sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

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Produção de soja deve cair 5,18% no Mato Grosso



Indústria amplia esmagamento de soja




Foto: USDA

A produção de soja em Mato Grosso para a safra 2025/26 foi estimada em 48,35 milhões de toneladas, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número representa queda de 5,18% em relação à safra anterior. A redução está relacionada à expectativa de menor produção, influenciada por incertezas quanto ao nível de investimentos e às condições climáticas.

“Apesar do recuo, a projeção atual ainda corresponde ao segundo maior volume da série histórica, ficando atrás apenas da safra 2024/25”, informou o Imea.

A demanda estimada para o ciclo 2025/26 é de 47,44 milhões de toneladas, o que representa queda de 4,80% em comparação à temporada anterior. No mercado externo, as exportações devem totalizar 29,83 milhões de toneladas, volume 3,96% menor que o registrado na previsão da safra passada.

No consumo interno, as indústrias de Mato Grosso devem elevar o volume de grãos processados. A expectativa é de que 13,07 milhões de toneladas sejam destinadas ao esmagamento, o que representa aumento de 1,08% em relação ao ciclo anterior.

Com menor produção e exportações, o estoque final da safra 2025/26 foi estimado em 910 mil toneladas, retração de 21,76% frente ao encerramento do ciclo anterior.





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Alta nos preços do boi gordo marca início do mês em São Paulo



SP registra valorização no mercado do boi




Foto: Divulgação

A redução na oferta de gado e a melhora no escoamento da carne bovina resultaram em aumento nos preços do boi gordo em São Paulo. Segundo o informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o avanço foi de R$ 3,00 por arroba tanto para o animal comum quanto para o “boi China”. No caso das fêmeas, a valorização registrada foi de R$ 2,00 por arroba.

“A melhora na movimentação de mercado ocorre com o início do mês, o que estimulou novos negócios”, informou a Scot Consultoria. As escalas de abate em São Paulo permanecem, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, o mercado apresentou estabilidade na maioria das regiões. A oferta de gado bovino foi menor, mas suficiente para atender à demanda dos frigoríficos, especialmente nas regiões de Cuiabá, Sudoeste e Sudeste. Na região Norte do estado, no entanto, houve elevação de R$ 2,00 por arroba na cotação do boi gordo. Já os preços da vaca e da novilha seguiram sem alterações.

A consultoria indicou que nas demais regiões mato-grossenses não foram observadas mudanças nas cotações para nenhuma das categorias.





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Paraná deve alcançar safra recorde de milho em 2024/25



Deral prevê alta na produção de milho




Foto: Agrolink

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), divulgou na última quinta-feira (29) a atualização da área plantada e da estimativa de produção para a segunda safra de milho 2024/25.

De acordo com o boletim de conjuntura agropecuária, a área cultivada foi de 2,72 milhões de hectares, o que representa um aumento de 7,4% em relação ao ciclo anterior. A estimativa de produção foi revisada para 16,15 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da previsão inicial de 16,51 milhões de toneladas.

Segundo os analistas do Deral, mesmo com as adversidades climáticas durante o desenvolvimento da cultura, a colheita que se intensificará nas próximas semanas pode consolidar a safra atual como a maior da história no estado. “A perspectiva é de que, com o avanço da colheita, esta se consolide como a maior safra de milho da história do Paraná”, informa o boletim.

A produção da primeira safra, já colhida, somou cerca de 3 milhões de toneladas. Com isso, a produção total das duas safras pode superar os 18,1 milhões de toneladas registrados na safra de 2016/17, até então a maior do estado.





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combate à antracnose exige manejo e prevenção



Doença do feijão pode causar perdas totais na lavoura




Foto: Pixabay

A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichum lindemuthianum, representa uma das principais ameaças à cultura do feijão, especialmente em áreas de clima úmido e temperaturas moderadas. A informação foi publicada pela engenheira agrônoma Gressa Chinelato no Blog da Aegro, em alerta sobre os impactos da doença.

Segundo Chinelato, em cultivares suscetíveis, os danos podem alcançar 100%, comprometendo severamente a produtividade e a qualidade dos grãos. “A necrose nas nervuras é um sintoma bastante característico da doença”, afirma. A especialista também destaca a ocorrência de lesões na parte inferior das folhas, com coloração que varia do vermelho ao marrom, além de manchas circulares e deprimidas nas vagens, com bordas escuras. Quando os grãos são atingidos, há risco de desvalorização comercial.

O fungo responsável pode permanecer viável em sementes, restos culturais e em plantas hospedeiras alternativas, favorecendo a recorrência da doença em ciclos seguintes. Diante disso, práticas de manejo são fundamentais para reduzir a incidência.

Entre as estratégias indicadas estão o uso de sementes certificadas, a rotação de culturas com espécies não hospedeiras, como gramíneas, e a eliminação de restos da lavoura anterior. A engenheira também destaca a importância do uso de variedades resistentes e do controle químico, realizado com fungicidas apropriados.





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Chuvas reduzem forragem e afetam bovinos


As variações de temperatura e o aumento das chuvas vêm impactando o estado corporal do rebanho bovino de corte mantido em campos nativos no Rio Grande do Sul. A informação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (29). De acordo com o boletim, o efeito climático reduziu a disponibilidade e a qualidade das forrageiras, embora áreas com pastagens cultivadas de aveia e azevém apresentem condições adequadas de uso.

Na região administrativa de Bagé, animais que estavam em áreas de restevas de arroz foram transferidos para pastagens devido aos alagamentos e à formação das primeiras geadas. Segundo o informativo, também há expectativa de frio mais intenso para os próximos dias.

Em Caxias do Sul, a sanidade dos bovinos está sob controle, com ênfase nas ações de manejo contra carrapatos, bernes e miíases. O início do frio também contribuiu para a redução da população de moscas nas propriedades da região.

Em Erechim, o estado nutricional dos rebanhos permanece satisfatório, apesar da menor oferta de pastagens e campos nativos. “Algumas propriedades estão realizando suplementação com silagem e ração para compensar a queda na qualidade e quantidade do pasto”, informa a Emater.

A regional de Frederico Westphalen reportou estabilidade no mercado, mas com expectativa de valorização dos animais de melhor qualidade nos próximos períodos. Em Passo Fundo, o controle de carrapatos, bernes, bicheiras e moscas-do-chifre está na fase final, enquanto o crescimento das pastagens nativas já apresenta desaceleração por causa da estação.

Na região de Pelotas, produtores iniciaram a aquisição de animais para ocupar áreas anteriormente utilizadas com lavouras. No sistema de cria, seguem as atividades de desmame e diagnóstico de gestação das matrizes.

Já em Porto Alegre, produtores relatam dificuldades no controle de carrapatos. Em Santa Maria, a suplementação alimentar com silagem de milho está sendo adotada por diversos pecuaristas. “Permanecem os relatos de incidência de carrapatos em algumas propriedades da região”, aponta o boletim.

Em Soledade, a infestação por carrapatos continua elevada, mesmo com o uso de técnicas como pastejo rotacionado e controle químico.





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Santa Catarina lança Projeto Sementes com mais recursos em 2025


O Governo de Santa Catarina lançou oficialmente a edição 2025 do Projeto Sementes de Milho, uma das principais ações do Programa Terra Boa, voltado ao apoio da agricultura familiar no estado. O anúncio foi realizado em Maravilha, no Extremo-Oeste catarinense, durante a segunda edição do evento “Santa Catarina Levada a Sério: Prestando Contas”, na região da Amerios.

Com aumento de 27,5% no orçamento em comparação ao ano anterior, o projeto deve contar com R$ 36,6 milhões em investimentos, dentro do total de R$ 116 milhões previstos para o Terra Boa em 2025. A iniciativa prevê a distribuição de 170 mil sacos de sementes de milho com alto valor genético, beneficiando cerca de 42,5 mil famílias em todos os municípios do estado.

Durante a cerimônia, estiveram presentes o governador Jorginho Mello, o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini, além de representantes de cooperativas, agricultores, técnicos e lideranças regionais e estaduais.

O projeto é executado por meio de uma cooperação entre a Secretaria da Agricultura e Pecuária (SAR) e a Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro). As sementes distribuídas contemplam diferentes níveis tecnológicos, com subsídios que variam entre R$ 100 e R$ 240 por saca, a depender da variedade escolhida. Cada família poderá retirar até cinco sacos por ano.

As sementes são destinadas à produção de grãos para abastecer cadeias produtivas da carne, além da silagem para a pecuária leiteira. A autorização para retirada já pode ser solicitada junto à Epagri. A aquisição ocorre por meio de cooperativas e casas agropecuárias credenciadas, que formalizam a parceria com os agricultores.

Além do lançamento do Projeto Sementes de Milho 2025, também foram assinados termos de liberação de recursos dos programas Água no Campo SC e Leite Bom SC.

Criado em 1983, o Programa Terra Boa inclui ainda ações voltadas à correção do solo com calcário, distribuição de kits forrageiras, incentivo à apicultura, à saúde do solo, à produção de abelhas rainhas e aos cereais de inverno.

A cultura do milho ocupa posição estratégica na produção agropecuária catarinense, sendo essencial tanto para a alimentação humana quanto animal, e impulsiona a economia regional. Na safra 2024/2025, foram cultivados 291,1 mil hectares com milho no estado, resultando em 2,73 milhões de toneladas, segundo a Epagri/Cepa. Apesar da redução de 13% na área plantada, a produção foi 23% superior à registrada na safra anterior.





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Inscrições abertas para a 35ª edição do Prêmio Ernesto Illy



Produtores podem se inscrever até 19 de setembro




Foto: Divulgação

A illycaffè anunciou a abertura das inscrições para a 35ª edição do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade Sustentável do Café para Espresso. O prêmio, que reconhece a excelência na produção de cafés da espécie Coffea arabica, segue com inscrições e envio de amostras abertos até o dia 19 de setembro de 2025.

“Seguimos comprometidos com a valorização dos produtores que investem em qualidade e sustentabilidade. Há 35 anos, o prêmio é parte central dessa missão”, afirmou a empresa em nota.

A premiação contempla duas categorias: Nacional e Regional. Na categoria Nacional, 40 produtores serão selecionados como finalistas. Os três primeiros colocados receberão prêmios em dinheiro, diplomas e uma viagem internacional para participar do 11º Prêmio Internacional de Café Ernesto Illy, previsto para 2026.

Na categoria Regional, os dois melhores cafeicultores de cada uma das dez regiões produtoras participantes também serão reconhecidos com prêmios em dinheiro e diplomas. As regiões contempladas incluem os estados de Minas Gerais (com subdivisões do Cerrado Mineiro, Chapada de Minas, Matas de Minas e Sul de Minas), São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, além das regiões Centro-Oeste, Sul e Norte/Nordeste.

As amostras serão analisadas por uma comissão julgadora composta por especialistas nacionais e internacionais da illycaffè e da Experimental Agrícola do Brasil. Os critérios de avaliação incluem aspecto, cor, tipo, peneira, teor de umidade, torração e qualidade da bebida, com degustação para espresso.

Durante o período de inscrições, produtores que tiverem lotes aprovados poderão negociar suas amostras com a Experimental Agrícola do Brasil. A ficha de inscrição e o regulamento completo estão disponíveis nos canais oficiais da illycaffè.





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Importação de trigo recua 45% em maio


Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada na quinta-feira (29), os preços do trigo de qualidade superior permaneceram estáveis entre os dias 23 e 29 de maio. No Rio Grande do Sul, a saca foi comercializada a R$ 70,00, enquanto no Paraná, o valor chegou a R$ 80,00, tomando como referência as principais praças dos dois estados.

No cenário externo, os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) mostram que as importações brasileiras de trigo recuaram em maio. Nos primeiros 11 dias úteis do mês, foram compradas 359.360 toneladas do cereal, volume 45% inferior ao registrado no mesmo período de 2024.

No Rio Grande do Sul, o mercado permanece travado em meio ao início do plantio da nova safra. De acordo com o Ceema, a maioria dos negócios tem ocorrido “da mão para a boca”, com poucos produtores comercializando seus estoques, concentrando as vendas nos moinhos de Santa Catarina e Paraná. “A maior parte dos negócios envolve produtores próximos aos moinhos”, afirma o relatório.

Em Santa Catarina, os negócios seguem pontuais, com destaque para o trigo gaúcho. Os preços da pedra se mantêm entre R$ 75,00 e R$ 80,00 por saca há seis semanas consecutivas.

No Paraná, a oferta de trigo tanto do Rio Grande do Sul quanto do mercado internacional continua relevante. O preço à pronta entrega chegou a R$ 1.500,00 por tonelada, com entrega em julho e pagamento em agosto. Já o trigo argentino foi ofertado entre R$ 1.500,00 e R$ 1.520,00 por tonelada FOB Paranaguá.

Para a safra futura, compradores manifestaram interesse por preços de R$ 1.400,00 por tonelada para outubro e R$ 1.350,00 para novembro. No entanto, segundo a TF Agronômica, não houve vendedores dispostos a fechar negócio nesses patamares.

As perspectivas para a nova safra apontam queda na área plantada. O Paraná já estimou retração de 22%, enquanto a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma redução de 11,7% na área nacional. No Rio Grande do Sul, a Emater prevê recuo de 18%, o que deve limitar o cultivo a cerca de 1,1 milhão de hectares.

Neste contexto, segundo a Conab, para alcançar a projeção de 8,2 milhões de toneladas de produção nacional, será necessário um clima bastante favorável ao longo do ciclo.





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Com reajuste de 6,88%, rede de armazéns deve ser ampliada



Medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Companhia




Foto: Leonardo Gottems

As tarifas cobradas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para serviços de armazenagem foram atualizadas com um aumento médio de 6,88%. Os novos valores passaram a vigorar em maio e têm como objetivo tornar mais atrativa a participação de armazenadores privados no sistema de estocagem pública, além de ampliar a rede de unidades credenciadas para receber produtos vinculados às políticas agrícolas do governo federal.

Segundo informações da Conab, a medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da Companhia e publicada no Diário Oficial da União. O último reajuste havia sido feito em junho de 2023. Com a nova atualização, o governo busca fortalecer os estoques reguladores, fundamentais para garantir preços mínimos ao produtor rural, abastecer o programa Venda em Balcão (ProVB), viabilizar ações de doação de alimentos e assegurar o equilíbrio do abastecimento interno em momentos de oscilação de mercado.

A nova tabela de preços traz os valores detalhados para diferentes operações e tipos de produto. Por exemplo, o custo para recebimento ou expedição de produtos a granel foi fixado em R$ 3,45 por tonelada. Já o valor da armazenagem quinzenal de granel está em R$ 3,95 por tonelada — com acréscimo de 50% no caso do arroz. Além disso, há sobretaxas específicas para produtos como milho e feijão, com alíquotas que variam conforme as características da mercadoria armazenada. A tabela completa pode ser consultada na seção de Armazenagem do site oficial da Conab.

Para participar do sistema de estocagem da Conab, os armazéns interessados precisam estar credenciados e firmar um Contrato de Depósito com a estatal. Esse documento define todas as condições operacionais, técnicas e de remuneração, com base na tabela atualizada. Os requisitos estão disponíveis no Edital de Chamada Pública 01/2025. A adesão deve ser formalizada por meio da Superintendência Regional da Companhia no estado onde o armazém está localizado.

O cumprimento dos critérios técnicos exigidos é fiscalizado periodicamente pela Conab, garantindo a integridade e a rastreabilidade dos estoques públicos. Armazenadores interessados em aderir ao sistema ou esclarecer dúvidas sobre o reajuste podem entrar em contato diretamente pelo telefone (61) 3312-6116.





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Alta umidade dificulta colheita do feijão



Chuvas limitam colheita do feijão 2ª safra no RS




Foto: Canva

O avanço da colheita do feijão segunda safra no Rio Grande do Sul foi impactado pelas condições climáticas nas últimas semanas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29), 65% da área cultivada já foi colhida, embora o processo esteja sendo dificultado pelo tempo chuvoso e pela alta umidade no campo.

“Apesar da boa qualidade física e sanitária dos grãos colhidos, o teor de umidade está elevado, exigindo secagem imediata para evitar perdas na armazenagem e comercialização”, destacou o boletim técnico.

De acordo com a Emater, cerca de 30% das lavouras estão em fase de maturação, enquanto 5% ainda se encontram no enchimento de grãos. A área total cultivada com feijão segunda safra é estimada em 15.597 hectares, com produtividade média de 1.316 kg por hectare.

A instabilidade climática afetou de forma diferente as regiões do estado. Em Frederico Westphalen, 95% das lavouras já foram colhidas, e apenas 5% estão em maturação. Já na região de Ijuí, as chuvas permitiram colheita apenas nos dias 22 e 23 de maio, o que limitou os trabalhos a 42% da área plantada. As áreas remanescentes estão em fase de maturação, com produtividade considerada satisfatória.

Na região de Soledade, a maior parte das lavouras encontra-se em maturação fisiológica (50%), enquanto 30% ainda estão no enchimento de grãos e 20% já foram colhidas. A produtividade, no entanto, ficou abaixo do esperado inicialmente, devido a um período prolongado de estiagem de aproximadamente 30 dias, que comprometeu o desenvolvimento das plantas e reduziu o potencial produtivo.

A Emater alerta que, caso as chuvas persistam nas próximas semanas, o desempenho das lavouras em final de ciclo poderá ser prejudicado.





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