sexta-feira, março 20, 2026

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Agrishow traça plano de mobilidade para o acesso à feira


Melhorias implementadas nos últimos anos mostraram grande eficácia. Operação conta com apoio da Entrevias, da RP Mobi e da Polícia Rodoviária, além de monitoramento por câmeras e drones

A organização da 31ª edição da Agrishow, que será realizada de 27 de abril a 1º de maio de 2026, das 8h às 18h, em Ribeirão Preto (SP), já traçou o plano de mobilidade para o acesso à feira neste ano. O planejamento deve seguir a otimização do modelo implementado em 2024 e continuado em 2025, que conseguiu reduzir o congestionamento e o tempo de entrada e saída no evento.

Para reduzir as filas de veículos e o tempo de locomoção, em 2024, a Agrishow passou a contar com uma entrada adicional no estacionamento para veículos que chegam pelo sentido de Ribeirão Preto, além de uma saída na Rodovia Geovana Aparecida Deliberto. A estratégia foi incorporada ao planejamento logístico e contribui para distribuir melhor o fluxo de veículos, reduzindo a concentração na Rodovia Prefeito Antônio Duarte Nogueira, principal via de acesso ao parque.

A operação envolve atuação conjunta da Entrevias, da Empresa de Mobilidade Urbana de Ribeirão Preto (RP Mobi) e da Polícia Militar Rodoviária, que acompanham o fluxo nas principais vias de acesso e realizam monitoramento contínuo durante o período da feira. O acompanhamento por câmeras instaladas na rodovia e o uso de drones permitem a avaliação em tempo real das condições de tráfego e eventuais ajustes operacionais.

“O público da Agrishow tem crescido ao longo dos anos e é necessário garantirmos ainda mais conforto e segurança nos acessos à feira e também dentro do parque. Para isso, nós estruturamos um plano específico, com intervenções viárias, ampliação de entradas e saídas e integração com os órgãos responsáveis pelo trânsito. Há também um trabalho de monitoramento e inteligência para tomadas de decisões a fim de manter a circulação organizada ao longo dos dias de evento. Esse é um compromisso nosso com a cidade e com o público”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da Informa Markets, organizadora da Agrishow.

Ingressos antecipados e sistemas eletrônicos de pagamento

Para agilizar a entrada, os visitantes podem adquirir antecipadamente os tickets de estacionamento pelo site oficial (www.agrishow.com.br) e utilizar sistemas automáticos como Sem Parar, ConectCar e Taggy. A feira também contará com áreas de apoio em outros pontos da cidade com transporte até o evento, além da recomendação de uso do transporte público como alternativa para facilitar o deslocamento.

“A melhor distribuição de público por dia, a venda antecipada de estacionamento e o incentivo ao uso de meios eletrônicos de pagamento reduzem o tempo de espera e contribuem para uma operação mais previsível. Nosso objetivo é oferecer uma experiência organizada desde o momento da chegada”, completa Liliane.

Participe da 31ª edição da Agrishow

Os ingressos para a Agrishow 2026 estão no segundo lote e podem ser adquiridos pelo site oficial do evento, agrishow.com.br. Nesta fase, o valor é de R$ 85,00 por dia, com opção de meia-entrada conforme a legislação vigente. No momento da compra, o visitante deve selecionar previamente o dia da visitação.

Também é possível adquirir antecipadamente o ticket de estacionamento, com valores a partir de R$ 75,00 por dia, além de pacotes para o estacionamento VIP, disponíveis por R$ 580,00 para os cinco dias de evento.

Durante a realização da feira, entre 27 de abril e 1º de maio de 2026, das 8h às 18h, a entrada na bilheteria terá valor de R$ 150,00 por dia.

Serviço:

AGRISHOW 2026 – 31ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação

Data: 27 de abril a 1º de maio de 2026

Local: Rodovia Antônio Duarte Nogueira, Km 321 – Ribeirão Preto (SP)

Horário: das 8h às 18h

www.agrishow.com.br





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Juros iniciam ciclo de queda com cautela



As expectativas de inflação dos agentes também mostraram estabilidade relativa


As expectativas de inflação dos agentes também mostraram estabilidade relativa
As expectativas de inflação dos agentes também mostraram estabilidade relativa – Foto: Pixabay

O início do ciclo de flexibilização monetária no país foi confirmado com a redução da taxa básica de juros, em um movimento que reflete sinais de desaceleração da atividade econômica e ajuste das expectativas inflacionárias. De acordo com análise do Rabobank, o Copom decidiu de forma unânime cortar a Selic para 14,75%, iniciando um processo descrito como calibração da política monetária.

A decisão foi justificada pelo entendimento de que o período prolongado de juros elevados já produziu efeitos sobre a economia, contribuindo para trazer as projeções de inflação a níveis mais compatíveis com a meta. Ainda assim, o cenário internacional adiciona incertezas relevantes, especialmente diante da falta de clareza sobre a duração dos conflitos no Oriente Médio, fator que pode impactar preços de energia e commodities.

Nesse contexto, o comitê optou por não fornecer sinalizações futuras sobre o ritmo dos cortes, destacando a necessidade de acompanhar dados prospectivos que confirmem os efeitos diretos e indiretos sobre a inflação ao longo do tempo. Mesmo com a recente alta nos preços do petróleo, a projeção de inflação no horizonte relevante foi ajustada de forma marginal, passando para 3,3%, enquanto o balanço de riscos permaneceu praticamente simétrico, ainda que mais elevado.

As expectativas de inflação dos agentes também mostraram estabilidade relativa, com leve alta para 2026 e manutenção dos níveis projetados para os anos seguintes. Para o Rabobank, o cenário atual indica um possível corte mínimo de 25 pontos-base na próxima reunião, com um ciclo total de redução que pode chegar a 250 pontos-base em 2026, levando a Selic a 12,50% ao fim do período.

A continuidade desse movimento, no entanto, dependerá da evolução dos dados econômicos e dos desdobramentos do cenário externo. Novas informações devem ser detalhadas na ata e no relatório de política monetária previstos para divulgação nos próximos dias.

 





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Cultura esquecida volta com força e chama atenção



No campo, os benefícios agronômicos também impulsionam a adoção


No campo, os benefícios agronômicos também impulsionam a adoção
No campo, os benefícios agronômicos também impulsionam a adoção – Foto: Pixabay

A mamona volta a ganhar espaço no campo brasileiro impulsionada pela combinação entre demanda industrial crescente e avanços tecnológicos. A cultura, tradicional em algumas regiões, passa por um novo ciclo de valorização diante da ampliação de suas aplicações e do potencial como matéria-prima de alto valor agregado.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, a safra nacional deve alcançar novos patamares até 2026, refletindo o interesse de diferentes elos da cadeia produtiva. O desenvolvimento da ricinoquímica ampliou o uso do óleo em segmentos industriais, enquanto a produção de biocombustíveis reforça a relevância econômica da cultura.

De acordo com Igor Borges, da ORÍGEO, a mamona se consolida como alternativa rentável e alinhada à sustentabilidade. Ele aponta que a cultura tem atraído produtores que buscam diversificação e maior estabilidade de renda, além de contribuir para práticas agrícolas mais equilibradas.

No campo, os benefícios agronômicos também impulsionam a adoção. A planta possui sistema radicular profundo, capaz de melhorar a estrutura do solo, favorecer a infiltração de água e ampliar o aproveitamento de nutrientes. Essas características tornam a mamona adequada para rotação de culturas e práticas de agricultura regenerativa.

Outro fator relevante é a resistência da cultura a diferentes condições climáticas, incluindo regiões com menor disponibilidade hídrica. Essa adaptação amplia as possibilidades de cultivo e reduz riscos produtivos, fortalecendo a diversificação agrícola. “Quando falamos em futuro do agro, falamos em sistemas mais resilientes, solos mais vivos e produtores mais preparados. A mamona é um exemplo claro de que é possível produzir bem e, ao mesmo tempo, cuidar do solo e do entorno”, comclui.

 





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Seguro rural encolhe e liga sinal vermelho no agro



Esse cenário amplia a relevância do debate sobre proteção financeira


Esse cenário amplia a relevância do debate sobre proteção financeira
Esse cenário amplia a relevância do debate sobre proteção financeira – Foto: Pixabay

O mercado de seguro rural registrou retração em 2025, interrompendo um ciclo de crescimento observado nos anos anteriores e levantando preocupações sobre os mecanismos de proteção financeira disponíveis para o agronegócio. O movimento ocorre em um contexto de mudanças nas condições de financiamento e maior cautela por parte dos produtores.

Dados da Confederação Nacional das Seguradoras mostram que a arrecadação do segmento caiu 8,8% no último ano, passando de R$ 14,2 bilhões em 2024 para R$ 12,9 bilhões em 2025. A redução está associada à diminuição de recursos destinados à subvenção ao prêmio do seguro rural e ao aumento do custo das apólices, fatores que impactaram diretamente a adesão dos produtores.

A queda contrasta com a trajetória de expansão registrada entre 2021 e 2024, quando a arrecadação evoluiu de R$ 9,6 bilhões para R$ 14,2 bilhões. A reversão do movimento indica desaceleração na demanda por cobertura e reforça a percepção de que parte dos produtores pode estar mais exposta a riscos climáticos e de produtividade, especialmente diante da maior frequência de eventos extremos.

Esse cenário amplia a relevância do debate sobre proteção financeira no campo, tema central do Diálogo Setorial: Seguros, Crédito e Agronegócio, que será realizado em 8 de abril, em Brasília. O encontro reunirá representantes do setor público, especialistas e agentes do mercado financeiro.

O primeiro painel discutirá novos instrumentos de financiamento voltados à expansão e sustentabilidade do agronegócio, com foco na diversificação de recursos e no estímulo a investimentos em tecnologia e infraestrutura. Já o segundo painel abordará os desafios estruturais do seguro rural no país, além das oportunidades abertas pela digitalização e pelo uso de novas tecnologias na gestão de riscos. As informações são da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

 





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Classificação do pirarucu gera insegurança no setor



A iniciativa surpreendeu agentes produtivos


A iniciativa surpreendeu agentes produtivos
A iniciativa surpreendeu agentes produtivos – Foto: Arquivo

A classificação de espécies fora de sua área natural tem impacto direto sobre cadeias produtivas e planejamento econômico, especialmente em atividades que dependem de estabilidade regulatória. Mudanças nesse enquadramento podem alterar o ambiente de negócios, influenciar investimentos e gerar incertezas para produtores.

A decisão do Ibama de classificar o pirarucu como espécie exótica invasora fora de sua área natural, por meio da Instrução Normativa nº 7/2026, provocou reação imediata na piscicultura brasileira. O setor avalia que a medida traz insegurança jurídica e pode comprometer a expansão da atividade, considerada estratégica em diversas regiões do país.

A iniciativa surpreendeu agentes produtivos, já que o tema ainda estava em քննարկ no âmbito da Comissão Nacional da Biodiversidade, levantando questionamentos sobre a condução do processo e a falta de alinhamento institucional. Com produção consolidada em vários estados, o pirarucu vinha sendo apontado como uma das espécies de maior potencial na aquicultura nacional.

Segundo a Associação Brasileira da Piscicultura, a decisão gera preocupação pelo impacto sobre investimentos e pela ausência de diálogo prévio. A entidade também aponta contradição em relação a políticas anteriores que incentivavam a produção da espécie, destacando riscos de restrições e precedentes para o setor.

“Há poucos anos, os próprios governos federal e estadual reconheciam o potencial do pirarucu para a aquicultura e incentivavam sua produção. Agora, vemos uma mudança que pode restringir sua utilização, criando insegurança jurídica e um precedente preocupante para o setor produtivo”, afirma o presidente da Associação Brasileira da Piscicultura (PEIXE BR), Francisco Medeiros.

 





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Virada no clima anima safra na Argentina


As recentes precipitações registradas em grande parte da área agrícola trouxeram melhora nas condições das lavouras, especialmente nos cultivos tardios e de segunda safra. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), as chuvas favoreceram a recuperação hídrica e contribuíram para o desenvolvimento das culturas.

No caso da soja, a condição hídrica considerada adequada ou ótima avançou sete pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, com destaque para as regiões centro e sudeste de Buenos Aires, que vinham enfrentando déficit hídrico ao longo da campanha. A condição geral das lavouras, classificada entre normal e excelente, também apresentou melhora semanal de dois pontos percentuais. A soja de primeira safra, próxima da colheita, apresenta rendimentos médios estimados em 35,9 sacas por hectare no Núcleo Norte e 37,9 no Núcleo Sul. Já a soja de segunda ocupa 74,7% da área em período crítico, com 67% das lavouras em condição entre normal e excelente. A projeção de produção foi mantida em 48,5 milhões de toneladas.

Para o milho, a colheita nacional atingiu 13% da área apta, com avanço concentrado no Núcleo Norte, onde os rendimentos médios chegam a 98,2 sacas por hectare. No Núcleo Sul, os trabalhos começam a ganhar ritmo, com produtividade em torno de 86,6 sacas por hectare. O milho tardio segue majoritariamente em fase de enchimento de grãos, com 85,2% da área sob condição hídrica adequada ou ótima e 90% das lavouras em condição entre normal e excelente. A estimativa de produção permanece em 57 milhões de toneladas.

A colheita do girassol também avançou, alcançando 48,2% da área nacional, com progresso mais intenso nas regiões oeste. A produtividade média nacional subiu para 23,8 sacas por hectare, impulsionada por melhores resultados nessas áreas. Nas regiões centro e sudeste de Buenos Aires, os rendimentos variam entre 22 e 24 sacas por hectare, influenciados por restrições hídricas desde dezembro. A projeção de produção segue em 6,2 milhões de toneladas.

 





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Alta da soja ganha novo fôlego


O mercado da soja registrou nova valorização nas negociações internacionais, refletindo principalmente o desempenho positivo dos derivados e fatores de oferta na América do Sul. Segundo informações da TF Agroeconômica, o movimento foi sustentado pela alta expressiva do farelo, enquanto o óleo apresentou recuo.

Na Bolsa de Chicago, os contratos avançaram com suporte direto do farelo de soja, que subiu mais de 3% no dia, impulsionado pela competitividade nas exportações. O contrato de maio da oleaginosa fechou em alta de 0,56%, enquanto julho avançou 0,57%. Já o óleo de soja recuou levemente, pressionado por realização de lucros, em meio à expectativa por anúncios sobre biodiesel nos Estados Unidos.

No cenário de oferta, houve revisão para cima da safra brasileira, estimada em 177,9 milhões de toneladas, enquanto a Argentina mantém projeção de 48,5 milhões, favorecida por melhora na umidade do solo. Mesmo com vendas externas abaixo do esperado na semana, o mercado encontrou sustentação nesses fatores.

No Brasil, o avanço da colheita ocorre de forma desigual e sob entraves logísticos. No Rio Grande do Sul, apenas 2% da área foi colhida, com paralisações provocadas pela falta de diesel. Em Santa Catarina, o ritmo chega a 21%, com demanda firme da agroindústria, embora pressionada por custos elevados e cenário externo adverso.

O Paraná alcança 70% da área colhida, mas enfrenta limitações com armazenagem e impactos de falhas no fornecimento de energia. No Mato Grosso do Sul, a colheita supera 75%, porém sofre com veranicos e déficit estrutural de armazenagem. Já no Mato Grosso, com safra recorde praticamente concluída, o gargalo logístico domina o cenário, com longas filas para escoamento e forte pressão sobre os preços internos.


 





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Ameaça de greve leva a nova medidas no frete



Frete mínimo terá regras mais rígida



Foto: Arquivo Agrolink

O governo federal anunciou novas medidas para garantir o cumprimento da tabela do piso mínimo do frete, em meio a ameaças de paralisação por parte de caminhoneiros. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (18), durante coletiva de imprensa, pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, e pelo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Guilherme Sampaio.

Segundo o ministro, o descumprimento da tabela é recorrente entre empresas contratantes. “O descumprimento da tabela não é caso isolado, mas uma prática reiterada de algumas empresas”, afirmou. Ele destacou que a irregularidade está entre as principais reclamações da categoria.

 

Entre as ações anunciadas estão a ampliação da fiscalização eletrônica sobre as operações de frete e o reforço da fiscalização presencial. Também está prevista a suspensão cautelar de contratantes e transportadores em casos de descumprimento da tabela. Em situações de reincidência, o transportador poderá ter o registro cancelado, enquanto o contratante ficará impedido de contratar novos fretes.

O governo informou ainda que passará a divulgar as empresas que mais desrespeitam o piso mínimo. De acordo com Renan Filho, uma medida provisória deve ser publicada ainda nesta semana para ampliar a autoridade da Agência Nacional de Transportes Terrestres na aplicação das sanções.

As medidas também preveem restrições operacionais para quem descumprir a regra. Empresas que tentarem operar abaixo do valor mínimo não conseguirão emitir o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte), e infratores recorrentes poderão perder o registro de transportador.

Atualmente, cerca de 20% das empresas contratantes não cumprem a tabela, o equivalente a aproximadamente 15 mil companhias. Com a intensificação da fiscalização, o governo busca reduzir esse índice. As regras estão em vigor há quatro meses e, segundo o balanço apresentado, as autuações já somam cerca de R$ 419 milhões.





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Safra de arroz evolui com clima favorável em Santa Catarina



Arroz irrigado avança sem surtos severos



Foto: Divulgação

De acordo com o 6º Levantamento da Safra 2025/26 de Grãos, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento, a cultura do arroz irrigado em Santa Catarina se encontra, predominantemente, entre os estádios de florescimento, enchimento de grãos e início de maturação, conforme a época de semeadura e a região produtora.

Segundo o levantamento, “as condições térmicas do mês favoreceram o desenvolvimento fenológico, enquanto o manejo da lâmina de água contribuiu para mitigar eventuais deficit hídricos decorrentes da irregularidade das chuvas”.

Ainda conforme a Companhia Nacional de Abastecimento, do ponto de vista fitossanitário, “não há registros generalizados de surtos severos e o monitoramento tem sido contínuo para brusone e manchaparda, especialmente em áreas com maior nebulosidade e umidade”. O relatório aponta também que houve ocorrência pontual de insetos aquáticos e caramujos, sem impacto significativo em escala estadual, e que “a condição geral das lavouras é boa, com elevado vigor vegetativo observado nas principais regiões produtoras (Sul Catarinense e Vale do Itajaí)”.





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Mercado do boi tem estabilidade e altas pontuais



Mercado do boi tem estabilidade e altas pontuais



Foto: Canva

O mercado do boi gordo iniciou a quarta-feira (18) sem alterações nas cotações em São Paulo, segundo análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. De acordo com o levantamento, “o mercado abriu a quarta-feira sem mudanças nas cotações de nenhuma categoria”, em um cenário de oferta enxuta de bovinos terminados e ausência de negociações abaixo dos preços de referência. Em situações pontuais, frigoríficos pagaram valores acima das referências para completar as escalas de abate. “O ponto de alerta foi o escoamento da carne bovina no mercado interno, que esteve lento”, aponta o relatório.

As escalas de abate atenderam, em média, a seis dias úteis, conforme a consultoria. “As escalas de abate estiveram, em média, para seis dias”, informa o documento.

Em Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou viés de estabilidade para alta na comparação diária. Na região de Dourados, “a cotação de todas as categorias subiu R$2,00/@”. Já em Campo Grande, o preço do boi gordo avançou R$2,00/@, enquanto o das fêmeas permaneceu estável. Em Três Lagoas, “a cotação da novilha e a da vaca subiu R$2,00/@, enquanto a do boi gordo permaneceu estável”. O levantamento destaca ainda que “a cotação do ‘boi China’ subiu R$4,00/@”.

Na região Noroeste do Paraná, a oferta esteve ajustada à demanda, sem excedentes, o que manteve estabilidade nas cotações. “Dessa forma, o mercado abriu a quarta-feira com estabilidade para todas as categorias”, informa o relatório, acrescentando que as escalas de abate estiveram, em média, para nove dias.





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