sábado, março 21, 2026

Política & Agro

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esmagamento de soja bate recorde em julho



Demanda por óleo eleva esmagamento de soja




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (12), o esmagamento de soja em Mato Grosso atingiu 1,18 milhão de toneladas em julho de 2025, estabelecendo novo recorde para o mês. O volume representa alta de 3,61% em relação a junho e de 12,70% frente ao mesmo período de 2024.

O Imea informou que o aumento está relacionado à maior demanda por óleo de soja no estado e à retomada das indústrias esmagadoras após pausas programadas para manutenção no mês anterior. No acumulado do ano, entre janeiro e julho, o processamento alcançou 7,90 milhões de toneladas, avanço de 3,77% em relação ao mesmo período do ano passado.

A projeção do instituto indica que, em 2025, o total de soja processada em Mato Grosso deve chegar a 12,99 milhões de toneladas. “Caso se confirme, será um novo recorde para o processamento no estado”, destacou o Imea.

Apesar do volume recorde, a margem bruta de esmagamento apresentou queda de 14,93% frente ao mês anterior, encerrando julho com média mensal de R$ 433,78 por tonelada. Segundo o Imea, a retração foi influenciada pela redução nas cotações do farelo de soja e pelo aumento no preço da soja em Mato Grosso.





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Negócios caem, mas Indicadores continuam firmes



Pesquisadores explicam que a postura foi de preços firmes


Foto: Divulgação

Levantamento do Cepea mostra que apenas pequenos volumes de etanol hidratado foram negociados no mercado spot paulista na primeira semana de agosto. Segundo o Centro de Pesquisas, esse cenário se deve à demanda enfraquecida por parte das distribuidoras do estado. Do lado vendedor, pesquisadores explicam que a postura foi de preços firmes – esses agentes seguem atentos ao desempenho das produções de etanol e de açúcar na temporada atual.

Entre 4 e 8 de agosto, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado para o estado de São Paulo fechou em R$ 2,6296/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), alta de 0,22% frente à do período anterior. Para o anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ foi de R$ 3,0580/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), elevação de 1,95% no mesmo comparativo





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Exportações de milho crescem em julho, mas recuam frente a 2024



USDA prevê safra recorde nos EUA




Foto: Canva

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (12), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), Mato Grosso exportou 1,18 milhão de toneladas de milho em julho de 2025, alta de 625,83% em relação a junho. O crescimento é significativo ao avanço da colheita no estado, movimento considerado sazonal para este período do ano.

Na comparação com julho de 2024, entretanto, houve queda de 59,02% nos embarques. O Imea apontou que o retorno é resultado do atraso na colheita deste ano em relação aos anteriores e do prolongamento do escoamento da soja, o que aumentou a concorrência pelo uso dos terminais portuários.

Para os próximos meses, a expectativa é de aceleração nos embarques, com a colheita entrando na reta final e a necessidade de liberar espaço nos armazéns. Contudo, o instituto alertou para a colheita de milho nos Estados Unidos. “O USDA projeta produção recorde para o país na próxima temporada, o que deverá competir com a oferta brasileira no segundo semestre de 2025”, destacou.





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Canola mantém potencial produtivo apesar de impactos climáticos


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (7), a cultura da canola apresenta desenvolvimento vegetativo e estruturação adequada adequadamente, mesmo em áreas com baixa densidade de plantas, resultado do excesso de chuvas no pós-plantio e na emergência. Segundo o levantamento, esses cultivos foram registrados como transferências compensatórias de ramos secundários, características fisiológicas que contribuem para a preservação do potencial produtivo inicial.

O avanço das áreas em segurança e a presença de polinizadores, como abelhas, favorecem a formação de síliquas. “A integração entre práticas agrícolas e apícolas é fundamental para a produtividade”, destacou a publicação.

Na Região Noroeste, as ocorrências da primeira semana de julho, que coincidiram com o florescimento de parte das atividades, somadas ao excesso de chuvas, podem ter causado pequena redução no potencial produtivo em relação à estimativa inicial. Ainda assim, a sanidade das plantas é considerada adequada, sem registros relevantes de práticas ou doenças. A estimativa para esta safra é de 203.206 hectares cultivados, com produtividade média projetada em 1.737 kg/ha.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 5% das atividades estão em fase vegetativa, 80% em recuperação e 15% em formação de síliquas, o que indica avanço uniforme do ciclo na maior parte das áreas.

Em Ijuí, cerca de 50% das atividades avançam para o estádio reprodutivo, quando ocorrem alongamentos da pressa principal, separação das gemas floríferas e início da expansão dos pedúnculos florais. O estado fitossanitário é descrito como muito bom, sem consultas de sentenças ou doenças.

Na região de Santa Rosa, 42% dos cultivos estão em desenvolvimento vegetativo, 47% em florescimento, 10% em enchimento de grãos e 1% em maturação. As noites provocaram o aborto floral, redução no número de síliquas e possível queda no teor de óleo das sementes. Apesar dos impactos, os trabalhos ainda em fase vegetativa mantêm bom potencial produtivo, sobretudo com o uso de cultivares tardios e manejo adequado.

Em Soledade, 70% das atividades estão em florescimento, 25% em fase vegetativa e 5% em formação de síliquas. As atividades de campo concentram-se no monitoramento fitossanitário e na aplicação preventiva de fungicidas para preservar a sanidade dos cultivos.





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Brasil exporta volume recorde de algodão



Mato Grosso lidera exportações do produto




Foto: India Water Portal

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (12), o ciclo de exportações de algodão da safra 2023/24 encerrou-se em julho com volume recorde de 2,83 milhões de toneladas embarcadas pelo Brasil.

Mato Grosso, maior produtor nacional, respondeu por 1,83 milhão de toneladas, alta de 7,62% em relação ao ciclo anterior. “Este é o maior resultado da série histórica”, informou o Imea. Entre os principais destinos, destacaram-se o Vietnã, com 375,93 mil toneladas, o Paquistão, com 294,31 mil toneladas, e Bangladesh, com 279,92 mil toneladas.

O levantamento apontou ainda redução de 66,94% nas compras da China, que caíram de 757,79 mil toneladas no ciclo anterior para 250,54 mil toneladas no atual. Segundo o Imea, o recuo está relacionado ao maior equilíbrio nos estoques internos do país asiático e à boa safra local, diminuindo a necessidade de importações.

Para o ciclo que começa em agosto, a projeção do instituto é que Mato Grosso mantenha o ritmo elevado, com expectativa de exportar 2,05 milhões de toneladas.





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Mato Grosso exporta volume recorde de carne bovina



China impulsiona alta nas exportações de carne bovina




Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (12), as exportações de carne bovina de Mato Grosso atingiram 89,49 mil toneladas em equivalente carcaça (TEC) em julho de 2025. O volume representa aumento de 31,44% em relação ao mês anterior e estabelece o maior patamar já registrado pelo estado.

O instituto destacou que, além da elevação no volume embarcado, o preço médio da carne exportada subiu para US$ 4.340,03 por tonelada. “Esse cenário resultou em um faturamento de US$ 388,40 milhões em julho”, informou o Imea.

A maior demanda chinesa foi apontada como o principal fator para o avanço das exportações, com alta de 31,98% no volume destinado ao país no comparativo mensal. De acordo com o Imea, caso se mantenha o ritmo de compras no segundo semestre pelos principais importadores, em especial pela China, Mato Grosso poderá alcançar um novo recorde anual de volume exportado.





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Baixa oferta eleva preço do leite no Mato Grosso



Preço do leite sobe 14,25% no semestre




Foto: Divulgação

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (12), o produtor de leite de Mato Grosso recebeu, no primeiro semestre de 2025, em média, R$ 2,31 por litro. O valor representa alta de 14,25% em relação ao mesmo período de 2024 e é o maior já registrado para um primeiro semestre desde o início da série histórica, em 2015.

O instituto apontou que a elevação foi influenciada pela menor oferta de leite no estado e pelo aumento dos custos de produção. “No mesmo período, o Índice de Captação de Leite (ICAP-L) em Mato Grosso foi de 51,28%, queda de 3,47 pontos percentuais, atingindo a menor média desde 2015”, informou o Imea.

Ainda segundo o levantamento, o Diferencial de Base (DB) entre o preço do leite em Mato Grosso e a “Média Brasil”, calculada pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), ficou em -14,64%, equivalente a -R$ 0,40 por litro. Trata-se da menor diferença desde o primeiro semestre de 2016.

Para os próximos meses, a expectativa do Imea é de que a redução das chuvas, com o pico do período de seca no estado, impacte ainda mais a captação de leite na região.





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Produtores reorganizam rebanhos para pastagens


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (7), a pecuária de corte no Rio Grande do Sul atravessa um período de gestação em todas as regiões, com parições previstas para os próximos meses. A condição corporal dos animais variou conforme o manejo. Em algumas propriedades, o uso de forrageiras cultivadas e suplementação manteve o escore adequado, mas, em áreas dependentes apenas de campo nativo ou com lotação elevada, houve perdas acentuadas de peso e risco de morte.

Na região administrativa de Bagé, aumentou o uso de sal proteinado para suplementação alimentar, medida necessária diante da dificuldade dos animais em manter peso e escore corporal. Em Caxias do Sul, a situação foi considerada crítica em propriedades com rebanho mantido exclusivamente em campos nativos, onde houve registros de morte por desnutrição. A Emater/RS-Ascar informou que “em grande parte das propriedades, reprodutores e matrizes prenhes receberam alimentação de melhor qualidade em comparação às demais categorias”.

Em Frederico Westphalen, houve incidência significativa de carrapato. Ainda assim, os animais mantiveram peso com o uso de suplementação. Em Passo Fundo, o estado nutricional e sanitário foi considerado apropriado, e a oferta de animais no mercado aumentou com a readequação da lotação das pastagens. Em Pelotas, o rebanho apresentou escore corporal adequado, e a vacinação contra clostridioses foi reforçada. A oferta de animais prontos para abate permaneceu restrita.

Na região de Porto Alegre, animais em campo nativo tiveram condição corporal comprometida, enquanto aqueles em campos diferidos e suplementados com sal proteinado mantiveram o escore. Em Santa Maria, o clima e a alimentação favoreceram o desenvolvimento do rebanho.

Em Santa Rosa, houve ganho de peso e reorganização dos rebanhos para reduzir a pressão sobre as pastagens. Produtores buscaram crédito para aquisição de animais de engorda ou reposição. A demanda por gado de invernar permaneceu abaixo do esperado. Para o gado gordo, o aumento da oferta oriunda de pastagens cultivadas provocou queda nos preços. Em Santo Antônio das Missões, pecuaristas familiares se reuniram para discutir alternativas de manutenção alimentar do rebanho após os impactos das geadas. Em Soledade, categorias de boi gordo e vaca gorda tiveram prioridade nas melhores pastagens, e o período de parições continuou, com terneiros apresentando bom peso ao nascer.





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Santa Catarina investe R$ 51,4 milhões no meio rural em julho



Fundo rural beneficia 9,9 mil produtores




Foto: Divulgação


A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) repassou R$ 51,4 milhões em julho por meio do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR). Segundo o órgão, o montante foi destinado diretamente aos produtores rurais, com o objetivo de incentivar investimentos nas propriedades e contribuir para a permanência das famílias no campo.

De janeiro a julho, o total aplicado pelo FDR atingiu R$ 101,8 milhões, beneficiando 9.951 produtores em todas as regiões do estado. Conforme a Sape, os recursos foram destinados ao financiamento e à subvenção de juros em programas como Pronampe Agro SC, Pronampe Agro SC Emergencial, Água no Campo SC, Financia Agro-SC, Jovens e Mulheres em Ação, Reconstrói SC, Leite Bom SC e Safra Garantida, operacionalizados pela Epagri em parceria com a secretaria.

O investimento foi direcionado a melhorias estruturais nas propriedades, incluindo a construção de cisternas, instalação de sistemas de energia fotovoltaica, aquisição de máquinas e equipamentos, implantação de estações de tratamento de água, compra de computadores e notebooks, além de matrizes e reprodutores bovinos, ovinos e caprinos.





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