sexta-feira, março 20, 2026

Política & Agro

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Floração do pêssego avança com risco de geadas



Frio intenso acumulou 704 horas abaixo de 7,2 °C no RS




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), o cultivo de pêssego segue em diferentes estágios nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a poda está praticamente concluída. “Nos pomares das variedades mais precoces, as plantas estão encerrando o florescimento e já apresentam pequenos frutos. As variedades médias e tardias iniciam ou estão em plena floração, provavelmente influenciada pelo número de horas frio”, informou a entidade.

A Emater/RS-Ascar destacou que, em algumas localidades, fatores climáticos têm antecipado a floração até mesmo de cultivares intermediárias. “Esse cenário causa apreensão nos persicultores pela possibilidade de geadas tardias”, registrou o informativo. Para reduzir riscos, seguem os tratamentos preventivos contra antracnose e podridões.

Na região de Pelotas, a cultura permanece em plena floração. “As principais cultivares apresentam excelente aspecto sanitário e expectativa de produção”, apontou a Emater/RS-Ascar. Segundo a publicação, a poda de inverno está em fase final e a primeira adubação já foi iniciada. A entidade ressaltou ainda que o frio intenso acumulou 704 horas de temperaturas iguais ou inferiores a 7,2 °C, valor que já alcança a média histórica registrada pela Estação Meteorológica da Embrapa Clima Temperado, na unidade da Cascata. Diante das baixas temperaturas registradas e previstas, muitos produtores recorreram ao uso de fumaça para proteger os pomares contra geadas, sobretudo em áreas mais baixas e suscetíveis.





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exportações devem tomar força a partir de outubro



Exportações soja somaram 12,3 milhões de toneladas em julho




Foto: Canva

Segundo o relatório de agosto sobre o mercado de grãos e oleaginosas, o Brazilian G&O Monthly Update, elaborado pela analista Marcela Marini, do Rabobank, os preços do milho ao produtor registraram avanço de 1% em relação a julho e estão 3% acima dos níveis de agosto de 2024.

O documento destaca ainda que, em julho de 2025, as exportações brasileiras de soja somaram 12,3 milhões de toneladas, volume 9% inferior ao mês anterior. No acumulado do ano, entretanto, o total embarcado permanece 2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. “Apesar das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e da safra recorde no Brasil, o crescimento das exportações em 2025 permaneceu modesto”, observou o relatório.

No mesmo mês, as exportações de milho alcançaram 2,4 milhões de toneladas, o que representa alta de 559% em relação a junho. Ainda assim, o acumulado do ano está 25% abaixo do nível de 2024. A expectativa, segundo o estudo, é de que os embarques se intensifiquem a partir de meados de outubro. Para a temporada 2024/25, o RaboResearch projeta safra recorde de 139 milhões de toneladas de milho no Brasil.





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Comissão aprova projeto que isenta produtor rural de culpa por incêndio vizinho



Projeto isenta produtores de culpa por incêndios em fazendas vizinhas


Foto: Pexels

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3872/24, que isenta de responsabilidade o proprietário rural que não tiver contribuído, direta ou indiretamente, para queimada ou incêndio florestal iniciados em propriedade vizinha.

Se virar lei, o proprietário não poderá sofrer sanções aplicadas por órgãos ambientais nesses casos. O relator, deputado Ricardo Salles (Novo-SP), recomendou a aprovação da proposta de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO).

Segundo Salles, a medida visa garantir maior segurança jurídica ao produtor rural. “Atualmente, inúmeros proprietários rurais têm sido penalizados administrativamente por incêndios originados em propriedades vizinhas, mesmo sem terem concorrido para o sinistro”, disse.

Próximos passos

O projeto será analisado agora pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 





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Dólar firme e forte demanda internacional sustentam preços da soja


O mercado da soja atravessou a última semana com sinais de recuperação e sustentação nos preços, tanto no cenário internacional quanto no brasileiro. Em Chicago, o contrato de setembro/25 valorizou 1,34%, fechando a 10,36 US$/bushel, movimento impulsionado pelo aumento da percepção de risco climático nos Estados Unidos, onde a previsão de tempo mais seco e quente elevou o sentimento altista dos investidores.

De acordo com análise da Grão Direto, no Brasil, o suporte aos preços veio principalmente da combinação entre a valorização do dólar e a firmeza dos prêmios de exportação. A demanda internacional segue aquecida, garantindo bons níveis de competitividade para o grão brasileiro. A ANEC, inclusive, revisou para cima as projeções de embarques de agosto, que podem atingir 9,38 milhões de toneladas, número bastante superior ao mesmo período de 2024.

Enquanto o Brasil mantém protagonismo nas exportações, os dados de vendas semanais do USDA já indicam uma transição de foco para a safra norte-americana 2025/26. Esse movimento sinaliza que a janela de dominância brasileira tende a se encurtar à medida que os EUA avançam com a colheita, pressionando os diferenciais pagos pelo grão nacional.

Os próximos dias prometem volatilidade. Em Chicago, o clima no Meio-Oeste americano será o fator determinante, já que a região entra na fase crítica de enchimento dos grãos. Caso se confirme um padrão mais seco, os preços podem ganhar novo fôlego. Por outro lado, o retorno de chuvas pode retirar rapidamente o prêmio de risco embutido nas cotações.

No Brasil, o produtor deve aproveitar o momento favorável, já que a demanda chinesa — pilar da sustentação de preços — em breve terá a alternativa da safra norte-americana. A recomendação é atenção aos mapas climáticos e ao ritmo de vendas da nova safra nos EUA, pois essas variáveis podem impactar diretamente a competitividade do produto brasileiro.

A agenda da semana traz ainda o relatório de Acompanhamento de Safras do USDA, que pode refletir eventuais impactos do clima seco, além do relatório de Vendas Semanais para Exportação, fundamental para medir a força da demanda pela nova safra americana.

 





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Cotações do boi gordo seguem estáveis em São Paulo



Frango recua 3,1% no mercado atacadista




Foto: Canva

De acordo com análise divulgada na segunda-feira (25) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, as cotações do boi gordo permaneceram estáveis em São Paulo. A consultoria destacou que “com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, a cotação não mudou em relação à sexta-feira”. As escalas de abate no estado atendem, em média, a nove dias.

No Rio Grande do Sul, o mercado apresentou cenário semelhante. “Com o mercado bem ofertado e as escalas preenchidas, o ritmo das negociações está lento. Assim, as cotações não mudaram nas regiões de Pelotas e Oeste”, informou o levantamento. Em Alagoas, o mercado local também não registrou variações.

No atacado de carne com osso, houve reação nas cotações. A carcaça casada do boi capão registrou alta de 0,7%, equivalente a R$ 0,15 por quilo, enquanto o boi inteiro apresentou valorização de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo. Entre as fêmeas, a alta foi de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo.

Já no mercado de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 3,1%, o que representa recuo de R$ 0,20 por quilo. Em contrapartida, o suíno especial apresentou valorização de 1,5%, com alta de R$ 0,20 por quilo.





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Vacas prenhes recebem atenção especial no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a bovinocultura de corte no Rio Grande do Sul segue em diferentes fases de manejo, com destaque para o desmame de bezerros e a administração de vermífugos. Segundo o boletim, “a fase predominante dos rebanhos é a gestação, e os nascimentos de terneiros avançam neste mês”.

As vacas prenhes foram mantidas separadas das demais categorias, assim como os reprodutores, que receberam alimentação diferenciada para manter a condição corporal e preparar a estação de monta no fim da primavera. Também foi aplicado reforço da vacina preventiva contra clostridioses e observada redução na população de ectoparasitas.

Na região de Bagé, houve melhora no ganho de peso dos rebanhos e aumento da carga animal em vários municípios, favorecidos pelas temperaturas mais amenas. Em Caçapava do Sul, algumas propriedades iniciaram protocolos de inseminação artificial em tempo fixo, enquanto nos demais municípios foram feitos exames andrológicos em touros. Já em São Gabriel, os rebanhos manejados de forma tradicional entraram na fase de parição. Em Lavras do Sul, um remate realizado em 16 de agosto comercializou 1.992 animais, incluindo 281 vacas de invernar a R$ 8,96/kg e 502 terneiros a R$ 12,41/kg.

Na região de Caxias do Sul, o estado corporal dos bovinos foi considerado ruim devido à baixa disponibilidade de pasto. Houve necessidade de controle de miíases e bernes, além de vacinação contra a raiva na região das Hortênsias. Em Frederico Westphalen, as condições climáticas favoreceram o bem-estar animal, mas foi necessária suplementação alimentar.

Em Erechim, a boa oferta de animais gordos se deveu às pastagens de inverno, incluindo novilhos, bois, novilhas e vacas. Também houve comercialização de terneiros e terneiras em leilões regionais. O estado nutricional geral foi satisfatório, mas algumas propriedades com alta lotação registraram perdas de peso.

Na região de Passo Fundo, os rebanhos se mantiveram dentro dos padrões sanitários e nutricionais. Em Pelotas, houve melhora na condição corporal de animais em restevas de soja, mas em Pinheiro Machado foram registrados casos de mortalidade por falta de alimento.

Na região de Porto Alegre, técnicos alertaram para risco de intoxicação por maria-mole em áreas sobrepastejadas. Já em Santa Maria, a baixa precipitação contribuiu para o bem-estar dos rebanhos. Em Santa Rosa, a boa capacidade de suporte dos campos manteve o ganho de peso, embora a demanda por gado de invernar e animais terminados tenha sido baixa.

Por fim, em Soledade, o pastejo em aveia e azevém favoreceu o ganho de peso dos rebanhos, com terneiros apresentando bom peso ao nascer. A região também registrou início da seleção de fêmeas para reposição.





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Tarifaço dos EUA pressiona café brasileiro



O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações



O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações
O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações – Foto: Divulgação

O aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro trouxe preocupação ao setor, já que o país é o maior comprador do produto e responde por mais de 30% das importações de café verde norte-americanas, segundo o USDA. O impacto direto no fluxo comercial pressiona produtores e exportadores, que agora precisam buscar novos destinos para manter a competitividade.

O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações e reforça a necessidade de diversificação dos mercados. Embora o mercado norte-americano seja estratégico, a ampliação da presença em outros países torna-se fundamental para reduzir riscos e dependência. Luiz Almeida, diretor de operações da EEmovel Agro, comenta que “o aumento das tarifas gera um impacto imediato nas negociações e força produtores e exportadores a buscarem alternativas para diversificar seus mercados e minimizar perdas”.

Além da barreira tarifária, o cenário global já vinha sendo marcado por instabilidade, com preços voláteis e adiamento de contratos. Ainda que seja improvável a saída total do café brasileiro do mercado americano, a medida já provoca desaquecimento nas vendas e dificulta o equilíbrio entre custos de produção e margens de lucro.

Nesse contexto, o maior peso recai sobre o produtor rural, que enfrenta a incerteza internacional em busca de preços justos para continuar produzindo. A pressão pode levar ao congelamento das vendas e à paralisação de contratos até que o mercado encontre um novo equilíbrio, exigindo estratégias rápidas para evitar prejuízos ainda maiores. “Com o tarifaço, há uma tendência de congelamento das vendas e adiamento dos contratos até que o mercado internacional encontre um novo equilíbrio, o que exige agilidade e estratégia para que os produtores não sejam penalizados”, finaliza.

 





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Argentina projeta aumento na área de milho



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção
No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção – Foto: Agrolink

A produção de milho na Argentina para o ciclo 2025/26 deve registrar uma recuperação expressiva em relação ao ano anterior. Segundo levantamento da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a área destinada ao grão pode alcançar 7,8 milhões de hectares, impulsionada por melhores condições de umidade e maior conhecimento sobre o manejo da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis).

O estudo da BCBA indica que, após um ano marcado por incertezas relacionadas à praga, os produtores estão mais confiantes e tendem a optar por sementes precoces para reduzir riscos, especialmente nas regiões que sofreram reduções significativas de área na safra passada. Além disso, a combinação de umidade favorável no solo e estratégias de manejo contribui para um cenário mais positivo.

No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção e no consumo de milho, impulsionados pela demanda para alimentação, etanol e indústria. Estados Unidos devem alcançar um recorde histórico, enquanto o Brasil se consolidaria com uma das maiores safras de sua história. Os estoques finais mundiais também devem subir, com destaque para a recuperação ucraniana, embora ainda sujeita às variações do conflito na região.

Localmente, os preços futuros apresentam ligeira valorização, enquanto os custos de insumos tendem a cair, melhorando a relação insumo-produto, embora a rentabilidade projetada permaneça ajustada. A previsão de crescimento de 9,6% na área plantada em relação ao ciclo anterior confirma a retomada da confiança do produtor argentino, colocando a safra como a segunda maior da série histórica da BCBA.

 





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É hora de vender o feijão?



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab



O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab
O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab – Foto: Canva

A dúvida que mais ronda os produtores neste momento é direta: vender agora ou esperar mais um pouco? Segundo o Instituto Brasileiro do feijão e Pulses (Ibrafe), esse questionamento é natural em períodos de transição, quando o mercado dá sinais de recuperação justamente na virada de mês. O cenário atual mostra compradores ativos, buscando mercadorias a partir da nota 8 e pagando entre R$ 220 e R$ 230 nos lotes de melhor qualidade, o que representa uma oportunidade para quem precisa de caixa imediato.

Apesar disso, os especialistas alertam que o melhor momento de venda tende a se concentrar entre outubro e o início de janeiro, quando historicamente o mercado ganha força. Até lá, setembro pode trazer oscilações: logo no início do mês, é comum haver tentativas de recuo de preços por parte dos compradores, após o rally de valorização de final e início de período. Essa pressão, porém, tende a ser passageira, com chances de reação mais consistente já na segunda quinzena do mês.

No Feijão-preto, a situação segue distinta. O fator capaz de alterar o mercado, por ora, seria uma eventual intervenção da Conab, seja por meio do PEPRO ou outro mecanismo de suporte. Enquanto isso não acontece, a ampla disponibilidade de produto — incluindo lotes de menor qualidade que competem diretamente com os melhores nas gôndolas — mantém a referência pressionada para baixo. Já no caso do Feijão-caupi, a expectativa é de um setembro mais positivo em comparação a agosto, tanto no Mato Grosso quanto na Bahia.

O panorama atual reforça a necessidade de decisões individualizadas. Para os produtores que têm urgência em gerar liquidez, o momento de venda é agora, aproveitando o interesse dos compradores. Já para aqueles que podem segurar a mercadoria, há espaço para esperar uma reação do mercado nos próximos meses, reduzindo a pressão típica do período mais fraco do ano.

 





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Mercado de fertilizantes mostra valorização da ureia



No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento



No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento
No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes registrou movimentos distintos nesta semana, com alta nos preços da Ureia, estabilidade no map e leve queda no Cloreto de potássio. Segundo informações da StoneX, a dinâmica global de oferta e demanda da Ureia permanece apertada, o que tem impulsionado as cotações em diversos países, incluindo o Brasil.

No segmento de fosfatados, o ritmo das negociações segue lento. As relações de troca entre commodities agrícolas e o MAP atingiram um dos piores patamares dos últimos anos, o que desestimula a demanda interna. Nesse cenário, os preços CFR do produto permaneceram estáveis, refletindo um mercado mais retraído e com baixa liquidez.

Já para o cloreto de potássio, houve uma pequena redução nas cotações CFR. A queda está relacionada à menor procura por parte do mercado brasileiro, que atualmente demonstra um comportamento mais cauteloso em relação às compras. Esse movimento indica que os compradores estão esperando melhores condições para retomar negociações de maior volume.

Com esse cenário, o mercado de fertilizantes no Brasil segue sob influência tanto de fatores globais, como a restrição de oferta da ureia, quanto locais, como a fragilidade da demanda por MAP e potássicos. A tendência para os próximos meses dependerá do ritmo de compras do agronegócio e das movimentações no cenário internacional de suprimentos.

“Os preços CFR da ureia aumentaram novamente no mercado brasileiro. A dinâmica entre a oferta e a demanda está apertada no mercado global de ureia, e isso tem elevado os preços em diversos países, como o Brasil. No segmento de fosfatados, as negociações estão lentas, pois as relações de troca entre commodities agrícolas e o MAP estão nos piores níveis dos últimos anos. Nesse cenário, as cotações CFR do MAP permaneceram estáveis. Por fim, houve uma pequena queda para os preços do cloreto de potássio, pois a demanda brasileira está relativamente enfraquecida no momento”, conclui.

 





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