecido em relação ao ano passado. O preço do caroço está 76,39% acima do registrado em 2024, enquanto o óleo acumula alta de 42,07% no mesmo intervalo.





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Milho volta a subir na B3: Veja o motivo


Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho voltou a subir com dificuldade logística do mercado físico, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho da B3 voltou a se recuperar, visto que o mercado físico ainda tem dificuldade de acesso ao grão, neste momento que o produtor está atento a colheita da soja”, comenta.

“Apesar dos esforços de colheita da primeira safra e plantio do milho safrinha, o ritmo ainda está mais lento que o de 2024, principalmente em alguns estados chaves, onde a janela ideal de semeadura está se fechando. Após o fechamento da sessão desta segunda-feira, a Conab apontou que a colheita da 1ª safra está em 20,9% da área apta, ante 24,9% do ano anterior. O plantio do milho safrinha saltou para 53,6%, ante 59% do ano anterior. Apesar de atrasados, os trabalhos estão reduzindo semana a semana a diferença”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta no dia. “O vencimento de março/25 foi de R$ 84,82 apresentando alta de R$ 1,07 no dia, alta de R$ 4,08 na semana; maio/25 fechou a R$ 80,75, alta de R$ 3,80 no dia, alta e R$ 3,80 na semana; o vencimento julho/25 fechou a R$ 74,17, alta de R$ 0,40 no dia e alta de R$ 1,27 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho fechou em baixa com tarifas para México e Canadá de volta ao radar. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,57 % ou $ -2,75 cents/bushel a $ 479,75. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,55 % ou $ – 2,75 cents/bushel a $ 494,25”, comenta.

“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta terça-feira. O milho fechou a sua terceira sessão em queda, com os Fundos de Investimentos desmontando lentamente as posições montadas desde agosto passado. A possibilidade de volta das tarifas de 25% para Canadá e México voltou ao radar depois que Trump afirmou na segunda-feira que as tarifas estão avançando no prazo, dentro do cronograma”, conclui.

 





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Bioinsumos já dominam 11,3% do mercado global


O mercado de bioinsumos no Brasil está em plena ascensão e deve ultrapassar R$ 9 bilhões até o final da década. De acordo com dados apresentados no 2º Workshop ANPII Bio de Inteligência de Mercado, realizado em Campinas (SP), o setor movimentou R$ 5,7 bilhões na última safra, com uma área tratada que atingiu 156 milhões de hectares.

Brasil se consolida como líder global

O Brasil já detém 11,3% do mercado mundial de bioinsumos e se destaca especialmente nos segmentos de bioinoculantes e biodefensivos, onde a participação nacional é de 12,6%, com projeção de atingir 16,4% até 2030. Esse crescimento reflete a forte adesão dos produtores às tecnologias biológicas, impulsionadas por benefícios como maior eficiência no manejo agrícola e sustentabilidade.

Apesar do avanço, o setor enfrentou desafios em 2024, como altos estoques de passagem, retração nas compras e dificuldades de crédito, o que limitou a rentabilidade dos produtores de grãos. Mesmo assim, o volume de vendas de bioinsumos cresceu 12,4% em relação a 2023, enquanto a área tratada aumentou 13,4%.

Inovações tecnológicas impulsionam adoção

O futuro dos bioinsumos está diretamente ligado à inovação. Entre as principais tecnologias que devem ganhar força nos próximos anos estão os inoculantes solubilizadores de nutrientes e os bioinseticidas. A expectativa das empresas associadas à ANPII Bio é que, em 2025, as vendas de inoculantes cresçam 12,4%, enquanto os biodefensivos terão uma alta ainda mais expressiva, de 20,4%.

“O setor segue otimista, mesmo diante dos desafios econômicos recentes. A adoção de bioinsumos continua crescendo e novas tecnologias devem ampliar ainda mais a participação no mercado”, explica Larissa Simon, Diretora de Operações da ANPII Bio.

Lei de Bioinsumos: Novo impulso para o setor

Outro fator que promete acelerar a expansão do mercado é a Lei de Bioinsumos, sancionada no final de 2024. O novo marco regulatório cria um ambiente mais favorável para a produção, comercialização e uso desses produtos, reduzindo burocracias e incentivando investimentos em inovação.

A ANPII Bio defende que a regulamentação da lei permita o registro de produtos multifuncionais, ou seja, bioinsumos que desempenham mais de uma função nas lavouras, tornando o manejo agrícola mais eficiente. Além disso, a entidade reforça a necessidade de linhas de financiamento com taxas de juros reduzidas para produtores que adotarem essas tecnologias.

Mercado estratégico para o agronegócio

Com a crescente demanda por soluções sustentáveis, os bioinsumos se consolidam como uma alternativa essencial para a redução do uso de defensivos químicos e a melhoria da produtividade agrícola. O evento da ANPII Bio reuniu cerca de 120 participantes, incluindo CEOs e diretores de mais de 30 empresas do setor, reforçando a importância do segmento para o futuro do agronegócio.

“O workshop se tornou um espaço estratégico para que as empresas se antecipem às tendências e desafios do mercado. O compartilhamento de informações e análises especializadas fortalece a competitividade do setor”, destaca Larissa Simon.

Com um crescimento anual médio de 14%, o Brasil se firma como protagonista global no uso de bioinsumos, ampliando sua relevância na busca por uma agricultura mais eficiente e sustentável.





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Confira como está o mercado do milho


A TF Agroeconômica destacou as movimentações do mercado de milho nas principais regiões produtoras do Brasil. No Rio Grande do Sul, os preços médios da indústria subiram R$ 1,00, enquanto as cotações para exportação recuaram no mesmo valor. As indústrias continuam adquirindo milho e pegando lotes “a fixar”, o que mantém os preços relativamente estáveis. 

As cotações variam entre R$ 73,00 e R$ 75,00 em diferentes praças do estado, enquanto os armazenadores negociam entre R$ 71,00 e R$ 75,00 para entregas em fevereiro e março. A exportação indicou R$ 77,00 por saca, e os embarques em Rio Grande somaram 133.380 toneladas na primeira quinzena de fevereiro, com previsão de atingir 750.000 toneladas. 

Em Santa Catarina, a colheita segue atrasada, conforme dados da Conab. No mercado local, as cooperativas pagam entre R$ 63,50 e R$ 67,00 por saca, dependendo da região. No porto, os preços para entrega futura variam entre R$ 72,50 para agosto e R$ 73,50 para outubro, com pagamentos programados para setembro e novembro, respectivamente. 

No Paraná, a Conab revisou os dados da colheita da primeira safra, que também apresenta atraso. No mercado interno, o milho spot é negociado a R$ 70,00 por saca. No porto de Paranaguá, os preços da safrinha começam em R$ 72,70 para entrega em agosto e chegam a R$ 74,80 para novembro, com pagamentos entre setembro e dezembro.  

Já no Mato Grosso do Sul, o plantio da safrinha avançou para 24,2%, segundo a Aprosoja. No mercado físico, as cotações recuaram 1,52% em Campo Grande, para R$ 65,00, mas subiram em outras regiões, como Chapadão (R$ 69,00, alta de 7,81%) e Dourados e Maracaju (R$ 70,00, alta de 4,59%). Outras praças, como Ponta Porã, São Gabriel do Oeste e Sidrolândia, registraram preços a R$ 66,00.

    





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Mercado de trigo segue lento em SC e PR


A TF Agroeconômica destacou que a comercialização de trigo segue com desafios no Sul do Brasil. No Rio Grande do Sul, a menor moagem dos moinhos e a falta de caminhões – muitos deslocados para a colheita da soja no Centro-Oeste – têm atrasado entregas. As compras para fevereiro foram encerradas, mas ainda há um grande volume de trigo adquirido com retirada até 28/02 que não foi carregado. As negociações estão focadas na segunda quinzena de março e abril, com compradores oferecendo entre R$ 1.300,00 e R$ 1.350,00/t no interior, enquanto os vendedores pedem de R$ 1.350,00 a R$ 1.450,00/t. O estado já comercializou 75% do trigo produzido, um recorde histórico para essa época do ano.  

Em Santa Catarina, o mercado permanece lento devido à dificuldade na venda de farinhas, o que impede reajustes de preços. As ofertas FOB estão em R$ 1.400,00/t, enquanto moinhos catarinenses têm recebido trigo gaúcho a R$ 1.300,00/t FOB – ou cerca de R$ 1.600,00/t CIF no leste do estado. A demanda por farelo de trigo também caiu, pressionando os preços para R$ 1.100,00/t ensacado. Algumas cooperativas optam por segurar estoques, aguardando melhores preços. Os valores pagos aos triticultores mantiveram-se estáveis, exceto em Rio do Sul, onde houve alta para R$ 80,00/saca.  

No Paraná, a oferta de trigo caiu de 200 mil para apenas 40 mil toneladas, o que tem elevado os preços. Os vendedores pedem R$ 1.550,00/t FOB, enquanto o trigo branqueador é ofertado a R$ 1.700,00/t ou mais. Os compradores oferecem R$ 1.500,00/t, posto no Centro-Sul do estado, para entrega em março e pagamento em abril. Com o avanço da colheita de milho e soja, os produtores dão menos atenção ao trigo. Importações argentinas via rodoviária chegam ao Oeste paranaense por R$ 1.590,00/t. A média de preços na semana subiu 0,49% para R$ 73,24/saca, enquanto o custo de produção caiu levemente, elevando a margem de lucro do produtor para 6,64%.

 





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Mercado de grãos inicia o dia com soja em baixa


Segundo a TF Agroeconômica, a soja opera em baixa na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (26), cotada a US$ 1.028,50 por bushel (-2,75). A pressão vem do avanço da colheita no Brasil e das chuvas na Argentina, que melhoraram a perspectiva para as lavouras. No Brasil, o indicador Cepea registra alta de 1,01% no dia, chegando a R$ 132,19 por saca. O mercado aguarda o Fórum Anual do USDA, que pode projetar redução na área de soja nos EUA para 2025/26.  

“O mercado continua a sentir pressão devido às melhores condições ambientais na Argentina; devido ao avanço do plantio no Brasil; devido à possibilidade de que tarifas contra o México e o Canadá entrem em vigor na próxima semana e à chance de que o USDA projete um aumento na área destinada ao milho na nova safra dos EUA”, comenta.

O milho apresenta leve recuperação em Chicago, cotado a US$ 481,50 (+1,75), após três dias de queda. O avanço do plantio no Brasil e as boas condições na Argentina seguem pressionando os preços. Além disso, o mercado monitora a possível implementação de tarifas contra México e Canadá e a expectativa de aumento da área de milho nos EUA. No Brasil, o Cepea registra R$ 86,67 por saca (+2,14% no dia e +15,58% no mês).  

“Os preços do milho em Chicago flutuam ligeiramente após caírem nos três dias anteriores. O mercado continua a sentir pressão devido às melhores condições ambientais na Argentina”, completa.

O trigo tem alta em Chicago, cotado a US$ 575,75 (+3,0), impulsionado pela menor preocupação com as safras de inverno nos EUA e no Mar Negro após a onda de frio. O mercado também reage à proposta dos EUA para exploração de minerais estratégicos na Ucrânia, aceita por Zelensky. No Brasil, o trigo segue estável no RS (R$ 1.326,76) e tem leve alta no PR (R$ 1.476,74).

“O trigo está sendo negociado um pouco mais alto. Entre os fatores que influenciarão o mercado hoje estão a menor preocupação dos comerciantes sobre o destino das safras de inverno nos EUA e na região do Mar Negro”, conclui.

 





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Calor extremo impacta produção de ovos e eleva preços


Os ovos são uma das fontes de proteína mais acessíveis e completas, mas o calor intenso dos últimos meses tem causado impacto na produção, reduzindo a oferta e impulsionando os preços. As altas temperaturas comprometem a produtividade das aves, tornando essencial o uso de estratégias nutricionais para minimizar os efeitos do estresse térmico.

Produção em alta, mas oferta pressionada pelo calor

A avicultura de postura tem apresentado crescimento expressivo no Brasil. Dados do IBGE mostram que, entre janeiro e setembro de 2024, a produção chegou a 2,8 bilhões de dúzias de ovos, um aumento de 10,5% em comparação ao mesmo período de 2023. No entanto, o calor excessivo tem reduzido o rendimento das poedeiras, afetando a disponibilidade do produto no mercado.

Janeiro de 2025 registrou temperaturas recordes, frequentemente acima dos 30°C nas principais regiões produtoras. Quando a temperatura supera os 28°C, as aves sofrem estresse térmico, o que compromete a postura e impacta a oferta de ovos.

Preço dos ovos dispara no atacado

Segundo levantamento do Cepea/USP, até 14 de fevereiro, a caixa com 30 dúzias de ovos extra branco em Bastos (SP), um dos principais polos produtores do país, foi comercializada a R$ 194,16 no atacado. Esse valor representa um aumento de 36,5% em relação a janeiro e 17,4% a mais do que no mesmo período de 2024.

Nutrição como ferramenta para minimizar impactos do calor

Para reduzir os danos causados pelo calor extremo, especialistas recomendam ajustes na nutrição das aves, garantindo maior bem-estar e manutenção da produtividade. A inclusão de aditivos nutricionais pode fortalecer o metabolismo das poedeiras, auxiliando na resistência térmica.

Um estudo publicado em 2021 avaliou o efeito da combinação de dois aditivos da empresa Kemin – CLOSTAT®, um probiótico, e KemTRACE™ Cromo, um micro mineral orgânico – na produtividade das aves sob temperaturas elevadas. Os resultados indicaram que essas soluções ajudaram a preservar o bem-estar animal e a manter o desempenho produtivo.

“A mudança nos sistemas produtivos, impulsionada pela demanda do consumidor, levou à redução no uso de antibióticos. O CLOSTAT®, por exemplo, contribui para o equilíbrio da microbiota intestinal, favorecendo a saúde das aves e permitindo que expressem todo seu potencial produtivo”, afirma Gisele Neri, zootecnista e gerente de produtos da Kemin.

Além disso, o KemTRACE™ Cromo atua na conversão de energia e na redução dos hormônios do estresse, melhorando a eficiência alimentar e a produtividade das aves.

Dicas para escolher ovos de qualidade no supermercado

Embora não seja possível identificar visualmente se os ovos vieram de um sistema produtivo adequado, algumas características podem indicar um produto de qualidade:

Casca firme: ovos de aves bem nutridas tendem a ter cascas mais resistentes, evidenciando um bom aporte mineral.

Odor neutro: ovos frescos e de boa qualidade não devem apresentar cheiro forte ao serem quebrados.

Selo de certificação: produtos certificados passam por rigorosos controles de qualidade e sanidade.

Armazenamento adequado: ovos devem estar bem acondicionados, sem rachaduras ou sujeira na embalagem.

Verifique a validade: ovos mais frescos oferecem melhor qualidade nutricional e menor risco de contaminação.





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FPA articulará Plano Safra junto à Fazenda



O episódio reforçou a necessidade de mudanças estruturais no modelo do Plano Safra



O episódio reforçou a necessidade de mudanças estruturais no modelo do Plano Safra
O episódio reforçou a necessidade de mudanças estruturais no modelo do Plano Safra – Foto: Pixabay

O setor agropecuário conseguiu reverter a suspensão das contratações de crédito do Plano Safra 2024/25 após forte pressão de entidades do agronegócio e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). A decisão inicial do Tesouro Nacional de interromper os financiamentos gerou preocupação entre produtores e parlamentares, levando o governo a editar uma Medida Provisória para recompor R$ 4,178 bilhões ao programa. O anúncio ocorreu menos de 24 horas após a mobilização do setor, garantindo a continuidade do crédito rural.  

“A organização e mobilização do setor agropecuário mostraram que não é necessário um comando central para reagir a decisões equivocadas. A resposta foi imediata, e o próprio ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reconheceu o erro e anunciou uma nova MP para resolver a questão”, disse o presidente da FPA, Pedro Lupion (PP-PR), em coletiva de imprensa.

O impasse ocorreu em meio ao aumento da taxa Selic, que elevou os custos financeiros do programa e contribuiu para o esgotamento dos recursos disponíveis. A falta de comunicação prévia sobre a suspensão gerou críticas à articulação política do governo, ampliando a pressão para uma resposta imediata. Diante do impacto da medida, a interlocução entre o setor agropecuário e o Ministério da Fazenda se intensificou, resultando na edição da nova Medida Provisória.  

O episódio reforçou a necessidade de mudanças estruturais no modelo do Plano Safra, que atualmente é planejado no meio do ano, gerando incertezas para os produtores. A proposta defendida pelo setor produtivo busca a inclusão do programa na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA), permitindo maior previsibilidade e estabilidade no acesso ao crédito rural.

“Na carta, destacamos não apenas a relevância do Plano Safra, mas também a atuação firme da FPA, cuja reação imediata pressionou o governo a reverter o corte e garantir a continuidade dos recursos, indispensáveis para o setor agropecuário”, disse a presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella.

 





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Preço do arroz cai com proximidade da nova safra



Fatores climáticos também podem influenciar as cotações nos próximos meses




Foto: José Luis da Silva Nunes

Os preços do arroz em casca seguem em queda no mercado brasileiro. De acordo com dados do Cepea, a proximidade da entrada mais expressiva da nova safra, a necessidade de liquidação de estoques por parte dos vendedores e a menor presença de compradores no mercado têm pressionado as cotações.

Na semana passada, as desvalorizações foram as mais intensas do ano, refletindo o cenário de maior oferta e menor demanda. O Indicador CEPEA/IRGA-RS iniciou a semana cotado a R$ 91,93 por saca de 50 kg no dia 24 de fevereiro, o menor patamar nominal desde agosto de 2023. No acumulado do mês, até o dia 24, a queda já chega a 8,6%.

Com a expectativa de aumento na disponibilidade do cereal nas próximas semanas, agentes do setor seguem monitorando o comportamento do mercado e os impactos da colheita sobre os preços. Segundo especialistas, a pressão baixista pode continuar caso a demanda interna e as exportações não consigam absorver a oferta crescente.

Além disso, fatores climáticos também podem influenciar as cotações nos próximos meses. O desenvolvimento da safra e possíveis desafios logísticos na colheita podem impactar a oferta disponível no mercado, trazendo volatilidade às negociações. 





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Loyder apresenta as vantagens dos Fertilizantes Inteligentes Copla Haya durante o Coplacampo 2025



Linha de Fertilizantes é composta por tecnologias que aumentam a eficiência


Foto: Divulgação

Entre os dias 24 e 28 de fevereiro, a Loyder  Brasil, empresa da holding Essere Group, estará participando do COPLACAMPO 2025, evento voltado ao setor agrícola que traz inovações, tecnologia e oportunidades de negócios aos participantes. No ano passado o evento da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), recebeu 12 mil visitantes e faturou em torno R$ 530 milhões. 

O COPLACAMPO 2025 será realizado na Rodovia do Açúcar, SP-308, KM 157, em Taquaral – Piracicaba – SP. Durante o evento, a Loyder Brasil estará levando aos produtores rurais informações sobre a linha de produtos Copla Haya Fertilizantes Inteligentes, um novo conceito em nutrição e fisiologia de plantas, produtos distribuídos exclusivamente pela cooperativa Coplacana.  

Danilo Storti, gestor de portfólio da Loyder Brasil, explica que o Copla Haya representa um novo conceito em nutrição e fisiologia. “Esta linha de Fertilizantes Inteligentes é composta por tecnologias que aumentam a eficiência dos nutrientes e substâncias que estimulam o desenvolvimento das plantas, o que permite expressar o máximo potencial produtivo das culturas”, Ele explica ainda que os fertilizantes inteligentes da Loyder Brasil são revestidos por aditivos que reduzem as perdas dos nutrientes, promovem o crescimento radicular e melhoram o metabolismo das plantas resultando em maior tolerância aos estresses do ambiente. 

A Loyder Brasil, além de produzir Fertilizantes Inteligentes com tecnologias altamente eficazes, sustentáveis ao meio ambiente, e que entregam resultados confiáveis ao produtor, oferece um pacote de serviços personalizados. O LABOR 4.0 é um laboratório de análises de solo e folha certificado pelo IAC – Instituto Agronômico de Campinas gratuito aos clientes, e o SADE – Smart Agronomic Desicion – é um aplicativo que, por meio de um algoritmo, traz uma recomendação assertiva para gestão dos nutrientes, com fórmulas e doses para suprir a demanda nutricional da cultura.

 





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