segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Dólar comercial sobe e bate R$ 6,11



O dólar comercial encerra esta quarta-feira (8) com alta em relação ao real




Foto: Pixabay

O dólar comercial encerra esta quarta-feira (8) com alta em relação ao real, acompanhando os ganhos nos mercados internacionais. A valorização reflete a reação dos investidores às recentes sinalizações sobre os planos tarifários do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, além de dados econômicos robustos divulgados pela maior economia global, de acordo com dados do InfoMoney.

Às 16h20, o dólar à vista registrava elevação de 0,10%, sendo negociado a R$ 6,110 tanto na compra quanto na venda. Paralelamente, na B3, o contrato de dólar futuro com vencimento mais próximo subia 0,57%, atingindo 6.165 pontos. Esse desempenho se soma ao cenário de terça-feira (7), quando o dólar à vista apresentou leve baixa de 0,14%, encerrando a R$ 6,1056.

Como parte de sua atuação no mercado de câmbio, o Banco Central anunciou um leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para esta sessão. A medida tem como objetivo a rolagem de vencimentos programados para 3 de fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,110
  • Venda: R$ 6,110

     

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,187
  • Venda: R$ 6,367





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Caixa e prefeitura de Porto Alegre assinam contratos do Novo PAC



O financiamento acordado prevê um período de carência de 24 meses



O financiamento acordado prevê um período de carência de 24 meses
O financiamento acordado prevê um período de carência de 24 meses – Foto: Pixabay

A CAIXA e a Prefeitura de Porto Alegre formalizaram, no início de 2025, a assinatura de contratos do Novo PAC, com investimentos de aproximadamente R$ 460 milhões. Os recursos serão destinados a obras de drenagem urbana, abastecimento de água, redes de esgoto e à construção do Centro de Controle e Operações (CCO) para o transporte coletivo da cidade. Esses investimentos, provenientes do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), visam melhorar a infraestrutura, o saneamento e a mobilidade urbana, impactando positivamente a qualidade de vida da população.

O financiamento acordado prevê um período de carência de 24 meses, seguido de 240 meses para a amortização da dívida. A assinatura ocorreu no gabinete do prefeito Sebastião Melo e contou com a presença de representantes da CAIXA e do município. O prefeito celebrou a parceria, destacando que os recursos do Novo PAC possibilitarão a execução de importantes projetos que beneficiarão diretamente os porto-alegrenses. Renato Scalabrin, superintendente da CAIXA, também reforçou o compromisso do banco com a cidade, especialmente no apoio à reconstrução após as recentes tragédias climáticas que afetaram o estado.

Além disso, em dezembro de 2024, a Prefeitura de Porto Alegre contratou R$ 150 milhões via o FINISA (Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento), linha de crédito da CAIXA que apoia obras de infraestrutura urbana e saneamento. O FINISA permite a execução de projetos essenciais com processos de contratação ágeis e simplificados.

O Novo PAC, lançado em setembro de 2023, prevê investimentos de R$ 136 bilhões em obras e equipamentos, com a participação dos estados e municípios. O programa abrange várias áreas, como Saúde, Educação e Cidades, com o objetivo de promover a modernização da infraestrutura no Brasil.

 





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estratégias para garantir alta produtividade



Manejo sustentável e o uso de tecnologia podem fazer a diferença para agricultores


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas no Blog da Aegro, em um cenário marcado por desafios climáticos e econômicos, a adoção de práticas bem planejadas é essencial para o sucesso do plantio de soja. Especialistas ressaltam que a escolha de cultivares, o manejo sustentável e o uso de tecnologia podem fazer a diferença para agricultores enfrentarem as incertezas e aumentarem a produtividade.

Entre as principais orientações, destaca-se a escolha de variedades de soja adaptadas às condições climáticas locais, aumentando a resistência das plantas às adversidades. Práticas de manejo sustentável, como rotação de culturas e cuidado com o solo, também são recomendadas para melhorar a resiliência das lavouras. Outro ponto fundamental é o monitoramento contínuo das previsões meteorológicas, permitindo a adoção de estratégias de irrigação ou drenagem para mitigar impactos climáticos.

Além disso, o uso de tecnologias agrícolas, como softwares de gestão, tem se mostrado uma ferramenta indispensável. Soluções como o sistema Aegro oferecem suporte ao produtor, permitindo um acompanhamento detalhado das condições da lavoura, gestão de insumos e análise de dados climáticos, otimizando as decisões e potencializando os resultados do plantio.





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cotações sobem com oferta reduzida



Mercado do boi gordo registrou alta nesta quarta-feira




Foto: Canva

O informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, apontou que após quatro dias de estabilidade nas praças paulistas, o mercado do boi gordo registrou alta nesta quarta-feira, reflexo da baixa oferta e das escalas de abate curtas, que estão, em média, para cinco dias. A arroba da vaca gorda subiu R$ 5, enquanto as demais categorias apresentaram aumento de R$ 2/@.

No Noroeste do Paraná, o cenário também é marcado pela escassez de oferta, com escalas em torno de nove dias. As cotações da novilha subiram R$ 5/@, enquanto as demais categorias tiveram incremento de R$ 2/@. Em Alagoas, o quadro se repete, com a oferta reduzida pressionando os preços para cima. O boi gordo e a vaca gorda apresentaram alta de R$ 5/@, enquanto a novilha subiu R$ 2/@.

Na região de Marabá, no Pará, problemas com lagartas prejudicaram as pastagens, reduzindo ainda mais a disponibilidade de animais prontos para o abate. Com isso, a arroba do boi gordo subiu R$ 2, a da vaca aumentou R$ 5 e a novilha teve a maior valorização, com alta de R$ 7/@.





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Monocultura e policultura: entenda as diferenças



Benefício importante da policultura é o incentivo à biodiversidade


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas no Blog da Aegro, a escolha entre monocultura e policultura é uma decisão estratégica no manejo agrícola, com impactos diretos na produtividade, saúde do solo e sustentabilidade do sistema produtivo. Enquanto a monocultura foca no cultivo de uma única espécie vegetal, a policultura promove a diversificação de culturas, oferecendo uma série de vantagens ecológicas e econômicas.

A policultura, ao integrar diferentes culturas no mesmo espaço ou alterná-las ao longo do tempo, contribui para a regeneração dos nutrientes do solo. Essa prática reduz a degradação, aumenta a fertilidade e quebra ciclos de pragas e doenças específicas, diminuindo a dependência de defensivos químicos. Além disso, promove um controle biológico natural, resultando em um sistema agrícola mais equilibrado e sustentável.

Outro benefício importante da policultura é o incentivo à biodiversidade. A diversidade de plantas cria um ambiente mais resiliente a condições climáticas adversas, como secas ou chuvas excessivas, além de atrair polinizadores e organismos benéficos. Essa abordagem diversificada também reduz os riscos econômicos associados à dependência de uma única cultura, oferecendo maior estabilidade ao produtor rural.





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Minas Gerais avança na produção de café conilon



O objetivo é promover o desenvolvimento da cafeicultura com foco na produtividade




Foto: Pixabay

A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) iniciou, em dezembro de 2024, a comercialização e entrega de aproximadamente 20 mil mudas de café Conilon. Produzidas ao longo do ano nos Campos Experimentais de Leopoldina e Oratórios, na Zona da Mata mineira, essas mudas estão sendo negociadas com cafeicultores de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, ampliando o acesso a cultivares adaptadas às condições locais, conforme a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais.

Essa é a segunda produção comercial de mudas de Conilon realizada pela Epamig. Em 2023, a instituição vendeu um lote inicial de 7 mil mudas a um produtor do município de Raul Soares, também em Minas Gerais. A iniciativa integra o projeto “Expansão do Cultivo de Café Conilon no Leste de Minas Gerais”, financiado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O objetivo é promover o desenvolvimento da cafeicultura regional com foco na produtividade e sustentabilidade.

O material genético utilizado na produção das mudas foi fornecido pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Além de testar a adaptabilidade das cultivares do Espírito Santo às condições climáticas e de solo de Minas Gerais, a Epamig desenvolve um programa próprio de melhoramento genético do café Conilon, que visa gerar variedades ainda mais produtivas e resistentes para os produtores da região.





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Produtos com bônus no PGPAF incluem açaí, banana, mandioca



Conab divulga lista de produtos com bônus do PGPAF para janeiro




Foto: Pixabay

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial da União, a lista mais recente de produtos contemplados pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). O programa oferece descontos em parcelas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para agricultores cujos cultivos registraram preços abaixo do patamar garantido.

Entre as novidades deste mês, destaca-se a inclusão da batata, no Paraná, e a saída da cana-de-açúcar da relação de produtos beneficiados. Além da batata, itens como açaí, banana, cará/inhame, castanha-de-caju, cebola, erva-mate, feijão caupi, manga, mel de abelha, raiz de mandioca, tomate e trigo também fazem parte da lista de janeiro, com alterações nos estados contemplados.

A portaria que determina os valores do bônus mensal foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA). Os novos valores entram em vigor em 10 de janeiro de 2025 e seguem válidos até 9 de fevereiro de 2025. Além disso, os preços de garantia para o PGPAF foram atualizados conforme a Resolução Nº 5.188, de 19 de dezembro de 2024. A lista completa e os percentuais de bônus podem ser consultados na Portaria SAF/MDA Nº 301, de 7 de janeiro de 2025.





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Tomate longa vida enfrenta queda de 30% no preço



Colheita em alta faz preço do tomate longa vida cair no Rio Grande do Sul




Foto: Canva

O preço do tomate longa vida caiu 30%, passando de R$ 5,00 para R$ 3,50 por quilo, conforme dados divulgados no Informativo Conjuntural da Emater/RS, na última quinta-feira (02). Essa redução é atribuída ao aumento da oferta do produto no mercado, impulsionado pela aceleração da colheita, que ocorre em função da elevada perecibilidade do tomate e da necessidade de colheita no momento exato de maturação.

Anteriormente, o preço do tomate longa vida havia experimentado alta devido à estratégia de desaceleração da colheita, que visava um ajuste nos preços. No entanto, com a maior disponibilidade do produto no mercado, especialmente com a intensificação da colheita no Rio Grande do Sul, o preço sofreu uma queda considerável.

A Emater/RS aponta que essa dinâmica de preços reflete a volatilidade do mercado de produtos hortifrúti, cuja oferta e demanda podem sofrer grandes variações dependendo do ritmo da colheita e da conservação dos produtos. A colheita acelerada, apesar de ser uma necessidade para garantir a qualidade do tomate, tem gerado um impacto negativo nos preços, que agora se estabilizam em valores mais baixos.





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projeto beneficia 10 mil agricultores com renda e inclusão social



O programa iniciou sua operação em 2015




Foto: Sheila Flores

O Projeto Complementar Nossa Gente Paraná, na modalidade Renda Agricultor Familiar, aprovou em 2024 mais 677 projetos, totalizando 9.996 agricultores beneficiados. O programa, que visa a prevenção e a superação das condições de alta vulnerabilidade social, foi iniciado em 2015 e tem sido um importante instrumento de apoio a agricultores familiares em situação de risco no estado, conforme dados da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.

Para a implementação do projeto, foram investidos aproximadamente R$ 28 milhões, provenientes do Tesouro do Estado, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Fecop). Cada um dos agricultores recebe R$ 6 mil, divididos em duas parcelas. Em agosto deste ano, o valor foi reajustado em 100%, com a primeira parcela de R$ 4 mil sendo transferida após a assinatura do adesão e a apresentação de um projeto de estruturação da unidade produtiva familiar. Após a verificação do cumprimento das etapas e o avanço do projeto, a segunda parcela é liberada.

O programa atende principalmente agricultores familiares com renda mensal per capita igual ou inferior a meio salário mínimo, incluindo pescadores artesanais, quilombolas, indígenas e outras comunidades tradicionais. A estimativa é que cerca de 110 mil famílias no Paraná se encaixem nesse perfil. Além do auxílio financeiro, os beneficiários recebem serviços de assistência técnica e extensão rural, contribuindo para a implementação de projetos de geração de renda e o acesso a políticas públicas de cidadania. Também jovens com mais de 18 anos que cursam colégio agrícola ou Casa Familiar Rural podem ser contemplados, com projetos próprios em áreas cedidas pelos pais.

Em 2019, o programa foi premiado com o Prêmio Sesi ODS por contribuir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, e em 2022 conquistou o terceiro lugar no Prêmio Estratégia ODS Brasil.





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Produção de folhosas sofre impactos climáticos



Alta temperatura e pragas impactam cultivos no RS




Foto: Pixabay

Produtores de diversas regiões do Rio Grande do Sul continuam enfrentando desafios climáticos, conforme o mais recente Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS, na última quinta-feira (02). Em Uruguaiana, a produção de folhosas tem sido afetada por doenças fúngicas, que não são controladas mesmo com a aplicação regular de defensivos agrícolas. No entanto, a alta demanda levou a uma elevação no preço da alface, que atingiu a média de R$ 28,00 por dúzia, podendo chegar até R$ 30,00 em alguns estabelecimentos.

Em outras regiões, como Itaqui, a mandioca se desenvolve favoravelmente, graças às chuvas regulares e à boa luminosidade. As lavouras estão apresentando bom potencial e crescimento vigoroso. Em Ijuí, as olerícolas também têm se desenvolvido bem, beneficiadas pelo alto índice de insolação e irrigação, embora o clima seco tenha aumentado a incidência de pragas como mosca-branca, pulgão e tripes. A redução da semeadura e do transplantio visa evitar excesso de produto nos meses de janeiro e fevereiro, quando a demanda costuma cair.

Por outro lado, na região de Santa Rosa, o uso de irrigação não tem sido suficiente para manter os cultivos, especialmente os menos resistentes às condições climáticas extremas. Embora a baixa umidade do ar tenha ajudado a reduzir doenças nas olerícolas, ela tem aumentado o ataque de ácaros e tripes. A alface, por exemplo, foi comercializada por R$ 4,00 por unidade, enquanto o repolho foi vendido a R$ 5,00 por quilo. Em Pelotas, o clima favoreceu o desenvolvimento das olerícolas, e a safra de milho-verde e milho-doce iniciou-se com bons preços. A produção de tomate e pimentão também segue com boa qualidade, mas os preços não agradaram os produtores.





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