quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Com soluções da Sumitomo Chemical, agricultor alcança maior produtividade de soja no Pará


Na última safra, o agricultor Rodolfo Schlatter alcançou uma produtividade de 108,8 sacas por hectare na cultura de soja, integrando estratégias de manejo avançadas e colaborando com tecnologias modernas do portfólio da Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro. Esse desempenho o consagrou campeão paraense no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), do qual a Sumitomo Chemical é patrocinadora. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira (26/6) durante o 17º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. A conquista reforça a importância da adoção de boas práticas agrícolas, do apoio técnico e da parceria entre pesquisa e indústria para promover ganhos de produtividade.

Engenheiro agrônomo e produtor rural, Rodolfo Schlatter é natural de Itambé (PR) e conquistou o resultado na fazenda Santana Rios, no município de Santana do Araguaia (PA), em uma área de sequeiro. Além do primeiro lugar no estado, alcançou ainda o sexto lugar na região.

“Parabenizamos com entusiasmo o nosso campeão no Pará Rodolfo Schlatter, produtor parceiro, por essa conquista que é fruto de trabalho sério, visão de futuro e paixão pela agricultura. A Sumitomo Chemical agradece a confiança e reforça seu compromisso com os produtores rurais, protagonistas do agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Figueira, gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical. “Rodolfo utilizou nossos BioRacionais em 100% da área inscrita no desafio. A companhia tem um portfólio que está presente em lavouras com as maiores produtividades da cultura da soja no Brasil e se orgulha de apoiar iniciativas como o Prêmio de Máxima Produtividade de Soja do Cesb, que reconhecem e impulsionam a alta performance no campo”, destaca.

Soluções para o Agro

Cliente da Sumitomo Chemical, Schlatter usou BioRacionais – produtos biológicos ou de origem natural que atuam na proteção, produtividade ou melhor qualidade da produção das plantas – em 100% da área inscrita no desafio.

A começar pela solução de tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). Também utilizou o inseticida Inside® FS, que elimina os alvos rapidamente, no manejo de sugadores.

Para impulsionar o desenvolvimento da planta, aplicou os reguladores de crescimento MaxCel® e ProGibb®, que fazem parte do programa SOJA+. MaxCel induz a formação de mais hastes laterais para uma melhor arquitetura produtiva da planta e ProGibb diminui significativamente o abortamento de flores e vagens, resultando em mais grãos e maior produtividade.

Somadas a essas eficientes soluções, o produtor utilizou também os fungicidas Pladius® e Excalia Max® e o MycoApply EndoFuse®, esta voltada para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade à planta.

 





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Qualidade do algodão dos EUA recua levemente



EUA semeiam 92% da safra de algodão até 22 de junho




Foto: Divulgação

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (24) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), até 22 de junho os produtores norte-americanos haviam semeado 92% da safra de algodão para 2025. O índice representa queda de um ponto percentual em relação ao mesmo período do ano passado e de três pontos percentuais abaixo da média dos últimos cinco anos.

O relatório aponta ainda que 26% da safra atingiu o estágio de quadratura, fase anterior à formação das maçãs, o que representa redução de três pontos percentuais em relação a 2024, embora esteja em linha com a média histórica.

No mesmo período, 5% do algodão do país estava em formação de maçãs — um recuo de três pontos percentuais em comparação ao ano anterior e de um ponto abaixo da média dos últimos cinco anos.

A qualidade das lavouras também apresentou leve deterioração. Em 22 de junho, 47% da área plantada foi classificada entre boa e excelente, um ponto percentual abaixo da semana anterior.





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Canola exige replantio em áreas afetadas por chuvas


O avanço da semeadura da canola no Rio Grande do Sul foi interrompido pelas chuvas das últimas semanas, conforme aponta o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (26). Embora a maioria dos produtores tenha concluído o plantio nos períodos anteriores, os elevados volumes de precipitação comprometeram a emergência das plantas, principalmente nas áreas semeadas mais recentemente.

No Noroeste do estado, lavouras implantadas de forma precoce apresentam falhas no estande, causadas por emergência irregular e pela ação de pragas em plântulas em fase de estabelecimento. “Essa condição pode comprometer o potencial produtivo das lavouras, mas ainda não é possível mensurar as perdas”, informou a Emater/RS-Ascar.

A projeção da entidade é de que a área cultivada atinja 203.206 hectares, com produtividade estimada em 1.737 quilos por hectare. Em comparação com a safra anterior, isso representa aumento de 37,41% na área plantada e de 22,56% na produtividade.

Na região de Bagé, a estimativa de plantio é de 25.995 hectares, dos quais 78% já foram semeados. No entanto, parte dessa área deverá ser replantada devido aos impactos causados pelas fortes chuvas durante estágios críticos de germinação e emergência. Em Manoel Viana, apesar da conclusão da semeadura nos 7.300 hectares previstos, amplas áreas demandam replantio por conta de enxurradas que arrastaram sementes, fertilizantes e solo.

Na região de Frederico Westphalen, cerca de 65% das lavouras estão em fase vegetativa, e 35% em floração. Em Ijuí, a semeadura foi finalizada, mas as chuvas impediram os tratos culturais. As plantas evoluíram rapidamente para elongação e início da inflorescência, com maior densidade observada nas áreas semeadas entre o fim de maio e o início de junho.

Em Santa Maria, 92% das áreas foram semeadas, com predomínio do desenvolvimento vegetativo. Em Santa Rosa, 97% da área projetada foi semeada; 76% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 24% em floração, com alguns cultivos já iniciando o enchimento de grãos.

Na região de Soledade, a semeadura foi concluída, mas as chuvas intensas causaram erosão hídrica, prejudicando a fertilidade do solo em áreas de escoamento superficial.





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Preço do boi gordo segue estável em São Paulo



Boi China tem queda de R$3,00 no Sul de Goiás




Foto: Divulgação

A análise “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou estabilidade nos preços do boi gordo nas praças paulistas nos últimos dias. A oferta de bovinos aumentou e a comercialização de carne no mercado interno demonstrou sinais de desaceleração. Segundo a consultoria, parte dos compradores está fora das compras e pretende aguardar o desempenho das vendas do fim de semana para retomar as negociações.

Apesar do cenário de pressão, os valores não sofreram alterações para todas as categorias. As escalas de abate nas indústrias frigoríficas paulistas seguem atendendo, em média, a nove dias.

No Acre, também não houve variação nas cotações. As escalas estão mais dilatadas, alcançando cerca de 30 dias.

No Sul de Goiás, compradores mantêm escalas confortáveis e parte deles se afastou da aquisição de machos. Com a redução na venda de carnes e a oferta suficiente para atender à demanda atual, os preços sofreram queda: R$ 3,00 por arroba para o “boi China” e R$ 2,00 para as demais categorias. As escalas de abate na região atendem a uma média de sete dias.

No Sul do Tocantins, os preços permaneceram inalterados em comparação ao dia anterior, segundo o levantamento da Scot Consultoria.





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excesso de chuva atrasa colheita da safrinha


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) informou, em análise divulgada nesta quinta-feira (26), que os preços do milho seguem estabilizados no Brasil. A média gaúcha está em R$ 63,41 por saca, enquanto as principais praças locais operam em torno de R$ 61,00. Em outras regiões do país, os valores recuaram, variando entre R$ 40,00 e R$ 64,00, com algumas localidades do Centro-Oeste registrando cotações abaixo de R$ 40,00 por saca.

No cenário de colheita, o avanço da safrinha 2025 segue comprometido pelo excesso de umidade. Segundo a AgRural, até 26 de junho, 13% da área havia sido colhida no Centro-Sul, abaixo dos 34% observados no mesmo período do ano anterior. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) aponta que, até o dia 21, a colheita atingia 10,3% do total nacional, ante 17,5% na média das últimas cinco safras. Os maiores avanços foram registrados no Mato Grosso (27,6%), Tocantins (14,6%), Maranhão (11,4%) e Paraná (8,8%).

No Mato Grosso, dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) indicam que a colheita chegou a 14,1% no início desta semana, bem abaixo dos 37,6% registrados no mesmo período de 2024. A média histórica é de 26,8%.

No Tocantins, o trabalho de campo teve início com boa produtividade. Até 13 de junho, cerca de 2,1% da área havia sido colhida. O estado plantou 440 mil hectares na segunda safra, 7% acima do ciclo anterior, e estima-se uma produção de 2,4 milhões de toneladas, com produtividade média de 90,3 sacas por hectare.

Enquanto a Conab projeta uma produção total de segunda safra em torno de 101 milhões de toneladas, a consultoria Agroconsult estima um volume superior, de até 123,3 milhões. Se esse número se confirmar, a produção total de milho no Brasil em 2025 poderá chegar a 148 a 150 milhões de toneladas.

A grande oferta, no entanto, não encontra contrapartida nas exportações. A Ceema alerta para o risco de forte pressão nos preços devido à lentidão nas vendas externas e aos gargalos logísticos. De acordo com os dados mais recentes, o Brasil exportou apenas 234.682 toneladas de milho nos 14 primeiros dias úteis de junho, o que representa uma queda de 60,6% na média diária em relação a junho de 2024. A projeção para o ciclo comercial 2025/26 é de que o Brasil exporte 48 milhões de toneladas até 31 de janeiro de 2026.





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Europa registra calor de 42°C em junho



Safras de verão aceleram sob calor europeu




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (24) o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, no qual aponta a intensificação das condições secas e quentes sobre o território europeu. A elevação das temperaturas se estendeu para o leste do continente, enquanto chuvas precederam a onda de calor na Europa Central.

Uma ampla área de alta pressão foi responsável pelas temperaturas elevadas observadas na Espanha, onde os termômetros marcaram entre 35°C e 42°C, e em países vizinhos. A França registrou máximas entre 34°C e 38°C, enquanto o norte da Itália apresentou variações entre 33°C e 37°C. Esse cenário acelerou o avanço das safras de verão rumo ao estágio reprodutivo e, segundo o USDA, pode ter provocado estresse em lavouras de algodão em flor na Andaluzia, no sul da Espanha. “As temperaturas médias semanais superaram os 30°C, limite considerado crítico para o algodão”, informou o órgão.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

O calor anormal, com até 5°C acima da média, atingiu também regiões do norte da Europa, como Inglaterra e Alemanha, favorecendo a secagem e a colheita das culturas de inverno, além de acelerar o desenvolvimento dos grãos de primavera e demais cultivos de verão.

Nos dias finais do período de monitoramento, o calor se espalhou pelo leste europeu. Entretanto, no início da semana, as temperaturas médias se mantiveram próximas ao normal na faixa entre a Polônia e os Bálcãs.

A alta temperatura foi antecedida por chuvas e tempestades de intensidade variada, com volumes entre 1 mm e 65 mm, principalmente na Europa Central. Esse regime irregular de precipitações manteve a umidade do solo em níveis adequados para o suporte das culturas de inverno e vegetativas de verão. Contudo, o USDA alertou para a persistência de tempo seco em áreas agrícolas importantes situadas entre a Hungria e o baixo Vale do Rio Danúbio, ainda que as máximas diurnas tenham permanecido abaixo dos níveis de estresse para as lavouras.





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Lavouras de trigo têm bom desempenho no Paraná



Trigo mantém preços estáveis no PR e RS




Foto: Canva

Segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na quinta-feira (26), os preços do trigo de qualidade superior seguiram estáveis na semana de 20 a 26 de junho.

No Rio Grande do Sul, o valor praticado foi de R$ 70,00 por saca, enquanto no Paraná o preço permaneceu em R$ 78,00. No mercado livre FOB, também houve estabilidade, com a tonelada cotada a R$ 1.500,00 no Paraná e R$ 1.300,00 no Rio Grande do Sul.

Em relação ao plantio, o Paraná alcançou 91% da área esperada para esta safra, com 99% das lavouras avaliadas em boas condições. No Rio Grande do Sul, o avanço foi mais lento, atingindo aproximadamente 40% da área prevista. Segundo a Ceema, o ritmo mais lento no estado gaúcho é resultado das chuvas intensas Trigo mantém preços estáveis no PR e RSTrigo mantém preços estáveis no PR e RSas nos últimos dias, que dificultaram os trabalhos no campo.





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Produção de mel sofre perdas com o inverno gaúcho



Frio e chuva prejudicam apicultura no RS




Foto: Pixabay

O clima adverso no Rio Grande do Sul impactou a atividade apícola no estado. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26), o frio intenso e as chuvas frequentes provocaram a redução da atividade das abelhas, das floradas e da produção de mel. Também foram registrados confinamento prolongado dos enxames, declínio populacional das colmeias e necessidade de suplementação alimentar.

Na região de Bagé, as chuvas obrigaram a retirada emergencial de apiários instalados em áreas alagadas. Além disso, o confinamento das abelhas provocou consumo elevado das reservas alimentares nas colmeias. Em Caxias do Sul, os apicultores adotaram manejo alimentar e estrutural das colmeias para garantir a manutenção dos enxames.

Em Erechim, os produtores optaram pela unificação de colmeias e aplicação de cuidados preventivos. Em Frederico Westphalen, foram utilizadas técnicas de controle térmico, além de ações sanitárias e controle da praga varroa. Já em Lajeado, as colmeias apresentaram bom preparo para o período de inverno.

No município de Passo Fundo, mesmo com aumento da demanda por mel no inverno, as vendas seguem em volume reduzido e preços estáveis. Em Pelotas, a colheita está na fase final, com produtividade variando de acordo com a mortalidade dos enxames e o uso de agrotóxicos. Os preços permanecem estáveis, com leve tendência de queda nas regiões com maior oferta.

Em Santa Maria, as enchentes e temperaturas baixas interromperam a colheita e causaram perdas de colmeias, embora a comercialização siga ativa. Em Santa Rosa, os apicultores iniciaram a alimentação de inverno e instalaram coberturas plásticas nas colmeias. Na região de Soledade, as condições climáticas exigem monitoramento contínuo dos enxames e suplementação alimentar frequente.





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São Paulo amplia acesso a crédito rural para compra de tratores



A medida visa fortalecer a agricultura familiar e modernizar a frota agrícola




Foto: Pixabay

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciou a formalização de novos convênios com cooperativas de crédito para a expansão do programa FEAP Pró-Trator e Implementos. As parcerias foram firmadas com o Banco Cooperativo Sicredi, o Banco Cooperativo Sicoob e a Cooperativa Central de Crédito Cresol Baser.

Com os acordos, as cooperativas passam a operar diretamente as linhas de crédito do programa. Caberá a elas a análise das propostas, a liberação dos recursos e a aplicação do subsídio estadual sobre o saldo devedor do financiamento.

Segundo a secretaria, o Pró-Trator foi criado para apoiar a aquisição de tratores e implementos agrícolas por pequenos e médios produtores rurais. “A principal vantagem é o subsídio de 50% da taxa de juros, equivalente à metade da Selic, concedido por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP)”, informou a pasta.

Cada produtor pode obter até R$ 50 mil em crédito, o que, segundo o governo, amplia a capilaridade da política pública. Os recursos são destinados à compra de tratores novos de fabricação nacional com potência máxima de 125 cavalos. A medida visa fortalecer a agricultura familiar e modernizar a frota agrícola em todo o estado de São Paulo.





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Guaíba pode voltar à cota de inundação no domingo (29), alerta IPH/UFRGS



Nível do Guaíba deve subir novamente com chuvas e ventos no RS




Foto: Redes Sociais

Após um período de lenta redução no nível da água, o Lago Guaíba pode voltar a registrar inundações a partir deste domingo (29), segundo projeções divulgadas nesta sexta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da UFRGS. Às 12h15, a régua da Usina do Gasômetro marcava 3,30 metros — em queda nas últimas 24 horas —, mas os modelos indicam nova elevação nos próximos dias, impulsionada por chuvas intensas e ventos fortes.

De acordo com o Grupo de Pesquisas em Hidrologia de Grande Escala (HGE), vinculado ao IPH/UFRGS, há possibilidade de o nível atingir novamente a cota de inundação (3,6 metros) durante a semana que vem. A expectativa é de que os efeitos do mau tempo sejam sentidos já no domingo, com ondas e rápida elevação do nível d’água causadas pela ação dos ventos.

O instituto reforça o alerta para o risco de alagamentos nas áreas urbanas de Porto Alegre e regiões vizinhas. A população deve ficar atenta às atualizações meteorológicas e, principalmente, às orientações da Defesa Civil. As previsões indicam que o volume de precipitação no final de semana será significativo, o que pode impactar diretamente o sistema de drenagem das cidades.

O IPH/UFRGS mantém o monitoramento e deve divulgar novos boletins conforme o avanço das condições meteorológicas. A recomendação é redobrar os cuidados em áreas de risco, evitar deslocamentos desnecessários durante as chuvas e acompanhar os canais oficiais de comunicação das autoridades.





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