sábado, março 28, 2026

Política & Agro

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Biológicos deixam de ser alternativa e se tornam estratégia



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente



O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente
O uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente – Foto: Nadia Borges

O uso de agentes biológicos na agricultura deixou de ser uma opção e se consolidou como uma estratégia indispensável para quem busca produtividade, sustentabilidade e economia. De acordo com a MyFarm, produtores estão adotando bioinsumos como fungos, insetos, bionematicidas e bioestimulantes porque eles entregam resultados claros: menor perda, menor custo e menos risco para a lavoura.

Mais do que controlar pragas, o uso de biológicos representa uma maneira de equilibrar o ambiente, atender às exigências de um mercado cada vez mais atento à sustentabilidade e, ao mesmo tempo, manter altos níveis de produtividade. Na soja, por exemplo, o manejo correto é decisivo. A produção cresce, mas os desafios permanecem, especialmente nas áreas em sucessão com milho, algodão, trigo e feijão, onde pragas e doenças continuam sendo uma ameaça constante.

Além de reduzirem a necessidade de defensivos químicos, os biológicos garantem mais segurança para o solo, para o trabalhador e para o consumidor. Quando aplicados de forma correta, eles se estabelecem na lavoura, promovem equilíbrio biológico e reduzem significativamente os custos com insumos.

A tecnologia dos biológicos vai muito além do controle de pragas. Ela inclui bionematicidas, bioestimulantes, condicionadores de solo, indutores de raiz e redutores de estresse oxidativo. O resultado é percebido tanto no campo quanto na imagem do produtor, que entrega uma soja mais limpa, sustentável e alinhada às exigências do mercado atual. As informações foram publicadas no perfil oficial da empresa no LinkedIn.

 





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Plantio de soja e milho avança com força nos EUA


O plantio das novas safras de soja e milho nos Estados Unidos avança em ritmo acelerado, favorecido pelo clima, segundo avaliação da Hedgepoint. De acordo com Luiz Fernando Roque, coordenador de Inteligência de Mercado da consultoria, o avanço das máquinas supera tanto os números do ano passado quanto a média das últimas cinco safras, indicando um início promissor para a temporada 2025/26.

Dados do USDA mostram que, até 18 de maio, 66% da área de soja estava semeada — avanço expressivo frente aos 50% no mesmo período de 2024 e à média de 53%. No milho, o plantio atingiu 78%, contra 67% no ano passado e média de 73%, reforçando as expectativas de uma safra cheia.

Apesar do bom desempenho inicial, Roque alerta que há déficit de umidade em regiões do oeste e noroeste do cinturão agrícola, o que exige maior regularidade das chuvas nas próximas semanas. Segundo ele, embora o USDA projete produtividade recorde na soja, a produção tende a ser menor pela redução de área. Já no milho, a combinação de aumento de área e potencial produtivo pode levar a um novo recorde, ultrapassando 400 milhões de toneladas.

A Hedgepoint observa que os mapas climáticos indicam mais chuvas para a metade sul do cinturão entre 23 e 29 de maio, o que pode desacelerar temporariamente o plantio. Já entre 30 de maio e 5 de junho, a umidade deve ser mais generalizada, beneficiando as lavouras, especialmente nas áreas que hoje apresentam menor disponibilidade hídrica.

“Destacamos também, que apesar de o USDA esperar por produtividade recorde na soja, a tendência é de uma safra menor nesta nova temporada, visto que a área plantada com a oleaginosa deve ter um recuo importante em relação ao ano passado. Em contrapartida, a produção de milho pode atingir um novo recorde, com possibilidade de ultrapassar o patamar de 400 milhões de toneladas na temporada 2025/26 devido ao aumento da área e possível produtividade também recorde”, diz Luiz Fernando Roque, coordenador de Inteligência de Mercado da Hedgepoint.

 





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Açúcar recua novamente nesta 6ª feira (16) e acumula perdas acima de 1% na…


Os preços do açúcar fecharam esta sexta-feira (16) com perdas moderadas nas bolsas de Nova Iorque e Londres, influenciadas por uma perspectiva de recuperação da oferta global. Com isso, as cotações ampliaram as baixas das últimas sessões e encerraram esta semana com um acumulado negativo, registrando um recuo acima de 1% entre os principais contratos. 

Nesta sexta-feira, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve baixa de 0,15 cents (0,85%) e ficou cotado em 17,52 cents/lbp. O outubro/25 recuou para 17,69 cents/lbp, com variação negativa de 0,14 cents (0,79%). O março/26 caiu 0,15 cents (0,82%) e passou a valer 18,07 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,14 cents (0,80%) e ficou cotado em 17,42 cents/lbp. 

Considerando a variação semana, o contrato julho/25 de Nova Iorque teve uma redução de 1,46%, o outubro/25 caiu 1,28%, o março/26 teve um recuo de 1,09% e o maio/25 apresentou uma diminuição de 0,85%.

Em Londres, o agosto/25 teve redução de 290 pontos (0,59%) e fechou negociado em US$ 490,10/tonelada. O outubro/25 ficou cotado em US$ 486,80/tonelada, recuo de 0,51%. O dezembro/25 caiu 200 pontos (0,41%) e foi a US$ 486,50/tonelada. O março/26 encerrou o dia precificado em US$ 489,50/tonelada, perda de 180 pontos (0,37%). 

Na variação semana do açúcar branco em Londres, o agosto/25 teve uma perda de 1,96%, o outubro/25 caiu 1,10%, o dezembro/25 teve redução de 0,81% e o março/25 contabilizou uma queda de 0,73%. 

“Os preços do açúcar caíram para as mínimas de uma semana, devido às expectativas de um superávit global de açúcar. Na quarta-feira, a consultoria Datagro projetou um superávit global de açúcar em 2025/26 de +1,53 milhões de toneladas, recuperando-se acentuadamente do déficit global de açúcar de -4,67 milhões de toneladas em 2024/25. Enquanto isso, a StoneX projeta um superávit global de açúcar de +3,74 milhões de toneladas em 2025/26”, destaca o Barchart em análise desta sexta.

“Sinais de aumento da produção global de açúcar são negativos para os preços. Na última terça-feira, o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do USDA previu que a produção de açúcar da Índia em 2025/26 aumentaria +26% a/a, para 35 milhões de toneladas, citando chuvas de monções favoráveis e o aumento da área plantada de açúcar”, acrescenta o portal.





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Triunfe® é o grande destaque da Vittia na 50ª Expocitros


A 50ª Expocitros, maior feira citrícola da América Latina, que acontece entre os dias 03 e 06 de junho, em Cordeirópolis/SP, será palco de mais uma ação do calendário de lançamentos da Vittia. A empresa brasileira de defesa e nutrição especial para as diversas culturas do agronegócio brasileiro, apresentará sua mais recente inovação: Triunfe®, um produto desenvolvido para potencializar a proteção ao cancro cítrico e aumentar a produtividade em citros.

Composto por minerais essenciais para as lavouras, Triunfe® traz uma formulação exclusiva que combina cobre e enxofre, garantindo uma tripla ação: protetora, curativa e erradicante. Segundo Edgar Zanotto, Diretor de Marketing da Vittia, a estabilidade da formulação e o processo exclusivo de desenvolvimento resultam em partículas ultrafinas que proporcionam maior persistência nas folhas e excelente rendimento operacional, não entupindo bicos e facilitando a aplicação nos pomares.

Além do papel essencial na nutrição, o enxofre e o cobre desempenham funções fundamentais na eliminação de doenças: enquanto o enxofre interfere nas atividades metabólicas de fungos e bactérias, o cobre age diretamente na membrana dos microrganismos, promovendo o extravasamento celular. O produto se destaca por sua total compatibilidade com os defensivos biológicos da Vittia, fortalecendo o manejo integrado e reafirmando o compromisso da empresa com a sustentabilidade, a produtividade e o cuidado com as lavouras, a terra e as pessoas.

“A prioridade da Vittia é desenvolver soluções eficazes e seguras, que efetivamente contribuam para o aumento da produtividade no campo. Com Triunfe®, colocamos à disposição dos agricultores um multissítio moderno, eficaz e altamente seguro contra o cancro cítrico. Nos orgulhamos de oferecer essa tecnologia, contribuindo para o sucesso da agricultura brasileira e da produção de alimentos”, assinala Edgar Zanotto.

Os produtos Vittia são desenvolvidos por uma equipe de 70 pesquisadores em uma ampla estrutura dedicada à área P&DI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) que ocupam o Centro de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (CPD&I) José Plinio Romanini, com mais de 1,5 mil m² composto por laboratórios e casa de vegetação. Esse trabalho é um importante diferencial pois certifica a eficiência dos microrganismos, tanto para o controle de pragas, quanto para o controle de doenças em plantas.

Com esse lançamento, a Vittia reforça sua posição como referência em inovação e tecnologia para a agricultura brasileira, proporcionando soluções que fazem a diferença no campo. O compromisso da empresa com a ética e a integridade também lhe rendeu o prestigiado Selo Agro+ Integridade, concedido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente.

SERVIÇO

VITTIA | 50ª Expocitros 

Data: de 03 a 06 de junho de 2025

Horário: das 8h às 18h

 





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Exportações de tilápia disparam



A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no m



A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional
A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional – Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de tilápia cresceram expressivamente no primeiro trimestre de 2025. Segundo dados do setor, foram embarcadas 3.900 toneladas de peixes cultivados, um aumento de 89% em volume e de 112% em receita, totalizando US$ 18,2 milhões. Os Estados Unidos, maior mercado consumidor do mundo, foram responsáveis por 95% das compras, gerando US$ 16,2 milhões ao Brasil.

De olho nesse avanço, a Aquishow Brasil 2025, que é o maior evento da aquicultura nacional, promoveu o painel “Mercado de Exportação para a Tilápia Brasileira”, no dia 29 de maio, às 13h30, em Uberlândia (MG). A proposta foi discutir como a piscicultura brasileira pode ampliar sua presença no mercado internacional, especialmente nos EUA, que hoje são o principal destino.

Nesse contexto, o debate contou com especialistas como Jairo Gund (ABIPESCA), Vinicius Orsi (Ayamo Global Foods) e Juliano Kubitza (Fider Pescados), sob mediação de Hainnan Souza Rocha, da Embrapa. Eles trouxeram análises sobre mercado, padrões, procedimentos e estratégias para ampliar as exportações.

Com o tema “Inovando e Crescendo com a Aquicultura”, a Aquishow Brasil 2025 ocorreu entre os dias 27 e 29 de maio e contou com feira de negócios, painéis técnicos, torneios e premiações que valorizam os profissionais da aquicultura nacional. “Esse resultado é maior ano após ano. Com isso, o Brasil – que exporta apenas 3% da produção – torna-se um fornecedor global cada vez mais importante e com um alvo certo: os Estados Unidos”, informa Marilsa Patrício, diretora executiva da Aquishow Brasil 2025, sobre o evento.

 





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Brasil realiza primeira exportação de abacate para o Chile


O Brasil acaba de atingir um marco histórico na fruticultura, a primeira carga de abacate, tipo Hass, mais conhecido como avocado, foi oficialmente exportada para o Chile. O embarque foi realizado pela empresa Carlini Avocados e representa um novo capítulo para o setor, que tem crescido de forma acelerada nos últimos anos.

Como parte das ações estratégicas de promoção internacional, a Abrafrutas por meio do projeto Frutas do Brasil, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) realizou ontem, dia 28 de maio, o Frutas do Brasil Festival – Chile, evento especial que ocorreu no Hotel Ritz, em Santiago. A iniciativa contou com a presença de importadores chilenos, autoridades locais e representantes de empresas e instituições estratégicas para o fortalecimento das exportações brasileiras de avocado.

O festival reforçou o compromisso da Abrafrutas em ampliar a presença da fruticultura brasileira no mercado internacional, promovendo as frutas tropicais como produtos de excelência, com qualidade reconhecida e alto valor agregado.

A abertura do mercado chileno para o avocado brasileiro só foi possível graças ao trabalho conjunto da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que atuaram fortemente para o cumprimento das exigências fitossanitárias e regulatórias do país andino.

O Chile é reconhecido como o segundo maior consumidor per capita de avocado do mundo, atrás apenas do México. De acordo com dados do Comitê de Paltas do Chile, em 2024, o consumo per capita no país atingiu 8,6 kg por pessoa ao ano, superando os 8,2 kg registrados em 2023. Esse crescimento reflete a alta demanda interna e a preferência dos chilenos por essa fruta, o que o consolida como um dos principais mercados consumidores de avocado a nível global.

Em 2024, o Brasil exportou mais de 24 mil toneladas de abacates. Já no primeiro trimestre de 2025, foram mais de 6 mil toneladas enviadas ao exterior, o que demonstra crescente interesse pelo produto nacional.

O estado de São Paulo é o principal produtor de abacate no Brasil, respondendo por quase 45% da produção nacional.  Segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA – Apta), em 2023, o estado produziu 192 mil toneladas da fruta, um aumento de 8,54% em relação ao ano anterior. Esse volume coloca São Paulo à frente de outros estados produtores, como Minas Gerais e Paraná. 

“O envio de abacate ao Chile é um marco. É resultado de um esforço coordenado que comprova a capacidade do Brasil de atender mercados em todo o mundo”, afirma Eduardo Brandão, diretor executivo da Abrafrutas.

 





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Exportação de algodão tem leve alta no Mato Grosso



Cotação do algodão sobe, mas cenário é incerto




Foto: Canva

A análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (26), apontou leve valorização na paridade de exportação do contrato de julho de 2025 para o algodão em Mato Grosso. A cotação subiu 0,26% em relação à semana anterior, alcançando R$ 120,86 por arroba.

Apesar do avanço pontual, o Imea avalia que o mercado ainda não apresenta fundamentos que sustentem altas expressivas. “A falta de fundamentos altistas para o preço da pluma do contrato de julho de 2025 na bolsa de Nova York, somada à movimentação mais contida do dólar, pressionaram o preço da paridade na análise de longo prazo”, destaca o boletim.

Entre os fatores que influenciam o comportamento do mercado está a previsão de estoques finais elevados para a safra mundial 2025/26, divulgada pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 12 de maio. A estimativa contribuiu para reforçar a tendência de recuo nas cotações.

A média mensal das cotações do algodão em maio de 2025, considerando os dados até o dia 23, registrou queda de 3,78% em comparação com o mesmo período de abril.

No curto prazo, o instituto não aponta perspectivas de alta significativa. “Não há fatores que indiquem valorizações expressivas para as cotações da pluma, o que tende a limitar as valorizações no preço da paridade, mantendo um movimento mais lateralizado”, conclui a análise.





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casos suspeitos de H5N1 na Bahia são descartados



Casos em Ilhéus e Aurelino Leal foram descartados




Foto: Pixabay

A Bahia permanece sem registros de gripe aviária (H5N1), tanto em aves silvestres quanto em animais confinados, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab).

Os dois casos suspeitos que estavam sob investigação nos municípios de Ilhéus e Aurelino Leal foram descartados após análise do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). “As amostras encaminhadas foram analisadas e não apresentaram resultado positivo para H5N1”, informou a Adab.

Mesmo com a confirmação negativa, o órgão mantém as ações de vigilância ativa no território baiano. De acordo com o corpo técnico da Adab, a atenção está voltada principalmente para a identificação e atendimento de casos de Síndrome Respiratória e Nervosa (SRN) em aves. As equipes seguem orientando produtores e trabalhadores rurais sobre medidas de biossegurança na avicultura, destacando a importância de evitar contato com aves doentes, mortas ou com seus dejetos.

Para comunicar suspeitas, a Adab disponibiliza canais de atendimento no site adab.ba.gov.br, pelos telefones (71) 3194-2098/2099 ou presencialmente em um dos 383 escritórios do órgão distribuídos pelo estado.

Nos casos em que forem observadas aves silvestres com sintomas respiratórios ou nervosos, a orientação é entrar em contato com o Disque Fauna do INEMA, pelo número (71) 99661-3998. Se houver contato humano com aves potencialmente infectadas, o encaminhamento deve ser feito à Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), por meio do e-mail: [email protected].





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Vazio sanitário da soja começa neste domingo em São Paulo



Começa o vazio sanitário da soja na Região 1 de São Paulo




Foto: Pixabay

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciou o início do período de vazio sanitário da soja na Região 1 do estado. A medida entra em vigor neste domingo, 1º de junho, e se estende até 31 de agosto, com o objetivo de conter o fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem asiática da soja.

Segundo a CDA, a medida segue o que determina a Portaria nº 1.271/2025 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabeleceu os calendários nacionais do vazio sanitário e da semeadura da soja para a safra 2025/2026. A divisão do estado em três regiões altera os prazos de acordo com a área de cultivo.

“A restrição é necessária para reduzir a sobrevivência do fungo entre as safras e, assim, diminuir o risco de infecção nas lavouras seguintes”, informou a Coordenadoria por meio de nota. As regiões 2 e 3 terão início do vazio nos dias 12 e 15 de junho, respectivamente, encerrando-se em 12 e 15 de setembro.

Durante o período do vazio sanitário, é proibida a presença de plantas vivas de soja nas áreas de cultivo, incluindo as chamadas plantas voluntárias ou tigueras. A responsabilidade pela eliminação dessas plantas é dos produtores. Exceções à proibição só serão autorizadas pela Defesa Agropecuária em casos específicos, como produção de sementes, experimentações agrícolas ou demonstrações em eventos agropecuários.

Outra exigência prevista pela portaria é o cadastro das propriedades produtoras de soja em todo o país. Em São Paulo, os agricultores devem registrar os dados da semeadura no sistema GEDAVE, no prazo máximo de 15 dias após o fim do calendário regional de plantio. “A atualização cadastral é essencial para o controle sanitário e o planejamento das ações de fiscalização”, destacou a Secretaria.

Informações adicionais podem ser obtidas diretamente nas unidades da Defesa Agropecuária distribuídas pelo estado.





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Colheita de milho silagem depende do clima



Colheita de silagem quase finalizada no RS, diz Emater




Foto: Agrolink

A colheita do milho destinado à produção de silagem no Rio Grande do Sul está praticamente concluída. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (29), cerca de 99% da área cultivada já foi colhida. As lavouras remanescentes estão em fase de maturação e a conclusão da colheita depende da melhoria das condições climáticas nos próximos dias.

Na região administrativa de Ijuí, a colheita se aproxima do fim e apresenta bons resultados em comparação com as duas últimas safras de segundo cultivo. De acordo com técnicos da Emater/RS-Ascar, “as espigas estão bem formadas, com grãos sadios e sem falhas, o que indica um bom potencial produtivo da forragem”.

Apesar dos bons indicadores regionais, a estimativa de produtividade estadual sofreu uma redução. “A produção média está estimada em 35.934 quilos por hectare, uma queda de 6,52% em relação aos 38.440 quilos por hectare projetados no momento do plantio”, informou a Emater/RS-Ascar. A área total plantada com milho para silagem no estado é de 339.555 hectares.

A entidade segue monitorando o avanço da colheita e os impactos das variações climáticas nas lavouras que ainda não foram colhidas.





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