segunda-feira, março 23, 2026

Política & Agro

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Trump confirma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros



Medida entra em vigor nesta sexta-feira (01.08)




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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (30) uma ordem executiva que eleva para 50% as tarifas sobre uma série de produtos brasileiros. A medida representa um aumento de 40 pontos percentuais nas taxas anteriores e entra em vigor já na próxima sexta-feira, 1º de agosto, conforme anunciado pelo próprio republicano em sua rede social, a Truth Social.

De acordo com a Casa Branca, o tarifaço foi uma resposta direta a ações recentes do governo brasileiro, classificadas pelos norte-americanos como uma “ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”. O decreto formaliza o percentual que havia sido antecipado em carta enviada por Trump ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no início deste mês.

Apesar do endurecimento das taxas, alguns setores estratégicos ficaram de fora da medida, como aeronaves civis (de interesse direto da Embraer), suco e derivados de laranja, minério de ferro, aço e combustíveis. Até o momento, não há confirmação se produtos como carne bovina e café — duas das principais exportações do agronegócio brasileiro — também serão isentos.

Trump enfatizou que não haverá qualquer prorrogação do prazo para a entrada em vigor das tarifas. “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto. Ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!”, publicou o presidente norte-americano.





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Precipitação regular beneficia cultura da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (24), o cultivo de canola no Rio Grande do Sul avança com boas condições de desenvolvimento, após a conclusão da semeadura. As precipitações moderadas e bem distribuídas favoreceram o crescimento das lavouras, permitindo a emissão de novas folhas e a expansão foliar, principalmente nas áreas semeadas no final da janela de plantio. Também foi registrada emissão da haste principal, indicando vigor vegetativo.

Ainda estão em avaliação os impactos das geadas ocorridas no fim de junho e início de julho, que, segundo o boletim, “pontualmente podem superar as estimativas iniciais”. Apesar disso, não há registro de infestações significativas por pragas, e o monitoramento segue com atenção à traça-das-crucíferas (Plutella xylostella). A entidade afirma que, na safra anterior, a combinação de inseticidas químicos e biológicos foi eficiente no controle desse inseto. A estimativa da Emater/RS-Ascar é de cultivo em 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 kg/ha.

Na região administrativa de Ijuí, 16% das lavouras estão em fase de floração, com avanço na emissão de flores nos ramos laterais. Cerca de 5% já ingressaram na formação de síliquas. As folhas que foram afetadas pelas geadas demonstraram recuperação, sem sinais visuais de danos, o que indica preservação da função metabólica das plantas.

Em Santa Maria, aproximadamente 15% das lavouras encontram-se em floração. O boletim destaca que as chuvas recentes beneficiaram essa fase, considerada crítica para o potencial produtivo. Em Tupanciretã, áreas com baixa germinação foram substituídas por trigo, após decisão dos produtores de não realizar novo plantio.

Na regional de Santa Rosa, 61% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 33% em floração e 6% em enchimento de grãos. As lavouras em crescimento vêm apresentando expansão lateral das folhas, sinalizando aproximação da floração. Em cultivos mais tardios, ainda foram aplicados fertilizantes nitrogenados, embora a maioria das áreas já tenha ultrapassado o período ideal para esse manejo. Em Giruá, principal município produtor da oleaginosa, com 8 mil hectares, geadas severas provocaram perdas nas lavouras em formação de grãos. Nos cultivos mais avançados, os danos chegaram a 40%, mas os impactos foram limitados, já que o atraso fenológico reduziu a exposição das lavouras aos eventos climáticos.

Na regional de São Luiz Gonzaga, houve redução da área cultivada de 9.000 para 7.200 hectares. O recuo foi atribuído ao atraso na semeadura, emergência irregular das lavouras e substituição por outras culturas após a dessecação.

Na região de Soledade, 20% das áreas encontram-se em floração e 80% na fase vegetativa. As lavouras apresentam estande e sanidade adequados, conforme avaliação da Emater/RS-Ascar.





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Produção dos EUA não supre consumo de carne



Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção




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Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), os Estados Unidos apresentam um déficit de 996 mil toneladas entre a produção e o consumo de carne bovina, o que torna o país dependente de importações para atender à demanda interna.

Entre os principais países produtores, o Brasil aparece com o maior excedente entre produção e consumo, somando 3,69 milhões de toneladas. Em seguida, figura a Austrália, com um saldo de 1,94 milhão de toneladas.

Países como Paraguai e Uruguai também aparecem como potenciais fornecedores ao mercado norte-americano. O saldo entre produção e consumo nesses países é de 480 mil e 425 mil toneladas, respectivamente. Contudo, a análise ressalta que esses mercados já possuem destinos consolidados para parte de seu excedente produtivo.

O Imea destaca ainda que a carne bovina brasileira permanece com o preço mais competitivo entre os países avaliados.





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Brasil habilita primeiros estabelecimentos para exportar farinhas de aves e suínos à China



Ao todo, foram habilitados 46 estabelecimentos




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O Brasil conquistou a habilitação de 46 estabelecimentos para exportar farinhas de aves e suínos para a China. A autorização marca um avanço concreto na relação comercial com o maior parceiro do agro brasileiro e abre novas oportunidades para o setor de reciclagem animal.

Esta nova etapa só foi possível após a assinatura do Protocolo Sanitário bilateral, em abril de 2023, seguida da realização de auditorias presenciais conduzidas pela Administração Geral das Alfândegas da China (GACC), e da conclusão do modelo de certificado sanitário acordado entre as autoridades competentes dos dois países.

Ao todo, foram habilitados 46 estabelecimentos de farinhas de aves e suínos. Além disso, outros quatro estabelecimentos de farinha de pescado também foram habilitados. A autorização contempla unidades com diferentes perfis produtivos, ampliando o escopo de empresas aptas a atender ao mercado chinês.

A habilitação é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Adidância Agrícola em Pequim, a Embaixada do Brasil em Pequim, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o setor privado nacional, que atuaram de forma coordenada para atender às exigências estabelecidas pelas autoridades chinesas.

A China segue como principal destino das exportações agropecuárias brasileiras. Em 2024, o país asiático importou mais de US$ 49,6 bilhões em produtos do agro nacional. Especificamente no segmento de farinhas de miudezas, que agora passa a incluir as farinhas de aves e suínos, as compras somaram mais de US$ 304 milhões no ano.

Além da importância comercial, a habilitação também reforça o papel do Brasil no avanço de soluções sustentáveis para a agropecuária. A exportação de farinhas de origem animal integra práticas de economia circular, ao transformar resíduos em insumos valorizados pela indústria global.

 





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Bioeconomia no Brasil: caminho promissor



Parcerias púplico-privadas devem ocorrer



Parcerias púplico-privadas devem ocorrer
Parcerias púplico-privadas devem ocorrer – Foto: Divulgação

A bioinovação desponta como pilar estratégico para o desenvolvimento sustentável, com a bioeconomia oferecendo soluções concretas para a produção mais limpa e a descarbonização das economias. Ao substituir matérias-primas e combustíveis fósseis por recursos biológicos renováveis, o setor se alinha a metas globais de sustentabilidade, movimentando hoje cerca de 2 trilhões de euros e gerando 22 milhões de empregos, segundo a OCDE.

Segundo Matheus Gadotti Junkes, presidente do Comitê de Sustentabilidade do Grupo Flexível, a indústria química brasileira tem papel central nessa transformação, ao agregar valor à biomassa e convertê-la em produtos como bioplásticos, espumas e adesivos. Ele destaca ainda que o Brasil possui vantagens competitivas únicas – como diversidade biológica, matriz energética renovável e alta disponibilidade de biomassa – que o colocam na liderança da bioeconomia mundial, com potencial de gerar US\$ 593 bilhões por ano até 2050, conforme estudo da ABBI. 

Apesar do cenário promissor, Junkes aponta entraves que ainda limitam a expansão da bioeconomia no Brasil, como o alto custo de produção dos bioprodutos em relação aos fósseis, necessidade de inovação constante, carência de profissionais qualificados e gargalos logísticos. Ele reforça que o avanço depende de um ambiente regulatório mais ágil, incentivos à pesquisa e critérios claros para rotulagem de produtos sustentáveis. 

“Mas, para desenvolver uma cadeia produtiva mais sustentável, o ambiente regulatório precisa considerar ações para acelerar a aprovação de insumos para pesquisa, o processo de homologação para produtos sustentáveis e incentivar os investimentos em pesquisa e inovação nas empresas, centros de pesquisa e academia. O diálogo e a parceria entre a iniciativa privada, governo e representantes da sociedade devem ser permanentes e continuar mesmo após a aprovação do Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia”, conclui.

   





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Workshop com pesquisadores alemães promove intercâmbio com foco em doenças da mandioca


A Embrapa Mandioca e Fruticultura (BA) realizou, entre os dias 10 e 12, com a presença de dois pesquisadores do Leibniz Institut DSMZ, da Alemanha, o 2o Workshop Técnico-científico sobre Doenças Emergentes da Mandioca, com foco em couro de sapo e superbrotamento, as principais doenças da cultura no Brasi.

Participaram das atividades os pesquisadores Saulo Oliveira que, em 2023 foi cientista visitante do DSMZ desenvolvendo pesquisas na identificação e desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico das duas doenças, e Eder Oliveira, os analistas Andresa Ramos e Luciano Pinheiro, além de bolsistas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. “Todos eles têm experiência com os processos. O que fizemos com o workshop foram ajustes em procedimentos e rotinas relacionadas principalmente à extração de RNA, aproveitando a expertise de Stephan Winter e Samar Sheat. Verificamos todo o processo, desde a extração do DNA, o PCR em tempo real, que é a nossa ferramenta de ponta, até o sequenciamento de genomas por ferramentas de alto desempenho”, detalhou Saulo.

Samar, que trabalha com a cultura há 12 anos, principalmente com doenças viróticas, falou sobre o intercâmbio com os pesquisadores brasileiros: ”Ciência não é somente a parte de laboratório, ela precisa ter uma aplicação prática. É muito bom estar aqui, tendo essa troca de conhecimentos com Saulo, Eder e sua equipe e ir até o local onde as doenças realmente acontecem”. 

A mandioca não é produzida nem é uma cultura regulamentada pela Alemanha e, por isso, o DSMZ é um hub para receber e coletar doenças dos países produtores, podendo receber todas as coleções de vírus para ajudar, por exemplo, nos processos de seleção de variedades resistentes a doenças. O laboratório é um dos principais especializados em vírus de plantas no mundo.

Stephen Winter, fitopatologista da cultura da mandioca há 30 anos com experiência em virologia, contou um pouco da realidade do Amapá com a vassoura-de-bruxa. “Sobretudo na região Norte, o povo depende da mandioca como cultura principal. Não dá pra dizer, de uma hora pra outra, para deixarem de cultivar mandioca, mas, sem nenhuma intervenção da pesquisa, existe uma grande chance de perderem toda a enorme diversidade que eles têm. É preciso convencer essas pessoas de que a pesquisa é parte da solução e que não vai se aproveitar dos resultados sem que eles, os interessados, sejam beneficiados. É preciso sair do discurso da importância e partir para ação, executar o que for possível para resolver o problema”, afirmou.

A maior parte do trabalho foi realizada no Laboratório de Biologia Molecular, mas os visitantes também conheceram o Laboratório de Fitopatologia e a câmara térmica da UD, capaz de gerar, por meio da termoterapia, plantas de mandioca com alta qualidade fitossanitária, livres de patógenos sistêmicos, como vírus e bactérias.

No sábado o trabalho foi relacionado ao levantamento de linhas de pesquisa a serem contempladas por um memorando de entendimento entre Embrapa e DSMZ.





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Senar Goiás lança curso para estimular cultivo no estado



A manga é a fruta produzida no Brasil mais exportada


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A manga é a fruta produzida no Brasil mais exportada. Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/Mapa), em 2024 foram enviados o equivalente a US$ 350 milhões, principalmente para a União Europeia, Estados Unidos e Reino Unido. Goiás tem tudo para se destacar nesse mercado: clima favorável, solo apropriado e produtores com vontade de crescer. Diante disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás) lançou o curso Fruticultura da Manga.

A capacitação foi lançada recentemente na região de Flores de Goiás, onde os primeiros alunos já começaram a aprender técnicas modernas e práticas voltadas à produção da manga. “Esse curso foi pensado para capacitar quem quer iniciar ou melhorar a produção de manga. A gente ensina desde a importância econômica da cultura até as exigências de solo e clima, preparo do plantio, propagação por sementes e enxertia, adubação, poda, manejo de pragas e também sobre colheita e pós-colheita”, informa Yanuzi Camilo, coordenadora de Formação Profissional Rural do Senar Goiás (FPR),

 





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Soja volta a cair na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira, com mercado…


Nova safra americana em andamento e China ausente do mercado nos EUA pesam sobre as cotações

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Os preços da soja voltam a cair na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (1), depois do fechamento misto da sessão anterior, em que o mercado foi impactado por uma série de novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 

Assim, por volta de 7h30 (horário de Brasília), as baixas variavam de 7 e 8,75 pontos nos principais vencimentos, levando o julho a US$ 10,15 e o novembro a US$ 10,19 por bushel. Os preços do farelo também cediam e recuavam mais de 0,5%. Na contramão, o óleo operava em alta. 

O mercado, passados os novos boletins do USDA que pouco mudaram seus dados, se volta novamente aos seus fundamentos, como a nova safra americana em andamento – e sem grandes ameaças – e a China ainda ausente das compras nos EUA, ambos pesando sobre as cotações.

De outro lado, os traders também observam como será o ritmo da comercialização na Argentina depois da volta dos valores originais das retenciones – acontecendo neste 1º de julho – e também no Brasil.

O quadro macroeconômico e o cenário geopolítico também permanecem no radar. 

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Farsul e Fundação Pró-Sementes apresentam resultados do ECR Soja 24/25



Estudo mostra produtividade e importância da escolha da semente na soja RS




Foto: Divulgação

O Sistema Farsul e a Fundação Pró-Sementes divulgaram, nesta quarta-feira (30/07), os resultados do Ensaio de Cultivares em Rede (ECR) da safra de soja 2024/2025. Foram analisadas 35 variedades de sementes em nove regiões do estado. A pesquisa tem o patrocínio do Senar-RS e da Bayer, e tem como objetivo informar o produtor rural sobre as melhores escolhas de semente para a região em que atua.Elmar Konrad, 1º Vice-Presidente e Coordenador da Comissão de Grãos da Farsul falou sobre a importância do estudo. “Esse estudo sempre trouxe informações bastante importantes pro produtor, e mesmo com as quebras de safra que temos sofrido nos últimos anos, podemos ver a amplitude dos resultados e a importância da escolha correta de cultivar”, declarou.

A produtividade média entre todas as regiões variou entre 5.748kg/ha (ECR Grupo I Vacaria) à 2.119kg/ha (ECR Grupo I Passo Fundo). A maior produtividade registrado foi de 7.049kg/ha, em Vacaria, o equivalente a 117 sacos por hectare. A grande variação nos resultados exemplifica a importância de o produtor rural escolher o grão correto na hora de plantar.

Eduardo Condorelli, superintendente do Senar-RS, destacou a dificuldade enfrentada para realizar a pesquisa, visto que, após um ano de enchente, a safra 24/25 foi atingida novamente por estiagens, o que impactou inclusive na viabilidade dos campos de estudo de algumas regiões. “É importante perceber que, mesmo com o desafio climático, tivemos regiões atingindo 100 sacos por hectare. Esse estudo nos permite interpretar que existem variedades que podem ter uma resistência maior à estiagem, um evento que parece mais frequente no estado”, finalizou.”É muito importante ter acesso a esse tipo de pesquisa, para que o produtor não precise depender só da boca a boca para tomar suas decisões” afirma Kassiana Kehl, coordenadora do projeto. “Mesmo tendo só nove pontos de pesquisa, conseguimos contemplar a maior parte das regiões produtoras, e com informação, a chance de errar é sempre menor”, completou.Para o Diretor Técnico da Fundação Pró-Sementes, Alexandre Levien, estudos como esse são importantes exatamente em momentos de dificuldade como o que o estado enfrenta. “Nos últimos anos temos sido bastante desafiados, com até mesmo perdas de pontos de ensaio, mas a nossa pesquisa está ai para ajudar em momentos como esse.”Os resultados de todos os Ensaios de Cultivares em Rede estão disponíveis para consulta no site da Fundação Pró-Sementes. Além disso, o Sistema Farsul distribui aos Sindicatos Rurais a publicação impressa dos resultados a cada safra.





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Baixa luminosidade e cerração afetam produção de alface



Falta de sol reduz oferta de alface em Lajeado




Foto: Seane Lennon

A comercialização da alface na região de Lajeado, em São Sebastião do Caí, tem enfrentado ritmo lento e queda nos preços, segundo informações divulgadas no Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, na última quinta-feira (24). De acordo com o levantamento, os valores praticados estão entre 30% e 40% abaixo do habitual, variando de R$ 16,00 a R$ 26,00 por dúzia nas variedades crespa e lisa.

Segundo a Emater/RS-Ascar, “o desenvolvimento das plantas nas últimas semanas não evoluiu, e elas ficaram pequenas”. A entidade também aponta a presença de bactérias nas folhas mais velhas, atribuída à ausência de sol e ao excesso de cerração.

No município de Bom Princípio, os cultivos também foram impactados negativamente pelas baixas temperaturas e pelo nevoeiro frequente. Nessa localidade, o preço da dúzia de alface está em torno de R$ 25,00, refletindo a menor oferta do produto.





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