segunda-feira, abril 27, 2026

Política & Agro

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Furacão Milton pode elevar preços de fertilizantes


Tempestade avança em direção aos laranjais





Foto: Internacional Space Station Image, orbiting Hurricane Milton

O furacão Milton, com potencial de causar danos catastróficos, está se aproximando do Citrus Belt e das principais regiões agrícolas da Flórida. De acordo com informações do Agriculture Dive, a tempestade avança em direção aos laranjais e fábricas de fertilizantes do estado, com previsão de tocar terra na noite de quarta-feira, sendo classificado como um dos furacões mais fortes já registrados no Atlântico.

A tempestade coloca em risco a produção de cítricos, cana-de-açúcar, morangos e viveiros de plantas na região central da Flórida. Jon Davis, meteorologista chefe da Everstream Analytics, destacou que os fortes ventos podem arrancar laranjas das árvores, causando danos que afetariam a produção por anos. Essa preocupação foi reforçada por Matt Joyner, CEO da Florida Citrus Mutual, que alertou sobre os impactos contínuos na indústria cítrica, ainda se recuperando de eventos climáticos anteriores, como o furacão Ian em 2022.

MAIS: Milton pode ser o pior furacão em 100 anos

Além do setor agrícola, a indústria de fertilizantes também pode ser severamente afetada. Segundo Veronica Nigh, economista sênior do The Fertilizer Institute, cerca de 40% da produção de fosfato de amônio dos EUA ocorre na região da Baía de Tampa. Danos à infraestrutura local podem prolongar a alta nos preços dos fertilizantes, impactando agricultores não só da Flórida, mas de outras regiões.

Chuvas intensas, ventos e marés de tempestade são esperados, elevando as preocupações sobre os danos a longo prazo que o furacão pode causar tanto à produção agrícola quanto à indústria de fertilizantes. As autoridades locais e os agricultores estão em alerta máximo, preparando-se para mitigar os impactos dessa tempestade histórica.





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Programa inglês testa nova variedade de trigo


O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimento




O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos
O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos – Foto: Divulgação

Pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, fazem parte de um projeto inovador que recebeu um financiamento de 2,2 milhões de libras (cerca de 2,8 milhões de dólares) para testar uma nova variedade de trigo desenvolvida com técnicas de precisão, visando promover sistemas agrícolas mais sustentáveis. Este projeto, chamado PROBITY (Plataforma para Avaliar Organismos Melhorados com Características e Desempenho), é uma iniciativa da British Farm Innovation Network (BOFIN) e será realizado ao longo de três anos, com recursos do Programa de Inovação Agrícola do Departamento de Meio Ambiente e Recursos Naturais (DEFRA), por meio do Innovate UK.

O PROBITY tem como objetivo reunir agricultores, cientistas e fabricantes de alimentos para testar a produção e o processamento de culturas melhoradas, permitindo uma compreensão mais rápida do seu valor para a alimentação e a agricultura sustentáveis. A Dra. Stacia Stetkiewicz, da Universidade de Nottingham, liderará uma equipe que avaliará o uso e o potencial dessas culturas no Reino Unido. Os cientistas trabalharão em colaboração com a comunidade agrícola para identificar as barreiras à adoção e preparar o caminho para inovações futuras. Para isso, serão realizados workshops, entrevistas e inquéritos, que fornecerão uma visão abrangente das opiniões e desafios atuais.

As culturas melhoradas por edição genética, utilizando técnicas como CRISPR, possibilitam alterações precisas no DNA das plantas, resultando em variedades mais produtivas e nutritivas. O projeto abrange três variedades de cereais: um trigo com propriedades superiores para panificação, uma cevada que reduz as emissões de metano do gado e um trigo com grãos maiores, que promete melhorar significativamente a produtividade. Tom Allen-Stevens, agricultor de Oxfordshire e fundador da BOFIN, destaca a importância desse projeto para garantir a produção de alimentos mais nutritivos, utilizando menos recursos e gerando menor impacto ambiental.
 





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Seca severa ameaça safras de inverno na Rússia e Ucrânia


Clima extremo acelera colheita, mas dificulta novo plantio





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), um bloqueio atmosférico sobre o oeste da Rússia manteve um padrão climático estável na região, com calor e secura persistentes, registrando temperaturas de 3 a 7°C acima da média. Esse cenário climático acelerou a colheita das safras de verão, mas agravou a seca em áreas centrais da Ucrânia e no oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o desenvolvimento das safras de inverno. Em algumas localidades, a precipitação dos últimos 90 dias foi inferior a 25% do normal, com o menor volume de chuvas dos últimos 30 anos.

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No entanto, chuvas provenientes do oeste melhoraram as condições de umidade do solo em algumas áreas, como na Moldávia (10-30 mm), oeste da Ucrânia (25-65 mm) e Bielorrússia (10-25 mm), beneficiando o plantio das safras de inverno, especialmente no norte dessas regiões.

Ao final da semana, o Índice de Saúde da Vegetação (VHI), obtido via satélite, apontou um estado de vigor fraco a crítico para as lavouras na maior parte da Ucrânia e da Rússia. Em contraste, a Moldávia e o oeste da Ucrânia apresentaram melhora no índice, resultado das recentes chuvas que ajudaram a aliviar a seca.





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Clima seco na Índia beneficia safras de algodão e arroz


Colheita de óleo de palma avança com chuvas leves na Ásia





Foto: Arquivo

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a retirada da monção do sudoeste no sul da Ásia começou a avançar de forma mais sazonal após semanas de progressão lenta. O clima mais seco predominou na maior parte da Índia, com chuvas acima de 25 mm concentradas no sul e nordeste do país. Essas condições mais secas favoreceram a maturação das safras de kharif, como algodão e arroz, especialmente nos estados do norte. No sul, as chuvas beneficiaram as safras plantadas tardiamente. Enquanto isso, Bangladesh registrou de 50 a 150 mm de chuva, mantendo o solo excessivamente úmido em importantes regiões produtoras de arroz, com a monção do sudoeste podendo se estender até a segunda metade de outubro.

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Na China, uma frente fria que se deslocou pela metade oriental do país trouxe fortes chuvas, de 25 a 100 mm ou mais, da Planície do Norte ao Vale do Yangtze. Embora essas precipitações tenham sido benéficas para o início do cultivo de inverno, elas afetaram negativamente a colheita das safras de verão. A frente fria também trouxe alívio após um longo período de calor atípico, reduzindo as temperaturas para níveis mais sazonais. No norte de Heilongjiang, houve uma geada no final da temporada, um pouco mais cedo que o normal, mas sem impacto significativo sobre as culturas de milho e soja.

No Sudeste Asiático, o tufão Krathon permaneceu próximo à costa norte das Filipinas, com ventos que chegaram a 130 nós no meio da semana. Apesar de o tufão não ter tocado diretamente as Filipinas, ele trouxe ventos fortes e chuvas torrenciais para o norte do país, ultrapassando 300 mm em algumas áreas. Esses efeitos prejudicaram a colheita do arroz em algumas regiões, mas os danos foram localizados. Em Mindanao, chuvas mais leves (25 a 100 mm) favoreceram o desenvolvimento do arroz e do milho. Já na Tailândia, chuvas intensas (mais de 175 mm) aumentaram os níveis dos reservatórios, essenciais para a irrigação na estação seca. Em contrapartida, trechos da Malásia e Indonésia tiveram chuvas mais amenas, permitindo a colheita normal de óleo de palma, exceto em algumas áreas onde chuvas torrenciais ultrapassaram 150 mm.





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Boi gordo e “boi China” registam alta nas cotações


Segundo dados da análise do informativo “Tem Boi na Linha”, em São Paulo, a cotação do boi gordo registrou uma alta de R$3,00/@ nesta terça-feira (3), após uma segunda-feira de estabilidade. A valorização também foi acompanhada pelo “boi China”, que subiu R$2,00/@. Enquanto isso, os preços da vaca e da novilha não sofreram alterações.

As escalas de abate mantiveram uma média de sete dias, sem grandes variações de oferta.

No Sul do Tocantins, o mercado de boi gordo permaneceu estável, com as escalas de abate mantendo uma média de sete dias. Já no Norte do estado, os preços subiram levemente: o boi gordo avançou R$5,00/@, a vaca R$2,00/@ e a novilha R$1,00/@. Além disso, o “boi China” no Sul do Tocantins teve um acréscimo de R$5,00/@.

No Acre, todas as categorias de animais apresentaram alta. O boi gordo e a vaca subiram R$3,00/@, enquanto a novilha teve uma valorização maior, com aumento de R$5,00/@.

Durante a primeira semana de outubro, as exportações de carne bovina in natura somaram 39,9 mil toneladas, com uma média diária de 9,9 mil toneladas, um aumento de 12,4% em comparação com outubro de 2023, quando a média foi de 8,9 mil toneladas.

Apesar do aumento no volume exportado, o preço médio por tonelada exportada permaneceu praticamente estável, em US$4.595,3, em comparação com US$4.596,5 no mesmo período do ano anterior.





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Perdas de milho: A ameaça da cigarrinha


O fitotecnista Paulo Garollo, com mais de 40 anos de experiência na cultura do milho, é um dos principais especialistas do país no estudo da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis), considerada a maior praga do cereal atualmente. Ele destaca que os danos causados pela praga já são evidentes no Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e nos Estados Unidos. 

Na Argentina, por exemplo, a cigarrinha causou uma perda de 40% na última safra. Nos Estados Unidos, há um esforço crescente de pesquisa para conter seu avanço, especialmente em estados como Flórida e Oklahoma, antes que a praga chegue ao cinturão do milho. No Brasil, Garollo observa que a cigarrinha-do-milho continua se espalhando rapidamente pelo território.

“No Triângulo Mineiro está impraticável, os ataques estão severos. No Rio Grande do Sul, em Minas Gerais e Goiás, há vários registros de efeitos nocivos da ‘cigarrinha’. Principalmente nas áreas do país onde se estabelecem ‘pontes verdes’ (plantio de milho o ano inteiro), a população da praga e as doenças que ela transmite se mostram hoje altamente representativas”, diz ele.

De acordo com Garollo, a Daubulus maidis transmite bactérias do grupo dos Molicutes e dois vírus responsáveis pelas doenças enfezamento vermelho e amarelo, além do vírus do raiado fino. Ele já observou a dizimação de lavouras, com perdas que variam de 70% a 90% em certos híbridos.  O principal impacto da praga é a redução da formação do grão de milho, resultando em grãos de menor peso e qualidade, além de plantas mais baixas e com aparência “enfezada”. Em casos extremos, os grãos podem murchar a ponto de não serem pressionados pelas palhas, permitindo a entrada de água e causando pré-germinação. Isso gera prejuízos adicionais, como “descontos” na entrega e comercialização do milho.

“Antes, avaliavam-se resultados de produtos somente na fase adulta da ‘cigarrinha’. Nós, constatamos que o correto é priorizar também o controle na fase ninfal, em que a praga se multiplica rapidamente no sistema agrícola e perpetua a espécie”, salienta Garollo. “As ninfas vivem embaixo da folha, com baixíssima mobilidade na planta, protegidas, sobrevivendo em grandes proporções e sempre aumentando suas populações”, conclui.
 





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Preços do açúcar caem mais de 2% em Nova York e Londres na tarde desta 4ª…


Valorização do dólar incentiva vendas brasileiras para exportação

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Os preços futuros do açúcar ampliaram as perdas registradas pela manhã e passaram a cair mais de 2% nas bolsa de Nova York e Londres no início da tarde desta quarta-feira (09). Segundo informações do Barchart, as cotações são pressionadas pela redução nos valores do petróleo, que chegou a perder em torno de 2% nesta quarta-feira e, por volta das 12h, caía próximo a 1%. Além disso, a alta do dólar em relação ao real incentiva vendas para exportação pelos produtores brasileiros.

Próximo às 12h15 (horário de Brasília), em Nova York o contrato março/25 tinha queda de 0,58 cents, cotado em US$ 21,91 cents/lbp. O maio/25 perdia 0,56 cents, com valor de 20,38 cents/lbp. O julho/25 caía 0,54 cents, negociado em 19,45 cents/lbp. O outubro/25 passava a valer 19,28 cents/lbp, com redução de 0,48 cents.

Em Londres, o contrato dezembro/24 tinha baixa de US$ 13,70, cotado em US$ 561,40/tonelada. O março/25 estava precificado em US$ 567,20/tonelada, queda de US$ 13,20. O maio/25 valia US$ 562,80/tonelada, diminuição de US$ 13,10. O agosto/25 era negociado em US$ 545,50/tonelada, redução de US$ 14,60.

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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perspectiva positiva para grãos no oeste do país


Clima favorece enchimento de grãos e semeadura de verão





Foto: Canva

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na última terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas dispersas, entre 3 e 20 mm, beneficiaram o enchimento de grãos de inverno e sementes oleaginosas no oeste, garantindo boas perspectivas para a safra de inverno em geral da Austrália.

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No sul da Austrália e em Victoria, as chuvas também contribuíram para estabilizar as previsões de rendimento das safras de inverno, que se encontram em estágios de floração e enchimento. No entanto, em Nova Gales do Sul e no sul de Queensland, as precipitações foram mais leves e distribuídas, com muitas áreas permanecendo secas (menos de 5 mm). Nessas regiões, o trigo e outras culturas de inverno começaram a amadurecer, especialmente no norte da Austrália Oriental.

O clima relativamente seco nas áreas do cinturão do trigo facilitou a secagem das safras de inverno e permitiu o rápido início da semeadura das culturas de verão. As temperaturas se mantiveram próximas da média, variando dentro de 1°C do normal na maioria das áreas. As máximas oscilaram entre 20°C e 30°C, enquanto as mínimas permaneceram acima de 0°C, condições ideais para o desenvolvimento das lavouras.





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plantio de girassol avança, mas seca prejudica trigo e milho


Plantio de verão na Argentina em risco com seca prolongada





Foto: Canva

A seca que atinge a Argentina tem agravado o estresse nas lavouras de grãos de inverno, especialmente nas áreas agrícolas do oeste do país, segundo o boletim semanal do Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

De acordo com o boletim, as falta de chuvas tem coberto uma vasta área, desde La Pampa e noroeste de Buenos Aires até as fronteiras com Bolívia e Paraguai. A precipitação significativa, superior a 10 mm, ficou restrita ao sudeste de Buenos Aires e a alguns pontos no nordeste.

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Além disso, as temperaturas na região ficaram em média de 3 a 4°C acima do normal, com máximas entre 30 e 40°C, afetando especialmente as regiões de Córdoba, Santa Fé e Entre Rios. Esse aumento nas temperaturas e a escassez de chuvas têm intensificado o estresse nas lavouras, que agora avançam para o estágio reprodutivo. Sem chuvas nas próximas semanas, o plantio das safras de verão pode ser comprometido.

O governo argentino informou que, até o dia 26 de setembro, 20% das lavouras de girassol foram plantadas, 3 pontos percentuais acima do ano passado. O milho, por sua vez, tem 10% de sua área plantada, número que estava em 12% no mesmo período de 2023. No entanto, a seca já causou danos visíveis às plantações de trigo de inverno em Córdoba e Santa Fé, dois dos principais estados produtores do país.





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Seca limita plantio de soja e milho em regiões centrais do Brasil


A escassez de chuvas continua a afetar as principais áreas agrícolas do Brasil, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A umidade permaneceu limitada para a soja e outras culturas de verão em regiões centrais e do nordeste brasileiro, agravando a seca já presente nessas áreas.

Segundo dados do boletim, no Mato Grosso, chuvas moderadas entre 10 e 35 mm foram registradas nas áreas ocidentais do estado, enquanto em outras partes do Centro-Oeste, como o sul de Goiás e o norte do Mato Grosso do Sul, as precipitações foram escassas, com índices inferiores a 5 mm. O cenário é semelhante em São Paulo, Minas Gerais e Bahia, onde a seca predominou quase completamente, acompanhada de temperaturas acima do normal, com máximas variando entre 30°C e 40°C, o que agravou a falta de umidade do solo.

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De acordo com dados do governo do Mato Grosso, apenas 2% da área destinada ao plantio de soja havia sido semeada até o dia 4 de outubro, um índice muito abaixo dos 14% registrados no mesmo período do ano passado e da média histórica de 9% nos últimos cinco anos.

O calor e a falta de chuvas também avançaram para o sul do Paraná, favorecendo a colheita do trigo, mas prejudicando a germinação das culturas de verão. No Paraná, 62% do trigo havia sido colhido até 30 de setembro, enquanto o milho e a soja da primeira safra apresentavam 74% e 22% de área plantada, respectivamente.

Por outro lado, no Rio Grande do Sul, chuvas esparsas, com acumulados entre 10 e 25 mm, chegaram a superar 50 mm em algumas áreas, beneficiando o plantio do milho, que atingiu 54% até 3 de outubro, e o desenvolvimento do trigo, que estava principalmente na fase de florescimento até o enchimento.





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