quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Preço do boi gordo segue estável em São Paulo



Boi China tem queda de R$3,00 no Sul de Goiás




Foto: Divulgação

A análise “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou estabilidade nos preços do boi gordo nas praças paulistas nos últimos dias. A oferta de bovinos aumentou e a comercialização de carne no mercado interno demonstrou sinais de desaceleração. Segundo a consultoria, parte dos compradores está fora das compras e pretende aguardar o desempenho das vendas do fim de semana para retomar as negociações.

Apesar do cenário de pressão, os valores não sofreram alterações para todas as categorias. As escalas de abate nas indústrias frigoríficas paulistas seguem atendendo, em média, a nove dias.

No Acre, também não houve variação nas cotações. As escalas estão mais dilatadas, alcançando cerca de 30 dias.

No Sul de Goiás, compradores mantêm escalas confortáveis e parte deles se afastou da aquisição de machos. Com a redução na venda de carnes e a oferta suficiente para atender à demanda atual, os preços sofreram queda: R$ 3,00 por arroba para o “boi China” e R$ 2,00 para as demais categorias. As escalas de abate na região atendem a uma média de sete dias.

No Sul do Tocantins, os preços permaneceram inalterados em comparação ao dia anterior, segundo o levantamento da Scot Consultoria.





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excesso de chuva atrasa colheita da safrinha


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) informou, em análise divulgada nesta quinta-feira (26), que os preços do milho seguem estabilizados no Brasil. A média gaúcha está em R$ 63,41 por saca, enquanto as principais praças locais operam em torno de R$ 61,00. Em outras regiões do país, os valores recuaram, variando entre R$ 40,00 e R$ 64,00, com algumas localidades do Centro-Oeste registrando cotações abaixo de R$ 40,00 por saca.

No cenário de colheita, o avanço da safrinha 2025 segue comprometido pelo excesso de umidade. Segundo a AgRural, até 26 de junho, 13% da área havia sido colhida no Centro-Sul, abaixo dos 34% observados no mesmo período do ano anterior. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que, até o dia 21, a colheita atingia 10,3% do total nacional, ante 17,5% na média das últimas cinco safras. Os maiores avanços foram registrados no Mato Grosso (27,6%), Tocantins (14,6%), Maranhão (11,4%) e Paraná (8,8%).

No Mato Grosso, dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indicam que a colheita chegou a 14,1% no início desta semana, bem abaixo dos 37,6% registrados no mesmo período de 2024. A média histórica é de 26,8%.

No Tocantins, o trabalho de campo teve início com boa produtividade. Até 13 de junho, cerca de 2,1% da área havia sido colhida. O estado plantou 440 mil hectares na segunda safra, 7% acima do ciclo anterior, e estima-se uma produção de 2,4 milhões de toneladas, com produtividade média de 90,3 sacas por hectare.

Enquanto a Conab projeta uma produção total de segunda safra em torno de 101 milhões de toneladas, a consultoria Agroconsult estima um volume superior, de até 123,3 milhões. Se esse número se confirmar, a produção total de milho no Brasil em 2025 poderá chegar a 148 a 150 milhões de toneladas.

A grande oferta, no entanto, não encontra contrapartida nas exportações. A Ceema alerta para o risco de forte pressão nos preços devido à lentidão nas vendas externas e aos gargalos logísticos. De acordo com os dados mais recentes, o Brasil exportou apenas 234.682 toneladas de milho nos 14 primeiros dias úteis de junho, o que representa uma queda de 60,6% na média diária em relação a junho de 2024. A projeção para o ciclo comercial 2025/26 é de que o Brasil exporte 48 milhões de toneladas até 31 de janeiro de 2026.





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Europa registra calor de 42°C em junho



Safras de verão aceleram sob calor europeu




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (24) o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, no qual aponta a intensificação das condições secas e quentes sobre o território europeu. A elevação das temperaturas se estendeu para o leste do continente, enquanto chuvas precederam a onda de calor na Europa Central.

Uma ampla área de alta pressão foi responsável pelas temperaturas elevadas observadas na Espanha, onde os termômetros marcaram entre 35°C e 42°C, e em países vizinhos. A França registrou máximas entre 34°C e 38°C, enquanto o norte da Itália apresentou variações entre 33°C e 37°C. Esse cenário acelerou o avanço das safras de verão rumo ao estágio reprodutivo e, segundo o USDA, pode ter provocado estresse em lavouras de algodão em flor na Andaluzia, no sul da Espanha. “As temperaturas médias semanais superaram os 30°C, limite considerado crítico para o algodão”, informou o órgão.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

O calor anormal, com até 5°C acima da média, atingiu também regiões do norte da Europa, como Inglaterra e Alemanha, favorecendo a secagem e a colheita das culturas de inverno, além de acelerar o desenvolvimento dos grãos de primavera e demais cultivos de verão.

Nos dias finais do período de monitoramento, o calor se espalhou pelo leste europeu. Entretanto, no início da semana, as temperaturas médias se mantiveram próximas ao normal na faixa entre a Polônia e os Bálcãs.

A alta temperatura foi antecedida por chuvas e tempestades de intensidade variada, com volumes entre 1 mm e 65 mm, principalmente na Europa Central. Esse regime irregular de precipitações manteve a umidade do solo em níveis adequados para o suporte das culturas de inverno e vegetativas de verão. Contudo, o USDA alertou para a persistência de tempo seco em áreas agrícolas importantes situadas entre a Hungria e o baixo Vale do Rio Danúbio, ainda que as máximas diurnas tenham permanecido abaixo dos níveis de estresse para as lavouras.





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Lavouras de trigo têm bom desempenho no Paraná



Trigo mantém preços estáveis no PR e RS




Foto: Canva

Segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na quinta-feira (26), os preços do trigo de qualidade superior seguiram estáveis na semana de 20 a 26 de junho.

No Rio Grande do Sul, o valor praticado foi de R$ 70,00 por saca, enquanto no Paraná o preço permaneceu em R$ 78,00. No mercado livre FOB, também houve estabilidade, com a tonelada cotada a R$ 1.500,00 no Paraná e R$ 1.300,00 no Rio Grande do Sul.

Em relação ao plantio, o Paraná alcançou 91% da área esperada para esta safra, com 99% das lavouras avaliadas em boas condições. No Rio Grande do Sul, o avanço foi mais lento, atingindo aproximadamente 40% da área prevista. Segundo a Ceema, o ritmo mais lento no estado gaúcho é resultado das chuvas intensas Trigo mantém preços estáveis no PR e RSTrigo mantém preços estáveis no PR e RSas nos últimos dias, que dificultaram os trabalhos no campo.





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Produção de mel sofre perdas com o inverno gaúcho



Frio e chuva prejudicam apicultura no RS




Foto: Pixabay

O clima adverso no Rio Grande do Sul impactou a atividade apícola no estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26), o frio intenso e as chuvas frequentes provocaram a redução da atividade das abelhas, das floradas e da produção de mel. Também foram registrados confinamento prolongado dos enxames, declínio populacional das colmeias e necessidade de suplementação alimentar.

Na região de Bagé, as chuvas obrigaram a retirada emergencial de apiários instalados em áreas alagadas. Além disso, o confinamento das abelhas provocou consumo elevado das reservas alimentares nas colmeias. Em Caxias do Sul, os apicultores adotaram manejo alimentar e estrutural das colmeias para garantir a manutenção dos enxames.

Em Erechim, os produtores optaram pela unificação de colmeias e aplicação de cuidados preventivos. Em Frederico Westphalen, foram utilizadas técnicas de controle térmico, além de ações sanitárias e controle da praga varroa. Já em Lajeado, as colmeias apresentaram bom preparo para o período de inverno.

No município de Passo Fundo, mesmo com aumento da demanda por mel no inverno, as vendas seguem em volume reduzido e preços estáveis. Em Pelotas, a colheita está na fase final, com produtividade variando de acordo com a mortalidade dos enxames e o uso de agrotóxicos. Os preços permanecem estáveis, com leve tendência de queda nas regiões com maior oferta.

Em Santa Maria, as enchentes e temperaturas baixas interromperam a colheita e causaram perdas de colmeias, embora a comercialização siga ativa. Em Santa Rosa, os apicultores iniciaram a alimentação de inverno e instalaram coberturas plásticas nas colmeias. Na região de Soledade, as condições climáticas exigem monitoramento contínuo dos enxames e suplementação alimentar frequente.





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São Paulo amplia acesso a crédito rural para compra de tratores



A medida visa fortalecer a agricultura familiar e modernizar a frota agrícola




Foto: Pixabay

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciou a formalização de novos convênios com cooperativas de crédito para a expansão do programa FEAP Pró-Trator e Implementos. As parcerias foram firmadas com o Banco Cooperativo Sicredi, o Banco Cooperativo Sicoob e a Cooperativa Central de Crédito Cresol Baser.

Com os acordos, as cooperativas passam a operar diretamente as linhas de crédito do programa. Caberá a elas a análise das propostas, a liberação dos recursos e a aplicação do subsídio estadual sobre o saldo devedor do financiamento.

Segundo a secretaria, o Pró-Trator foi criado para apoiar a aquisição de tratores e implementos agrícolas por pequenos e médios produtores rurais. “A principal vantagem é o subsídio de 50% da taxa de juros, equivalente à metade da Selic, concedido por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP)”, informou a pasta.

Cada produtor pode obter até R$ 50 mil em crédito, o que, segundo o governo, amplia a capilaridade da política pública. Os recursos são destinados à compra de tratores novos de fabricação nacional com potência máxima de 125 cavalos. A medida visa fortalecer a agricultura familiar e modernizar a frota agrícola em todo o estado de São Paulo.





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Guaíba pode voltar à cota de inundação no domingo (29), alerta IPH/UFRGS



Nível do Guaíba deve subir novamente com chuvas e ventos no RS




Foto: Redes Sociais

Após um período de lenta redução no nível da água, o Lago Guaíba pode voltar a registrar inundações a partir deste domingo (29), segundo projeções divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da UFRGS. Às 12h15, a régua da Usina do Gasômetro marcava 3,30 metros — em queda nas últimas 24 horas —, mas os modelos indicam nova elevação nos próximos dias, impulsionada por chuvas intensas e ventos fortes.

De acordo com o Grupo de Pesquisas em Hidrologia de Grande Escala (HGE), vinculado ao IPH/UFRGS, há possibilidade de o nível atingir novamente a cota de inundação (3,6 metros) durante a semana que vem. A expectativa é de que os efeitos do mau tempo sejam sentidos já no domingo, com ondas e rápida elevação do nível d’água causadas pela ação dos ventos.

O instituto reforça o alerta para o risco de alagamentos nas áreas urbanas de Porto Alegre e regiões vizinhas. A população deve ficar atenta às atualizações meteorológicas e, principalmente, às orientações da Defesa Civil. As previsões indicam que o volume de precipitação no final de semana será significativo, o que pode impactar diretamente o sistema de drenagem das cidades.

O IPH/UFRGS mantém o monitoramento e deve divulgar novos boletins conforme o avanço das condições meteorológicas. A recomendação é redobrar os cuidados em áreas de risco, evitar deslocamentos desnecessários durante as chuvas e acompanhar os canais oficiais de comunicação das autoridades.





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Soja recua em Chicago com clima favorável nos EUA



A pressão baixista decorre de um cenário climático positivo no Meio-Oeste dos EUA



A pressão baixista decorre de um cenário climático positivo no Meio-Oeste dos EUA
A pressão baixista decorre de um cenário climático positivo no Meio-Oeste dos EUA – Foto: Bing

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram o pregão desta quinta-feira (26) em baixa, pressionados por boas condições climáticas nas lavouras norte-americanas e pela ausência de grandes compradores no mercado internacional, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, caiu 0,24%, fechando a US\$ 1.022,75/bushel. Já o contrato de agosto recuou 0,17%, a US\$ 1.027,75/bushel. O farelo de soja para julho caiu 1,85%, a US\$ 270,9/ton curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,35%, cotado a US\$ 52,52/libra-peso.

A pressão baixista decorre de um cenário climático positivo no Meio-Oeste dos EUA, com previsões de chuvas acima da média para os próximos 6 a 14 dias, favorecendo o desenvolvimento da safra 2024/2025. Ao mesmo tempo, a demanda global continua enfraquecida. A China (principal compradora mundial) ainda não realizou compras significativas da nova safra americana. Em um movimento pontual, o país asiático fez uma compra-teste de 30 mil toneladas de farelo de soja da Argentina, o primeiro negócio do tipo desde 2019.

O relatório semanal do USDA reforçou o tom neutro do mercado, com vendas de soja 2024/2025 totalizando 402,9 mil toneladas — abaixo das 539,5 mil da semana anterior, mas dentro do intervalo esperado pelos analistas (200 mil a 600 mil toneladas). Para a safra 2025/2026, foram registradas 156,2 mil toneladas, acima da semana anterior e da expectativa de 0 a 150 mil toneladas. A ausência da China, o ritmo moderado das exportações brasileiras e a continuidade de boas condições climáticas nos EUA mantêm a pressão sobre os preços, que já acumulam cinco sessões consecutivas de queda.

 





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Soja ainda impactada pela logística


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, a precificação mudou para o julho, e os preços foram de R$ 137,00 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07), segundo informações da TF Agroeconômica. “Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 140,00 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. agosto R$ 132,00 Ijuí – Pgto. 15/08 – para fábrica R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 15/08 Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 119,00 a saca ao produtor”, comenta.

A safra de soja está finalizada em Santa Catarina, mas a comercialização segue lenta, pressionada por prêmios e cotações em queda. Com a cevada ganhando destaque na safra de inverno, cresce a preocupação com a logística e a armazenagem. No porto de São Francisco, a soja foi cotada a R$ 134,71 (-0,57%).

Paraná fecha safra de soja com foco no planejamento da próxima temporada. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 133,35 (+0,28%). Em Cascavel, o preço foi 117,95 (-0,99%). Em Maringá, o preço foi de R$ 120,92 (+0,24%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 122,04 (+1,11%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,71 (+0,21%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, completa.

Logística instável desafia comercialização no Mato Grosso do Sul. “O bom desempenho da safra no campo traz, portanto, desafios logísticos relevantes. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 118,24 (-0,05%), Campo Grande em R$ 118,24 (-0,05%), Maracaju em R$ 118,24 (-0,05%), Chapadão do Sul a R$ 109,77 (-0,16%), Sidrolândia a em R$ 118,24 (-0,05%)”, indica.

Superprodução pressiona armazenagem e logística em Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 113,09 (+0,34%). Lucas do Rio Verde: R$ 108,82 (+1,54%), Nova Mutum: R$ 108,82 (+1,54%). Primavera do Leste: R$ 113,09 (+0,34%). Rondonópolis: R$ 113,09 (+0,34%). Sorriso: R$ 108,82 (+1,54%)”, conclui.

 





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Milho fecha em baixa na B3 e em Chicago



Na B3, o vencimento julho/25 fechou a R\$ 63,95



Na B3, o vencimento julho/25 fechou a R\$ 63,95
Na B3, o vencimento julho/25 fechou a R\$ 63,95 – Foto: Pixabay

As cotações do milho encerraram a quinta-feira (26) em queda tanto na Bolsa Brasileira (B3) quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), influenciadas pela expectativa de boas safras nos Estados Unidos e no Brasil. Segundo a TF Agroeconômica, o mercado segue pressionado por fatores climáticos favoráveis no cinturão do milho norte-americano e pelo avanço da colheita da segunda safra no Brasil.

Na B3, o vencimento julho/25 fechou a R\$ 63,95, com recuo diário de R\$ 0,36, mas ainda acumulando alta de R\$ 0,88 na semana. Já o contrato setembro/25 terminou o dia cotado a R\$ 66,79, baixa de R\$ 0,25 no dia e de R\$ 0,89 na semana. A valorização do real frente ao dólar, que fechou abaixo da média móvel semanal, também contribuiu para tirar competitividade das exportações brasileiras, pressionando ainda mais os preços internos.

Em Chicago, os contratos de milho renovaram as mínimas dos últimos meses. O contrato de julho caiu 0,18%, ou \$ 0,75 cents/bushel, fechando em \$ 409,50. Já o contrato de setembro recuou 0,25%, ou \$ 1,00 cents/bushel, encerrando em \$ 404,00. O mercado repercute a expectativa de que o USDA indique uma leve ampliação da área plantada nos EUA, o que reforça as apostas de uma safra americana robusta neste ciclo.

Com o cenário climático favorável nos EUA, o avanço da colheita da safrinha no Brasil e a valorização cambial, o mercado de milho enfrenta forte pressão baixista nos dois principais centros globais de negociação. As vendas combinadas das safras nova e velha foram menores que as da semana anterior, mas dentro do esperado pelo mercado.





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