sábado, março 21, 2026

Política & Agro

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Biotrop leva inovação em agricultura biológica ao Congresso Andav



Evento ocorre entre os dias 05 a 07 de agosto


Foto: Divulgação

A Biotrop, líder em soluções biológicas e naturais para a agricultura, marca presença na 14ª edição do Congresso da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), que será realizada de 05 a 07 de agosto de 2025, no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP).

“Como empresa referência no mercado, a presença da Biotrop no Congresso da Andav reforça a importância da distribuição de insumos como elo essencial para a difusão do conhecimento e a ampliação do uso de tecnologias biológicas e naturais no campo. Os nossos amados clientes distribuidores estão ajudando a elevar a produtividade e a rentabilidade dos agricultores por meio das nossas soluções. Uma parceria, portanto, de grande benefício para todos os elos da cadeia”, destaca Ricardo Hendges, Diretor de Marketing da Biotrop.

Com o propósito de transformar o agronegócio, inovando com biológicos para produção de alimentos saudáveis, energia limpa e fibras de qualidade, a Biotrop apresenta no evento sua completa linha de soluções biológicas e tecnologias voltadas à alta produtividade, com regeneração do solo e sustentabilidade da produção agrícola.

A empresa investe fortemente em inovação, sustentabilidade e na expansão das operações no Brasil e no exterior, reforçando o protagonismo do país no crescimento global do mercado de biológicos. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), mais de 25% de toda inovação em biodefensivos registrada nos últimos 03 anos no Brasil são da Biotrop, o que torna a empresa referência no desenvolvimento de novas tecnologias e registros.

“Temos muito orgulho de liderar uma transformação concreta no agro, com tecnologias que geram valor real ao agricultor. Contribuímos para lavouras mais produtivas e para um ambiente mais saudável e regenerativo. Estar no Congresso Andav é uma excelente oportunidade para estreitarmos laços com nossos clientes e amplificarmos a nossa mensagem: os biológicos e naturais são ferramentas essenciais no manejo moderno. Agricultores e distribuidores podem contar com a Biotrop para elevar ainda mais o desempenho de seus negócios”, conclui Hendges.





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Gasolina e etanol atingem menores preços médios


O preço médio da gasolina e do etanol caiu em julho no Brasil, segundo levantamento do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). A gasolina recuou 0,47% em relação a junho, chegando a R$ 6,35, enquanto o etanol teve queda de 0,68%, com média de R$ 4,36, os menores valores registrados desde janeiro.

De acordo com Renato Mascarenhas, diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade, a redução é reflexo do repasse gradual da queda anunciada pela Petrobras em junho. Ele destaca que, embora lento, esse movimento representa um alívio para o consumidor.

Na análise regional, o Centro-Oeste teve as maiores reduções: 1,37% no etanol (R$ 4,33) e 0,77% na gasolina (R$ 6,43). Os menores preços médios foram observados no Sudeste: R$ 4,23 para o etanol e R$ 6,21 para a gasolina. Já a região Norte manteve as maiores médias, com R$ 5,20 e R$ 6,84, respectivamente.

Entre os estados, o Maranhão liderou as altas no etanol (+1,20%) e na gasolina (+0,63%). O etanol mais barato foi em São Paulo (R$ 4,08), e a maior queda ocorreu no Amapá (-3,63%). O Rio de Janeiro teve a gasolina mais barata (R$ 6,13), enquanto o Acre manteve a mais cara (R$ 7,48). Ainda segundo Mascarenhas, apesar da vantagem econômica da gasolina, o etanol se destaca por seus menores impactos ambientais.

“A gasolina se mostrou a opção mais vantajosa economicamente na maior parte dos estados do Brasil em julho, principalmente para quem abastece nas regiões Nordeste e Sul . Entretanto, é importante ressaltar que o etanol traz mais benefícios ambientais, uma vez que emite menos poluentes, contribuindo para uma mobilidade mais sustentável e de baixo carbono”, reforça Mascarenhas.





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Ciclo de Conscientização completa 15 anos com mais de 38 mil pessoas impactadas no Sul do Brasil


O Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente, promovido pelo SindiTabaco e empresas associadas, com apoio da Afubra, encerrou sua décima quinta edição na última semana com um saldo total de 38 mil pessoas impactadas, abrangendo mais de 70 municípios.

Em 2025, os seminários foram realizados em seis municípios do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina e reuniram 2.150 participantes, entre produtores de tabaco, agentes de saúde, educadores, conselheiros tutelares e lideranças locais.

A agenda teve início nos dias 22 e 23 de julho, em Gramado Xavier e Vale do Sol, no Rio Grande do Sul, que juntos reuniram 880 participantes. Na semana seguinte, o ciclo seguiu para os municípios de Ipiranga e Imbituva, no Paraná, e Irineópolis e Mafra, em Santa Catarina. As quatro cidades somaram 1.270 participantes.

A programação manteve o formato já consolidado das últimas edições, com a participação da Companhia de Teatro Espaço Camarim, que transforma conteúdo técnico em informação acessível.

“A assistência técnica gratuita, uma das garantias do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), é uma grande aliada na conscientização. Ela é complementada com a distribuição de materiais impressos, veiculação de campanhas de mídia e a realização de seminários como estes que realizamos anualmente. É um longo trabalho, que tem surtido efeito”, comenta Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco.

Pesquisa realizada em 2023 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, por meio do Centro de Estudos e Pesquisas em Administração (CEPA/UFRGS), revelou que 95% dos produtores já fizeram cursos sobre manuseio seguro de agrotóxicos e 98% se dizem bem informados sobre as técnicas de colheita segura do tabaco.

COMBATE AO TRABALHO INFANTIL – Seguindo recomendações da OIT, o Brasil regulamentou por meio do decreto 6481/2008 duas convenções internacionais, colocando o tabaco na lista de formas de trabalho proibidas para menores de 18 anos. Assim, toda atividade realizada por crianças e adolescentes que substitui a mão de obra de um adulto, pode ser considerada trabalho infantil. As empresas associadas ao SindiTabaco solicitam, a cada nova safra, o comprovante de matrícula escolar no período da assinatura do contrato de comercialização de safra e o comprovante de frequência ao final de cada ano letivo.

SAÚDE E SEGURANÇA DO PRODUTOR – De forma bem-humorada, o Dr. Nikotino reforça as orientações para a colheita segura e o manejo seguro de agrotóxicos. Durante a colheita, os produtores são orientados a sempre usar luvas impermeáveis, evitar colher o tabaco quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou orvalho, bem como dar preferência aos horários menos quentes do dia. Eles também têm à disposição uma vestimenta específica, com eficácia comprovada e certificada pelos órgãos competentes. Com relação ao manejo seguro de agrotóxicos, conheça algumas das orientações repassadas durante os eventos:

Sinalizar áreas recém-tratadas com agrotóxicos com placa específica

– Manter o pulverizador em perfeitas condições de uso e sem vazamentos, inspecionando-o antes da sua utilização.

– Não permitir a aplicação de agrotóxicos por pessoas menores de 18 anos, maiores de 60 anos e gestantes.

– Armazenar os agrotóxicos em armário feito de alvenaria ou metal, chaveado e destinado somente para esse fim. O acesso a esses produtos deve ser restrito a trabalhadores orientados a manuseá-los.

– Realizar a tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda, utilizando o EPI.

– Não reutilizar embalagens vazias de agrotóxicos para qualquer fim. 

MAPA DA CONSCIENTIZAÇÃO

Realizado anualmente desde 2009, o Ciclo de Conscientização já passou por mais de 70 municípios e impactou diretamente 38 mil produtores de tabaco no Sul do país. Conheça os municípios que sediaram os eventos ao longo de 15 anos.





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Trigo argentino avança com boa umidade


A semeadura do trigo na Argentina atingiu 98,3% da área projetada de 6,7 milhões de hectares, com avanço de 2,4 pontos percentuais na última semana. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), chuvas generalizadas sobre toda a região agrícola melhoraram significativamente a oferta hídrica para o cereal, especialmente nas províncias de Santa Fé, Entre Ríos e Corrientes.

Cerca de 78,7% das lavouras de trigo estão em condições de umidade entre adequada e ótima, enquanto 96,9% apresentam estado vegetativo de normal a excelente. No norte do país, o início da fase reprodutiva está sendo beneficiado pela recuperação da umidade no solo. Em áreas com excesso de chuvas, houve relatos pontuais de redução na população de plantas, mas sem impacto significativo na produtividade. Apenas 3,8% do trigo em campo já está em estágio reprodutivo, concentrado no norte.

A colheita de milho com destino a grão comercial alcançou 88% da área cultivada, com rendimento médio nacional de 72,3 sacas por hectare. Em Córdoba, os trabalhos estão praticamente concluídos no centro-norte, com média de 80,5 sc/ha. No sul da província ainda falta colher 14% da área, com rendimento acumulado de 74,3 sc/ha. Na província de Buenos Aires, há atrasos, especialmente nas regiões centro e sul, mas os rendimentos estão dentro do esperado. A estimativa de produção foi mantida em 49 milhões de toneladas.

Quanto ao sorgo granífero, a colheita atingiu 95% da área nacional. Os rendimentos médios foram de 35,3 sc/ha, com destaque para os plantios tardios do centro do país, que superaram as expectativas. Apesar do estresse hídrico e térmico do final do verão, a produção foi revista para cima em 100 mil toneladas, totalizando agora 3,1 milhões de toneladas – aumento de 3,3% em relação à projeção anterior.





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Brasil avança na exportação de gergelim com novas habilitações para o mercado chinês



Brasil dobra estabelecimentos aptos a exportar gergelim para a China




Foto: Sérgio Cobel da Silva/ Embrapa

O número de estabelecimentos brasileiros habilitados a exportar gergelim para a China passou de 31 para 61, praticamente dobrando o número de estabelecimentos aptos, conforme nova lista divulgada pela Administração-Geral das Alfândegas da China (GACC). A ampliação consolida o avanço do Brasil na exportação da oleaginosa e reforça os laços com o maior consumidor global do produto.

A abertura do mercado chinês para o gergelim brasileiro foi anunciada em novembro de 2024, durante a visita oficial do presidente Xi Jinping ao Brasil. A habilitação foi à época a 200ª abertura de mercado da atual gestão, resultado de um processo de negociação coordenado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Adidância Agrícola em Pequim, a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o setor privado nacional, que atuaram de forma coordenada para atender às exigências estabelecidas pelas autoridades chinesas.

Hoje, o Brasil é o sétimo maior exportador mundial de gergelim, com 5,31% de participação no comércio global. Entre os principais estados produtores estão Mato Grosso, Goiás, Pará e Tocantins. Bahia, Minas Gerais, Maranhão e Rondônia também vêm ganhando destaque, com grande potencial de crescimento da cultura.

A China, que responde por 38,4% do consumo global da semente, é o maior importador mundial do produto. A ampliação expressiva das habilitações representa uma oportunidade concreta para fortalecer a presença brasileira em mercados estratégicos e ampliar as possibilidades de agregação de valor e desenvolvimento regional.

 





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Estados Unidos importaram 7,6 milhões de sacas de 60kg dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro 2024


Os Estados Unidos foram responsáveis pela compra de 16,5% do total de 46,1 milhões de sacas dos Cafés do Brasil exportados no ano-cafeeiro de 2024. Com um volume de 7,6 milhões de sacas de 60kg compradas, o País norte-americano liderou o ranking dos maiores países importadores dos cafés brasileiros em 2024.

O ano-cafeeiro de 2024 marcou o maior volume de exportação dos Cafés do Brasil em um único ano, com a venda de 46,1 milhões de sacas de 60 kg, o que corresponde a um crescimento de 30,6% em comparação com as 35,3 milhões de sacas exportadas em 2023. Na mesma base de comparação, as importações dos Estados Unidos aumentaram significativamente 40,7%, passando de 5,4 milhões de sacas em 2023 para 7,6 milhões de sacas em 2024.

É oportuno destacar que os dados estatísticos e demais números da produção cafeeira nacional e internacional, que estão permitindo realizar esta análise, foram extraídos do Sumário Executivo do Café – Julho 2025, estudo que é elaborado e divulgado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, cujas edições também estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Para complementar essa análise focada apenas nas exportações dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro 2024, conforme indicado no Sumário Executivo, os cinco principais países importadores, em ordem decrescente, são: Estados Unidos, em primeiro lugar, respondendo por cerca de 16,5% das vendas, totalizando 7,6 milhões de sacas de 60 kg.

A Alemanha ocupa a segunda posição nesse ranking, com 7,3 milhões de sacas, o que representa 15,8% das vendas nacionais em 2024. Em seguida, está a Bélgica, que, após um aumento significativo de 100% em relação a 2023, importou 4,4 milhões de sacas. Esse volume representa 9,5% das exportações brasileiras no ano de 2024. Na quarta posição, encontra-se a Itália, com 3,9 milhões de sacas, representando cerca de 8,5% do total.

Por fim, em quinto lugar, está o Japão, cujas importações de café brasileiro no ano cafeeiro de 2024 totalizaram 2,3 milhões de sacas, representando, dessa forma, 5% das vendas nacionais no período. As compras de Espanha, Turquia, Holanda, Rússia, Reino Unido, Coréia do Sul, Canadá, Suécia, França e Colômbia completaram a totalidade das vendas dos Cafés do Brasil no ano-cafeeiro de 2024.

Leia na íntegra o Sumário Executivo do Café – Julho 2025, elaborado pela SPA/Mapa, pelo link:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/images/stories/noticias/2021/2025/Julho/Sumario_Cafe_julho_2025.pdf

Conheça todo o acervo de publicações da Embrapa Café e faça download gratuito dos arquivos pelo link:

https://www.embrapa.br/cafe/publicacoes

Confira as ANÁLISES (Análises e notícias da cafeicultura) divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Consócio Pesquisa Café – Conheça os Atos Constitutivos do Consórcio Pesquisa Café e o seu respectivo Regimento Interno:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/atos-constitutivos-e-regimentos





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como a carne de frango brasileira conquistou o mundo



Primeira remessa da proteína foi enviada ao Kuwait em 1975




Foto: Divulgação

No dia 1º de agosto, o Brasil comemorou um marco que transformou sua avicultura em referência global: os 50 anos do primeiro embarque oficial de carne de frango para o mercado externo. O destino foi o Kuwait, ponto de partida de uma trajetória que posicionou o país como o maior exportador mundial da proteína.

De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o Brasil já exportou quase 100 milhões de toneladas de carne de frango desde 1975, alcançando mais de 150 países. Só em 2024, foram embarcadas 4,9 milhões de toneladas, com faturamento próximo de US$ 10 bilhões.

Aquela primeira exportação simbolizou o início de uma forte parceria com os mercados islâmicos, em especial os países do Golfo. Hoje, o Brasil é o principal fornecedor de carne de frango halal no mundo, com mais de 2 milhões de toneladas exportadas anualmente. A produção segue rigorosos critérios de rastreabilidade e sanidade, em parceria com certificadoras e autoridades religiosas.

Entre os principais mercados consumidores da proteína brasileira estão China, Emirados Árabes Unidos, Japão, Arábia Saudita e União Europeia — regiões que reconhecem a confiabilidade e a qualidade do produto nacional.

“O primeiro embarque foi o início de uma jornada construída com ciência, integração entre campo e indústria e foco na segurança alimentar. É uma conquista coletiva de milhares de brasileiros”, destacou Ricardo Santin, presidente da ABPA.

A trajetória de sucesso da carne de frango nacional também contou com o suporte de ações desenvolvidas em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Feiras internacionais, campanhas de imagem e articulação com stakeholders globais ajudaram a consolidar o Brasil como fornecedor estratégico de alimentos.





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Resistência de plantas daninhas desafia produtores



Entre as principais ações recomendadas estão o uso de herbicidas pré-emergentes



Entre as principais ações recomendadas estão o uso de herbicidas pré-emergentes
Entre as principais ações recomendadas estão o uso de herbicidas pré-emergentes – Foto: Divulgação

A resistência de plantas daninhas a herbicidas tem se tornado um dos maiores entraves para a produtividade nas lavouras de soja e milho no Brasil. Segundo a UPL Corp Brasil, o uso repetido de produtos com o mesmo mecanismo de ação favorece a seleção de biótipos resistentes, o que eleva os custos de produção e compromete o rendimento das culturas.

A resistência ocorre quando uma planta daninha sobrevive à aplicação de um herbicida que antes era eficaz. No país, já são comuns casos de resistência ao glifosato, inibidores de ALS (como o chlorimuron) e de ACCase (como o haloxyfop). Para enfrentar esse desafio, a UPL recomenda estratégias como a rotação de produtos com diferentes modos de ação, a utilização de herbicidas pré-emergentes e a adoção do Manejo Integrado de Plantas Daninhas (MIPD), que alia práticas químicas, culturais e mecânicas.

Entre as principais ações recomendadas estão o uso de herbicidas pré-emergentes, que atuam no banco de sementes e formam uma barreira química no solo; a rotação de culturas, que quebra o ciclo das daninhas; e o uso de plantas de cobertura e palhada para suprimir germinação. Também é fundamental seguir as doses recomendadas, usar pontas de pulverização adequadas e monitorar constantemente a eficiência das aplicações.

A UPL reforça que, embora a resistência seja um problema crescente, é possível garantir a sustentabilidade e a rentabilidade das lavouras por meio de um manejo estratégico e do uso consciente de herbicidas, apoiado por tecnologias de aplicação eficazes e por um portfólio diversificado de soluções.





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Tratamento de sementes fortalece lavouras



Esse cenário tem sido constante nas últimas safras



Esse cenário tem sido constante nas últimas safras
Esse cenário tem sido constante nas últimas safras – Foto: Divulgação

A instabilidade climática e a pressão crescente de pragas e doenças têm imposto safras mais exigentes aos produtores do Cerrado, especialmente nas regiões do MATOPIBAPA (Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia e Pará) e em Mato Grosso. Segundo Rafael Toscano, gerente técnico da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, o cenário de chuvas irregulares e altas temperaturas favorece surtos de doenças como a antracnose, causada por fungos do gênero Colletotrichum, que comprometem o desenvolvimento das culturas desde as fases iniciais.

“A distribuição irregular das chuvas, aliada a períodos prolongados de altas temperaturas, cria condições ideais para o desenvolvimento e a propagação de fungos, comprometendo o desempenho das lavouras já nas fases iniciais da semeadura. Esse cenário tem sido constante nas últimas safras e a expectativa é de que continue desafiador nas próximas”, ressalta.

Com base nas projeções do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC), do Ministério da Agricultura (MAPA), essa condição climática desafiadora tende a persistir nos próximos ciclos. Em resposta, cresce a importância da adoção de tecnologias no início do plantio. Segundo a Embrapa, o tratamento de sementes é uma das estratégias mais eficazes para proteger o potencial produtivo das lavouras desde a germinação, servindo como uma barreira contra fungos oportunistas.

A ORÍGEO destaca que soluções como o fungicida Vitavax Ultra, da UPL, vêm auxiliando produtores a garantir uma semeadura mais segura e plantas com crescimento mais uniforme. Registrado no MAPA para soja, milho e algodão, o produto combina ação sistêmica e de contato para proteger contra doenças como a antracnose.

 





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Setor de fertilizantes do Brasil escapa de nova tarifa



Estados Unidos não são um parceiro relevante nas trocas comerciais



Os Estados Unidos não são um parceiro relevante nas trocas comerciais
Os Estados Unidos não são um parceiro relevante nas trocas comerciais – Foto: Divulgação

O governo dos Estados Unidos anunciou no dia 31 de julho uma tarifa extra de 40% sobre uma série de produtos brasileiros importados. A nova taxação passa a valer uma semana após sua publicação e, em certos casos, eleva a carga tributária total para 50%, como parte de uma estratégia comercial voltada à proteção da indústria americana.

Entretanto, conforme análise da consultoria GlobalFert, produtos considerados essenciais para a agricultura ficaram de fora da medida. Fertilizantes à base de nitrogênio, fósforo e potássio, além de micronutrientes como boro, zinco, enxofre e magnésio, não serão impactados pela tarifa adicional. Também seguem isentos compostos como hidróxido de potássio, sulfatos de zinco, manganês e magnésio, além de substâncias industriais com uso agrícola, como silício técnico e óxido de alumínio.

A decisão norte-americana levou em conta a classificação dos produtos conforme o código HTSUS (Harmonized Tariff Schedule of the United States), que define com precisão os itens sujeitos a impostos, cotas ou exclusões. Com isso, a cadeia de fertilizantes permanece fora da lista de alvos da nova política comercial, o que evita impactos imediatos ao setor.

Segundo a GlobalFert, os Estados Unidos não são um parceiro relevante nas trocas comerciais de fertilizantes com o Brasil. Apenas 0,4% das exportações brasileiras de NPK nos últimos cinco anos tiveram os EUA como destino. Já nas importações, os produtos norte-americanos representaram 1% do total recebido nesse período, com leve recuo para 0,7% no primeiro semestre de 2025.

 





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