quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Exportações de milho dos EUA crescem 29%


O relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado na quinta-feira (12), trouxe ajustes pontuais nas projeções para o milho na safra 2025/26. A análise foi destacada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema).

Segundo o USDA, a produção de milho nos Estados Unidos foi mantida em 401,8 milhões de toneladas. No entanto, os estoques finais foram reduzidos em pouco mais de 1,2 milhão de toneladas, passando para 44,5 milhões de toneladas. O preço médio ao produtor norte-americano segue projetado em US$ 4,20 por bushel.

A produção mundial de milho foi elevada em 1 milhão de toneladas, totalizando 1,266 bilhão de toneladas. Por outro lado, os estoques finais globais sofreram redução de 2,6 milhões de toneladas, ficando agora em 275,2 milhões de toneladas.

As estimativas de produção para o Brasil e a Argentina foram mantidas em 131 milhões e 53 milhões de toneladas, respectivamente. As exportações brasileiras permanecem projetadas em 43 milhões de toneladas para o novo ciclo comercial.

O USDA também divulgou informações sobre o desenvolvimento das lavouras norte-americanas. Até o dia 8 de junho, 81% das áreas semeadas haviam germinado, percentual abaixo da média histórica de 87% para o período. Quanto à condição das lavouras, 71% estavam classificadas entre boas e excelentes, enquanto 24% apresentavam situação regular e 5% eram avaliadas como ruins ou muito ruins.

Os embarques semanais de milho dos Estados Unidos, encerrados em 5 de junho, somaram 1,66 milhão de toneladas, superando ligeiramente as expectativas do mercado. No acumulado do atual ano comercial, os EUA já exportaram 50,3 milhões de toneladas, resultado 29% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior.





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Falta de sol prejudica desenvolvimento de pastagens


A escassa insolação e a umidade elevada em diversas regiões do Rio Grande do Sul comprometeram o desenvolvimento das pastagens de inverno e agravaram os danos por pisoteio. A informação consta no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (12).

Segundo o órgão, as forrageiras cultivadas como aveia e azevém ainda oferecem algum suporte para pastejo, mesmo com limitações. As áreas remanescentes seguem sendo implantadas pelos produtores.

Na região administrativa de Bagé, o ciclo das pastagens nativas entrou em declínio. Em Maçambará, erosões provocadas pelas chuvas causaram perda de sementes, fertilizantes e solo. Em Bagé, a entrada de animais em potreiros com manejo por diferimento foi iniciada. Algumas áreas receberam calagem, adubação e espécies de inverno.

Em Caxias do Sul, os campos nativos apresentaram crescimento, mas com baixa qualidade nutricional. As pastagens cultivadas estão em desenvolvimento inicial e sofreram danos pelo pisoteio em solo encharcado. Em Erechim, a germinação foi favorecida pela umidade e pelas temperaturas, mas o avanço das pastagens é limitado pela reduzida insolação.

Na região de Ijuí, as forrageiras se desenvolvem bem, mas em áreas muito úmidas, o pisoteio compromete o rebrote. Em Frederico Westphalen, o excesso de chuvas e a falta de sol causaram apodrecimento das folhas inferiores e dificultaram a adubação. Em Passo Fundo, a escassez de luz solar reduziu o crescimento das pastagens e, por consequência, a oferta forrageira. O plantio de trigo, cevada e triticale para duplo propósito está em andamento.

Na região de Pelotas, geadas em Pinheiro Machado afetaram as pastagens nativas. Em Pedras Altas, as pastagens cultivadas apresentaram boa oferta. Já em Jaguarão, as forrageiras foram implantadas sobre a resteva da soja.

Na área de Porto Alegre, o desenvolvimento das pastagens de inverno foi favorecido pelas condições climáticas da semana. Em Santa Maria, o campo nativo teve o crescimento interrompido, apresentando alta concentração de fibras. Azevém e aveia crescem lentamente devido à baixa luminosidade.

Em Santa Rosa, as pastagens nativas estão com desenvolvimento estagnado, mas os animais seguem em pastejo. O rebrote das perenes avança lentamente com a queda das temperaturas. As áreas semeadas mais cedo com espécies de inverno já estão sendo utilizadas.





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Exportações superam US$ 14 bilhões em junho de 2025


A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,2 bilhão na segunda semana de junho de 2025, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). A corrente de comércio somou US$ 13,7 bilhões, com exportações de US$ 7,5 bilhões e importações de US$ 6,2 bilhões no período.

No acumulado do mês, as exportações somam US$ 14,52 bilhões e as importações, US$ 11,42 bilhões, resultando em saldo positivo de US$ 3,1 bilhões e corrente de comércio de US$ 25,94 bilhões. Desde o início do ano até a segunda semana de junho, as exportações totalizam US$ 151,45 bilhões, enquanto as importações chegam a US$ 123,9 bilhões. O superávit acumulado no ano é de US$ 27,5 bilhões.

Em relação à média diária, as exportações até a segunda semana de junho de 2025 foram de US$ 1,5 bilhão, representando crescimento de 1,1% frente ao mesmo período de 2024. As importações cresceram 1,9%, alcançando US$ 1,14 bilhão por dia útil. A corrente de comércio teve elevação de 1,5% em relação a junho do ano passado, com média diária de US$ 2,6 bilhões.

No recorte por setor, a Indústria de Transformação foi o destaque nas exportações, com crescimento de 8,7% em relação ao mesmo mês de 2024, somando US$ 7,76 bilhões. Já a Agropecuária e a Indústria Extrativa recuaram 6,7% cada, com exportações de US$ 3,59 bilhões e US$ 3,10 bilhões, respectivamente.

Entre os produtos com maior crescimento nas exportações, destacam-se frutas e nozes frescas ou secas (62%), café não torrado (34,4%) e sementes oleaginosas como girassol, gergelim e canola (751,4%). Na Indústria Extrativa, o gás natural teve alta expressiva, enquanto na Indústria de Transformação, cresceram as vendas de carne bovina (47,6%), veículos automóveis (100%) e ouro não monetário (100,2%).

Por outro lado, milho (-68,6%), soja (-9,8%) e algodão em bruto (-23,8%) puxaram para baixo as exportações da Agropecuária. Na Indústria Extrativa, os principais recuos vieram do minério de Ferro (-17,4%) e de Cobre (-67,4%). Já na Transformação, caíram as exportações de farelos de soja (-36,7%), açúcar (-15,1%) e aeronaves (-67,8%).

Nas importações, a Indústria de Transformação liderou com US$ 10,64 bilhões e alta de 3,3%. A Agropecuária subiu 1,9%, com US$ 0,24 bilhão, enquanto a Indústria Extrativa caiu 20,7%, somando US$ 0,47 bilhão.

Produtos como cevada (109,4%), centeio e aveia (801%) e látex natural (75,4%) puxaram o aumento nas importações agrícolas. Na Indústria Extrativa, destacaram-se pedra, areia e cascalho (58,9%) e linhita (115,1%). No setor de Transformação, cresceram as compras de medicamentos (25,9%), compostos químicos (40,1%) e autopeças (21,4%).

Entre os produtos com queda nas importações, estão trigo (-6,6%) e frutas frescas (-19,8%) na Agropecuária; carvão (-48,1%) e gás natural (-36,3%) na Indústria Extrativa; e veículos (-34,7%) e plataformas flutuantes (-87,3%) na Indústria de Transformação.





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Feijão tem alta de preço e atraso na colheita



Chuva atrasa colheita do feijão em Santa Maria




Foto: Pixabay

A colheita do feijão 2ª safra avança no Rio Grande do Sul, com percentuais variados entre as regiões administrativas da Emater/RS-Ascar. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (12), a regional de Frederico Westphalen já colheu 95% da área cultivada.

Na região de Ijuí, os trabalhos seguem paralisados e o índice de colheita permanece em 51%. Embora as lavouras estejam maduras, produtores recorreram ao uso de herbicidas dessecantes para uniformizar a maturação. Conforme o boletim da Emater, “as plantas começaram a demonstrar sinais de deterioração pela demora na colheita”.

Em Pelotas, a colheita foi concluída e os produtores agora se dedicam à comercialização da safra. Já na região de Santa Maria, aproximadamente 90% da área foi colhida. As precipitações registradas nos últimos dias, no entanto, dificultaram a conclusão das atividades.

Em relação aos preços, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar apontou alta de 10,21% na média estadual, com a saca de 60 quilos passando de R$ 185,00 para R$ 203,89. O boletim também destacou variações regionais: em Ijuí, o produto é comercializado a R$ 132,30; em Santa Maria, a média é de R$ 119,38; e em Pelotas, o valor atinge R$ 360,00.





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Europa eleva previsão da safra de grãos para 2025


A COCERAL, associação europeia de comércio agrícola, divulgou sua terceira estimativa para a safra de grãos da UE-27 mais Reino Unido em 2025, prevendo uma colheita de 300,7 milhões de toneladas. O volume representa um aumento de 4,6 milhões de toneladas em relação à projeção anterior, feita em março, e supera em mais de 20 milhões de toneladas, ou 7%, o total colhido no ano passado. Segundo a entidade, as condições climáticas favoráveis em regiões como sudeste da Europa, Espanha e França foram determinantes para a revisão positiva dos números.

No caso do trigo (excluindo o trigo duro), a produção estimada saltou para 143,1 milhões de toneladas, acima das 137,2 milhões previstas em março e bem acima das 126,3 milhões de toneladas colhidas no ano passado. Essa recuperação expressiva reforça o otimismo de produtores e comerciantes europeus diante de um cenário climático mais estável e de boas perspectivas de produtividade para as principais áreas produtoras.

A produção de cevada para 2025 também foi ajustada para cima, chegando a 59,2 milhões de toneladas, levemente superior aos 58,8 milhões projetados anteriormente e acima das 57,1 milhões de toneladas colhidas em 2024. Já a safra de milho, embora apresente aumento em relação a 2024 — passando de 59,7 milhões para 60,6 milhões de toneladas — teve uma leve redução em comparação à estimativa anterior de 63,3 milhões. Essa revisão reflete uma área plantada menor do que a inicialmente prevista e a opção de muitos agricultores por sementes de girassol.

Por fim, a colheita de colza deverá alcançar 20 milhões de toneladas, recuperando-se dos 17,9 milhões do ano passado. Esse aumento é atribuído, principalmente, ao retorno do plantio normal em países como Romênia e Bulgária, além da melhora da produtividade na França e na Alemanha. A previsão para a colza permanece inalterada desde março, consolidando a expectativa de um ano promissor para o grão oleaginoso na Europa.

 





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Feijão terá campanha nacional e fundo exclusivo



Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão



Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão
Todas as frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão – Foto: Canva

Segundo informações do Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o setor de feijão e Gergelim vive um momento de consolidação nacional, deixando para trás a atuação isolada de produtores para se estruturar como uma frente unificada, com representação política, apoio institucional e base técnica sólida. 

Nesta semana, em Brasília, lideranças do IBRAFE reuniram-se com os deputados Zé Vitor (MG) e Marussa Boldrin (GO), que manifestaram total apoio às principais demandas do segmento, como a Campanha Nacional de Estímulo ao Consumo de Feijão, a criação do Fundo Nacional do Feijão, o estabelecimento do Dia Nacional do Feijão, a inclusão do grão na merenda escolar, além de avanços em rastreabilidade, logística, certificações e escoamento da produção.

Minas Gerais, por meio da IRRIGANOR e com o apoio do deputado Zé Vitor, se torna peça chave nesse movimento de valorização do Feijão e do Gergelim. A articulação nacional já conta com o engajamento de outros estados estratégicos, como Paraná, representado pelo deputado Pedro Lupion; Goiás, com Marussa Boldrin; Mato Grosso, com a SEDEC e a APROFIR (liderada por Hugo Garcia e Afrânio Migliari); São Paulo, com Frederico D’Avila; além de Tocantins e Bahia, que avançam na mobilização local. A Sociedade Rural Brasileira (SRB) também reforça o compromisso de liderar ações em todo o país.

Todas essas frentes seguem alinhadas ao Movimento Pró-Feijão, aprovado na Câmara Setorial do Feijão e Pulses e lançado durante o 9º Fórum Brasileiro do Feijão. O documento norteia desde campanhas para aumentar o consumo até estratégias de acesso a novos mercados internacionais, consolidando diretrizes para o fortalecimento de toda a cadeia produtiva. Outro marco importante foi a conquista de um assento do IBRAFE no IPA – Instituto Pensar Agro, o principal fórum técnico da Frente Parlamentar da Agropecuária, com apoio da ABRAFRUTAS, ABINS e da RENAI, representada por João Carlos De Carli. 

 





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Defesa e nutrição para as plantas



Outro ponto forte dos fosfitos é a sua ação sistêmica



Outro ponto forte dos fosfitos é a sua ação sistêmica
Outro ponto forte dos fosfitos é a sua ação sistêmica – Foto: Pixabay

Segundo Isabela Aurélio Silva, Engenheira Agrônoma e Assistente Técnica de Vendas da Intercuf oficial, os fosfitos são aliados importantes na proteção e desenvolvimento das plantas, atuando em diversos níveis para garantir maior sanidade e produtividade. A especialista destaca que esses compostos funcionam como elicitores, ou seja, estimulam as defesas naturais das plantas, sendo especialmente eficazes no combate a oomicetos como Phytophthora spp., Pythium spp. e míldio (Downy mildew), reduzindo, assim, a necessidade de Fungicidas químicos em várias culturas.

Outro ponto forte dos fosfitos é a sua ação sistêmica. Eles são facilmente absorvidos tanto pelas folhas quanto pelas raízes, sendo transportados pelo xilema e floema, o que proporciona proteção preventiva e curativa em diferentes partes da planta. Além disso, os fosfitos favorecem o desenvolvimento radicular, ampliando a absorção de água e nutrientes, e estimulam o metabolismo e o crescimento vegetativo.

Isabela também ressalta que os fosfitos contribuem para aumentar a tolerância das plantas a estresses abióticos, como seca, salinidade e oscilações de temperatura. Embora sejam uma forma reduzida de fósforo (P³?), e não substituam integralmente o fósforo convencional (P5?), ainda podem fornecer parte desse nutriente de forma rápida, mas seu uso como fonte principal não é indicado.

Por fim, os fosfitos são compatíveis com diversos produtos agroquímicos, podendo ser aplicados em conjunto com fertilizantes foliares e defensivos. Culturas como citros (controle de gomose), videira (míldio), soja, milho, batata e diversas hortaliças se beneficiam de sua aplicação, com resultados positivos em enraizamento e resistência geral.

 





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Preços do frango termina a semana estável, mas ganha competitividade frente…


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O mercado do frango termina esta sexta-feira com cotações, na maioria, estáveis, com tímidas quedas registradas pontualmente. Segundo análise do Cepea, carne de frango tem ganhado competitividade em relação à suína, mas perdido frente à bovina, apontam levantamentos do Cepea. 

Desde o início do mês, as cotações da carne de frango vêm avançando, sustentadas pela demanda aquecida em função do pagamento de salários no período. Uma parcela dos agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indica que a procura, no entanto, começa a se desaquecer, enquanto outros avaliam que o ritmo de vendas da proteína segue firme.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo permaneceu estável, custando, em média, R$ 6,50/kg,  enquanto a ave no atacado caiu 0,62%, custando, em média, R$ 8,05/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável em Santa Catarina, custando R$ 4,72/kg, enquanto no Paraná, houve queda tímida de 0,19%, valendo R$ 5,25/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (15), tanto o preço da ave congelada quanto o frango resfriado ficaram estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,70/kg e R$ 8,81/kg.





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Cinco passos para tratar a semente de algodão



Tudo começa com a semente de algodão não beneficiada, que é a base de todo o trabalho



Tudo começa com a semente de algodão não beneficiada, que é a base de todo o trabalho
Tudo começa com a semente de algodão não beneficiada, que é a base de todo o trabalho – Foto: Canva

Da semente crua ao produto final pronto para o campo, cada etapa do tratamento da semente de algodão faz diferença direta na produtividade e qualidade da lavoura. Thierre Siman Pinto, engenheiro agrônomo e Trainee na Amaggi, destaca cinco passos essenciais nesse processo, que garante proteção, eficiência e um plantio mais seguro para o produtor.

Tudo começa com a semente de algodão não beneficiada, que é a base de todo o trabalho: sem qualquer tipo de tratamento, representa o ponto inicial de preparação para receber proteção química. Em seguida, aplica-se inseticida e fungicida, etapa que protege a semente contra pragas e doenças ainda na fase inicial, fortalecendo a germinação e o desenvolvimento saudável da planta.

O terceiro passo é a chamada semente permitida, que consiste na proteção da semente para viabilizar a utilização de herbicidas à base de Clomazone, como Gamit ou Reator, oferecendo maior segurança no manejo de plantas daninhas. Na quarta etapa, entra o uso de polímero, que melhora a aderência dos produtos aplicados, evitando a perda de tratamento durante o transporte ou plantio.

Por fim, a semente grafitada é preparada para reduzir o atrito, facilitando o escoamento e garantindo fluidez na semeadura. Essa etapa contribui para um plantio mais uniforme e preciso, fator que impacta diretamente no rendimento da lavoura. Juntas, essas cinco etapas formam um processo essencial para o sucesso do cultivo de algodão, refletindo o cuidado técnico e o investimento em produtividade desde o primeiro passo. “Da semente crua ao produto protegido e pronto para o campo — cada etapa faz a diferença na produtividade e qualidade da lavoura”, conclui.

 





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Fertilização correta eleva renda no trigo



Para o manejo do nitrogênio, a recomendação é fracionar a dose



Para o manejo do nitrogênio, a recomendação é fracionar a dose
Para o manejo do nitrogênio, a recomendação é fracionar a dose – Foto: Seane Lennon

Segundo informações da Fertilizar Asociación Civil, da Argentina, o trigo é uma cultura altamente exigente em nutrientes, especialmente durante o ciclo invernal, quando ocorre uma menor mineralização natural do solo, tornando o uso de fertilizantes essencial para garantir altos rendimentos e qualidade dos grãos. Uma estratégia bem planejada de adubação é, portanto, fundamental para potencializar o crescimento, a sanidade e a produtividade das lavouras.

Para o manejo do nitrogênio, a recomendação é fracionar a dose, aplicando parte no momento da semeadura e o restante na fase de macollamento, o que favorece o desenvolvimento vigoroso das plantas. Já o fósforo deve ser aplicado preferencialmente no plantio ou até mesmo de forma antecipada, dependendo da logística disponível, garantindo que o nutriente esteja acessível desde os primeiros estádios de crescimento.

O enxofre, por sua vez, exerce papel crucial na produtividade e na qualidade proteica do trigo, sendo indispensável monitorar sua presença em solos arenosos ou pobres em matéria orgânica, que costumam apresentar maiores carências. Além disso, a aplicação de micronutrientes via foliar é uma prática que pode trazer benefícios adicionais, atuando como complemento para suprir deficiências pontuais.

Assim, adotar uma nutrição equilibrada e ajustada às características do solo e das condições climáticas não é apenas uma prática agronômica recomendada, mas um investimento direto na sanidade da cultura, na qualidade do produto final e na rentabilidade do produtor. As informações foram divulgadas na rede social LinkedIn.

 





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