sexta-feira, março 27, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

mercado interno se apoia na exportação



Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de carne bovina exerceram papel relevante na sustentação dos preços da arroba do boi gordo durante o mês de maio, conforme aponta a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2).

Segundo o levantamento, o Brasil embarcou 173,80 mil toneladas de carne bovina até a quarta semana de maio. A média diária de exportações foi de 10,86 mil toneladas, o que representa um avanço de 7,62% em relação ao mesmo período de 2024.

A receita também apresentou crescimento. De acordo com o Imea, o preço médio por tonelada exportada atingiu US$ 5.177,67, uma alta de 14,98% em relação ao valor observado um ano antes. Com isso, o montante financeiro gerado pelas exportações chegou a US$ 899,90 milhões no mês, com média diária de US$ 56,24 milhões — incremento de 23,75% no comparativo anual.

“O aumento nas exportações foi fundamental para equilibrar o mercado diante da alta oferta de carne bovina, típica do mês de maio”, avaliou o Imea. A análise aponta ainda que, mesmo com o volume elevado de carne disponível internamente, o crescimento da demanda externa e a valorização da tonelada exportada impediram recuos mais acentuados nos preços do boi gordo.

A tendência, segundo o Instituto, é de que os preços no mercado interno continuem sustentados nos próximos meses, diante do cenário favorável nas exportações.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Copercampos assume protagonismo na agricultura e torna-se pioneira no uso de tecnologia regenerativa no Brasil


Uma nova era na agricultura: mais produtividade, mais saúde para o solo e sustentabilidade de verdade

A Copercampos acaba de dar um passo histórico e se torna a primeira cooperativa no Brasil a adotar a Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), uma inovação que está transformando a forma de produzir alimentos de maneira sustentável, rentável e regenerativa.

Desenvolvida por Altamiro Alvernaz, a TCP é baseada na fermentação de ingredientes naturais, gerando um ecossistema vivo de microrganismos benéficos. Esses aliados invisíveis ao olho humano trabalham diretamente no solo, restaurando sua vitalidade, promovendo o equilíbrio biológico e, como consequência, aumentando a produtividade das lavouras de forma consistente e comprovada.

Testada na safra 2024/2025 pelos associados da cooperativa e na Fazenda Experimental da Copercampos, a tecnologia surpreendeu com resultados sólidos, apresentados em um encontro realizado no dia 15 de maio entre a equipe técnica da cooperativa e representantes da Global Biotecnologia.

“Com a adoção desta biotecnologia, nossos associados reforçam seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade na produção de alimentos”, destacou Fabrício Jardim Hennigen, gerente de assistência técnica da Copercampos.

A TCP não é apenas uma promessa, mas uma realidade validada em campo e reconhecida nacionalmente e internacionalmente. A tecnologia recebeu o prêmio da revista norte-americana Life Science Review, sendo apontada como uma das maiores inovações biotecnológicas da América Latina. E a Fundação Getúlio Vargas a reconheceu como uma evolução para o agro brasileiro.

Mas, afinal, como funciona a TCP?

Segundo Altamiro Alvernaz, pesquisador e desenvolvedor da biotecnologia, a TCP oferece ao solo as ferramentas que ele perdeu ao longo das décadas de manejo convencional.

“Com a TCP, o próprio solo volta a fazer suas interações naturais, aquelas que deveriam ocorrer, mas foram perdidas com o tempo. A consequência é simples e poderosa: solos mais vivos, plantas mais fortes, produtividades mais altas e sistemas agrícolas mais resilientes ao estresse hídrico e às doenças,” explica Altamiro.

A aplicação da TCP em culturas como soja, milho, trigo e pasto mostrou que, assim como os fertilizantes, ela se torna essencial para o pleno desenvolvimento da lavoura.

“A maioria dos nutrientes já está no solo: fósforo, silício, potássio, manganês, magnésio, cálcio, boro… O problema não é a falta, mas sim a indisponibilidade. É o microbioma do solo que faz essa ponte entre o que existe e o que a planta precisa. Quando devolvemos a vida ao solo, ele passa a oferecer tudo o que a planta necessita para crescer mais forte, saudável e produtiva,” complementa o pesquisador.

Sustentabilidade que gera lucro e segurança produtiva

O uso da TCP vai além da produção. Ela representa uma nova mentalidade, alinhada com os princípios da agricultura regenerativa, que alia alta produtividade à preservação dos recursos naturais, fortalecendo os produtores frente às mudanças climáticas e aos desafios dos sistemas agrícolas modernos.

A Copercampos demonstra sua vocação em ser protagonista na adoção de tecnologias inovadoras, que não apenas aumentam a rentabilidade dos seus cooperados, mas também contribuem para a construção de uma agricultura mais equilibrada, sustentável e resiliente.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Entregas de fertilizantes crescem 9%


As entregas de fertilizantes no Brasil somaram 9,44 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2025, representando um crescimento de 9,1% frente às 8,65 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2024. Os dados são da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA). Segundo a entidade, o desempenho reflete a expectativa de uma colheita recorde no país, além das boas condições logísticas e do esforço do setor em garantir o fornecimento no prazo aos produtores.

Somente em março, foram entregues 2,36 milhões de toneladas, alta de 13,6% na comparação com as 2,08 milhões do mesmo mês de 2024. O Mato Grosso segue como líder nas entregas, concentrando 24,9% do volume mensal, com 2,35 milhões de toneladas. Na sequência aparecem Paraná (1,34 milhão), Goiás (1,06 milhão), Minas Gerais (978 mil) e São Paulo (967 mil toneladas).

No quesito produção nacional, o volume de fertilizantes intermediários chegou a 535 mil toneladas em março, uma queda de 6,1% em relação às 570 mil toneladas do mesmo mês de 2024. Entretanto, no acumulado do trimestre, a produção nacional somou 1,68 milhão de toneladas, crescimento de 10,1% frente às 1,53 milhão do mesmo período do ano passado.

As importações também registraram forte avanço. Foram 2,49 milhões de toneladas de fertilizantes intermediários importados em março, alta de 24,3%. No acumulado dos três primeiros meses, o total chegou a 8,49 milhões de toneladas, um incremento de 13,9% sobre as 7,45 milhões de 2024. O Porto de Paranaguá manteve a liderança nas operações, movimentando 2,45 milhões de toneladas no trimestre, alta de 3,6% e participação de 28,9% no total nacional.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preço do caroço de algodão recua no Mato Grosso



A desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores




Foto: Unsplash

O preço do caroço de algodão disponível em Mato Grosso apresentou leve recuo na última semana, segundo análise do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (2). A cotação média no estado foi de R$ 1.659,60 por tonelada, queda de 0,45% em relação à semana anterior.

De acordo com o Imea, a desvalorização reflete o comportamento dos cotonicultores, que têm buscado negociar os estoques remanescentes da safra 2023/24 antes do início da colheita da temporada 2024/25. “O movimento do mercado está sendo influenciado pela tentativa dos produtores de escoar o produto armazenado, o que gera uma pressão sobre os preços”, avaliou o instituto.

O levantamento também apontou diferenças regionais nas cotações. Em Sapezal, o preço médio ficou em R$ 1.680,00 por tonelada, com queda de 1,47% na comparação semanal. Já em Campo Verde, o coproduto foi comercializado a R$ 1.751,31 por tonelada. Nessa região, a oferta ainda restrita tem sustentado os preços em patamar mais elevado.

Com a proximidade da colheita da nova safra, a expectativa do setor é de maior pressão sobre os valores praticados no mercado. “A entrada da produção da safra 2024/25 deve aumentar a disponibilidade e impactar as cotações nas próximas semanas”, informou o Imea.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

milho e soja superam ritmo de 2024



Iowa lidera com milho de boa qualidade




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta terça-feira (3) que o plantio das safras de milho e soja segue em ritmo ligeiramente superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Os dados constam no boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, com informações atualizadas até 1º de junho.

Segundo o USDA, 93% da área prevista para o milho já foi plantada, percentual três pontos acima do registrado no mesmo período de 2024, mas em linha com a média dos últimos cinco anos. Além disso, 78% das lavouras já haviam emergido, avanço de seis pontos percentuais em relação ao ano anterior.

Quanto à qualidade das lavouras, 69% do milho plantado foi classificado como em condições de boas a excelentes. Em Iowa, principal estado produtor da cultura, esse percentual chegou a 84%.

No caso da soja, 84% da área total estimada foi plantada até 1º de junho. O índice representa avanço de sete pontos percentuais frente ao ano passado e quatro pontos acima da média quinquenal. Em Minnesota, 97% da área destinada à cultura já estava semeada até o início do mês.

O boletim também destacou que 63% das lavouras de soja haviam emergido no país até a data de referência. A qualidade da safra foi considerada boa a excelente em 67% dos casos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil consolida acesso ao mercado chileno


No dia 28 de maio, a Embaixada do Brasil em Santiago promoveu um evento estratégico voltado à promoção do abacate hass brasileiro no Chile, reunindo importadores, operadores logísticos e autoridades chilenas com o objetivo de ampliar o comércio bilateral e destacar o potencial do produto nacional.

Organizada em parceria com a Abrafrutas, por meio do projeto setorial “Frutas do Brasil”, e com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), a ação contou com a presença de 72 convidados, entre representantes do setor agroexportador, do Ministério da Agricultura do Chile (SAG), imprensa e sociedade civil. A iniciativa também teve o apoio do Setor de Promoção Comercial e do adido agrícola brasileiro no país, Rodrigo Padovani.

Durante o encontro, o embaixador do Brasil, Paulo Roberto Soares Pacheco, destacou o grande potencial de expansão do comércio bilateral, lembrando que o Brasil é o 3º maior produtor mundial de frutas.

Embora as exportações brasileiras de frutas para o Chile tenham sido modestas, com pouco mais de US$ 12 milhões em 2024, o evento demonstrou o grande potencial de crescimento do setor, impulsionado pela crescente demanda por frutas tropicais. Esse aumento na demanda é, em parte, devido à presença de comunidades colombianas e venezuelanas no Chile.

O gerente da Abrafrutas, Jorge Souza, apresentou dados que mostram que, embora o Brasil seja um dos maiores produtores de frutas do mundo, exporta apenas 2,3% de sua produção. Em 2024, o Brasil conquistou quatro novos mercados para o abacate, incluindo o Chile, Costa Rica, Japão e Índia.

O produto brasileiro foi elogiado por sua qualidade, sabor e textura, além da vantagem de estar disponível justamente durante a entressafra chilena, de fevereiro a setembro. A logística eficiente e a rastreabilidade também reforçam a competitividade do abacate brasileiro, que já chega a mais de dez destinos internacionais.

Além de promover o abacate, o evento despertou interesse chileno por outras frutas brasileiras, como manga, goiaba, abacaxi e mamão papaia, ampliando as possibilidades de diversificação da pauta exportadora.

A expectativa, após o encontro, é de que ações fitossanitárias e comerciais sejam coordenadas para aproveitar ao máximo as oportunidades comerciais identificadas. O Brasil está cada vez mais preparado para consolidar sua posição como fornecedor confiável e competitivo de frutas tropicais de alta qualidade, não só no Chile, mas em outros mercados internacionais.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

USDA indica melhora na qualidade do trigo de inverno nos EUA



Kansas tem 51% do trigo em bom estado




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (3) o Weekly Weather and Crop Bulletin com dados atualizados sobre o trigo de inverno no país. Até 1º de junho, 83% da safra estava semeada, número um ponto percentual superior ao do mesmo período de 2024 e quatro pontos acima da média dos últimos cinco anos.

A colheita alcançou 3% da área plantada, o que representa um atraso de dois pontos percentuais em relação ao ano passado, embora esteja em linha com a média quinquenal. Segundo o USDA, “52% da safra de trigo de inverno de 2025 foi relatada em condições boas a excelentes”, resultado dois pontos acima da semana anterior e três pontos acima do mesmo período do ano passado.

No Kansas, maior produtor de trigo de inverno dos Estados Unidos, 51% das lavouras foram classificadas em boas a excelentes condições, conforme o levantamento divulgado nesta semana.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Custo da alimentação pressiona confinadores em Mato Grosso



Farelo de soja cai, mas DDG e caroço disparam




Foto: Sheila Flores

Com a aproximação do período seco em Mato Grosso, produtores de bovinos em regime de confinamento iniciam o planejamento da aquisição de insumos, diante da pressão nos custos de alimentação. Segundo análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) na segunda-feira (2), o DDG (Dried Distillers Grains ou Grãos Secos de Destilaria com 32% de proteína bruta) foi cotado, em média, a R$ 1.127,08 por tonelada na parcial de maio, alta de 43,12% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

“O DDG se destaca como alternativa competitiva frente a outras fontes proteicas”, informou o instituto. No entanto, o relatório aponta que, mesmo com essa vantagem relativa, o custo da diária no confinamento deve aumentar, refletindo os reajustes nos insumos.

O farelo de soja (46% de proteína bruta) registrou queda de 8,86% no comparativo anual, sendo cotado a R$ 1.674,17 por tonelada. Já o caroço de algodão (26% de proteína bruta) apresentou valorização de 140,14%, alcançando R$ 1.603,68 por tonelada na parcial do mês.

O Imea ressalta que o cenário reforça a necessidade de planejamento estratégico por parte dos confinadores para mitigar os efeitos da alta nos custos alimentares.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtor do PRONAMP pode prorrogar dívidas



A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor



A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor
A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor – Foto: Divulgação

Uma nova medida do Conselho Monetário Nacional (CMN) traz alívio aos médios produtores rurais brasileiros. A Resolução nº 5.220, publicada em 29 de maio de 2025, permite a prorrogação de operações de crédito rural de custeio do PRONAMP. Segundo o advogado Fábio Lamonica Pereira, especialista em direito bancário e do agronegócio, a regra atende produtores que enfrentam dificuldades temporárias, especialmente por eventos climáticos como secas, enchentes e geadas.

A resolução permite a prorrogação de até 100% do saldo devedor, com prazo de até 36 meses, mantendo as mesmas taxas de juros e garantias contratadas. Para acessar o benefício, é necessário que a operação não esteja vencida e que o produtor comprove perda temporária da capacidade de pagamento, além de demonstrar viabilidade econômica para quitar o débito futuramente. Um laudo técnico, além de decretos de emergência — como o vigente no Paraná (Decreto nº 10.047/2025, por estiagem) — podem ser utilizados para embasar o pedido.

Se a dívida já estiver vencida, ainda é possível buscar renegociação, mas por meio de recursos livres da instituição financeira. Nesse caso, é fundamental observar que os encargos não podem ultrapassar 12% ao ano, conforme entendimento consolidado do judiciário. Atenção também para exigências de novas garantias, como hipoteca extrajudicial ou alienação fiduciária de imóveis.

Embora a resolução trate a prorrogação como uma faculdade dos bancos, a Justiça brasileira entende que, quando cumpridos os requisitos legais, ela se torna um direito do produtor rural. Portanto, a orientação é que o produtor formalize o pedido junto ao credor, com toda a documentação exigida, antes do vencimento da operação. Caso haja recusa, é possível buscar a via judicial, que historicamente tem se posicionado em favor do produtor.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná deve receber planta de combustível sustentável para aviação



Norte-americana Satarem deve investir cerca de R$ 2,3 bilhões na unidade


Foto: Pixabay

O vice-governador do Paraná, Darci Piana, recebeu na terça-feira (3) representantes da Satarem America Inc., empresa norte-americana de engenharia industrial especializada em soluções para os setores de cimento, energia e sustentabilidade. No encontro, foi apresentado o projeto da companhia de construir uma fábrica de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês) na cidade de Maringá, em um investimento na casa dos US$ 425 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões). Inicialmente, o local vai usar como matéria-prima o etanol. A companhia deve trazer 800 empregos diretos e outros 2 mil a 3 mil indiretos ao Paraná.

O combustível de aviação é um produto que tende a crescer na medida em que as companhias aéreas têm obrigação mundial de chegar em 2050 zerando as emissões de gases de efeito estufa. Essa obrigação faz parte do conceito Net Zero, definido no Acordo de Paris, que visa zerar a emissão de gases de efeito estufa até meados deste século. De acordo com a apresentação da Satarem, as empresas aéreas vão precisar usar 71% de SAF em seus aviões para alcançarem a meta internacional. Segundo o CEO da Satarem America Inc., Jerome Friler, já foram realizados parte dos estudos técnicos e o objetivo agora é finalizar a compra do terreno, que fica na divisa entre Maringá e Sarandi. O processo de financiamento e emissão da documentação necessária deve seguir até meados de 2026. A partir daí, a construção da fábrica será imediata. Pela programação da empresa, o primeiro litro de SAF deve ser produzido em dezembro de 2028.

“Esse projeto é muito importante para nós. É o maior investimento feito pela nossa companhia, nesse momento, na América Latina. Maringá é um ótimo lugar para a produção da SAF, por causa da disponibilidade de etanol, estrutura e um bom acesso a meios de exportação, por rodovia e ferrovia até o porto de Paranaguá”, afirmou Friler. O norte-americano fez questão de ressaltar que toda planta da empresa tem 50% de homens e 50% de mulheres, e que 30% são jovens. Boa parte do que for produzido nesse primeiro momento será destinado à exportação, mas a intenção da Satarem é que uma parcela seja utilizada pela aviação local. Uma segunda planta está nos planos, ampliando a capacidade de produção e, consequentemente, também o consumo de matérias-primas da região, como biogás oriundo da atividade pecuária, por exemplo.





Source link