domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Ministro afirma que consumo de frango e ovos segue seguro


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta quinta-feira (15) que o sistema sanitário brasileiro é um dos mais eficientes do mundo, após o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) em aves comerciais ser confirmado no país. A detecção ocorreu em um matrizeiro no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

“O Brasil foi o último dos grandes produtores mundiais de carne de frango a registrar contaminação em granjas comerciais. Isso mostra a eficiência do nosso sistema de defesa sanitária”, declarou Fávaro. Segundo o ministro, o país conseguiu manter o vírus fora das granjas comerciais por quase duas décadas, mesmo com a circulação global do patógeno desde 2006.

Confirmado primeiro caso de gripe aviária no Brasil

O caso levou o Ministério da Agricultura a decretar estado de emergência zoossanitária por 60 dias. Todas as aves da granja afetada foram eliminadas, e o local está passando por processos rigorosos de higienização. “Já foi feito o total extermínio e o bloqueio. Isso é essencial para que possamos rapidamente conter o foco e recuperar o status sanitário”, destacou.

Exportações e impacto comercial

O ministro ressaltou que, devido à estratégia de negociação adotada nos últimos anos, a maioria dos países importadores não deve suspender as compras de carne de frango brasileira em sua totalidade. “Negociamos protocolos com Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes. Nesses casos, a restrição será apenas para o Estado do Rio Grande do Sul, e, posteriormente, ao município de Montenegro”, explicou.

No entanto, a China, que ainda adota protocolos mais rígidos, suspenderá temporariamente as importações de carne de frango de todo o Brasil por 60 dias. Fávaro reconheceu o impacto da decisão: “A China é um dos nossos principais compradores, mas seguimos trabalhando com transparência para que o comércio seja retomado o quanto antes.”

Segundo o ministro, produtos exportados antes da detecção do foco não devem sofrer restrições. “O foco foi confirmado ontem à noite. Tudo que foi produzido antes não tem relação com o vírus e segue seguro para o consumo.”

Consumo interno seguro

Fávaro também enfatizou que não há risco à saúde humana no consumo de carne de frango ou ovos. “A população pode continuar consumindo normalmente. O risco de contaminação é apenas para quem manuseia diretamente animais infectados”, disse.

Por fim, o ministro garantiu que o governo segue monitorando a cadeia produtiva, rastreando a distribuição da granja afetada e mantendo vigilância ativa para evitar novos focos. “Vamos superar mais esse desafio com responsabilidade e eficiência, como sempre fizemos”, concluiu.





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Trigo pautado pela demanda de farinha


Segundo a TF Agroeconômica, a demanda por farinha durante o inverno será o principal fator a definir se haverá escassez ou não de trigo no Rio Grande do Sul, o que pode pressionar os preços para cima. O mercado segue lento, com cerca de 440 mil toneladas de trigo da safra anterior ainda disponíveis. Considerando que os moinhos estão abastecidos até junho e a moagem estadual permanece ao redor de 104 mil toneladas/mês, esse volume pode suprir o mercado até outubro, desde que não ocorram vendas para fora do estado. As negociações seguem pontuais, com preços entre R\$ 1.390 e R\$ 1.400 para trigo PH 76, e a expectativa é que a virada do mês traga mais movimentação.

Quanto à próxima safra, os moinhos permanecem fora do mercado futuro, enquanto exportadores seguem cotando o trigo tipo Milling da safra 2025 com preços entre R\$ 1.325 a R\$ 1.360/tonelada, variando conforme a data de entrega e pagamento. Em Panambi, os preços da pedra recuaram novamente, chegando a R\$ 72,00 por saca.

Em Santa Catarina, o mercado também apresenta negócios pontuais, com compras de trigo gaúcho e balcão estável pela sexta semana. Os preços de FOB para melhorador e biscoito seguem em R\$ 1.500 e R\$ 1.380 por tonelada, respectivamente. Já o trigo pão ainda não teve negócios concretizados. Os preços da pedra mantêm-se estáveis em diversas cidades do estado, como R\$ 80,00 em Xanxerê e Rio do Sul, e R\$ 78,00 em Canoinhas e São Miguel do Oeste.

No Paraná, a nova safra oferece boa rentabilidade, mesmo com leve recuo semanal nos preços. A média da pedra caiu 0,13%, para R\$ 80,09/saca, enquanto o custo de produção, segundo o Deral, está em R\$ 73,53. Isso garante ainda um lucro médio de 8,92%. Os preços da safra velha variam entre R\$ 1.550 e R\$ 1.600 CIF para moinhos nos Campos Gerais. Já o trigo importado do Paraguai e da Argentina é negociado entre R\$ 1.620 e R\$ 1.720 por tonelada. Para a safra nova, os compradores indicam preços entre R\$ 1.450 e R\$ 1.500 CIF moinho, equivalentes a cerca de R\$ 82,78/saca.

 





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Embrapa apresenta cerca de cem tecnologias na AgroBrasília 2025


A dupla mais conhecida da mesa dos brasileiros – o arroz e o feijão – será destaque na Vitrine de Tecnologias da Embrapa na AgroBrasília 2025. Entre os lançamentos que ocorrerão na feira, estão as cultivares de feijão carioca e de feijão-comum, as BRS FC 423 e BRS FS 212. Para os produtores, a nova variedade de feijão carioca se destaca por sua produtividade e qualidade industrial. Para os consumidores, o ganho se dá pela qualidade do grão, que não se desmancha quando cozido, e a consistência do caldo. 

Já a cultivar de feijoeiro comum, do grupo comercial rosinha, a BRS FS 212, é uma opção para pequenos produtores que buscam materiais com alto valor agregado para comercialização direta. Por apresentar resistência às murchas de Fusarium e de Curtobacterium, a cultivar proporciona redução do uso de defensivos agrícolas, o que possibilita sua inserção em sistemas de produção agroecológica. Os lançamentos ocorrerão na quinta-feira (22), às 14h30.

Ao lado desses e de outros feijões que serão apresentados no estande da Embrapa, estão as cultivares de arroz desenvolvidas pela Embrapa – as BRS A502, A503 e A 504 CL. Elas se destacam por sua alta produtividade e excelente qualidade dos grãos e são recomendadas para sistemas e produção sob pivô central. Esses novos materiais têm revolucionado o cultivo em terras altas, colocando novamente o Cerrado no mapa de produção de arroz.

Ao todo, cerca de 100 tecnologias de nove centros de pesquisa da Embrapa serão apresentadas ao público na feira de tecnologia e negócios AgroBrasília 2025, que acontece entre 20 e 24 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, PAD-DF.

Diversos lançamentos movimentarão o estande da Embrapa

Outros tecnologias serão colocadas à disposição do público neste ano. O aplicativo Irrigar para Desenvolver é um deles. Resultado de uma parceria entre a Embrapa Cerrados e a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), pode apoiar os agricultores do Vão do Paranã para obterem um manejo eficaz da irrigação. O aplicativo calcula a lâmina e o tempo de irrigação, com base nas informações de clima de três municípios goianos – Flores de Goiás, São João D’Aliança e Formosa – para as culturas do maracujá e da manga.

Também o Wikirriga, plataforma on-line que reúne informações qualificadas sobre irrigação e agricultura irrigada, estará disponível e acessível para toda a sociedade. O conhecimento será constantemente atualizado por uma rede de profissionais da área. Os dois lançamentos ocorrerão no dia 21 (quarta-feira), às 9h50.

No período da tarde, ainda na quarta, às 14h30, será lançada uma cultivar de soja convencional com alto potencial produtivo, a BRS 7583. Na ocasião, outras duas cultivares serão apresentadas: BRS 7881IPRO e BRS 7080IPRO. Ambas têm alto potencial produtivo e a primeira tem ciclo de 116 dias, enquanto a segunda é precoce, com ciclo de 105 dias. As duas têm tem resistência a nematoides-das-galhas e a BRS 7881IPRO agrega a resistência a nematoide de cistos.

Às 15h40, será a vez dos minimaracujá roxo (BRS MJ) e amarelo (BRS MJA1). Trata-se de duas novas opções para os fruticultores da região, com grande potencial de mercado, mas ainda pouco conhecido pelos consumidores, podendo alcançar alto valor agregado. 

Os minmaracujás têm polpa adocicada e podem ser consumido in natura. A partir do melhoramento genético de espécies da biodiversidade brasileira, foi possível obter variedades com alta produtividade e qualidade física e química dos frutos. Além disso, as plantas têm menor dependência da polinização manual. Elas atendem o mercado de frutas especiais e podem ter uso ornamental.

Sexta-feira (23), às 14h30, será o lançamento da cultivar de cebola BRS Belatrix, um híbrido que atende o segmento de cebolas amarelas precoces para consumo fresco. A BRS Belatrix pode ser cultivada nas condições de primavera e verão das principais regiões produtoras do Brasil. Além de estabilidade produtiva, o novo material tem resistência a doenças e tolerância a pragas. 

No sábado (24), serão lançadas duas publicações. A primeira, Pesquisa e Inovação em Germoplasma e Melhoramento Genético na Embrapa Cerrados, é uma compilação de informações apresentadas 34 palestras técnicas por pesquisadores da Embrapa Cerrados a respeito dos bancos germoplasma e da participação do centro de pesquisa em cerca de 40 programas de melhoramento genético.

Já o livro Fruticultura Tropical: capacitação e experiências de sucesso traz o registro da capacitação realizada em parceria com a Emater-DF e a Superintendência Federal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do DF. Os 22 capítulos apresentam uma síntese dos principais resultados e tecnologias gerados para cada uma das frutíferas que foram temas do evento, além de experiências de cultivo em regiões tropicais do Brasil.  As duas publicações estão disponíveis para download no portal da Embrapa. 

Eventos temáticos farão parte da programação

Dois eventos tradicionais voltados para os produtores rurais serão realizados novamente neste ano. Na quarta-feira (21), às 8h30, o Dia de Campo Sistema Agrossilvipastoril Orgânico apresentará tecnologias relacionadas a manejo orgânico de pastagens e sistemas agrossivilpastoris, remineralizadores de solo, manejo de cultivares de maracujá em sistema orgânico, cruzamentos para manejo de rebanho leiteiro e sanidade animal em sistemas de base agroecológica.

Já na sexta-feira (23), será realizado o Dia de Campo Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, às 9h. As palestras terão como tema o cultivo intercalar antecipado como estratégia para viabilizar a segunda safra no Planalto Central e a Integração Lavoura-Pecuária, que tratará do modelo da agropecuária da fazenda Santa Bárbara. 

Cerca de uma centena de tecnologia disponível para os produtores rurais

Além dos lançamentos, os visitantes da AgroBrasília 2025 poderão conhecer diversas tecnologias geradas pela Embrapa. Serão apresentados animais com a genética da Embrapa, cultivares de forrageiras, hortaliças, mandioca, pitaya, girassol, soja, trigo, canola, café e sorgo, que estarão no estande da Embrapa e na Vitrine de Tecnologias implantada no local, onde o público poderá ver o desempenho desses materiais.

Em campo, os produtores rurais poderão conhecer como funcionam o consórcio Integração Lavoura-Pecuária e o Sistema Filho (fruticultura integrada com lavouras e hortaliças), além da Unidade de Pesquisa Participativa de Produção Orgânica. Também fazem parte da programação do estande da Embrapa várias palestras com pesquisadores da Embrapa e parceiros.





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Mercado internacional pressiona trigo, soja e milho


Segundo informações da TF Agroeconômica (boletim de 16/05/2025), o mercado internacional de grãos iniciou o dia com tendência de queda para o trigo, leve recuperação para o milho e variações pontuais na soja. Os contratos futuros do trigo na Bolsa de Chicago operam em baixa, com o julho/25 cotado a US\$ 531,0 (-1,75) e o dezembro/25 a US\$ 566,0 (-2,00). A retração é reflexo da aproximação da colheita de inverno nos EUA e da boa expectativa de safra na União Europeia, o que aumenta a concorrência global. No Brasil, o Paraná registra alta diária de 0,03% (R\$ 1.533,01/t), enquanto o Rio Grande do Sul apresenta queda de 1,96% (R\$ 1.387,84/t), refletindo diferenças na disponibilidade regional do grão.

A soja tenta uma recuperação parcial nos contratos futuros em Chicago, com o julho/25 subindo 1,75 pontos, cotado a US\$ 1053,0. No entanto, o movimento ainda é limitado devido à redução nas expectativas para o uso de biodiesel nos EUA, o avanço da colheita sul-americana e o bom ritmo de plantio da nova safra americana. No mercado interno, os preços seguem pressionados, com o Paraná registrando queda diária de 0,58%, a R\$ 127,51/saca.

Já o milho apresentou leve valorização em Chicago, com o contrato julho/25 subindo para US\$ 449,0 (+0,50), sustentado por dados positivos de exportação divulgados pelo USDA. Contudo, fatores como a possibilidade de colheita recorde nos EUA e o bom desenvolvimento da safrinha brasileira limitam uma alta mais significativa. No Brasil, o milho teve variação negativa de 0,07% no CEPEA, com média de R\$ 73,07/saca, enquanto na B3 o contrato de maio subiu 0,30% e o de julho caiu 0,79%.





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Uso de sementes certificadas de soja impulsiona altas produtividades


Nas últimas semanas, com o planejamento da safra 2025/2026 em andamento, a importância do uso de sementes certificadas no campo esteve no centro das discussões do agronegócio. Dados divulgados pela CropLife Brasil no início de abril geraram preocupação: segundo a entidade, a pirataria de sementes de soja no país gera perdas de cerca de R$ 10 bilhões ao ano para o setor. 

Esse prejuízo afeta toda a cadeia produtiva e, em especial, os agricultores. A projeção do aumento de receita com o fim da pirataria de sementes de soja prevê R$ 2,5 bilhões para os produtores, de acordo com a pesquisa da CLB. Esse valor pode ser justificado por diversos fatores e um deles é a alta produtividade e qualidade que o uso de materiais certificados e registrados podem promover nas lavouras. 

Segundo o gerente de sementes de Soja e Biotecnologia da BASF Soluções para Agricultura, José Gomes, investir em materiais certificados é mais do que uma decisão técnica. “É um compromisso com a produtividade, a qualidade, a sustentabilidade e o futuro da agricultura. Só crescemos os nossos patamares de produção, ultrapassando a média nacional de 50 sacas por hectare, porque temos agricultores que reconhecem a importância da tecnologia para o progresso da atividade”, afirma Gomes.

Os benefícios com as sementes certificadas são expressos em números. Segundo o gerente, na safra 2024/2025, mais de 95% dos lotes de Credenz®, marca de sementes de soja verticalizada da BASF Soluções para Agricultura, apresentaram índice de germinação acima de 95%, garantindo um estabelecimento mais uniforme da lavoura, maior expressão do potencial genético das cultivares e, acima de tudo, mais previsibilidade e segurança ao agricultor. 

Acompanhamento de ponta a ponta

Até chegar na lavoura do agricultor, as sementes certificadas passam por uma série de avaliações, a começar pela pesquisa e desenvolvimento. É neste setor que a BASF Soluções para Agricultura investe mais de 915 milhões de euros ao ano, em todo o mundo, para levar mais tecnologias ao campo. 

O processo produtivo das sementes inclui oito etapas de análise, com mais de 35 testes de qualidade física, fisiológica, sanitária e genética em cada lote. As variedades são desenvolvidas para diferentes regiões do Brasil, considerando os desafios específicos de cada local, como clima e ambiente, com biotecnologia que confere resistência a pragas e tolerância a herbicidas, elevando a eficiência no manejo.

Outro diferencial é o amparo técnico. A BASF garante armazenamento refrigerado e distribuição estratégica, assegurando que as sementes cheguem ao produtor e, no caso da SoyTech®, marca para a rede de licenciados, com preservação da qualidade e no momento certo para o plantio. Durante a safra, os agricultores podem contar com o apoio do time técnico para esclarecer dúvidas e elaborar as melhores estratégias de plantio e manejo. “Mais do que ter um bom material, o produtor precisa pensar em como pode utilizar ele da melhor forma, escalonando variedades e o plantio”, orienta o o gerente de sementes de Soja e Biotecnologia da BASF Soluções para Agricultura, José Gomes.

Conforme complementa a gerente de Marketing SoyTech®, Thaiz Zapateiro de Souto, a produção das sementes exige um rigoroso processo de certificação, o que as torna 100% rastreáveis. “Isso garante a procedência de áreas regulares, sem histórico de desmatamento, alinhada aos princípios de agricultura responsável, compliance ambiental e integridade na cadeia produtiva”, finaliza.





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Lançamento na AgroBrasília 2025, ZethaMaxx EVO, da Sumitomo Chemical, tem alta eficiência no controle de plantas daninhas resistentes


Na AgroBrasília 2025, que ocorre entre os dias 20 e 24 de maio, a Sumitomo Chemical lança oficialmente o ZethaMaxx EVO®, uma revolução no manejo de plantas daninhas. Com formulação exclusiva e tecnologia de ponta, o novo herbicida pré-emergente estará entre os destaques no estande da companhia, oferecendo aos visitantes a oportunidade de conhecer, de perto, os diferenciais desta inovação.

ZethaMaxx EVO® representa a terceira geração da molécula Flumioxazina, desenvolvida pela Sumitomo Chemical, agora combinada a outros ativos em uma formulação inédita e única com três mecanismos de ação distintos: inibição da acetolactato sintase (ALS), ação sobre a PROTOX (PPO) e interferência na divisão celular (VLCFA). O resultado é um herbicida altamente eficaz, seletivo e com amplo espectro de controle, especialmente desenhado para o uso em pré-emergência da cultura da soja.

Com ação de controle residual prolongada, o ZethaMaxx EVO® reduz significativamente a matocompetição nas fases iniciais da lavoura, favorecendo um melhor arranque da cultura e protegendo o potencial produtivo. Possui ação de controle em folhas largas e gramíneas, incluindo espécies comuns no Cerrado, consideradas como de difícil controle, como vassourinha-de-botão, capim-pé-de-galinha, caruru e capim-amargoso.

“O ZethaMaxx EVO® proporciona ao produtor maior eficácia, flexibilidade e segurança no controle de plantas daninhas, com menos intervenções em pós-emergência e um excelente custo-eficiência,” destaca Luciano Teixeira, gerente de Produto Herbicida da Sumitomo Chemical.

Essa nova solução reafirma o compromisso da empresa com a inovação sustentável no campo, oferecendo uma ferramenta robusta para o manejo de resistência e para o uso racional de herbicidas.

Agricultura Nos Une

Na AgroBrasília 2025, a Sumitomo Chemical apresenta sua primeira campanha institucional, “Agricultura nos Une”, lançada oficialmente este ano. No estande da empresa é apresentado todo um conceito que reúne os valores da companhia japonesa para o sucesso do agricultor, atendendo suas necessidades e buscando o desenvolvimento sustentável no segmento.

A campanha está integrada ao estande na feira, onde a empresa compartilha um pouco da sua história em uma linha do tempo e um espaço instagramável para que os visitantes tirem e ganhem fotos de presente. O espaço também conta com o Rancho Agricultura nos Une, um ambiente exclusivo para troca de conhecimentos e apresentação de benefícios e resultados das soluções e dos lançamentos da safra 2025/2026, incluindo um jogo em realidade aumentada. Também será possível observar o desenvolvimento das raízes das plantas de soja em vasos rizotron, ferramentas que facilitam o entendimento sobre o desenvolvimento radicular das plantas.

Em uma tela LCD interativa, o público poderá explorar pragas, doenças e plantas daninhas que afetam a produtividade das lavouras de soja e milho, além de descobrir como as soluções da Sumitomo Chemical podem ser eficazes no manejo.

Mais soluções de referência

Além do lançamento ZethaMaxx EVO, a empresa apresenta ao público da feira o Kaiso Max®, inseticida com duplo mecanismo de ação contra sugadores – choque com um residual prolongado -, sendo eficaz contra ampla gama de pragas, destaque para percevejos. O produto tem registro para milho, soja e cana-de-açúcar.

O fungicida Excalia Max® chega agora para o milho. A formulação tem uma combinação única contendo indiflin, ingrediente ativo desenvolvido originalmente pela Sumitomo Chemical, associado ao tebuconazol. A formulação inovadora se destaca como a melhor escolha para o programa de manejo, proporcionando eficiente controle do complexo de doenças, manejo de resistência, seletividade e manutenção do potencial produtivo da soja e do milho. O Excalia Max tem mais de 5 milhões de hectares de soja tratados no Brasil desde o seu lançamento há três safras. 

Além deles, o público da feira conhecerá mais da referência para o tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). A solução biológica produz substâncias que causam paralisia dos nematoides nos estágios juvenis, diminui a reprodução e, assim, reduz o ataque e a população nas próximas safras.

Com o objetivo de estimular um solo com mais sustentabilidade, a Sumitomo Chemical apresenta as soluções MycoApply EndoFuse® e MycoApply EndoMaxx®, voltadas para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade.

O estande também conta com os Programas Inteligentes de Manejo Fisiológico Soja+ e Milho+, que trazem recomendações técnicas personalizadas para cada cultura no manejo de florada, maturação e colheita. Esses programas são formados por um portfólio robusto, com produtos sustentáveis para a arquitetura ideal de plantas e ganho expressivo de produtividade.

A AgroBrasília acontecerá no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci e é uma realização da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF). O estande da Sumitomo Chemical fica localizado na Rua I Plot 24.





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Indústrias de bioinsumos brasileiras mais próximas da China


A Associação Brasileira das Indústrias de Bioinsumos (ABINBIO) deu um passo importante para aproximar o setor brasileiro de insumos biológicos às oportunidades do mercado chinês. Em visita oficial realizada recentemente à Embaixada da China em Brasília, representantes da entidade apresentaram ao Conselheiro da Embaixada da República Popular da China, Xiang Yu, as potencialidades do setor e discutiram possíveis parcerias estratégicas entre os dois países.

Durante o encontro, os diretores da ABINBIO Auro Ruschel (Jurídico) e Mauro Heringer (Relações Internacionais), acompanhados por Enrico Ribeiro, da Consillium, expuseram ao diplomata chinês o panorama atual da indústria brasileira de bioinsumos, detalhando os processos de pesquisa, desenvolvimento de produtos e os conceitos fundamentais para a compreensão desse setor em crescimento no Brasil.

Bioinsumos & Oportunidades

A ABINBIO apresentou diversas possibilidades de parceria entre as indústrias dos dois países, que vão desde cooperação técnica e aquisição de empresas nacionais até compras de produtos brasileiros e a implementação de indústrias brasileiras em território chinês.

O Conselheiro Xiang Yu demonstrou especial interesse em fortalecer os laços entre os setores brasileiro e chinês de bioinsumos. “O Brasil é o principal parceiro econômico da China na área agrícola”, destacou o diplomata, reforçando que é do interesse de seu país ampliar essa parceria, “sobretudo na área de uma agricultura de baixo carbono e de aumento de produtividade”.

Segundo o representante chinês, o setor de bioinsumos poderá desempenhar um papel estratégico dentro dos planos da China para alcançar a autossuficiência na produção agrícola, reduzir impactos ambientais e intensificar as relações Brasil-China. A declaração reforça a crescente relevância dos insumos biológicos no cenário global de transição para uma agricultura mais sustentável.

China International Import EXPO

Um dos resultados concretos do encontro foi o convite para que a ABINBIO participe da China International Import EXPO, maior feira de negócios da China, que acontece anualmente em novembro, na cidade de Xangai. O evento é considerado uma plataforma privilegiada para fornecedores e compradores estabelecerem contatos e fecharem negócios.

“Essa é a melhor oportunidade para que a ABINBIO possa apresentar diretamente seus produtos aos compradores chineses e se aproximar de indústrias chinesas para negócios futuros”, afirmou o Conselheiro, citando a APEX Brasil como parceira na composição da participação de empresas brasileiras de bioinsumos no evento.

A aproximação entre ABINBIO e a Embaixada da China representa um marco significativo para o setor brasileiro de bioinsumos, abrindo perspectivas promissoras de inserção em um dos maiores mercados agrícolas do mundo, com potencial para impulsionar inovações e investimentos em tecnologias sustentáveis para a agricultura.





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La Niña pode voltar no fim de 2025?



A lembrança do último episódio de La Niña, entre 2020 e 2022, ainda está fresca



A lembrança do último episódio de La Niña, entre 2020 e 2022, ainda está fresca
A lembrança do último episódio de La Niña, entre 2020 e 2022, ainda está fresca – Foto: NOAA

Um relatório divulgado pelo Centro de Previsão do Clima dos Estados Unidos (CPC/NCEP/NWS) aponta que há 41% de chance de o fenômeno climático La Niña retornar entre novembro de 2025 e janeiro de 2026. Segundo o Agrofy News (13/05/2025), embora o Pacífico Equatorial apresente atualmente condições neutras, os modelos climáticos começam a indicar um possível resfriamento para a primavera, o que pode trazer impactos significativos para a América do Sul, especialmente para a Argentina.

La Niña é a fase fria do fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS) e se caracteriza pelo resfriamento das águas do Pacífico tropical. Suas consequências incluem alterações nos padrões de chuva e temperatura, podendo causar secas severas em algumas regiões, excesso de chuvas em outras e mudanças nas médias sazonais. O meteorologista Ignacio Amorín explica que ainda não há confirmação do fenômeno, mas os primeiros sinais nos modelos climáticos justificam atenção redobrada nos próximos meses.

A lembrança do último episódio de La Niña, entre 2020 e 2022, ainda está fresca. Na ocasião, o fenômeno durou três anos e causou uma das secas mais severas das últimas décadas, afetando gravemente a produção agropecuária. A Fundar relatou prejuízos milionários no setor exportador argentino, enquanto a Bolsa de Comércio de Rosário estimou uma queda de 54% na produção de soja na safra 2022/23, que mal atingiu 20 milhões de toneladas — o pior desempenho desde 1999.

Para o inverno e parte da primavera de 2025, a NOAA prevê manutenção das condições neutras. No entanto, a chance de retorno de La Niña aumenta consideravelmente a partir de novembro, enquanto a possibilidade de um novo El Niño é inferior a 15%. Diante disso, produtores e analistas já começam a ajustar estratégias, conscientes de que, em uma economia tão vulnerável ao clima, cada anomalia representa riscos não apenas ambientais, mas também econômicos e sociais.

 





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Sementes Goiás chega à AgroBrasília 2025 como campeã de produtividade em soja precoce


A Sementes Goiás, empresa do grupo Nutrien, desembarca na AgroBrasília 2025 com motivos de sobra para comemorar. A empresa conquistou o primeiro lugar na categoria ciclo precoce (até 105 dias) do Concurso de Cultivares de soja, com a cultivar DM 70IX70 I2X, alcançando a impressionante marca de 83,91 sacas por hectare. No ciclo tardio (116 a 130 dias), a companhia também garantiu destaque, assegurando o terceiro lugar com a DM 79I81 IPRO, que registrou 86,72 sacas por hectare.

“Essa premiação é um reconhecimento à alta performance das nossas cultivares e demonstra o nosso compromisso em entregar ao produtor rural sementes que realmente fazem a diferença no campo”, afirma Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás. Ele destaca que a competição de cultivares é uma oportunidade ímpar para os produtores da região conhecerem as melhores tecnologias adaptadas às características do Planalto Central, com cultivares de alta produtividade e excelente potencial de retorno sobre o investimento.

Portfólio robusto e tecnologias de alta performance são diferenciais

Além das cultivares premiadas, os visitantes do estande da Sementes Goiás poderão conferir um portfólio diversificado de tecnologias desenvolvidas para potencializar a produtividade e a rentabilidade das lavouras. A equipe técnica da empresa estará disponível para orientar produtores na escolha das soluções mais adequadas ao perfil das propriedades, considerando as especificidades de cada ciclo de plantio.

Com mais de 50 cultivares disponíveis no Brasil, a Sementes Goiás se destaca por sua excelência na produção de sementes de alta qualidade, amplamente utilizadas em diversas regiões do Brasil, garantindo desempenho consistente em diferentes condições de solo e clima. A empresa é pioneira no Tratamento de Sementes Industrial (TSI) no sudoeste goiano, oferecendo sementes já prontas para o plantio e garantindo maior proteção contra pragas e doenças, além de um arranque inicial mais vigoroso.

Com capacidade produtiva de 1,08 milhão de toneladas de sementes por ano e um dos laboratórios mais modernos do setor, a Sementes Goiás segue contribuindo para o avanço da agricultura nacional e para o protagonismo do Brasil no cenário global de produção de soja.

Sobre a AgroBrasília 2025

A AgroBrasília é um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro, reunindo produtores, empresas e instituições do setor em um ambiente propício para a realização de negócios, disseminação de conhecimento e apresentação de inovações tecnológicas. Com foco em tecnologias para a agricultura de alta performance, a feira também serve como palco para a realização de palestras e cursos sobre tendências e desafios do agronegócio.

Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), em 2025 a AgroBrasília ocorrerá entre os dias 20 a 24 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).

Serviço

Sementes Goiás na AgroBrasília 2025

•    Data: terça-feira a sábado – 20 a 24 de maio

•    Horário: 8h30 às 18h

•    Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – AgroBrasília, BR 251 km 5 – PAD-DF

 





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Mercado de milho segue bastante variado


No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, a oferta segue diminuindo, com vendas apenas em caso de extrema necessidade, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem lentas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos produtores. As cotações para o milho com entrega no mês de maio, no interior do estado, oscilam entre R$ 66,00 e R$ 70,00 por saca. As referências regionais atuais são: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, e R$ 69,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Mercado de milho travado em Santa Catarina à espera de maior oferta com avanço da colheita. “A expectativa é de que a liquidez do mercado siga baixa no curto prazo, até que a colheita libere mais milho e favoreça ajustes nos preços e negociações. No porto, seguem os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. Em relação aos preços da pedra, cooperativas locais continuam pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado segue lento no Paraná, mas a expectativa é de recuperação com aumento da oferta. “Em Ubiratã, a saca teve queda de 1,72%, sendo vendida a R$ 57,00, enquanto em Castro houve valorização de 1,45%, com o preço chegando a R$ 70,00. Em Marechal Cândido Rondon, os valores permaneceram estáveis em R$ 58,00. A fraca demanda e o baixo volume de negócios continuam pressionando os preços em várias regiões. No Centro Oriental Paranaense, a cotação recuou para R$ 67,54, enquanto no Oeste Paranaense o preço ficou em R$ 66,78. Em Curitiba e região metropolitana, o milho subiu levemente para R$ 68,93”, indica.

O Mato Grosso do Sul tem o mercado travado e preços em queda. “Em Ponta Porã e Sidrolândia, os valores ficaram em R$ 58,00, enquanto em Maracaju o milho foi cotado a R$ 59,00. Nas praças de Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços se mantiveram estáveis em R$ 60,00. Apesar das quedas nas cotações, o mercado segue em compasso de espera, acompanhando o avanço da segunda safra, que deve ganhar ritmo nas próximas semanas. Até lá, as negociações permanecem pontuais e com baixa liquidez”, conclui.

 





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