quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Geadas afetam safra de milho no Paraná



Paraná reduz área de milho em boa condição




Foto: Divulgação

O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), apontou uma piora nas condições de campo da segunda safra de milho 2024/25. A proporção de lavouras em condição considerada boa caiu de 71% na semana anterior para 68%. As áreas em condição mediana permaneceram em 18%, enquanto as lavouras avaliadas como ruins aumentaram de 11% para 14%.

De acordo com os técnicos do Deral, a piora nas condições está relacionada às geadas registradas na semana anterior. Apesar da deterioração, os danos devem ser limitados, uma vez que 76% das lavouras já se encontram em fase de maturação, etapa menos vulnerável a impactos climáticos. Atualmente, 26% da área está na fase de frutificação, ainda suscetível a novas geadas. No entanto, não há previsão de geadas significativas nas próximas 72 horas.

As chuvas recorrentes ao longo da semana também dificultaram o avanço da colheita. Até o momento, 16% da área plantada, estimada em 2,76 milhões de hectares, foi colhida, contra 12% na semana anterior.

No Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a colheita do milho foi concluída após sucessivas geadas e um período de tempo seco. Algumas famílias agricultoras mantêm espigas armazenadas a campo, destinadas ao consumo próprio. A produtividade média estadual foi estimada em 6.857 quilos por hectare, com área cultivada de 706.909 hectares.





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lavouras de arroz recebem alívio com chuvas


De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a monção do sudoeste avançou por quase todo o Sul da Ásia, provocando chuvas intensas em grande parte da região. As precipitações variaram de forma, atingindo até 400 milímetros em algumas localidades. Segundo o USDA, essas chuvas beneficiaram as principais áreas produtoras de arroz, que registraram entre 25 e 200 milímetros, embora regiões do sudeste da Índia tenham permanecido mais secas.

As temperaturas na maior parte do Sul da Ásia foram ligeiramente inferiores às das semanas anteriores, situando-se entre 30°C e 35°C, em razão da cobertura pluviométrica generalizada. No Paquistão, a monção trouxe chuvas moderadas a intensas, com volumes entre 10 e 100 milímetros, enquanto as temperaturas permaneceram normais a ligeiramente acima da média.

No Leste Asiático, as chuvas continuaram no sul da China, estendendo-se pelo Mar da China Oriental até o Japão. As precipitações, que oscilaram entre 25 e 200 milímetros, favoreceram as lavouras ao sul do rio Yangtzé. Algumas áreas, no entanto, registraram até 300 milímetros de chuva, com possibilidade de inundações. A Planície do Norte da China recebeu apenas chuvas esparsas, com volumes entre 10 e 50 milímetros, o que não foi suficiente para amenizar o calor persistente, com temperaturas entre 30°C e 35°C. A região nordeste da China também teve escassez de chuva e temperaturas até 6°C acima da média. Já na Península Coreana, as chuvas variaram entre 10 e 80 milímetros, com máximas ao redor de 30°C.

No Sudeste Asiático, as chuvas se concentraram nas áreas do norte, com volumes entre 25 e 100 milímetros, chegando a 300 milímetros em determinadas localidades. Regiões como o nordeste da Tailândia e o norte das Filipinas, produtoras de arroz irrigado pela chuva, foram beneficiadas. Entretanto, outras áreas da região registraram menos de 25 milímetros, o que pode comprometer o desenvolvimento de culturas como o arroz. As temperaturas mantiveram-se próximas da média, com máximas entre 30°C e 35°C e mínimas entre 25°C e 35°C.





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Pomares de pêssego seguem em manejo de inverno



Alta nos fertilizantes preocupa fruticultores




Foto: Pixabay

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (3), as condições climáticas frias e úmidas têm favorecido a manutenção da dormência das cultivares de pêssego na região administrativa de Caxias do Sul. De acordo com a entidade, esse cenário tem evitado floradas e frutificações antecipadas, o que reduz o risco de perdas causadas por geadas.

Nas áreas com variedades precoces, como Pêssego do Cedo, BRS Rubimel e BRS Kampai, os produtores deram início à poda seca e ao arqueamento de ramos em plantas jovens. A orientação técnica segue sendo pela condução adequada das práticas de manejo, com atenção à previsão climática.

Na região de Pelotas, foi registrado acúmulo superior a 200 horas de frio abaixo de 7,2 °C. Segundo a Emater/RS-Ascar, esse volume é suficiente para manter a dormência das plantas e contribuir com a redução da incidência de pragas e doenças. Continuam em andamento os trabalhos de poda, roçada e aplicação de caldas fungicidas e produtos à base de cobre. Em algumas propriedades, a poda das cultivares Granada e Santa Áurea está sendo adiada.

Ainda na região sul, os produtores avançam na implantação de novos pomares, realizando correção do solo, plantio de cobertura verde e aquisição de mudas. O aumento no preço dos fertilizantes tem gerado apreensão no setor, embora parte dos agricultores conte com estoque prévio nas propriedades.





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área plantada do algodão cai 10% em 2025



51% da lavoura de algodão está em boa condição




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (1º), por meio do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, que a área total plantada com algodão para a safra de 2025 está estimada em 10,1 milhões de acres. O número representa uma redução de 10% em comparação com a área registrada no ano anterior.

Segundo o USDA, a área destinada ao algodão de terras altas deve alcançar 9,95 milhões de acres, o que configura uma queda de 9% em relação a 2024. Para o algodão Pima Americano, a estimativa é de 171 mil acres plantados, 17% abaixo da área registrada no ano anterior.

Até 29 de junho, os produtores haviam completado o plantio de 95% da safra, dois pontos percentuais abaixo do mesmo período de 2024 e três pontos abaixo da média dos últimos cinco anos. Ainda conforme o relatório, 40% do algodão havia atingido o estágio de quadratura, um ponto atrás do ano passado, mas três pontos acima da média histórica. Nove por cento da área já apresentava formação de cápsulas, dois pontos atrás de 2024, mas em linha com a média de cinco anos.

Em relação às condições da lavoura, 51% da área plantada foi classificada como boa a excelente, o que representa um avanço de quatro pontos percentuais em comparação com a semana anterior.





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Mandioca sofre com apodrecimento de raízes



Chuvas afetam qualidade da mandioca no RS




Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (3) aponta impactos climáticos na produção de mandioca em diversas regiões do Rio Grande do Sul. Segundo o relatório, em Itaqui, na região administrativa de Bagé, 73% dos 23 hectares cultivados já foram colhidos. A Emater informa que os altos volumes de chuva provocaram apodrecimento das raízes e queda na qualidade do produto. Os preços variam entre R$ 3,00 e R$ 5,00 por quilo da mandioca com casca, enquanto a versão descascada e embalada a vácuo alcança até R$ 12,00 por quilo.

Em Alegrete, os agricultores intensificaram a colheita em áreas baixas como medida preventiva para evitar perdas maiores, movimento também observado em São Gabriel. As variedades mais utilizadas nessas regiões são Vassourinha e BRS Gema de Ovo, comercializadas entre R$ 3,50 e R$ 4,00 por quilo com casca e entre R$ 6,50 e R$ 8,00 descascadas.

Na região de Lajeado, em Cruzeiro do Sul, a colheita está em curso e atinge 70% da área. A produtividade média registrada é de 14 toneladas por hectare, valor considerado dentro da normalidade para o município. A Emater destaca que a sanidade da cultura está preservada, e o preço médio pago ao produtor é de R$ 18,00 por caixa de 22 quilos.

Na região de Santa Rosa, duas geadas recentes encerraram o ciclo vegetativo das plantas, que ainda apresentavam folhagem. No entanto, os danos causados ainda não foram totalmente avaliados.

Já em Soledade, a colheita prossegue, mas há risco de apodrecimento das raízes em função do encharcamento do solo. Segundo o levantamento, os preços seguem em baixa. Em Mato Leitão, a caixa de 22 quilos da raiz varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00.





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Frio intenso impacta preços de hortaliças


O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (3) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), registrou variações expressivas nos preços de hortaliças comercializadas na Ceasa de Curitiba. A análise compara os valores praticados na segunda-feira (30) com os observados no dia 23 de junho.

Segundo o levantamento, as geadas ocorridas nas manhãs dos dias 24 e 25 de junho, somadas às chuvas registradas antes e depois do fenômeno, foram determinantes para a oscilação nos preços. “As baixas temperaturas afetaram a produção e influenciaram diretamente na oferta de algumas culturas”, informaram os analistas do Deral.

O chuchu extra AA apresentou o maior aumento, subindo de R$ 25,00 para R$ 60,00 por caixa de 20 quilos, alta de 140%. A oferta do produto foi concentrada nos municípios de Colombo, Morretes e Cerro Azul, com complemento vindo do Espírito Santo. A couve-flor gigante também registrou forte valorização, com elevação de 55,6% no preço da dúzia, passando de R$ 45,00 para R$ 70,00. O produto chegou à Ceasa a partir de áreas de São José dos Pinhais, Colombo e Araucária.

A alface crespa grande apresentou aumento de 40%, com a caixa de 18 unidades passando de R$ 25,00 para R$ 35,00. A produção foi oriunda de Curitiba e municípios vizinhos, como Colombo e Araucária.

Por outro lado, a cebola pera nacional e a batata salsa registraram queda nos preços. A cebola teve recuo de 10%, com a saca de 20 quilos caindo de R$ 50,00 para R$ 45,00. A batata salsa de primeira caiu 6,3%, com a caixa de 20 quilos passando de R$ 80,00 para R$ 75,00. Os produtos foram fornecidos por municípios da Região Metropolitana de Curitiba e por lavouras de Minas Gerais e São Paulo.

De acordo com o Deral, sete dos 17 produtos analisados apresentaram alta, dois registraram queda e oito permaneceram estáveis. A ocorrência de uma nova onda de frio nesta semana pode seguir influenciando a dinâmica de oferta e preços nos próximos dias. “A amplitude dos danos e os reflexos no mercado ainda serão mais bem compreendidos nas próximas semanas”, conclui o boletim.





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Mel brasileiro cresce nas exportações em 2025


As exportações brasileiras de mel “in natura” apresentaram forte crescimento em 2024 e mantêm ritmo acelerado em 2025, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária desta quinta-feira (3), elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). O desempenho é impulsionado, sobretudo, pela demanda dos Estados Unidos, principal destino do produto.

Em 2024, o Brasil exportou 37.931 toneladas de mel natural, volume 32,8% superior ao registrado em 2023. A receita alcançou US$ 100,56 milhões, alta de 17,9% em relação ao ano anterior. No ranking dos estados exportadores, o Paraná ocupou a quarta posição, com 3.969 toneladas embarcadas e receita de US$ 10,395 milhões, a um preço médio de US$ 2,62 por quilo.

O crescimento se manteve nos cinco primeiros meses de 2025. De janeiro a maio, foram exportadas 15.316 toneladas, o que representa aumento de 10,7% na comparação com o mesmo período de 2024. A receita cambial somou US$ 48,996 milhões, avanço de 39,7% em relação ao ano anterior. O preço médio nacional subiu 26%, passando de US$ 2.534,81 para US$ 3.199,01 por tonelada.

O Paraná também se destacou em 2025, ocupando a terceira posição entre os estados exportadores. O estado embarcou 2.870 toneladas e obteve receita de US$ 9,313 milhões, com preço médio de US$ 3,24 por quilo. Esses números representam crescimento de 148,7% em volume e 229,3% em receita na comparação com o mesmo período de 2024.

Minas Gerais liderou as exportações entre os estados, com receita de US$ 12,238 milhões e 3.760 toneladas exportadas, a um preço médio de US$ 3,25 por quilo. O Piauí ficou na segunda posição, com US$ 9,511 milhões e 3.035 toneladas embarcadas. Santa Catarina e São Paulo completam o grupo dos cinco maiores exportadores.

Os Estados Unidos seguem como principal destino do mel brasileiro. De janeiro a maio de 2025, o país norte-americano importou 12.592 toneladas, o equivalente a 82,2% do volume total exportado pelo Brasil no período. A receita foi de US$ 40,153 milhões, com preço médio de US$ 3,19 por quilo. No mesmo período do ano anterior, os EUA haviam importado 11.329 toneladas, com gasto de US$ 28,397 milhões.

Além dos EUA, outros mercados relevantes foram Canadá (1.312 t), Alemanha (585 t), Reino Unido (432 t), Países Baixos (220 t), Israel (60 t), Austrália (40,6 t) e Bélgica (40,1 t). Entre os países com maior crescimento em volume estão Israel (+203%) e Bélgica (+166,7%). A única retração significativa foi da Austrália (-65,8%).





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Cevada tem bom início de desenvolvimento



Preço da cevada para malte atinge R$ 85 no RS




Foto: Canva

A semeadura da cevada no Rio Grande do Sul avançou nas últimas semanas, favorecida por uma breve janela de tempo seco que permitiu condições mais adequadas de umidade do solo para a operação. As informações constam no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (3).

No Extremo Norte do Estado, os trabalhos de plantio estão próximos da conclusão e seguem o calendário indicado pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Segundo a Emater/RS-Ascar, as lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial adequados, sem registros relevantes de danos causados pelas precipitações recentes.

Para a safra 2025, a estimativa da Emater/RS-Ascar aponta uma área total cultivada de 27.337 hectares, com produtividade média de 3.198 quilos por hectare. Na região administrativa de Erechim, cerca de 95% dos 7.630 hectares previstos já foram semeados, com expectativa de produtividade de 3.600 quilos por hectare.

Na região de Ijuí, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento. Algumas áreas foram implantadas com cultivares de ciclo curto, com o objetivo de preencher o chamado vazio outonal e fornecer insumos para alimentação animal.

Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos de cevada destinada à indústria de malte, na região de Erechim, foi cotado a R$ 85,00.





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Soja enfrenta desafios na comercialização


No mercado da soja, o Rio Grande do Sul enfrenta desafios na comercialização e na armazenagem, segundo informações da TF Agroeconômica. “A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07). Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 130,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 130,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 130,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

Enquanto isso, Santa Catarina projeta atenção à armazenagem e comercialização da soja. “O vazio sanitário da soja, organizado pela Cidasc, impõe restrições de plantio e exige coordenação para alinhar produção e armazenagem de modo eficiente. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 135,04 (+0,36%)”, completa.

O Paraná mantém atenção ao mercado e à armazenagem da soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 135,57 (+0,60%). Em Cascavel, o preço foi 119,62 (-0,60%). Em Maringá, o preço foi de R$ 121,23 (+0,01%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 123,55 (-0,24%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,56. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Mato Grosso do Sul prioriza logística e armazenagem após a safra de soja. “A prioridade de muitos produtores neste momento recai sobre a colheita da segunda safra de milho, o que influencia o ritmo de negociação da soja no estado. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 119,92 (+1,31%), Campo Grande em R$ 119,92 (+1,31%), Maracaju em R$ 119,92, Chapadão do Sul a R$ 108,69, Sidrolândia a em R$ 119,92”, informa.

Armazenagem e logística concentram atenções no Mato Grosso do Sul após colheita da

soja. “Campo Verde: R$ 113,90 (-1,15%). Lucas do Rio Verde: R$ 110,34, Nova Mutum: R$ 110,34 (+0,72%). Primavera do Leste: R$ 113,90 (-1,15%). Rondonópolis: R$ 113,90 (-1,15%). Sorriso: R$ 110,34 (+0,72%)”, conclui.

 





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Milho recua na B3 e em Chicago


Os contratos futuros de milho encerraram a terça-feira (1º) em baixa na B3, refletindo a pressão de uma possível supersafra nos Estados Unidos e o avanço da colheita da safrinha no Brasil. De acordo com a TF Agroeconômica, mesmo com a queda diária, os preços se mantêm acima dos registrados no mesmo período do ano passado, devido ao atraso na colheita da segunda safra brasileira.

Segundo a Conab, a colheita da safrinha atingiu 17% da área estimada, contra 10,3% na semana anterior. Em 2024, o índice já era de 47,9%, e a média dos últimos cinco anos é de 28,2%. O mercado segue atento às ondas de frio, que podem prejudicar lavouras ainda não colhidas. Na B3, o vencimento julho/25 fechou a R\$ 62,98 (queda de R\$ 0,46 no dia e R\$ 1,61 na semana), setembro/25 caiu para R\$ 61,57 (baixa de R\$ 0,39 no dia e R\$ 2,81 na semana), e novembro/25 encerrou a R\$ 66,03 (recuo de R\$ 0,22 no dia e R\$ 1,70 na semana).

Na bolsa de Chicago (CBOT), os contratos de milho também caíram, com o vencimento julho recuando 0,12%, a US\$ 4,20 por bushel, e setembro caindo 0,79%, a US\$ 4,06 por bushel. A queda foi puxada pela melhora inesperada na qualidade das lavouras americanas: o relatório do USDA elevou de 70% para 73% o índice de lavouras em condições boas a excelentes, o melhor nível para esta época desde 2018, segundo a Reuters.

Com previsão de clima favorável — calor e chuvas — nos próximos dias nos EUA, o cenário de maior safra da história se fortalece. Além disso, a proximidade do fim da carência das tarifas impostas pelos EUA para outros países pressiona o mercado, uma vez que as exportações seguem essenciais para sustentar os preços, mesmo com o consumo interno elevado.

 





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