sábado, março 21, 2026

Política & Agro

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Brasil pode ampliar segurança energética com biomassa



Processo utiliza produtos como a casca de arroz



Processo utiliza produtos como a casca de arroz
Processo utiliza produtos como a casca de arroz – Foto: Pixabay

A cogeração de energia a partir da biomassa, principalmente da cana-de-açúcar, representa uma das alternativas mais sustentáveis e eficazes para a produção simultânea de eletricidade e calor no setor industrial. Segundo Armindo Bredariol Jr., consultor da Valor Energia, o Brasil possui um verdadeiro tesouro energético ainda subutilizado, com grande potencial para impulsionar a segurança energética nacional com baixa emissão de carbono.

O processo utiliza resíduos como bagaço e palha da cana, além de outros materiais como casca de arroz, resíduos florestais e capim-elefante, transformando passivos ambientais em energia renovável. A biomassa é queimada em caldeiras, gerando vapor que movimenta turbinas para a produção de eletricidade. O calor residual é reaproveitado em processos industriais, atingindo até 80% de eficiência — muito superior aos cerca de 35% de uma termoelétrica convencional.

Atualmente, a capacidade instalada global de energia a partir de biomassa é estimada em 150 GW, conforme dados da IEA Bioenergy. No Brasil, esse número chega a 14,6 GW, sendo aproximadamente 11 GW provenientes da biomassa da cana-de-açúcar. Apenas com o aproveitamento da palha e modernização das usinas, o país pode alcançar mais de 20 GW. Se incluídas outras biomassas agrícolas e florestais, o potencial supera os 30 GW.

Investir em cogeração com biomassa traz benefícios como geração distribuída próxima aos centros de consumo, redução de perdas na transmissão, complementaridade às fontes solar e eólica, além de fortalecer a indústria sucroenergética. Com estímulos regulatórios adequados, essa fonte pode desempenhar um papel estratégico na transição energética brasileira.

 





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Quem desmata perderá acesso ao crédito rural



“Estamos falando de milhões de áreas com apontamentos passíveis de revisão técnica”



"Estamos falando de milhões de áreas com apontamentos passíveis de revisão técnica"
“Estamos falando de milhões de áreas com apontamentos passíveis de revisão técnica” – Foto: Divulgação

A partir de 2 de janeiro de 2026, produtores rurais com registros de desmatamento no sistema PRODES não poderão mais contratar crédito rural. A medida está prevista na Resolução nº 5.193 do Conselho Monetário Nacional (CMN), publicada pelo Banco Central, e reforça as exigências ambientais para a liberação de financiamento no campo.

Atualmente, mais de 5,4 milhões de áreas no Brasil têm apontamentos ativos no PRODES. Os estados mais impactados são Pará (877 mil áreas), Goiás (666 mil), Minas Gerais (555 mil) e Mato Grosso (234 mil). A nova regra representa um desafio para o agronegócio, que depende fortemente do crédito rural.

Segundo a SpotSat, empresa especializada em verificação técnica dos dados do PRODES, muitos registros podem conter erros de interpretação e precisam ser revisados. A recomendação é que produtores busquem comprovar a legalidade de suas áreas por meio de imagens georreferenciadas e relatórios certificados.

“Estamos falando de milhões de áreas com apontamentos passíveis de revisão técnica. A partir de 2026, quem não comprovar a legalidade poderá perder acesso ao crédito. O produtor precisa agir com antecedência”, afirma José Renato da Costa Alberto, fundador da SpotSat e especialista em sensoriamento remoto e monitoramento por satélite.

A medida exige atenção imediata do setor para garantir segurança jurídica e viabilidade no acesso ao crédito. O uso de tecnologias de sensoriamento remoto e validação técnica será essencial para evitar bloqueios indevidos.

“É fundamental garantir que produtores que atuam dentro da legalidade não sejam prejudicados por falhas de interpretação nos dados. A decisão do CMN é importante, mas precisa vir acompanhada de segurança técnica. Só assim será justa para todos”, conclui José Renato.

 





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O agro brasileiro largou na frente do mundo


O agronegócio brasileiro tem se destacado mundialmente por sua eficiência, inovação e capacidade de adaptação às novas exigências globais. De acordo com Sergio Rocha, CEO da Agrotools, em artigo publicado recentemente, o setor nacional superou até mesmo os Estados Unidos em avanços produtivos, especialmente entre 2017 e 2019, mantendo-se desde então na vanguarda. Segundo pesquisa do Ipea, esse desempenho superior é fruto da adoção massiva de tecnologia por parte dos produtores rurais, que conseguem maior produtividade com uso racional de insumos e áreas menores.

O autor destaca que o Brasil saiu na frente ao implementar práticas de compliance, ESG e soluções tecnológicas adaptadas à sua realidade, movimento chamado de “tropicalização da tecnologia”. Essa abordagem permite integrar dados de diferentes origens para melhorar o monitoramento das lavouras, reduzir desperdícios e garantir sustentabilidade, com exemplos como irrigação inteligente, agricultura urbana e uso de imagens de satélite. Enquanto isso, nos EUA, as soluções ainda são mais segmentadas e com menor integração das cadeias produtivas.

Além da liderança tecnológica, o Brasil vem ampliando sua atuação como fornecedor global de alimentos. Rocha ressalta que o país praticamente dobrou suas exportações para a China na última década, puxado por soja e carne, e abriu novos mercados na Ásia, como Vietnã, Japão e Coreia do Sul. Esses movimentos reforçam a relevância do agro nacional diante de um cenário internacional de instabilidade e disputas comerciais.

Com esse protagonismo crescente, o agronegócio brasileiro não apenas impulsiona a economia interna, mas também se torna peça-chave para a segurança alimentar global. A digitalização e a inovação no campo abrem caminho para um futuro mais competitivo, sustentável e influente no cenário mundial.

“Claramente estamos no caminho certo. O agro é um setor-chave no território nacional e já nos posicionamos também como um player extremamente competitivo no cenário internacional. Com os produtores incorporando novas tecnologias e digitalizando o setor, esse com certeza será apenas o início de um futuro ainda mais promissor do qual serviremos de exemplo a ser seguido”, conclui.

 





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Soja encerra pregão em baixa


A soja encerrou o pregão desta terça-feira (05) em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT), pressionada pelo risco de queda na demanda internacional pela oleaginosa e seus subprodutos, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de soja para agosto, referência para a safra brasileira, fechou estável a US$ 969,00 por bushel. 

Já o contrato de setembro recuou 0,41%, ou US$ 3,75, sendo negociado a US$ 971,25. O farelo de soja para agosto caiu 0,07%, fechando a US$ 273,60 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 1,21%, a US$ 53,84 por libra-peso.

A queda nas cotações foi intensificada pelo temor de retração da demanda global, em meio a tensões comerciais agravadas por novas ameaças do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em declarações recentes, Trump afirmou que poderá elevar “muito substancialmente” as tarifas sobre importações da Índia, maior compradora mundial de óleos vegetais, caso o país continue comprando petróleo da Rússia. A China e o Brasil também foram citados como possíveis alvos de medidas similares.

Esse cenário elevou a aversão ao risco entre os agentes do mercado, especialmente diante da já limitada demanda chinesa por grãos de soja dos EUA. A política comercial americana segue demonstrando viés político, o que gera incertezas nas negociações internacionais, abrindo brechas para fortalecimento de parcerias comerciais entre os países do Brics.

Além das tensões tarifárias, a queda no preço do óleo de soja foi outro fator de pressão sobre o mercado. O contrato de setembro do óleo fechou a US$ 1.185,40 por tonelada, com queda de US$ 13,89. O movimento reflete, em parte, a instabilidade gerada pelas ameaças contra a Índia, influenciando negativamente o desempenho do subproduto.

 





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Mercado de soja apresenta movimentações


No estado do Rio Grande do Sul, os prêmios elevados da soja nos portos sustentam otimismo para a próxima safra, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 08/08 (entrega julho até 07/08) ficaram em R$ 141,80 (+1,29%) porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 133,00 Cruz Alta – Pgto. 29/08. R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto. R$ 132,00 Ijuí– Pgto. 29/08 – para fábrica. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 11/09. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 122,00 a saca ao produtor”, comenta.

Em Santa Catarina, o mercado se aqueceu em termos de negociações, com preços travados. “O mercado de soja em Santa Catarina acompanha o cenário nacional de forte comercialização, impulsionada pela demanda aquecida e pelos prêmios favoráveis nos portos. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 137,99”, completa a consultoria.

No Paraná, a comercialização segue firme com apoio da demanda externa. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,77 (+0,70%). Em Cascavel, o preço foi 126,01 (-0,17%). Em Maringá, o preço foi de R$ 126,57 (-0,51%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 127,44 (-0,29%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,04 (+0,76%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Vendas lentas e poucas informações no Mato Grosso do Sul. “No entanto, baseado em informações anteriores sabemos que o Estado está um tanto quanto lento, com saídas consideradas medianas. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,27 (-0,62%), Campo Grande em R$ 121,27 (-0,62%), Maracaju em R$ 121,27 (-0,62%), Chapadão do Sul a R$ 118,85 (-0,75%), Sidrolândia a em R$ 121,27 (-0,62%)”, informa.

O Mato Grosso tem projeção de queda na produção de soja e desafios logísticos. “Apesar disso, o ritmo intenso traz pressão sobre a logística e a armazenagem, ampliando a disputapor espaço em silos e elevando a necessidade de  escoamento imediato, o que deve afetar a comercialização da soja. Campo Verde: R$ 122,13 (+1,20%). Lucas do Rio Verde: R$ 118,37 (+1,36%), Nova Mutum: R$ 118,37 (+1,36%). Primavera do Leste: R$ 122,13 (+1,20%). Rondonópolis: R$ 122,13 (+1,20%). Sorriso: R$ 118,37 (+1,36%)”, conclui.

 





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Milho recua na B3 e em Chicago: Confira


O mercado do milho encerrou a terça-feira (5) em queda tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago, pressionado pela valorização da safra americana e pela queda do dólar. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros da B3 devolveram parte dos lucros recentes, diante da competitividade reduzida do milho brasileiro frente ao grão norte-americano.

Na B3, os preços futuros sentiram o impacto da combinação entre câmbio desfavorável e os recuos em Chicago, que renovou mínimas contratuais. O contrato para setembro/25 fechou a R$ 65,74, com queda de R$ 0,84 no dia, embora ainda registre alta de R$ 0,59 na semana. Novembro/25 caiu R$ 1,00 no dia, fechando a R$ 68,41, enquanto janeiro/26 teve a maior queda do dia: R$ 1,49, fechando em R$ 71,31.

No mercado físico, os preços atingiram um teto e permanecem estáveis. A Conab relatou que, apesar de haver atraso em relação ao ano passado, a colheita da segunda safra está apenas 2% atrás da média histórica. Grandes produtores já se aproximam da conclusão dos trabalhos, o que aumenta a pressão sobre os preços internos.

Já em Chicago, a baixa foi puxada pela confirmação de uma safra robusta nos Estados Unidos. A cotação de setembro caiu 1,49% ou 5,25 cents, encerrando a $ 381,25/bushel. Dezembro recuou 1,23%, a $ 402,00. Analistas destacam que a produção pode superar 414 milhões de toneladas, bem acima das projeções do USDA, sustentada pelo clima favorável e pela boa qualidade das lavouras. Mesmo com a confirmação de uma venda de 127 mil toneladas para destino desconhecido, o mercado seguiu ignorando a demanda e focando na oferta elevada.

 





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Travamento do mercado do milho ainda segue


O estado do Rio Grande do Sul segue recebendo milho externo mesmo com dificuldades logísticas, segundo informações da TF Agroeconômica. “Apesar da colheita em andamento, a oferta regional é limitada e boa parte dos produtores evita negociar neste momento, priorizando apenas entregas a granjas e pequenos lotes para consumo próprio. As indicações de compra permanecem em R$ 65,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 66,00 em Não-Me-Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Falta de acordo trava mercado e pressiona custos da pecuária em Santa Catarina. “Em Campos Novos, pedidas variam entre R$ 80,00 e R$ 75,00/saca, enquanto a indústria mantém ofertas máximas em R$ 70,00. No Planalto Norte, pedidos giram próximos de R$ 75,00, contra propostas de em média R$ 71,00, bloqueando novos contratos. A dificuldade de escoar a produção já leva parte dos agricultores a cortar gastos para a próxima temporada”, comenta.

Colheita avança no Paraná e safra deve bater recorde histórico, mas vendas seguem travadas. “As pedidas giram em torno de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto a indústria de rações mantém ofertas abaixo de R$ 70,00 CIF, deixando a liquidez reduzida. Hoje, as cotações variam de acordo com a região: R$ 66,77 na Região Metropolitana de Curitiba, R$ 55,91 no Centro Oriental Paranaense, R$ 54,93 no Norte Central e R$ 54,41 no Oeste do estado”, indica.

A colheita avança lentamente e o mercado continua sem reação no Mato Grosso do Sul. “A liquidez no mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue baixa, mesmo após ajustes positivos recentes. As cotações variam entre R$ 44,38 e R$ 50,17/saca, mas ainda não despertam interesse para grandes negócios. Produtores e compradores seguem cautelosos, evitando operações de maior volume diante do cenário de incertezas”, informa.

 





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milho e soja devem ter produção elevada


A produção brasileira de soja na safra 2025/26 foi estimada em 178,2 milhões de toneladas, segundo dados divulgados pela StoneX, empresa global de serviços financeiros. O volume representa um crescimento de 5,6% em relação ao ciclo anterior, impulsionado pelo aumento da área plantada e pela expectativa de recuperação da produtividade média nacional, especialmente no Rio Grande do Sul.

A área cultivada com soja no país deve crescer 2% em relação ao ano anterior. “Por outro lado, outros estados estão apostando em um rendimento dentro da tendência histórica, mas abaixo do registrado no ciclo 2024/25, pelo menos por enquanto”, afirmou Ana Luiza Lodi, especialista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No cenário de oferta e demanda, a projeção para os embarques externos é de 112 milhões de toneladas, enquanto o consumo interno pode alcançar 63,5 milhões de toneladas. Lodi destaca que o cenário pode sofrer alterações com base em fatores internacionais: “As questões geopolíticas e tarifárias podem beneficiar a soja brasileira, especialmente pelas possibilidades de atritos entre EUA e China”.

Em relação ao milho, a primeira safra de 2025/26 foi estimada em 25,6 milhões de toneladas, uma alta de 0,5% na comparação com o ciclo anterior. A área plantada deve crescer 2%, mas a produtividade parte de um patamar inferior ao registrado anteriormente, segundo Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX.

No Paraná, a produtividade está estimada em quase 11 toneladas por hectare, mas ainda abaixo da registrada no ciclo passado. Para o Rio Grande do Sul, a expectativa é de recuperação parcial da área perdida, estimulada pelos preços praticados no início de 2025. 

A segunda safra de milho, referente ao ciclo 2024/25, também apresentou avanço. A estimativa aponta crescimento de 3,2% em relação ao mês anterior, com produção de 111,7 milhões de toneladas. Considerando também a produção da terceira safra, que superou 2 milhões de toneladas, a produção total de milho no país deve alcançar 139,36 milhões de toneladas, frente às 136,1 milhões divulgadas em julho.

Houve ainda uma revisão na demanda doméstica, que passou de 89,5 para 90,5 milhões de toneladas. De acordo com Bulascoschi, as perspectivas de uso do cereal para produção de etanol seguem aquecidas. “As atenções devem estar cada vez mais voltadas para as exportações, com os embarques já ganhando mais ritmo nas últimas semanas. De qualquer forma, não se espera que as exportações brasileiras de milho sejam recordes, como o registrado no ciclo 2022/23, diante de um cenário de oferta global confortável”, afirmou o analista.

A expectativa de uma safra recorde nos Estados Unidos pode aumentar a disponibilidade global do cereal a partir de setembro, com o avanço da colheita naquele país.

 





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Preços do feijão recuam em julho com nova safra



Seletividade dos compradores tem gerado oscilações regionais


Foto: Canva

Julho foi marcado por baixas nos preços do feijão, reflexo da oferta acumulada do ciclo 24/25 e do avanço da colheita da terceira safra, que já abastece o mercado com lotes de qualidade superior, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, os valores atuais estão, inclusive, abaixo das médias acumuladas desde setembro/24.

Porém, a seletividade dos compradores tem gerado oscilações regionais. Para as próximas semanas, pesquisadores indicam que o comportamento dos preços dependerá do ritmo da colheita, da qualidade dos novos lotes e da velocidade de reposição dos estoques pelos empacotadores. 





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Preço da mandioca recua pelo sétimo mês seguido



Oferta de mandioca segue alta e preços acumulam queda pelo sétimo mês


Foto: Canva

As chuvas ocorridas em parte das regiões produtoras de mandioca na semana passada dificultaram o avanço da colheita, também limitada pela retração produtora, apontam levantamentos do Cepea. Ainda assim, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta continuou superior à demanda industrial, mantendo a pressão sobre os valores; a média de julho caiu pelo sétimo mês consecutivo. 

Entre 28 de julho e 1º de agosto, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 460,33 (R$ 0,8006/grama de amido), recuo de 2,3% em relação à semana anterior. O preço médio de julho também cedeu 2,3% sobre junho, ficando 1,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 





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