domingo, março 29, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi gordo fecha semana com queda



Preços do boi gordo registram recuo em São Paulo e Paraná




Foto: Sheila Flores

O mercado do boi gordo encerrou a semana com recuo nos preços em importantes praças pecuárias do país. Em São Paulo, a arroba do chamado “boi China”, assim como a do boi gordo convencional e da novilha, caiu R$ 2,00. A cotação da vaca permaneceu estável. A escala média de abate no estado ficou em oito dias.

No Pará, os preços não sofreram alterações nas regiões de Redenção e Paragominas. Já em Marabá, foi registrada uma queda de R$ 2,00 por arroba para todas as categorias.

No Tocantins, os valores mantiveram-se estáveis tanto no Norte quanto no Sul do estado. As escalas de abate, nessas regiões, estavam com média de nove dias.

No Paraná, houve recuo de R$ 2,00 por arroba nos preços pagos pelo boi gordo, vaca e novilha. A cotação do “boi China”, no entanto, seguiu inalterada.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima irregular marca colheita do algodão no Paraná



Paraná colhe 20% do algodão da safra 2024/25




Foto: Canva

Segundo o 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita do algodão no Paraná atingiu 20% da área cultivada. As lavouras apresentam 35% da área em formação de maçãs e 45% em maturação.

Durante o mês, o clima foi marcado por precipitações irregulares, com variações na distribuição espacial e temporal. Também foi registrado um leve alívio nas temperaturas. De acordo com o levantamento, 90% das lavouras estão em boas condições e 10% em situação regular.

O relatório também informa a revisão da área cultivada e destaca uma mudança no processo de beneficiamento. “Uma melhoria no processo foi a capacidade de processar o algodão localmente, visto que antes era levado para São Paulo”, informa o levantamento da Conab.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas dificultam colheita do arroz em Rondônia



Arroz atinge quase 98% de área colhida no estado




Foto: Pixabay

De acordo com dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), as chuvas registradas neste período em Rondônia causaram dificuldades à colheita do arroz e resultaram em perdas pontuais devido ao acamamento das plantas. Com a redução da intensidade e frequência das precipitações, as lavouras com grãos maduros ainda em campo estão sendo colhidas.

O levantamento informa que “97,9% das áreas implantadas já foram devidamente colhidas”. Ainda há lavouras em fase final de maturação. Paralelamente, a implantação da segunda safra de arroz segue em andamento.

Conforme a Conab, “há aumento de área nesta safra, com a área prevista já ocupando mais de 98% semeada”. Atualmente, 6% das lavouras estão em fase de emergência, 71,5% em desenvolvimento vegetativo e 22,5% em floração.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita do milho silagem avança lentamente



Colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita do milho silagem atingiu 96% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15), a lentidão no avanço da colheita foi causada pelas chuvas registradas no período, que também beneficiaram as lavouras ao recuperar a turgescência foliar e aumentar a umidade nas espigas. Segundo a Emater/RS-Ascar, “essa melhoria nas condições hídricas contribuiu para a concentração de matéria seca e para a qualidade nutricional da forragem”.

A estimativa de produtividade média para a safra 2024/2025 foi revisada para 35.934 kg/ha, uma redução de 6,52% em relação à projeção inicial de 38.440 kg/ha feita no plantio. A área efetivamente plantada é de 339.555 hectares, número 6,3% inferior à safra anterior, quando foram cultivados 362.331 hectares, segundo dados do IBGE.

Apesar da redução na área e na produtividade média, o volume colhido nesta safra alcançou 12,20 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 10,4% em relação à safra 2023/2024, quando foram colhidas 11,05 milhões de toneladas. No entanto, houve redução de 11,2% em relação à estimativa inicial da safra, que previa um total de 12.201.527 toneladas.

As maiores áreas de cultivo do milho silagem estão concentradas nas regiões de Ijuí, com 55.315 hectares e produtividade de 33.571 kg/ha; Lajeado, com 54.083 hectares e produtividade de 36.960 kg/ha; e Santa Rosa, com 47.210 hectares e produtividade de 33.710 kg/ha.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Plantio direto melhora uso da pastagem no campo



Plantio direto com máquinas modernas preserva solo e melhora produção


Foto: Canva

O uso de plantadeiras adaptadas ao sistema de plantio direto tem se consolidado como estratégia para conservar a umidade do solo, reduzir perdas por erosão e manter a produtividade das lavouras. Segundo pesquisas da Embrapa, o método contribui para a sustentabilidade da atividade agropecuária ao preservar as características físicas do solo e favorecer o desenvolvimento das culturas.

A técnica tem sido adotada por produtores que buscam maior eficiência no manejo da pastagem. Um dos aspectos centrais é o uso de máquinas que depositam as sementes sem a necessidade de revolver o solo, o que reduz a compactação e ajuda a manter a cobertura vegetal, essencial para conter processos erosivos.

De acordo com depoimentos de agricultores que utilizam o sistema, a prática tem garantido maior estabilidade nas produções mesmo em períodos de estiagem, além de facilitar o manejo das áreas destinadas à pastagem. Eles destacam que, além da conservação do solo, o sistema contribui para o aumento da matéria orgânica e para a melhoria do perfil do solo ao longo do tempo.

A adoção dessa tecnologia tem sido estimulada por instituições de pesquisa, que apontam a integração entre práticas conservacionistas e equipamentos modernos como caminho para aliar produtividade e preservação ambiental.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

rendimento do feijão sobe apesar de área menor



Minas conclui colheita do feijão




Foto: Canva

A colheita do feijão da safra 2024/25 em Minas Gerais foi concluída em março, com volume inferior ao registrado na safra anterior. A informação consta no 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quinta-feira (15).

Segundo a Conab, a redução da produção está relacionada principalmente à diminuição da área plantada. O cenário foi influenciado por fatores mercadológicos, como a menor atratividade dos preços pagos pelo feijão em comparação com outras culturas de verão, como a soja e o milho, além do maior risco climático para o plantio do feijão na primeira safra.

Apesar da queda na área cultivada, o rendimento médio da cultura aumentou em relação ao ciclo anterior. De acordo com a Conab, esse avanço se deve às condições climáticas mais favoráveis durante a fase de implantação e desenvolvimento inicial das lavouras. “As lavouras evoluíram sem os atrasos causados pela estiagem e pelas ondas de calor registradas no fim de 2023”, destacou o levantamento.

Ainda conforme o relatório, o melhor desempenho vegetativo permitiu um cronograma de cultivo mais alinhado com o ideal técnico, contribuindo para a elevação da produtividade média, mesmo com a redução da área plantada.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

plantio e colheita seguem no ritmo esperado


As lavouras de morango no Rio Grande do Sul seguem em desenvolvimento dentro do esperado para o período, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (15). As temperaturas amenas registradas nas últimas semanas têm favorecido a emissão de novas flores e o crescimento das plantas, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Na região de Caxias do Sul, os produtores mantêm os tratamentos preventivos, especialmente contra doenças fúngicas. O volume de colheita está compatível com a época e os preços pagos pelo quilo variam de R$ 20,00 a R$ 35,00 na venda direta ao consumidor, e entre R$ 18,00 e R$ 30,00 em mercados, intermediários e centrais de abastecimento.

Em Lajeado, no município de Feliz, o setor passa por entressafra. Alguns produtores que cultivam em bancadas ainda mantêm produção ativa, enquanto outros iniciaram o plantio com mudas importadas da Espanha. Os que utilizam cultivo em solo aguardam a chegada das mudas para começar a implantação até meados de junho. Os preços praticados estão entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo.

Na região de Pelotas, a cultura está em fase de desenvolvimento vegetativo, com boa floração. As condições climáticas recentes também contribuíram para a execução de manejos como reposição de mudas e troca de substratos em áreas protegidas. As colheitas, concentradas em frutos de menor calibre, têm destino principalmente nas feiras livres, com preços variando de R$ 20,00 a R$ 25,00 em Pelotas, e de R$ 25,00 a R$ 40,00 em Rio Grande.

Em Santa Rosa, a reimplantação das mudas das variedades de dias neutros, como Albion e San Andreas, segue em andamento. Os produtores monitoram o estado sanitário das mudas e realizam o controle de ácaros e doenças como a antracnose. A combinação de temperaturas mais baixas com dias ensolarados tem estimulado a retomada da floração.

Já na região de Santa Maria, no município de São Vicente do Sul, os produtores estão em fase de plantio. As mudas utilizadas, em sua maioria, são importadas do Chile.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná inicia safra de aveia com baixa umidade no solo



O plantio da aveia atingiu 12,7% da área prevista de 94,5 mil hectares




Foto: Canva

O plantio da aveia no Paraná atingiu 12,7% da área prevista de 94,5 mil hectares, segundo dados do 8º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (15) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As lavouras já implantadas estão nas fases de germinação e desenvolvimento vegetativo, com condições consideradas adequadas.

De acordo com a Conab, as chuvas no estado se mantiveram irregulares em distribuição espacial e temporal. No entanto, a redução das temperaturas e da evapotranspiração trouxe certo alívio para o cultivo. Mesmo com essa melhora, os níveis de umidade do solo seguem baixos.

“A cultura ainda está no início do ciclo e, por isso, o reflexo da sua importância para o cenário de plantios de inverno só será mais claro a partir do próximo mês”, informou a Conab. A expectativa é que, com o avanço do plantio, seja possível reavaliar a área efetivamente ocupada nesta safra.

A aveia não possui tradição de vendas antecipadas no estado. A definição mais precisa sobre o potencial produtivo da cultura dependerá da continuidade das condições climáticas e do ritmo da semeadura nas próximas semanas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Oferta de milho segue diminuindo: Veja onde


No mercado de milho do Rio Grande do Sul, a oferta segue diminuindo, vendas apenas em caso de extrema necessidade, segundo informações da TF Agroeconômica. “As negociações seguem lentas, com compradores tentando alinhar os preços à paridade de exportação, mas enfrentando forte resistência dos produtores. As cotações para milho com entrega em maio no interior do estado variam entre R$ 66,00 e R$ 70,00 por saca, com referências regionais em R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, e R$ 69,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Segue o preço de R$ 62,00 por saca em Panambi”, comenta.

Mercado de milho travado em SC à espera de maior oferta com avanço da colheita. “No Planalto Norte, os vendedores pedem R$ 82,00 por saca, enquanto os compradores não oferecem mais que R$ 79,00. No porto, seguem os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais continuam pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado segue lento no Paraná, mas a expectativa é de recuperação com aumento da oferta. “A fraca demanda e o baixo volume de negócios seguem pressionando as cotações em diversas regiões. No Centro Oriental Paranaense, a cotação recuou para R$ 67,54, enquanto no Oeste Paranaense o preço ficou em R$ 66,78. Em Curitiba e região metropolitana, o milho subiu levemente para R$ 68,93, e no Norte Central Paranaense a cotação caiu para R$ 66,74. Nos Campos Gerais, o milho disponível para entrega imediata segue cotado em R$ 76,00 FOB, embora haja vendedores tentando negociar até R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento no fim do mês, as negociações ocorrem na faixa de R$ 73,00 CIF, voltadas para a indústria”, indica.

Mato Grosso do Sul segue com mercado travado e preços em queda. “O mercado spot de milho no Mato Grosso do Sul continua em ritmo lento, refletindo uma oferta ainda limitada e a cautela dos compradores diante da aproximação da colheita da segunda safra. Em diversas regiões do estado, os preços recuaram, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ministro afirma que consumo de frango e ovos segue seguro


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, afirmou nesta quinta-feira (15) que o sistema sanitário brasileiro é um dos mais eficientes do mundo, após o primeiro caso de gripe aviária de alta patogenicidade (IAAP) em aves comerciais ser confirmado no país. A detecção ocorreu em um matrizeiro no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul.

“O Brasil foi o último dos grandes produtores mundiais de carne de frango a registrar contaminação em granjas comerciais. Isso mostra a eficiência do nosso sistema de defesa sanitária”, declarou Fávaro. Segundo o ministro, o país conseguiu manter o vírus fora das granjas comerciais por quase duas décadas, mesmo com a circulação global do patógeno desde 2006.

Confirmado primeiro caso de gripe aviária no Brasil

O caso levou o Ministério da Agricultura a decretar estado de emergência zoossanitária por 60 dias. Todas as aves da granja afetada foram eliminadas, e o local está passando por processos rigorosos de higienização. “Já foi feito o total extermínio e o bloqueio. Isso é essencial para que possamos rapidamente conter o foco e recuperar o status sanitário”, destacou.

Exportações e impacto comercial

O ministro ressaltou que, devido à estratégia de negociação adotada nos últimos anos, a maioria dos países importadores não deve suspender as compras de carne de frango brasileira em sua totalidade. “Negociamos protocolos com Japão, Arábia Saudita e Emirados Árabes. Nesses casos, a restrição será apenas para o Estado do Rio Grande do Sul, e, posteriormente, ao município de Montenegro”, explicou.

No entanto, a China, que ainda adota protocolos mais rígidos, suspenderá temporariamente as importações de carne de frango de todo o Brasil por 60 dias. Fávaro reconheceu o impacto da decisão: “A China é um dos nossos principais compradores, mas seguimos trabalhando com transparência para que o comércio seja retomado o quanto antes.”

Segundo o ministro, produtos exportados antes da detecção do foco não devem sofrer restrições. “O foco foi confirmado ontem à noite. Tudo que foi produzido antes não tem relação com o vírus e segue seguro para o consumo.”

Consumo interno seguro

Fávaro também enfatizou que não há risco à saúde humana no consumo de carne de frango ou ovos. “A população pode continuar consumindo normalmente. O risco de contaminação é apenas para quem manuseia diretamente animais infectados”, disse.

Por fim, o ministro garantiu que o governo segue monitorando a cadeia produtiva, rastreando a distribuição da granja afetada e mantendo vigilância ativa para evitar novos focos. “Vamos superar mais esse desafio com responsabilidade e eficiência, como sempre fizemos”, concluiu.





Source link