quinta-feira, abril 16, 2026

Política & Agro

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novos preços mínimos garantidos para a safra 2025


Segundo dados divulgadas pela Conab, os extrativistas brasileiros devem ficar atentos aos novos preços mínimos para a safra 2025 dos produtos extrativos contemplados pela Política de Garantia de Preços Mínimos para os Produtos da Sociobiodiversidade (PGPMBio). Os valores, estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e divulgados na Portaria Mapa nº 750, foram publicados no Diário Oficial da União pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

Entre os reajustes, o pequi se destacou com alta de 30,19%, passando de R$ 0,53 para R$ 0,69 por quilo. O umbu também teve elevação significativa de 23,85%, subindo de R$ 1,09 para R$ 1,35 por quilo. A amêndoa de andiroba registrou aumento de 20,68%, indo de R$ 2,37 para R$ 2,86 por quilo. O cacau extrativo teve alta de 18,56%, com preço ajustado de R$ 9,75 para R$ 11,56 por quilo. A piaçava apresentou valorização de 14,77%, enquanto a mangaba subiu 7,61% em algumas regiões.

Por outro lado, produtos como babaçu e açaí mantiveram os preços inalterados. O pinhão, no entanto, sofreu redução de 22,43% em áreas de Minas Gerais e São Paulo. Já itens como baru, borracha natural, castanha-do-brasil, juçara, macaúba, murumuru e pirarucu não tiveram mudanças nos valores.

A PGPMBio tem como objetivo garantir uma remuneração justa aos extrativistas, promovendo também a conservação ambiental. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apoia a comercialização desses produtos e fortalece as comunidades por meio do pagamento da Subvenção Direta ao Produtor Extrativista (SDPE). Essa subvenção concede um bônus aos produtores que comprovarem vendas abaixo do preço mínimo estabelecido, garantindo competitividade no mercado.

A medida reforça o compromisso do Governo Federal com a sustentabilidade e incentiva a economia verde, promovendo inclusão social e proteção ambiental nas atividades extrativistas.





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Golpes cibernéticos: Como proteger o agronegócio



Os produtores precisam estar atentos a diversos golpes



Os produtores precisam estar atentos a diversos golpes
Os produtores precisam estar atentos a diversos golpes – Foto: Pixabay

O Brasil é um dos países mais afetados por golpes digitais, com 24% da população acima de 16 anos sendo vítima de fraudes cibernéticas entre junho de 2023 e junho de 2024. Nesse período, mais de 40,85 milhões de brasileiros perderam dinheiro com crimes digitais. No agronegócio, pequenos e médios produtores também têm sido alvos de golpistas, especialmente devido à crescente demanda por crédito. 

Sâmela Moraes, gerente de middle office da Nagro Crédito Agro, alerta que as propostas com benefícios irreais, como taxas de juros muito abaixo do mercado, são indícios de golpes. Golpistas veem o crédito rural como uma oportunidade para explorar a urgência dos produtores. Apesar disso, a tecnologia pode ser aliada na prevenção, já que empresas sérias investem em segurança para transações financeiras, além de reduzir a burocracia nos processos de financiamento. Dados do Congresso Nacional de Crédito no Agronegócio indicam otimismo no setor em relação ao futuro do crédito agro, com maior confiança e eficiência. 

Contudo, os produtores precisam estar atentos a diversos golpes. Entre eles, o de falsos intermediários, em que golpistas criam sites fraudulentos para coletar dados pessoais. É importante verificar a reputação da instituição financeira antes de fornecer informações. Também são comuns os golpes via WhatsApp ou SMS, onde criminosos se passam por representantes de bancos e pressionam o produtor a fornecer dados bancários. Além disso, os golpistas pedem pagamentos antecipados, como taxas falsas, para liberar financiamentos. Nenhuma instituição séria faz esse tipo de exigência. Por fim, o golpe de boletos falsos, onde os golpistas enviam boletos fraudulentos, também é frequente. É essencial que o produtor sempre verifique a autenticidade do boleto antes de efetuar o pagamento.

 





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Setor de feijão fecha 2024 com exportações recordes



Oscilações marcam preços do feijão em 2024




Foto: Canva

Segundo dados da retrospectiva de feijão do Cepea, o ano de 2024 será lembrado como um marco para o setor de feijão no Brasil, consolidando avanços na transparência de preços regionais e na parceria entre produtores e pesquisadores. Desde abril, o setor passou a colaborar com os levantamentos conduzidos pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) e pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). As pesquisas permitiram a padronização dos cálculos de preços médios regionais e, a partir de outubro, começaram a divulgar os resultados ao público.

De acordo com os pesquisadores, o mercado de feijão opera majoritariamente no modelo spot, com negociações logo após as colheitas e conforme a demanda dos compradores. Esse formato explica a variação regional nos dados semanais divulgados ao longo do ano. Em 2024, o feijão carioca, principal variedade consumida no Brasil, registrou oscilações nos preços. De setembro para outubro, houve queda nos valores médios devido à entrada da safra do Cerrado. Em novembro, no entanto, as chuvas prejudicaram a colheita, comprometendo a qualidade do grão e sustentando os preços. A decisão de muitos produtores de estocar o produto em câmaras frias também ajudou a evitar novas quedas.

Já em dezembro, o mercado voltou a registrar pressão sobre os preços, resultado do aumento na oferta de feijão oriundo do Paraná e de São Paulo, além do descarte de estoques acumulados ao longo do ano.

No campo, a produção nacional de feijão atingiu 3,24 milhões de toneladas na safra 2023/24, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa um crescimento de 6,8% em comparação com o ciclo anterior, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores mundiais. No mercado externo, o desempenho também foi expressivo. Entre janeiro e novembro, as exportações brasileiras de feijão somaram 304,95 mil toneladas, o maior volume já registrado. Por outro lado, as importações totalizaram 21,95 mil toneladas no mesmo período, mantendo o saldo positivo na balança comercial, conforme com o Cepea.





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Trigo fecha 2024 com oscilações nos preços


Segundo os dados da edição de dezembro do Boletim Agropecuário da Epagri, divulgados pelo Observatório Agro Catarinense, o mercado de trigo encerrou 2024 com oscilações nos preços internos e perspectivas globais desafiadoras para a safra 2024/25. Dados mostram que os preços médios pagos aos produtores catarinenses caíram 1,90% em novembro, mas ainda acumulam alta real de 8,91% no ano. No Paraná, o avanço anual é de 12,67%, enquanto no Rio Grande do Sul o preço permaneceu estável no mês, com leve alta de 0,19%.

Analistas apontam que o setor continua sujeito a fatores como clima, câmbio e barreiras comerciais, tornando fundamental o acompanhamento de tendências e projeções. A análise do mercado internacional destaca cenários de alta e baixa para os preços globais, influenciando diretamente o desempenho brasileiro.

Fatores de alta

Segundo o boletim, a na União Europeia, a safra de trigo 2024/25 enfrentou perdas significativas devido ao excesso de chuvas, reduzindo a produção em 10,21% e as exportações em 23,58%, alcançando o menor volume em 12 anos. Na Rússia, o mesmo problema climático deve diminuir a produção em 10,93% e as exportações em 15,31%, com o governo russo impondo quotas de exportação para conter os impactos. Na Austrália, as fortes chuvas comprometeram a qualidade da safra, forçando o redirecionamento de até 5 milhões de toneladas para a produção de ração animal, representando de 8% a 16% da colheita total.

Fatores de baixa

Na Argentina, cerca de 38,7% da nova safra já foi colhida, com expectativa de 18,8 milhões de toneladas – a quarta maior colheita em 15 anos, mesmo após períodos secos.  Apesar das perdas na qualidade, a Austrália projeta colher 31,9 milhões de toneladas, acima da média de 26,6 milhões registrada na última década.

As perspectivas globais apontam para uma produção 0,22% maior e consumo 0,58% superior na safra 2024/25 em relação à anterior. No entanto, o comércio internacional deve cair 3,50%, refletindo as restrições nas exportações da União Europeia e da Rússia. Os estoques finais também tendem a diminuir 3,56%, atingindo 257,9 milhões de toneladas – o menor volume desde 2015/16, conforme o Observatório Agro Catarinense.





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Produção de milho cai 12,3% no Brasil



Cotações do milho tiveram um primeiro semestre pressionado por diversos fatores




Foto: Pixabay

Segundo dados da retrospectiva de milho do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), no Brasil, a produção de milho registrou queda em 2024, impactada por condições climáticas adversas que reduziram a produtividade. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que a colheita totalizou 115,7 milhões de toneladas, representando uma retração de 12,3% em relação à safra 2022/23. O excedente de milho no país também sofreu forte redução, somando 40,42 milhões de toneladas, queda de 19% em comparação ao ciclo anterior e o volume mais baixo desde 2021/22. Com a menor oferta, as exportações brasileiras foram diretamente impactadas, registrando retração ao longo do ano.

As cotações do milho tiveram um primeiro semestre pressionado por diversos fatores, incluindo a colheita da safra de verão e o bom desenvolvimento da segunda safra, além de projeções de produção mundial recorde. Esse cenário levou os preços ao menor patamar do ano em julho, refletindo a expectativa de safra volumosa no mercado internacional.

Exportadores enfrentaram dificuldades com a lentidão nas negociações no primeiro semestre, já que compradores adotaram postura cautelosa, aguardando desvalorizações mais acentuadas com o avanço da colheita. Entre agosto e novembro, no entanto, os preços reagiram devido à menor disponibilidade interna e às preocupações geradas pelo clima quente e seco, que comprometeu a expectativa para o plantio da safra de verão e da segunda safra de 2025.

A retomada das chuvas a partir da segunda quinzena de outubro amenizou os receios, garantindo melhores condições para a semeadura da safra de verão e dissipando parte das incertezas sobre a próxima temporada. Com preços mais baixos e oferta limitada, 2024 marcou o terceiro ano consecutivo de queda nos valores nominais do milho. 





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Esmagamento de mandioca bate recorde em 2024



Centro-Sul com demanda aquecida por fécula e farinha




Foto: Canva

Segundo dados da retrospectiva de mandioca do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), ano de 2024 foi marcado por um recorde histórico no esmagamento de mandioca para a produção de fécula e farinha no Centro-Sul do Brasil. Impulsionadas pela demanda aquecida por derivados, empresas do setor ampliaram a busca pela matéria-prima.

De acordo com o Cepea, a alta procura levou produtores a expandirem a colheita, incluindo áreas com mandioca de 1º ciclo. No entanto, as condições climáticas adversas, com clima quente e seco em grande parte do ano, impactaram negativamente a produtividade e o teor de amido das raízes.

Após registrarem máximas históricas em 2023, os preços da mandioca recuaram na primeira metade de 2024, refletindo maior oferta no mercado. No segundo semestre, contudo, as cotações voltaram a subir diante da escassez de estoques e do aumento da demanda industrial e de exportações.

A elevação no esmagamento também levou a produção nacional de fécula a um patamar recorde em 2024. Esse movimento foi acompanhado por um crescimento expressivo no consumo interno e nas exportações, contribuindo para a redução dos estoques do produto.

Segundo agentes do setor, as vendas no varejo – impulsionadas por supermercados e hipermercados – apresentaram forte alta. No segmento industrial, a fécula seguiu como matéria-prima fundamental, especialmente para os setores alimentício e de papel e papelão.

Já o mercado de farinha de mandioca na região Centro-Sul (Paraná, São Paulo e Santa Catarina) registrou baixa liquidez durante praticamente todo o ano. Esse cenário, conforme apontam pesquisadores do Cepea, foi resultado da retomada da produção no Nordeste, que chegou a abastecer estados do Centro-Oeste e Norte, reduzindo a demanda no Sul do país.





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Silagem com capins tropicais é alternativa para estiagens



Silagem de capins tropicais é opção para pecuária na Amazônia




Foto: Alexandre Teixeira

Estudos conduzidos pela Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), em parceria com a Embrapa Gado de Corte, apontam a produção de silagem com capins tropicais como uma estratégia promissora para garantir reservas de alimento durante os períodos de estiagem na Amazônia, que podem se tornar mais severos devido às mudanças climáticas.

As pesquisas analisaram cultivares e diferentes manejos, destacando o impacto dessas variáveis na qualidade fermentativa e nutricional da silagem. De acordo com os pesquisadores, o cultivo de capins tropicais oferece fácil manejo e menor risco, quando comparado a outras culturas destinadas à produção de silagem, tornando-se uma alternativa viável para preservação do volumoso excedente. “O capim tem flexibilidade de uso já que com o mesmo pasto pode se fazer a silagem e o pastejo. Mas não posso trazer um manejo pronto do Centro-Oeste para cá. Em cada lugar é preciso uma validação das melhores práticas, inclusive considerando diferenças importantes dentro das regiões da Amazônia”, explica o professor adjunto de Forragicultura e Pastagens da Universidade Federal Rural da Amazônia, campus Belém, Dr. Thiago Carvalho da Silva.

O pesquisador Silva, especializado em silagem de capins tropicais, o projeto buscou caracterizar cultivares sob diferentes manejos, com foco na fermentação e qualidade nutricional. Os testes foram realizados na Fazenda Escola de Igarapé-Açú, localizada a 120 quilômetros de Belém, e analisaram sete cultivares dos gêneros Megathyrsus (Syn. Panicum) e Urochloa (Syn. Brachiaria).

Os capins foram cultivados em 84 parcelas de 12 m² e cortados a cada 30, 60 e 90 dias durante o período chuvoso de dois anos. Posteriormente, o pH das silagens e as populações microbianas foram monitorados em três momentos de abertura do silo: 5, 30 e 60 dias. Entre os resultados, a cultivar Brachiaria híbrida Mavuno mostrou-se superior em produtividade de massa seca e apresentou uma queda mais rápida do pH durante o processo de fermentação – fator essencial para a conservação da forragem. Segundo o pesquisador, a rápida queda do pH indica maior eficiência na fermentação, possivelmente relacionada à maior concentração de carboidratos solúveis no capim. Esse aspecto será analisado em maior profundidade em estudos futuros.





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Os biológicos podem controlar a broca da cana?



Essa abordagem integrada permite alcançar o máximo potencial



O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga
O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga – Foto: Pixabay

De acordo com informações da BSS Agro, o controle biológico de pragas na cana-de-açúcar, como a broca (Diatraea saccharalis), destaca-se como uma prática essencial para aumentar a sustentabilidade e a eficiência na produção agrícola brasileira. A cultura da cana no Brasil é pioneira nessa abordagem, sendo reconhecida mundialmente por inovações, como o uso de Drones para distribuir agentes biológicos, o que melhora a eficácia e uniformidade do controle. 

De acordo com a empresa, essa prática não apenas reduz a dependência de químicos, mas também agrega valor à produção de açúcar e etanol, atendendo às crescentes demandas por práticas agrícolas sustentáveis.

O controle biológico contra a broca utiliza diferentes agentes em estágios específicos do ciclo de vida da praga. Para o controle dos ovos, destaca-se o parasitoide Trichogramma galloi, que atua prevenindo o nascimento das lagartas. Já as lagartas podem ser combatidas por meio dos parasitoides Cotesia flavipes e Paratheresia claripalpis. Por fim, as pupas da praga podem ser controladas utilizando o parasitoide Tetrastichus howardi. Cada um desses organismos desempenha um papel crucial no manejo integrado da broca, reduzindo as perdas econômicas causadas pela infestação.

Nesse contexto, a chave para o sucesso no controle biológico, segundo a BSS Agro, está na liberação no momento certo e na integração com o controle químico em casos de altas infestações. Essa abordagem integrada permite alcançar o máximo potencial de controle, além de proteger a lavoura de maneira eficiente e sustentável.

 





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Você usaria algas marinhas para fertilizar o milho?



O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta



O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta
O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta – Foto: Divulgação

De acordo com a Algas Brasil, o uso do extrato da alga Kappaphycus alvarezii tem demonstrado benefícios significativos para a cultura do milho, especialmente na safrinha. Em um caso documentado na região de Planura, MG, um produtor evidenciou as melhorias no sistema radicular e no enchimento das espigas, destacando o potencial do produto. Ao ser aplicado no solo, o extrato favorece o desenvolvimento mais vigoroso do sistema radicular, aumentando a capacidade da planta de absorver água e nutrientes, mesmo em condições de estresse hídrico típicas da safrinha.  

De acordo com a empresa desenvolvedora do produto, os principais benefícios incluem maior tolerância ao estresse, como seca e altas temperaturas, aumento da produtividade, com mais espigas por planta e grãos de maior peso e qualidade, além de melhorias na qualidade do solo, com maior retenção de água e nutrientes. O extrato da alga atua em diversos níveis fisiológicos da planta, estimulando seu crescimento, floração e frutificação.  

Além disso, as informações indicam que ele fortalece o sistema imunológico da planta, tornando-a mais resistente a doenças. Esses resultados, segundo a Algas Brasil,  são reforçados por diversas pesquisas científicas que comprovam o potencial da Kappaphycus alvarezii como uma solução eficiente para os desafios da agricultura moderna. A cada dia, novos estudos e casos documentados mostram o impacto positivo dessa alga, destacando seu papel no desenvolvimento de fertilizantes mais sustentáveis e competitivos no mercado agrícola. As informações foram publicadas originalmente no perfil da rede social LinkedIn da Algas Brasil.

 





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Marrocos suspende impostos sobre importação de arroz



Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local



Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local
Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local – Foto: Pixabay

O Ministério da Indústria e Comércio de Marrocos anunciou, por meio de um comunicado oficial, a suspensão temporária dos direitos de aduana e do IVA sobre as importações de arroz classificadas sob o código aduaneiro n° 1006.20.90.00. A medida, que entra em vigor em 1º de janeiro de 2025 e vai até 31 de dezembro de 2025, afeta um limite de 55.000 toneladas de arroz, destinado principalmente às empresas industriais do setor.

Essa decisão tem como objetivo estabilizar os preços do arroz no mercado local, garantindo uma oferta suficiente para atender à demanda das famílias marroquinas. A medida surge em um momento de flutuações nos preços dos alimentos, buscando proteger o poder aquisitivo da população. Embora seja uma solução temporária, a iniciativa destaca a necessidade de fortalecer a produção local de arroz e reduzir a dependência das importações.

O Ministério ressalta que, apesar da ação emergencial, é fundamental que Marrocos invista em sua produção interna e diversifique suas fontes de fornecimento para garantir maior autonomia alimentar no futuro. Além disso, a suspensão dos impostos favorece as relações comerciais com os principais países produtores de arroz, especialmente na Ásia, e assegura a qualidade do produto importado.

Para garantir transparência e eficácia no processo, o Ministério estabelecerá critérios rigorosos para a alocação do cupo de importação. A medida temporária reforça a importância de fortalecer a resiliência do país frente a possíveis crises alimentares globais e impulsionar a sustentabilidade da produção local a longo prazo.

 





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