segunda-feira, março 23, 2026

Política & Agro

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Milho recua na B3 e em Chicago



Na B3, os principais vencimentos registraram recuos



Na B3, os principais vencimentos registraram recuos
Na B3, os principais vencimentos registraram recuos – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho encerraram esta segunda-feira (29) em baixa tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), pressionados por fatores internos e externos. A desvalorização acompanha a renovação das mínimas em Chicago, impulsionada por uma safra robusta nos EUA e o avanço da colheita no Brasil, o que torna o milho americano mais competitivo no mercado global.

Na B3, os principais vencimentos registraram recuos: o contrato para setembro/25 fechou em R\$ 65,05, queda de R\$ 0,59 no dia; novembro/25 caiu para R\$ 68,22, baixa de R\$ 0,36; e janeiro/26 recuou para R\$ 71,91, uma redução de R\$ 0,21. No físico, o indicador do milho ESALQ/BM\&FBovespa (Campinas-SP) mostra leve recuperação nos últimos dias, mas ainda acumula perdas em julho. O Cepea destaca que, enquanto regiões com colheita atrasada sustentam preços com menor oferta, áreas como o Centro-Oeste pressionam as cotações com maior disponibilidade do grão. O aumento no custo do frete também atua como fator de suporte pontual.

Já em Chicago, os contratos caíram mesmo diante de dados positivos de demanda. A referência de setembro fechou em US\$ 3,9375 por bushel, com queda de 1,44%, enquanto dezembro recuou 1,19%, para US\$ 4,14. Apesar das vendas extras no dia — somando 450 mil toneladas — e de exportações semanais 54% superiores à anterior, o mercado seguiu pressionado pelo cenário de ampla oferta e expectativa de menor demanda no médio prazo. Além disso, o Secex apontou que o Brasil exportou, até o momento, apenas 42,8% do volume embarcado em julho de 2023. Embora o ritmo esteja melhorando, as projeções indicam que os embarques só devem ganhar força efetiva em agosto.





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Preço do milho recua mais de 40% em Mato Grosso, mas demanda evita queda maior



Mercado do milho em Mato Grosso atravessa um período de forte pressão




Foto: Nadia Borges

O mercado do milho em Mato Grosso atravessa um período de forte pressão nos preços. Nos últimos três meses, o valor do grão disponível no estado acumulou uma retração de 41,03%, de acordo com o boletim informativo mais recente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A expectativa de uma produção mais robusta para a safra 2024/25 tem sido o principal fator para essa tendência de baixa nas cotações.

Segundo informações do boletim do Imea, apesar da forte queda, o preço do cereal tem se mantido acima dos R$ 40,00 por saca, sustentado pela demanda interna. O consumo dentro do estado tem servido como um importante colchão de amortecimento, evitando que os preços desabem ainda mais no curto prazo.

Em uma análise comparativa entre as semanas de 21 a 25 de julho de 2025 e o mesmo período do ano anterior, os preços do milho em Mato Grosso registraram alta de 3,43%. O incremento anual é atribuído à maior antecipação nas vendas da safra 2024/25 em relação ao ciclo anterior. Outro fator que impactou o mercado foi o atraso na colheita atual, que escalonou a entrada do grão nos armazéns e reduziu a pressão imediata sobre os preços.

Além dos fatores regionais, o cenário internacional também exerce influência direta sobre as cotações do milho no Brasil. As oscilações nas bolsas de Chicago e as variações cambiais do dólar seguem como importantes balizadores do mercado interno, interferindo diretamente no poder de barganha dos produtores e nas margens de comercialização.

Com o avanço da colheita e a confirmação das estimativas de produção, o mercado segue atento à evolução da oferta e demanda, tanto no cenário doméstico quanto no internacional. O comportamento da moeda americana e os rumos do consumo interno continuarão sendo fatores determinantes para a formação dos preços nos próximos meses.

 

 

 





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Milho inicia semana assim como terminou


Oferta restrita e dependência de milho externo se mantêm no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “O milho remanescente é destinado principalmente a granjas de ovos e ao consumo doméstico. As indicações de compra estão em R$ 65,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 66,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. As pedidas dos vendedores para agosto variam de R$ 66,00 a R$ 70,00/saca”, comenta.

Colheita satisfatória, mas sem muitas oportunidades para vender a um bom preço. “Em Campos Novos, os pedidos variam de R$ 83,00 a R$ 85,00/saca, enquanto as ofertas das indústrias não passam de R$ 75,00. No Planalto Norte, as pedidas giram em torno de R$ 80,00, mas o comprador ainda se limita aos R$ 75,00. A escassez de negócios e a margem apertada levam o produtor a recuar nos investimentos para a próxima safra”, comenta.

A boa produtividade ainda não impulsionou o mercado do Paraná. “O mercado de milho no Paraná permanece com baixa liquidez e forte impasse entre compradores e vendedores. Os produtores pedem, em média, R$ 76,00/saca FOB, com casos de até R$ 80,00, enquanto o setor de rações oferece R$ 73,00 CIF, travando as negociações e impedindo uma retomada mais firme nas vendas”, indica.

Mercado lento e baixa liquidez ainda marcam o cenário no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho no Mato Grosso do Sul segue praticamente parado, com liquidez muito baixa, mesmo após pequenas valorizações em algumas praças. Em Dourados, por exemplo, houve ajuste positivo nos últimos dias, mas a movimentação comercial ainda é tímida. A retração de vendedores e compradores continua impedindo avanços nas negociações”, conclui.

 





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Preços do trigo no Sul mantêm-se estáveis


O mercado de trigo no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná apresenta um cenário de estabilidade, com chuvas adequadas no estado gaúcho e negociações concentradas em volumes específicos, segundo análise da TF Agroeconômica. No Rio Grande do Sul, as chuvas retornaram com acumulados entre 30 mm e 130 mm, sem relatos de danos às lavouras, o que mantém as expectativas para a safra local. O mercado segue lento, com compras pontuais principalmente para embarques em agosto e setembro, e preços indicativos variando conforme a qualidade e localização, chegando a R$ 1.380,00 para trigos competitivos no interior e cerca de R$ 1.300,00 para negócios pontuais com entregas próximas.

No âmbito da exportação, foram negociadas cerca de 8.000 toneladas para dezembro a preços em torno de R$ 1.300,00 por tonelada, com a opção do vendedor de entregar trigo de qualidade inferior, destinado à ração, com deságio de 20%. Os moinhos locais continuam operando com baixa moagem e margens reduzidas, mantendo a demanda contida até a chegada da nova safra. Já em Santa Catarina, o mercado permanece estável, com os moinhos consumindo estoques e comprando apenas para reposição. A oferta de trigo gaúcho ainda pressiona os preços, que se mantêm entre R$ 1.330,00 e R$ 1.360,00 FOB, mais frete e ICMS.

A safra nova ainda não apresenta indicativos claros, mas há relatos de queda significativa na venda de sementes, estimada em 20% a menos em relação ao ano anterior, reflexo da redução prevista pela CONAB de 6,3% na produção estadual, apesar do aumento de área plantada. Em Santa Catarina, os preços pagos aos agricultores permanecem estáveis, girando em torno de R$ 70,00 a R$ 79,00 por saca, dependendo da região.

No Paraná, o trigo importado sofre aumento de preço de R$ 10,00 por tonelada devido à valorização do dólar, com preços no moinho chegando a R$ 1.450,00 CIF para lotes de excelente qualidade. Apesar disso, o mercado local não apresenta grande movimentação, com oferta maior do que se esperava após algumas perdas previstas. Um novo navio de trigo importado está a caminho do porto de Paranaguá, mantendo a pressão sobre os preços locais, que têm ofertas em torno de R$ 272,00 por saca. Os preços pagos aos produtores na região recuaram ligeiramente 0,16%, para R$ 77,07 por saca, enquanto o custo de produção caiu, elevando a margem média de lucro para cerca de 5,7%.

 





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Eliminação de soqueira é estratégia eficaz contra pragas



O método químico envolve a aplicação de herbicidas



O método químico envolve a aplicação de herbicidas
O método químico envolve a aplicação de herbicidas – Foto: Pixabay

A remoção das soqueiras de cana-de-açúcar, restos das plantas após a colheita, é uma prática essencial para a renovação do canavial e o controle de pragas, como o Sphenophorus levis, conhecido como bicudo-da-cana. Segundo Bruno Ferreira, consultor técnico de vendas, a eliminação pode ser feita por métodos químicos, mecânicos ou pela combinação de ambos, dependendo das condições da lavoura e dos objetivos do produtor.

O método químico envolve a aplicação de herbicidas para enfraquecer ou eliminar os tocos remanescentes. No entanto, essa abordagem, quando usada isoladamente, costuma ter eficácia limitada. Por isso, é comum associá-la à eliminação mecânica, que promove a remoção física das soqueiras por meio de implementos agrícolas. Entre os equipamentos disponíveis, destacam-se os eliminadores com acionamento por cardan e os modelos hidráulicos, que oferecem menor desgaste, maior eficiência e reduzem a necessidade de manutenção.

O período ideal para a realização dessa prática também deve ser considerado. Ferreira destaca que a época seca é mais favorável ao uso dos eliminadores mecânicos, pois as condições do solo melhoram o desempenho dos equipamentos. Já durante a reforma dos canaviais, é possível integrar os métodos conforme a estratégia de manejo adotada.

Mais do que uma etapa operacional, a eliminação da soqueira é um investimento em produtividade. Ao reduzir a infestação de pragas e preparar o solo para novas plantações, a prática contribui para a longevidade dos canaviais, otimiza os recursos da propriedade e garante melhores resultados ao longo dos ciclos produtivos.

 





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Batata/Cepea: Menor demanda pressiona cotações em SP; geada pode impactar oferta


 Levantamentos da equipe Hortifrúti/Cepea mostram que o preço médio da batata tipo ágata especial no atacado de São Paulo foi de R$ 63/sc na última semana, queda de 16,3% em relação à anterior; nos atacados de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, as médias permaneceram estáveis no período, em R$ 57/sc e R$ 63/sc, nesta ordem. Segundo pesquisadores do Hortifrúti/Cepea, chuvas principalmente nas regiões Sul e Sudeste reduziram o ritmo de colheita, resultando em menor oferta. A demanda por batatas também diminuiu, devido ao final do mês, quando normalmente o poder aquisitivo da população é menor, pressionando as cotações e/ou limitando as altas de preços do tubérculo. Ainda conforme o Centro de Pesquisas, devido às geadas ocorridas na última semana, pode haver uma desaceleração da oferta, a depender da intensidade dos danos nas lavouras. 

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Agroquímicos viram moeda estratégica em pacto EUA-UE



“O que antes era técnico, tornou-se político”



"O  que antes era técnico, tornou-se político”
“O que antes era técnico, tornou-se político” – Foto: Canva

Em 27 de julho de 2025, Estados Unidos e União Europeia anunciaram um acordo comercial que estabelece uma tarifa geral de 15% sobre a maioria das importações europeias, mas, segundo Anderson Nacaxe, CEO da Oken.Finance, alguns agroquímicos europeus foram isentados dessa cobrança na categoria de “Produtos Especiais”. Essa decisão reflete a complexa interdependência econômica entre as duas regiões, já que a UE é grande importadora de commodities agrícolas dos EUA, enquanto os americanos dependem das biotecnologias e insumos químicos europeus produzidos por gigantes como Bayer e BASF.

“A decisão final de isentar agroquímicos pelos europeus da tarifa, se confirmada, resulta da clara interdependência econômica e geopolítica existente hoje entre EUA e Europa. Embora a Corteva tenha fortalecido a autonomia produtiva americana, a realidade tecnológica permanece clara: boa parte da biotecnologia agrícola e dos insumos de alta complexidade ainda provém das fábricas europeias”, comenta.

Durante as negociações, Bayer e BASF pressionaram para evitar interrupções no fluxo desses insumos essenciais, enquanto o conglomerado americano Corteva Agriscience exerceu contrapressão, ameaçando tarifas mais severas. O acordo revela que agroquímicos deixaram de ser simples commodities industriais para se tornarem ativos estratégicos e peças-chave na segurança alimentar global.

“A grande lição estratégica do acordo EUA-UE para o agro é que os insumos químicos deixaram definitivamente o campo técnico e migraram para o centro da mesa geopolítica. Produtores, investidores e empresas precisarão, daqui para frente, acompanhar muito de perto esses movimentos de bastidores. O que antes era previsível tornou-se dinâmico, e o que antes era técnico tornou-se político”, conclui.





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Mudança ambiental no Brasil preocupa o mundo


A recente aprovação da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (PL 2159/2021) pelo Senado flexibilizou as regras para setores estratégicos como agropecuária, mineração e infraestrutura, marcando a maior mudança nas normas ambientais desde 1988. A nova lei dispensa o licenciamento para atividades agropecuárias, amplia o uso do regime de autodeclaração e desvincula o licenciamento do uso de recursos hídricos, além de reduzir a proteção de terras indígenas e quilombolas não homologadas.

Apesar da redução da burocracia, a mudança aumentou o alerta sobre os riscos para empresas que operam no Brasil. Mesmo com regras mais brandas, a responsabilização civil, administrativa e penal por danos ambientais permanece ativa. A nova legislação, ao facilitar procedimentos, pode aumentar a exposição a erros, autodeclarações imprecisas, sanções severas e perda de competitividade internacional.

“A nova legislação cria uma ilusão de segurança jurídica. A ausência de exigência formal de licenciamento não elimina a responsabilidade das empresas. Pelo contrário, ela aumenta o risco de autodeclarações equivocadas, danos não previstos e sanções severas para diretores e administradores”, afirma Gleison Loureiro, CEO do AmbLegis, Regtech especializada em compliance e gestão de requisitos legais.

Empresas que exportam ou dependem de certificações ambientais e critérios ESG para captar recursos devem manter padrões rigorosos de compliance. A desconexão entre a flexibilização interna e as exigências globais pode comprometer contratos, certificações como ISO 14001 ou FSC e o acesso a mercados sensíveis como o europeu, que adotam diretrizes socioambientais mais restritivas.

Neste cenário, o compliance ambiental se torna um diferencial competitivo. A adoção de tecnologias para gestão de requisitos legais, monitoramento contínuo de impactos, documentação adequada e auditorias periódicas ajuda a proteger empresas contra sanções, garantir regularidade e preservar sua reputação no mercado nacional e internacional.

“A empresa que não documenta suas práticas corre o risco de ser responsabilizada mesmo que tenha boas intenções. Em um ambiente mais permissivo, a autorregulação será a principal linha de defesa”, alerta Loureiro. “Quem não tiver uma boa estrutura de compliance corre riscos elevados de perda de contratos e acesso a mercados externos”, finaliza.

 





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Dólar em queda pressiona preços do trigo com semeadura na reta final



Mercado segue com baixa liquidez




Foto: Canva

A semeadura do trigo caminha para a reta final no Brasil, e os produtores seguem com foco nas atividades de campo. Essa movimentação tem reduzido a oferta do cereal no mercado interno, enquanto compradores priorizam negociações com o mercado externo, o que mantém o ritmo lento nas vendas à vista no país.

De acordo com as informações divulgadas pelo Cepea, esse cenário contribui para uma liquidez reduzida no spot nacional. Além disso, a queda do dólar frente ao real na última semana pressionou ainda mais os preços do cereal no mercado disponível.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 19 de julho, cerca de 96,9% da área estimada para o plantio de trigo já havia sido semeada no país. O ritmo está em linha com o mesmo período de 2024 e também com a média dos últimos cinco anos. Apenas os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina ainda não concluíram completamente o plantio.

Enquanto isso, a colheita já avança em Goiás e teve início em Minas Gerais, sinalizando que a safra começa a ganhar ritmo em algumas regiões. Com a colheita se aproximando nas demais áreas produtoras e o câmbio menos favorável às exportações, o mercado interno pode seguir pressionado nas próximas semanas.

A expectativa é de que, com o término da semeadura e o avanço da colheita, o cenário de comercialização possa mudar, especialmente se houver variações significativas nos preços internacionais e na taxa de câmbio.





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Nova lei busca fortalecer a permanência dos jovens no campo



Nova lei incentiva jovens rurais, garantindo apoio e crédito diferenciado


Foto: Expodireto Cotrijal

A Lei 15.178/25, que institui a Política Nacional de Juventude e Sucessão Rural, entrou em vigor nesta quinta-feira (24). A nova norma tem como objetivo estimular a permanência dos jovens nas comunidades rurais, oferecendo melhores condições de vida e trabalho no campo.

Voltada a jovens de 15 a 29 anos que atuam na agricultura familiar, a política prevê ações em várias áreas, como:

A lei também autoriza a criação de linhas de crédito específicas, com condições diferenciadas, para reduzir os riscos dos empréstimos voltados a esse público.

A proposta teve origem no Projeto de Lei (PL) 9263/17, de autoria do deputado Patrus Ananias (PT-MG), ex-ministro do Desenvolvimento Agrário. O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio e pelo Senado no início de julho. Foi sancionado pela Presidência da República com um veto.

Veto

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou o trecho que destinava, no mínimo, 30% dos recursos federais, estaduais e municipais para a compra de alimentos da agricultura familiar destinados à merenda escolar. Essa destinação já existe em lei, mas vale somente para os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que é federal.

O governo afirmou que, apesar da boa intenção, o trecho era inconstitucional, já que uma lei federal não pode tratar da destinação de recursos de estados e municípios.





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