segunda-feira, março 23, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

PAA garante 148 toneladas de alimentos no Pernambuco


Agricultores familiares de Pernambuco vão destinar cerca de 148,9 toneladas de alimentos a pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Os produtos foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de três projetos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), com o objetivo de apoiar a produção e fortalecer a comercialização dos agricultores.

Nesta quinta-feira (31), o superintendente da Conab em Pernambuco, Elizaldo Sá, e o técnico Genivaldo Santos acompanham as entregas de dois projetos. Um deles é executado por 22 produtores da Associação dos Trabalhadores do Assentamento Normandia, de Caruaru, responsáveis por 65,4 toneladas de frutas e hortaliças. Esses alimentos são destinados ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Belém de Maria. Para a aquisição, foram investidos aproximadamente R$ 316,18 mil.

Em Gravatá, agricultores da Associação dos Produtores Rurais da PAH Barra Bonita (APROBARRA) estão entregando 28,16 toneladas de banana da terra, cará de São Tomé e chuchu ao CRAS local. A Conab destinou R$ 200 mil para essa operação.

No município de Brejo da Madre de Deus, a Associação dos Agricultores Vale do Açudinho e Adjacências é responsável por 55,3 toneladas de frutas e hortaliças. Esses alimentos serão encaminhados à Associação dos Escoteiros Tradicionais do Brejo da Madre de Deus, ao Conselho dos Moradores de São Domingos e ao CRAS de Jataúba. As entregas começaram na quarta-feira (30), com investimento de R$ 284,97 mil.

Em Lagoa Grande, foram concluídas as doações de dois projetos desenvolvidos pela Associação Comunitária dos Agricultores da Ilha do Pontal e pela Associação Comunitária dos Agricultores Familiares do Assentamento Catalunha I. No total, foram entregues mais de 109 toneladas de frutas, hortaliças e mel de abelha ao CRAS local, à Associação Centro de Atividades das Mulheres Agricultoras e à Igreja Batista Independência. A Conab destinou R$ 554,44 mil para a compra dos alimentos.

Além das entregas, técnicos da Conab realizam visitas aos agricultores com projetos do PAA-CDS aprovados. O objetivo das visitas é oferecer orientações sobre a execução do programa, uso do sistema de entregas PANet e reforçar as responsabilidades dos participantes. As ações acontecem em municípios como Petrolina e Caruaru.

Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda, o PAA é executado pela Conab, estados e municípios. O programa garante a compra da produção da agricultura familiar, assegura renda ao produtor e fornece alimentos para redes socioassistenciais, cozinhas comunitárias e restaurantes populares, atendendo populações em vulnerabilidade social.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho e soja avançam bem nos EUA



Iowa mantém alta qualidade da safra de milho




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou, nesta terça-feira (29), o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin com dados sobre o desenvolvimento das lavouras de milho e soja até 27 de julho. De acordo com a publicação, 76% da safra de milho do país atingiu o estágio de espigamento, um ponto percentual acima do registrado no mesmo período do ano passado, mas um ponto abaixo da média dos últimos cinco anos.

O boletim indica ainda que 26% do milho estava no estágio de massa, número dois pontos percentuais inferior ao registrado há um ano, embora dois pontos acima da média histórica. Quanto à qualidade, 73% do milho foi classificado como bom a excelente, uma redução de um ponto em relação à semana anterior. Em Iowa, principal estado produtor, 87% da safra foi classificada nessa faixa de qualidade.

Com relação à soja, o USDA informou que 76% das lavouras atingiram o estágio de floração, dado que representa um ponto percentual a mais do que em igual período do ano passado e que está em linha com a média dos últimos cinco anos. Cerca de 41% da safra iniciou a formação de vagens, percentual um ponto abaixo tanto do ano anterior quanto da média histórica. Ainda assim, 70% da soja foi avaliada como boa a excelente, resultado que representa um aumento de dois pontos percentuais em relação à semana anterior.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Verão europeu tem efeitos distintos sobre as safras



USDA alerta para calor no sudeste europeu




Foto: Pixabay

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), revelou que chuvas generalizadas e temperaturas mais amenas prevaleceram sobre o centro e norte da Europa, enquanto o sudeste do continente atrai calor intenso, desfavorável ao desenvolvimento das culturas de verão em fase reprodutiva.

Segundo o boletim, uma mudança acentuada na corrente de jato em direção ao sul trouxe precipitações moderadas a fortes, entre 10 e 95 milímetros, à metade norte da Europa. Essa umidade beneficia o cultivo de milho, girassol e soja em estágios reprodutivos. As temperaturas médias variaram entre 1 e 2°C em relação aos padrões históricos, o que contribuiu para reduzir o risco de estresse térmico nas culturas sensíveis ao calor.

Na Espanha, o boletim destacou que as temperaturas atingiram de 1 a 3°C abaixo da média, o que amenizou o estresse térmico recente sobre as culturas irrigadas de milho e girassol. No norte da Itália, temperaturas mais suaves e chuvas de 15 a 85 milímetros estabilizaram as condições das culturas de milho e soja em projetos reprodutivos e de enchimento.

Em contrapartida, o sul da Romênia e o norte da Bulgária registraram chuvas isoladas, insuficientes para compensar o calor excessivo. As temperaturas máximas chegam a 40°C, afetando o milho em fase de desenvolvimento de bolhas, com um pico de 43,4°C ao longo do rio Danúbio, no sudoeste romeno. Situação semelhante foi observada no centro e norte da Grécia, onde o calor de até 43,8°C compromete a proteção do algodão e de outros trabalhos irrigados em fases reprodutivas e de enchimento.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas amenizam seca, mas reservatórios seguem baixos no México



México enfrenta contrastes climáticos nas lavouras




Foto: Pixabay

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o clima no México apresentou variação significativa entre as regiões, com predomínio de condições mais secas no cinturão de milho do planalto sul. Apesar da redução nos volumes, a umidade do solo permanece adequada para a maioria das culturas de verão, resultado da chuva acumulada nas últimas semanas. A cobertura pluvial nessa área ainda foi considerada satisfatória, mesmo com totais entre 5 e 35 milímetros, havendo registros fora dessa faixa em algumas localidades.

No sudeste do país, foram observadas chuvas intensas, com volumes localmente superiores a 100 milímetros. Já no noroeste, precipitações entre 10 e 25 milímetros ou mais ocorreram devido à atuação das monções norte-americanas.

Segundo o boletim, o Monitor de Secas Mexicano de 15 de julho apontou que as chuvas de verão contribuíram para a redução da seca no norte do México. Ainda assim, áreas de seca extrema a excepcional, classificadas como D3 a D4, continuam presentes em partes dos estados de Sonora, Chihuahua e Coahuila.

Mesmo com a melhora em algumas regiões, o boletim destacou que a escassez prolongada de água nos reservatórios persiste no norte do país, atingindo áreas próximas à fronteira com os Estados Unidos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Estados Unidos excluem suco de laranja, minério de ferro e aeronaves de tarifa de 50%


Mesmo com a imposição de uma nova tarifa de importação de 50% sobre produtos brasileiros, o governo dos Estados Unidos excluiu itens-chave da medida, garantindo isenção a setores considerados estratégicos para a economia norte-americana. A decisão foi oficializada por meio de uma ordem executiva assinada pelo presidente Donald Trump nesta quarta-feira, 30 de julho de 2025, e passa a valer a partir do dia 1º de agosto.

De acordo com o Annex I da ordem executiva, foram mantidos fora da elevação tarifária produtos de alta relevância como sucos e derivados de laranja, minério de ferro, gás natural, alumínio, fertilizantes químicos e aeronaves civis — muitos deles essenciais para as indústrias dos Estados Unidos. A Casa Branca justificou a medida como uma resposta a ações recentes do governo brasileiro, consideradas “uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA”.

Na lista de isenções estão produtos como castanhas-do-brasil com casca, diversos tipos de carvão, coque, gás de carvão e derivados minerais, além de gases como propano, etileno, butano e butileno. Também foram excluídos óxidos de alumínio, potassa cáustica, mica bruta, prata e ouro em forma de lingotes, além de ferro-gusa, ferronióbio e ligas metálicas primárias.

Outro setor amplamente beneficiado foi o de aviação civil, com a manutenção da isenção para pneus, motores, peças, turbinas e outros componentes industriais. A medida atende diretamente aos interesses da Embraer, empresa brasileira com forte presença no setor de aviação internacional. Produtos industriais como linhas, tubos, conexões metálicas e insumos plásticos para aeronaves também ficaram de fora da nova tarifa, desde que destinados exclusivamente à aviação civil.

O agronegócio brasileiro também respira aliviado com a manutenção da isenção para a polpa de laranja e sucos congelados e não congelados, produtos em que o Brasil é líder global nas exportações. Fertilizantes minerais e químicos, essenciais para a agricultura dos EUA, também permaneceram livres de taxação, bem como insumos para papel, celulose, papelão e fibras vegetais.

Apesar da exclusão de alguns setores, ainda não há confirmação sobre a inclusão ou isenção de produtos como carne bovina e café, duas das mais importantes commodities brasileiras. A expectativa é de que novos anúncios sejam feitos nos próximos dias.

Em publicação na rede Truth Social, Trump reiterou que não haverá prorrogação para a entrada em vigor das tarifas. “O prazo de 1º de agosto é o prazo de 1º de agosto. Ele continua firme e não será prorrogado. Um grande dia para a América!”, escreveu o presidente.

CONFIRA A LISTA COMPLETA DE PRODUTOS BRASILEIROS ISENTOS DA NOVA TARIFA DE 50% DOS EUA:

Castanhas-do-brasil com casca, frescas ou secas (0801.21.00)

Polpa de laranja (2008.30.35)

Sucos de laranja congelados e não congelados, com diferentes especificações (2009.11.00, 2009.12.25, 2009.12.45)

Mica bruta (2525.10.00)

Minério de ferro, aglomerado e não aglomerado (2601.11.00, 2601.12.00)

Minério de estanho e concentrados (2609.00.00)

Diversos tipos de carvão, linhito, turfa, coque, gás de carvão e outros derivados minerais (códigos da seção 2701 a 2716)

Gases naturais, propano, butano, etileno, propileno, butileno, butadieno (2711.11.00 a 2711.29.00)

Matérias-primas de alumínio, silício, óxido de alumínio, potassa cáustica (2804.69.10, 2804.69.50, 2815.20.00, 2818.20.00)

Diversos produtos químicos, fertilizantes, cera, resíduos petrolíferos

Madeira, cortiça aglomerada, polpa química de madeira, polpa de algodão, polpa de fibras vegetais, celulose (4407, 4504, 4702 a 4706)

Prata e ouro, na forma de lingote ou dore (7106.91.10, 7108.12.10)

Ferro-gusa, ligas de ferro, ferronióbio, e outros produtos primários de ferro e aço (7201 a 7203)

Linhas, tubos e conexões de uso industrial, vários tipos de metais, borracha e plásticos para aviação civil marcados com “*”

Diversos artigos de uso aeronáutico (pneus, motores, peças, turbinas etc. – “civil aircraft only”)

Insumos para papel, papelão, celulose, artefatos de papel/papelão

Alguns tipos de pedras, fibras, crocidolita, amianto, misturas de fricção

Fertilizantes minerais e químicos de diversos tipos (capítulo 31, códigos 3105.10.00, 3105.20.00, 3105.60.00)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima afeta avanço da safra de algodão nos EUA



Qualidade do algodão recua




Foto: Canva

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (29) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicou que 80% da safra de algodão do país havia atingido o estágio de quadratura até 27 de julho. O índice representa um atraso de seis pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior e três pontos abaixo da média dos últimos cinco anos.

O relatório também apontou que 44% das lavouras estavam em fase de formação de maçãs, resultado que está oito pontos percentuais abaixo do observado no ano passado e dois pontos abaixo da média quinquenal.

Quanto à qualidade, 55% das lavouras foram classificadas como boas a excelentes, uma redução de dois pontos percentuais em comparação com a semana anterior, segundo a avaliação do USDA.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Déficit de armazenagem força venda antecipada da soja em Mato Grosso



Produtores de soja enfrentam gargalo logístico




Foto: United Soybean Board

Mato Grosso segue enfrentando um dos maiores desafios logísticos do setor agrícola: a insuficiência na capacidade de armazenagem. Em 2025, o estado tem capacidade para estocar apenas 49,87% do volume total previsto para a safra 2024/25, um cenário que pressiona diretamente os sojicultores. A produção de soja e milho deve atingir 104,91 milhões de toneladas, evidenciando um descompasso entre a colheita e a estrutura disponível para estocagem.

Segundo informações do boletim informativo do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), a estrutura estática de armazenagem no estado segue em 52,32 milhões de toneladas — mesmo volume registrado em 2024. Isso representa um déficit de 52,60 milhões de toneladas, obrigando muitos produtores a tomar decisões comerciais desfavoráveis por falta de espaço para guardar os grãos.

Esse desequilíbrio entre produção e armazenagem não é recente. Desde a safra 2010/11, enquanto a produção de grãos cresceu em média 9,89% ao ano, a capacidade de estocagem aumentou apenas 4,25% ao ano. Essa diferença se deve à ausência de investimentos robustos e à escassez de políticas públicas que incentivem a construção de novos armazéns, especialmente por parte de pequenos e médios produtores.

Sem estrutura adequada, muitos agricultores têm sido forçados a vender parte da safra de forma antecipada para liberar espaço. Essa prática reduz o poder de negociação do produtor rural, que se vê impedido de comercializar seus produtos nos momentos de preços mais vantajosos, o que compromete a rentabilidade da lavoura.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Micronutrientes ganham destaque no milho verão



As tecnologias do setor estão cada vez mais sendo usadas



As tecnologias do setor estão cada vez mais sendo usadas
As tecnologias do setor estão cada vez mais sendo usadas – Foto: USDA

Produtores de milho verão no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná enfrentam um novo desafio agronômico: a deficiência de micronutrientes no solo, especialmente Boro. Enquanto o uso de macronutrientes já é prática consolidada, a falta de micronutrientes pode comprometer o desenvolvimento das lavouras e a formação das espigas.

Para enfrentar esse problema, cresce o uso de tecnologias como o fertilizante SulfaBor, da catarinense MaxiSolo, que combina boro, cálcio e enxofre em liberação imediata e gradual. Segundo o agrônomo Caio Kolling, o produto corrige a deficiência de boro, muitas vezes imperceptível nas fases iniciais da cultura, e evita deformações nas folhas e má formação das espigas. “A deficiência de boro nem sempre é visível no início do ciclo, mas com o avanço da lavoura, surgem sintomas como folhas jovens deformadas, crescimento limitado e má formação de espigas. Isso compromete diretamente a produtividade”, explica.

O produtor André Wolf, de Santo Cristo (RS), observou melhora significativa na produção de silagem após o uso do SulfaBor, com maior duração do milho no ponto ideal, mesmo em períodos chuvosos. A MaxiSolo também lançou o SZMaxi, fertilizante à base de sulfatos com cálcio, enxofre e zinco, que além de nutrir, condiciona o solo, melhora a formação de grãos e amplia a resistência ao estresse.

“O milho normal sem SulfaBor, em 3 ou 4 dias já passava do ponto. A partir do uso da tecnologia consegui levar o milho a três semanas mantendo o ponto de silagem. Em época de chuvas, não precisa entrar na lavoura causando a compactação do solo, eu consigo estender esse período”, conta. A recomendação é que o uso dessas soluções seja sempre guiado por análise de solo e orientação técnica.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Queda nos preços do arroz pressiona margens



A combinação entre maior oferta e preços em queda beneficia a indústria



A combinação entre maior oferta e preços em queda beneficia a indústria
A combinação entre maior oferta e preços em queda beneficia a indústria – Foto: Divulgação

O mercado de arroz enfrenta uma acentuada correção nos preços, com reflexos diretos sobre a rentabilidade de produtores e da indústria beneficiadora. De acordo com relatório do Itaú BBA, em junho de 2025 o arroz em casca fechou a R$ 67,19 por saca de 50 kg — uma queda de 41% em relação ao mesmo período de 2024. Desde o início da colheita, em março, os preços vêm caindo de forma contínua, gerando apreensão quanto à viabilidade de investimentos para a próxima safra 2025/26.

A combinação entre maior oferta e preços em queda beneficia a indústria com custos mais baixos na compra da matéria-prima. No entanto, o repasse de outros insumos, como transporte e embalagens, tem encontrado resistência, devido ao comportamento mais cauteloso do varejo e aos estoques reduzidos no atacado. Com isso, as margens seguem comprimidas, especialmente no primeiro trimestre de comercialização da nova safra.

Mesmo com a retração no atacado, a redução nos preços não acompanha a velocidade observada no campo, criando um descompasso que dificulta a formação de preços sustentáveis ao longo da cadeia. O consumo interno desaquecido também contribui para esse cenário, tornando mais difícil a obtenção de margens positivas nas vendas.

Além disso, a boa oferta de arroz no Mercosul e o câmbio mais favorável mantêm as importações de arroz em casca e beneficiado como uma alternativa competitiva. Porém, a entrada do produto já processado exerce pressão adicional sobre a indústria nacional, que ainda carrega estoques adquiridos a preços elevados na safra anterior, agravando o desafio de equilibrar custos e receitas.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizante biotecnológico promete ganhos em produtividade



Supergan é o único fertilizante com registro de condicionador biológico do solo



Supergan é o único fertilizante com registro de condicionador biológico do solo
Supergan é o único fertilizante com registro de condicionador biológico do solo – Foto: Divulgação

A crescente degradação do solo, aliada ao uso intensivo de fertilizantes químicos, tem gerado preocupação entre produtores e especialistas, especialmente diante da queda na produtividade e do aumento dos custos de insumos. O desequilíbrio da microbiota do solo, a compactação e a baixa disponibilidade de nutrientes comprometem o desenvolvimento saudável das plantas e dificultam práticas agrícolas mais sustentáveis.

Supergan é o único fertilizante do mercado com registro de condicionador biológico de solo no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Enriquecido com bactérias inteligentes da tecnologia Smartbac, o produto atua de forma integrada nas dimensões física, química e biológica do solo, promovendo maior equilíbrio da microbiota, melhor enraizamento e aumento na disponibilidade de nutrientes para as plantas.

Indicado para diversos tipos de cultivo — incluindo milho, soja, café, cana-de-açúcar, batata, maçã e tomate —, o Supergan contribui para o aumento da produtividade e reduz a dependência de fertilizantes químicos convencionais. Sua ação microbiana favorece a fixação de nitrogênio, além de facilitar a solubilização de fósforo e potássio, elementos essenciais ao desenvolvimento vegetal.

Combinando macro e micronutrientes à ação biotecnológica, o fertilizante potencializa a eficiência nutricional das culturas, promovendo melhorias na qualidade do solo e na saúde das plantas. Essa abordagem resulta em lavouras mais produtivas e resilientes, mesmo em condições desafiadoras.

O Supergan está alinhado aos princípios da agricultura regenerativa, que busca restaurar e preservar a fertilidade do solo a longo prazo, contribuindo para sistemas agrícolas mais sustentáveis e economicamente viáveis.

 





Source link