quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Julho é o pior mês para vender milho?



Alguns fatores pesam negativamente sobre os preços



Alguns fatores pesam negativamente sobre os preços
Alguns fatores pesam negativamente sobre os preços – Foto: Pixabay

Com custos distintos entre a primeira e a segunda safra, os resultados financeiros também divergem: enquanto o milho da safra verão ainda garante um lucro de 10,58%, a Safrinha desta temporada apresenta prejuízo de 9,91%, segundo análise da TF Agroeconômica. A consultoria destaca que, para o produtor que ainda não comercializou, o ideal é esperar a retomada de preços no segundo semestre. Vender durante julho, mês de pico da colheita e de preços historicamente baixos, deve ser evitado.

De acordo com a TF Agroeconômica, a valorização do real frente ao dólar favoreceu os contratos futuros em Chicago (CBOT), mas o avanço da colheita brasileira, responsável por quase 80% do milho para ração, ainda impõe limites para altas adicionais. Internamente, o aumento da mistura de etanol na gasolina de E27 para E30 tende a aquecer a demanda pelo grão, podendo sustentar os preços a médio e longo prazo. No cenário internacional, os estoques baixos nos EUA e a reversão da redução das tarifas de exportação pela Argentina (de 9,5% para 12%) também dão suporte ao mercado.

Por outro lado, alguns fatores pesam negativamente sobre os preços. Entre eles estão as boas condições climáticas para o milho nos EUA e a confirmação de área plantada semelhante à projeção anterior do USDA, o que reforça a estimativa de safra recorde de 400 milhões de toneladas. Além disso, tensões comerciais entre os EUA e o Canadá aumentam incertezas, enquanto a plena oferta com o início da colheita no Brasil pressiona os preços na B3, que têm oscilado entre R$ 62,19 e R$ 64,75 no último mês.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha semana em queda na B3


As cotações do milho na B3 encerraram a sexta-feira (27) em queda, pressionadas pelo avanço da colheita da segunda safra e pela desvalorização do dólar, que acumulou baixa semanal de -0,75%. Segundo informações da TF Agroeconômica, apesar do atraso na colheita manter os preços em um canal lateral, a tendência é de que a recuperação da oferta provoque novas quedas nos preços nas próximas semanas.

No acumulado semanal, os contratos futuros da B3 apresentaram perdas entre -1,25% e -0,01%, com exceção do contrato de junho, que já não é mais negociado e fechou em alta. O contrato julho/24 fechou o dia a R\$ 63,54, com baixa diária de R\$ -0,41, mas alta semanal de R\$ 0,38. Julho/25 encerrou a R\$ 62,27 (-R\$ 0,06 no dia e -R\$ 1,25 na semana), enquanto setembro/25 caiu para R\$ 66,45 (-R\$ 0,34 no dia e -R\$ 0,79 na semana). Já no mercado físico, o indicador Cepea teve desvalorização de -0,68% na semana.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou o dia em alta, após cinco sessões consecutivas de queda. O contrato de julho subiu 1,95% ou \$ 8,00 cents/bushel, fechando a \$ 417,50. Já o contrato de setembro subiu 1,86% ou \$ 7,50 cents/bushel, terminando a \$ 411,50. A alta do dia refletiu uma recomposição das posições vendidas por parte dos fundos, diante das cotações em níveis historicamente baixos e da expectativa de menor estoque nos EUA, com base na forte demanda registrada recentemente. Ainda assim, o milho na CBOT acumulou uma perda semanal de -2,62% ou \$ -11,25 cents/bushel, refletindo a volatilidade do mercado frente às incertezas climáticas e à dinâmica cambial.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mistura B15 impulsiona óleo de soja no Brasil



Óleo de soja volta a subir com aumento da mistura de biodiesel




Foto: Divulgação

Depois de quase dois meses em queda, os preços do óleo de soja voltaram a registrar valorização no mercado brasileiro. A recuperação nos valores ocorre em meio a expectativas positivas para a demanda do setor de biocombustíveis, especialmente o biodiesel.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a elevação recente está diretamente ligada à decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), que aprovou o aumento gradual da mistura obrigatória de biodiesel ao óleo diesel. A medida prevê a elevação da atual proporção B14 (14%) para B15 (15%) entre agosto deste ano e fevereiro de 2026. A partir de março de 2026, a mistura poderá subir para B16 (16%).

De acordo com os pesquisadores do Cepea, a perspectiva de maior consumo interno para a produção de biodiesel tem trazido otimismo ao setor, o que influencia diretamente a comercialização do óleo de soja. A medida do CNPE é vista como um estímulo à cadeia produtiva, gerando reflexos positivos tanto para os produtores quanto para os processadores da oleaginosa.

A movimentação atual contrasta com o cenário observado no primeiro trimestre de 2025, quando os preços internos do óleo de soja registraram forte enfraquecimento. Na época, o mercado apostava que a mistura B15 entraria em vigor em março, o que acabou não ocorrendo. Essa frustração nas expectativas foi o principal fator de pressão sobre as cotações naquele período.

Agora, com a confirmação oficial do cronograma de ampliação da mistura, agentes do setor voltam a operar com maior confiança. A perspectiva é de que a demanda por óleo de soja industrializado se mantenha firme nos próximos meses, o que deve contribuir para sustentar os preços em patamares mais altos.

O Brasil, sendo um dos maiores produtores e exportadores de soja do mundo, pode se beneficiar tanto no mercado interno quanto externo com esse novo cenário. A busca por fontes renováveis de energia, como o biodiesel, segue sendo um fator estratégico para o crescimento sustentável do agronegócio brasileiro.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima seco impulsiona plantio de trigo e cevada na Argentina


Após uma semana praticamente sem chuvas, o plantio de trigo avançou significativamente na Argentina, segundo informações da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA). A semeadura do cereal atingiu 72,7% da área estimada de 6,7 milhões de hectares, um progresso de 12,4 pontos percentuais em relação à semana anterior. As boas condições climáticas favoreceram regiões anteriormente afetadas pelo excesso de umidade, como o Núcleo Sul e o Centro de Buenos Aires, reduzindo atrasos históricos. Nacionalmente, o ritmo de plantio está 4,1 p.p. à frente do registrado no mesmo período do ano passado.

A semeadura da cevada também apresentou avanços, alcançando 50,8% da área prevista de 1,3 milhão de hectares. Ainda assim, há um atraso interanual de 12 pontos percentuais, principalmente por problemas de excesso de umidade no Norte de La Pampa, Oeste e Centro de Buenos Aires. No entanto, o sul da região agrícola mantém bom ritmo de implantação, impulsionado por condições hídricas favoráveis.

A colheita de soja está próxima do fim, com 98,3% da área apta colhida, embora ainda apresente um leve atraso de 1,3 p.p. em relação ao ano anterior. O rendimento médio nacional é de 29,8 sacas por hectare, 15% superior à média das últimas cinco safras. A soja de primeira está praticamente finalizada, com produtividade média de 31,5 sacas/ha. Já a soja de segunda cobre 95,2% da área, com bons rendimentos no Centro-Este de Entre Ríos e Núcleo Sul, mantendo a projeção de produção em 50,3 milhões de toneladas.

Por fim, a colheita do milho grão atingiu 55,3% da área estimada, com rendimento médio nacional de 77,1 sacas/ha. Em Córdoba, o avanço foi expressivo nos plantios tardios, com produtividade de 79,9 sacas/ha — 21% acima da safra anterior. Apesar disso, a menor área cultivada limita o impacto sobre a produção total. Já no centro e oeste de Buenos Aires, os excessos hídricos persistem e atrasam a colheita. A estimativa nacional de produção permanece em 49 milhões de toneladas, queda de 5% frente à campanha anterior.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Conflito entre EUA e China reposiciona Brasil no comércio internacional


O embate tarifário entre Estados Unidos e China segue remodelando as cadeias globais de suprimentos e redesenhando o mapa das oportunidades comerciais. A tensão entre as duas maiores economias do mundo cria tanto desafios quanto espaços estratégicos para países da América Latina, especialmente o Brasil. Essa foi uma das principais análises apresentadas no webinar promovido pela Coface Brasil nesta quarta-feira (26).

De acordo com informações divulgadas pela Coface, o evento contou com a participação da economista-chefe para a América Latina, Patricia Krause, e do chefe de estudos macroeconômicos, Bruno de Moura Fernandes. Os especialistas alertaram para o impacto direto da guerra comercial no crescimento global e destacaram o papel da região latino-americana em meio a essa reconfiguração geoeconômica. As projeções da Coface apontam que o PIB mundial crescerá 2,2% em 2025 e 2,3% em 2026 — números que refletem a desaceleração generalizada das economias, tanto desenvolvidas quanto emergentes.

Segundo Fernandes, a desaceleração da China se agrava diante de problemas internos, como o excesso de capacidade produtiva em setores estratégicos — automobilístico, alimentos, eletrônicos e farmacêutico — somado à queda no consumo e nos preços industriais. A resposta chinesa tem sido ampliar as exportações para além do eixo tradicional com os EUA, voltando-se a outras regiões, como a América Latina.

“A China precisa exportar a qualquer custo. Se perder ainda mais espaço nos EUA, a América Latina será um destino natural, tanto como fornecedora de commodities quanto como mercado consumidor de produtos manufaturados”, avaliou Fernandes. Ele alerta que essa movimentação pode pressionar ainda mais setores já sensíveis, como o siderúrgico, o têxtil e o de tecnologia.

A economista Patricia Krause destacou que a América Latina deverá crescer 2,1% em 2024, com perspectivas moderadas e desiguais entre os países. No caso do Brasil, a projeção de crescimento foi revisada para cima, ficando em 2,3% em 2025. Segundo ela, o desempenho da economia brasileira é impulsionado pelo agronegócio e pelo consumo doméstico, mas enfrenta riscos devido a um crédito mais restrito e juros elevados. “Países como o México, mais dependentes dos EUA, são mais vulneráveis. Já Brasil e Argentina podem ocupar nichos estratégicos, principalmente no agronegócio, frente à retração americana no mercado chinês”, ponderou.

Outro destaque do evento foi o avanço dos investimentos chineses na região. Krause citou dados do Global Development Policy Center que mostram o crescimento dos projetos greenfield na América Latina, que passaram de US$ 5,8 bilhões entre 2008 e 2011 para US$ 21 bilhões entre 2020 e 2023. A infraestrutura também ganhou relevância, com o exemplo do porto de Chancay, no Peru, que deverá facilitar e baratear o comércio com o continente asiático.

O estudo da Coface ressalta que, diante da instabilidade global, as empresas latino-americanas precisarão fortalecer sua capacidade de adaptação. “Diversificação de mercados e revisão das cadeias logísticas serão essenciais para manter a competitividade em um cenário de incertezas geopolíticas”, concluiu Krause.

Para mitigar riscos e garantir estabilidade financeira, a Coface reforça a importância do seguro de crédito. A ferramenta protege empresas contra inadimplência, oferecendo segurança para ampliar sua atuação comercial mesmo diante de um ambiente internacional volátil. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Tocantins inicia vazio sanitário da soja em 1º de julho



A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja




Foto: USDA

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) informou que o período do vazio sanitário da soja terá início em 1º de julho e seguirá até 30 de setembro. Durante esses três meses, estará proibido o plantio e a manutenção de plantas vivas de soja em lavouras de sequeiro em todo o estado.

A medida visa interromper o ciclo do fungo causador da ferrugem asiática da soja, uma das principais pragas que afetam a oleaginosa. Segundo a Adapec, a responsabilidade pela eliminação das plantas vivas de soja, sejam voluntárias ou não, recai sobre os produtores ou ocupantes das áreas cultivadas. “Havendo a presença de plantas vivas no campo, os responsáveis devem eliminá-las por meios químicos ou mecânicos”, destaca o órgão. O descumprimento da norma poderá acarretar sanções previstas na legislação vigente.

A ferrugem asiática é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, e se espalha com rapidez entre as lavouras por meio do vento. A principal consequência da infestação é a queda precoce das folhas, o que compromete a formação completa dos grãos e reduz a produtividade das lavouras.

A exceção à regra durante o período do vazio sanitário é válida para cultivos com fins de pesquisa, produção de sementes e ensino, desde que realizados em áreas de terras altas ou nas planícies tropicais sob sistema de subirrigação.

Na safra 2024/2025, foram cadastradas na Adapec 2.705 propriedades com lavouras de soja de sequeiro, totalizando uma área plantada de 1,415 milhão de hectares.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Argentina anuncia volta das retenciones



A medida tem forte impacto regional



A medida tem forte impacto regional
A medida tem forte impacto regional – Foto: Pixabay

O governo da Argentina anunciou o fim do alívio temporário nas alíquotas de exportação para produtos-chave do agronegócio, retomando o aumento das chamadas “retenciones” para soja e milho a partir de 1º de julho. A decisão, publicada no Boletín Oficial por meio do decreto 439/2025, foi mal recebida pelas entidades do setor, que alertam para o impacto negativo sobre a competitividade e o planejamento das próximas safras.

De acordo com o novo decreto, a alíquota sobre a exportação da soja voltará a 33% (antes estava em 26%), enquanto milho e sorgo passarão de 9,5% para 12%. O girassol, por sua vez, voltará a tributar 7% após cinco meses com tarifa reduzida de 5,5%. Por outro lado, o governo de Javier Milei decidiu manter a redução para o trigo e a cevada, que seguirão com alíquota de 9,5% até março de 2026, desde que os exportadores ingressem 90% das divisas ao país em até 30 dias úteis após a venda externa.

A medida tem forte impacto regional e ocorre às vésperas da tradicional feira agropecuária de Palermo, em Buenos Aires, onde há expectativa de participação do presidente Milei. Ela também é acompanhada de críticas do setor rural, que vinha se beneficiando da redução temporária para acelerar embarques. Desde janeiro, foram registradas exportações de quase 44 milhões de toneladas de milho e derivados da soja, movimentando cerca de US$ 5 bilhões, o que representa um fôlego importante para a economia argentina.

Para o Brasil, maior concorrente da Argentina na exportação de milho e derivados de soja, o restabelecimento das alíquotas pode representar ganho de competitividade no mercado internacional, especialmente na disputa por mercados como China, União Europeia e norte da África. No entanto, o trigo argentino ainda deve manter presença significativa na Região Sul do Brasil, já que as alíquotas reduzidas e o avanço do plantio, com mais de 70% da área estimada já semeada, favorecem a continuidade das exportações ao mercado brasileiro.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

EUA ficam fora das vendas de soja para a China


Segundo análise divulgada na quinta-feira (26) pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), os preços da soja no Brasil seguem pressionados para baixo. O cenário é influenciado pela combinação de câmbio elevado — que se mantém entre R$ 5,50 e R$ 5,55 por dólar —, estabilidade nos prêmios e queda nas cotações da Bolsa de Chicago.

No Rio Grande do Sul, a média estadual indica R$ 122,18 por saca. No entanto, as principais praças locais já voltaram a operar com valores próximos de R$ 119,00. Em outras regiões do país, as cotações oscilaram entre R$ 107,00 e R$ 121,00 por saca. Um ano antes, os preços variavam entre R$ 117,00 e R$ 129,00. A Ceema destaca que, desconsiderando a inflação acumulada de 5,3% nos últimos 12 meses, a perda real é ainda mais significativa.

Em relação às exportações, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima que o Brasil deve embarcar 15 milhões de toneladas de soja em junho, o que representa um crescimento de 1,2 milhão de toneladas em comparação com o mesmo mês de 2024. Por outro lado, as exportações de farelo de soja devem somar 1,92 milhão de toneladas, abaixo das 2,05 milhões registradas no mesmo período do ano anterior.

A expressiva oferta brasileira impacta diretamente a competitividade dos Estados Unidos no mercado internacional. “Na semana passada, dos 26 navios de soja negociados com destino à China, todos foram carregados com produto do Brasil e da Argentina”, informou a Ceema. A consultoria acrescenta: “No ano passado, 14 navios dos EUA seguiram para a China no mês de junho. Neste ano, nenhum”.

De acordo com a Agrinvest Commodities, a Argentina já exportou 4,8 milhões de toneladas de soja no atual ano comercial, mantendo uma postura agressiva de mercado, com descontos de 40 a 45 centavos de dólar por bushel. “O Brasil também segue muito competitivo, pois enquanto as tarifas de 10% sobre a soja americana continuarem, a China não teria outra opção a não ser continuar comprando do Brasil e Argentina”, conclui a consultoria.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Com soluções da Sumitomo Chemical, agricultor alcança maior produtividade de soja no Pará


Na última safra, o agricultor Rodolfo Schlatter alcançou uma produtividade de 108,8 sacas por hectare na cultura de soja, integrando estratégias de manejo avançadas e colaborando com tecnologias modernas do portfólio da Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro. Esse desempenho o consagrou campeão paraense no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), do qual a Sumitomo Chemical é patrocinadora. Os resultados foram divulgados na última quinta-feira (26/6) durante o 17º Fórum Nacional de Máxima Produtividade de Soja. A conquista reforça a importância da adoção de boas práticas agrícolas, do apoio técnico e da parceria entre pesquisa e indústria para promover ganhos de produtividade.

Engenheiro agrônomo e produtor rural, Rodolfo Schlatter é natural de Itambé (PR) e conquistou o resultado na fazenda Santana Rios, no município de Santana do Araguaia (PA), em uma área de sequeiro. Além do primeiro lugar no estado, alcançou ainda o sexto lugar na região.

“Parabenizamos com entusiasmo o nosso campeão no Pará Rodolfo Schlatter, produtor parceiro, por essa conquista que é fruto de trabalho sério, visão de futuro e paixão pela agricultura. A Sumitomo Chemical agradece a confiança e reforça seu compromisso com os produtores rurais, protagonistas do agronegócio brasileiro”, afirma Marcelo Figueira, gerente de Fungicidas e Líder para a Cultura da Soja da Sumitomo Chemical. “Rodolfo utilizou nossos BioRacionais em 100% da área inscrita no desafio. A companhia tem um portfólio que está presente em lavouras com as maiores produtividades da cultura da soja no Brasil e se orgulha de apoiar iniciativas como o Prêmio de Máxima Produtividade de Soja do Cesb, que reconhecem e impulsionam a alta performance no campo”, destaca.

Soluções para o Agro

Cliente da Sumitomo Chemical, Schlatter usou BioRacionais – produtos biológicos ou de origem natural que atuam na proteção, produtividade ou melhor qualidade da produção das plantas – em 100% da área inscrita no desafio.

A começar pela solução de tratamento de sementes Aveo® EZ, que cria uma simbiose com as raízes, formando um biofilme que protege do ataque de nematoides (vermes que ficam no solo). Também utilizou o inseticida Inside® FS, que elimina os alvos rapidamente, no manejo de sugadores.

Para impulsionar o desenvolvimento da planta, aplicou os reguladores de crescimento MaxCel® e ProGibb®, que fazem parte do programa SOJA+. MaxCel induz a formação de mais hastes laterais para uma melhor arquitetura produtiva da planta e ProGibb diminui significativamente o abortamento de flores e vagens, resultando em mais grãos e maior produtividade.

Somadas a essas eficientes soluções, o produtor utilizou também os fungicidas Pladius® e Excalia Max® e o MycoApply EndoFuse®, esta voltada para melhorar a qualidade biológica, promovendo maior longevidade, saúde e qualidade à planta.

 





Source link