sábado, março 21, 2026

Política & Agro

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Preço da mandioca recua pelo sétimo mês seguido



Oferta de mandioca segue alta e preços acumulam queda pelo sétimo mês


Foto: Canva

As chuvas ocorridas em parte das regiões produtoras de mandioca na semana passada dificultaram o avanço da colheita, também limitada pela retração produtora, apontam levantamentos do Cepea. Ainda assim, segundo o Centro de Pesquisas, a oferta continuou superior à demanda industrial, mantendo a pressão sobre os valores; a média de julho caiu pelo sétimo mês consecutivo. 

Entre 28 de julho e 1º de agosto, o valor médio nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 460,33 (R$ 0,8006/grama de amido), recuo de 2,3% em relação à semana anterior. O preço médio de julho também cedeu 2,3% sobre junho, ficando 1,6% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI). 





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Programa distribui 11,7 mil toneladas de fertilizantes


A segunda etapa do Programa de Doação de Fertilizantes, executado pelo Governo de Minas por meio da Emater-MG, distribuiu mais de 11,7 mil toneladas do fertilizante/corretivo de solo agrosilício entre os meses de fevereiro e junho deste ano. O volume superou a meta estabelecida de 10 mil toneladas e atendeu 109 municípios mineiros.

De acordo com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o programa foi lançado em 2024 em parceria com a Emater-MG e a Harsco Environmental, responsável pela doação do insumo. A ação tem como finalidade melhorar a qualidade do solo, ampliar a produtividade agrícola e incentivar práticas sustentáveis no campo.

No município de Mathias Lobato, localizado no Vale do Rio Doce, dezesseis agricultores do assentamento Maria da Penha recebem o produto pela primeira vez. Segundo o extensionista da Emater-MG, Amarildo Mafalda, a expectativa é de que o uso do agrosilício “traga uma melhoria no solo, aumento na produtividade e na qualidade da produção das hortaliças, dos pomares e das lavouras de milho, feijão e mandioca“. A distribuição local de 26 toneladas foi viabilizada por meio de parceria com a prefeitura, informou a Seapa.

De acordo com a secretaria, na região Central do estado, nos arredores de Sete Lagoas, 90 agricultores foram beneficiados em 2025. Segundo o coordenador técnico regional da Emater-MG, Walfrido Machado Albernaz, esse número soma-se aos 150 agricultores atendidos em 2024.

A logística do programa prevê que os municípios contemplados estejam situados em um raio de até 300 quilômetros de Timóteo, local onde ocorre a retirada do insumo pelas prefeituras. Após a coleta, o produto é distribuído aos agricultores locais.

A Emater-MG atua no acompanhamento técnico de todas as etapas do programa, começando com a análise de solo. A instituição também participa do processo de entrega do insumo, prestando orientação aos produtores beneficiados. No ano passado, cerca de cinco mil toneladas do agrosilício foram entregues a 90 municípios, beneficiando mais de mil produtores. A expectativa, segundo a Emater-MG, é de que a meta seja novamente superada em 2026.





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Após pico de demanda, preço do morango volta a cair



Queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras




Foto: Pixabay

O preço do morango voltou a cair na CEASA/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) após semanas de forte demanda impulsionada pela popularização do “morango do amor”. De acordo com a Dimer (Divisão de Mercado de Abastecimento), a caixa com quatro bandejas da fruta está sendo comercializada a cerca de R$ 45,00, valor menor do que o praticado anteriormente.

Segundo informações divulgadas pela CEASA/MS, a queda no preço está relacionada ao período de safra nas principais regiões produtoras, como São Paulo e Minas Gerais, que garantem uma oferta estável e ajudam a manter o equilíbrio do mercado.

Entre as hortaliças com redução de valor, o destaque vai para a cebola nacional, que teve queda de 14% e agora custa R$ 30,00 o saco de 20 kg.

Por outro lado, a cenoura e o quiabo apresentaram as maiores altas da semana. A cenoura subiu 20% e está sendo vendida a R$ 60,00 o saco de 60 kg. Já o quiabo chegou a R$ 120,00 a caixa de 15 kg, também com aumento de 20% em relação à semana anterior.

O levantamento, realizado entre os dias 4 e 9 de agosto, faz parte do boletim semanal divulgado pela CEASA/MS, que monitora a variação de preços dos principais produtos hortifrutigranjeiros comercializados no estado.





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Paraná tem boa produtividade na colheita de café



Clima favorece colheita no Paraná




Foto: Pixabay

A colheita do café atingiu mais de 80% da área cultivada no Paraná. O valor totaliza 25,4 mil hectares, segundo dados divulgados na quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

De acordo com o agrônomo Carlos Hugo Godinho, as condições climáticas favoreceram os trabalhos no campo. “Os dias secos ajudaram tanto a colher mais rápido quanto a secar o café nos terreiros. A produtividade está muito próxima do limite superior que imaginávamos”, afirmou. 

A produção média no estado está estimada em 1.752 quilos por hectare.

Veja também: Exportações de café batem recorde no ano-cafeeiro de 2024

A cafeicultura paranaense tem papel importante na produção de café solúvel. Godinho expressou preocupação quanto à ausência do produto nas exceções das tarifas adicionais impostas pelos Estados Unidos. “Mas o mercado deve trabalhar isso porque os Estados Unidos têm poucas alternativas em relação ao café brasileiro”, completa.

Quanto ao cenário nacional, segundo os dados do Sumário Executivo do Café, o Brasil alcançou um recorde no ano-cafeeiro de 2024, totalizando 46,1 milhões de sacas de 60 quilos. O número representa um crescimento de 30,6% em relação ao total exportado em 2023, quando foram vendidas 35,3 milhões de sacas ao mercado externo.





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32º Congresso do Trigo reunirá especialistas para debater os desafios e as perspectivas do setor


Desafiador para a cadeia do trigo no Brasil, o ano de 2025 tem sido marcado pela volatilidade cambial, incertezas climáticas e desafios logísticos e de armazenamento, exigindo atenção redobrada por parte da indústria. Para debater esse cenário e apontar caminhos para o setor, a Associação Brasileira da Indústria do trigo (Abitrigo) promove, de 20 a 22 de outubro, a 32ª edição do Congresso Internacional da Indústria do trigo. O evento será realizado no Windsor Barra Hotel, no Rio de Janeiro (RJ), reunindo representantes de toda a cadeia nacional e internacional. 

“Mais uma vez, teremos um congresso que vai além da análise do mercado. Nossa proposta é promover reflexões estratégicas sobre a competitividade do setor, os avanços tecnológicos, as novas exigências do consumidor e o posicionamento do trigo na sociedade. O momento exige atualização, diálogo e colaboração entre todos os elos da cadeia”, afirma o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa. 

A programação tem início com uma análise do cenário econômico e geopolítico atual, na palestra inaugural que contará com a participação do cientista político e jornalista, Gustavo Segré e da economista e sócia da Gibraltar Consulting, Zeina Latif.  

O segundo contará com uma discussão sobre os impactos da reforma tributária para o setor tritícola, seguido pelo painel “A Competitividade do Negócio Trigo”, que discutirá os gargalos e oportunidades da cadeia em meio ao atual contexto econômico e produtivo. O segundo painel do evento, que tem como tema central “Do dado ao valor: IA e automação inovando a Indústria do Trigo”, terá como foco a aplicação de tecnologias e inteligência artificial na modernização dos processos industriais. 

O congresso segue no dia 22 com o painel “A Farinha de Trigo no Novo Mercado Consumidor”, que ofertará reflexões sobre as mudanças no perfil de consumo, as novas demandas alimentares e o reposicionamento do produto frente a essas tendências. Encerrando a programação, o painel “O Mercado do Trigo” apresentará um panorama atualizado sobre a produção e o comércio do grão no Brasil e no exterior, com destaque para as projeções e tendências globais. 

Além dos debates e palestras, o evento contará com uma Feira de Negócios, que reunirá empresas de máquinas, equipamentos, tecnologias e soluções voltadas à indústria do trigo. O Congresso marca o encontro, em um único espaço de debate e network, produtores, moinhos, indústrias de derivados, representantes do varejo, panificação, entidades do agronegócio, governo e delegações internacionais de países como Argentina, Paraguai, Estados Unidos, Canadá, China, Turquia e União Europeia. 

As inscrições e informações estão disponíveis no site oficial do evento: www.congressoabitrigo.com.br

SERVIÇO 

32º Congresso Internacional da Indústria do Trigo 

Data: 20 a 22 de outubro de 2025 

Local: Windsor Barra Hotel – Rio de Janeiro (RJ) 

Informações e inscrições: https://congressoabitrigo.com.br 





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Sumitomo Chemical destaca inovação no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia 2025


A Sumitomo Chemical marca presença no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia em Lavras (MG), de 3 a 8 de agosto de 2025, promovido pela Sociedade Brasileira de Fitopatologia e realizado no Centro de Eventos da UFLA. Reconhecido como um dos principais eventos científicos do setor, o congresso reúne especialistas, pesquisadores, profissionais do agro e representantes da indústria para debater avanços no manejo de doenças de plantas.

Com 50 anos no Brasil e mais de um século de tradição em pesquisa, a empresa se consolidou como referência global no desenvolvimento de Fungicidas com modos de ação exclusivos, como o Indiflin™ e o PAVECTO® — este em fase de registro e integrante da nova classe química das tetrazolinonas, fruto de codesenvolvimento com a BASF.

Durante o evento, a Sumitomo Chemical apresentará um portfólio robusto e inovador, que inclui:

• Excalia®Max: combinação única do Indiflin™ (Inpyrfluxam) com o Tebuconazol, oferecendo ação sistêmica e alta eficiência no manejo de doenças, especialmente no manejo de resistência. Registrado para soja, milho, trigo, cafés arábica e conilon, além da maçã, é uma ferramenta estratégica no controle de doenças, contribuindo para manter o potencial produtivo das culturas.

• PAVECTO®, codesenvolvido com a BASF: inaugurando a classe das tetrazolinona, o produto está em fase de registro e tem perfil técnico diferenciado, modo de ação único e eficácia mesmo diante da mutação genética G143A, que compromete QoIs tradicionais.

• Pladius®: lançamento voltado para a soja, recomendado para o início do ciclo da cultura, com combinação tripla que inclui Indiflin® associado a um triazol e uma estrobilurina.

• Tróia: fungicida multissítio que atua simultaneamente em diferentes alvos no metabolismo dos fungos, auxiliando no manejo de resistência e ampliando o espectro de controle.

• Curado: triazol sistêmico com ação curativa e preventiva, indicado para o controle de doenças-chave em diversas culturas.

• Tamiz: estrobilurina com efeito fisiológico, que controla doenças e contribui para a manutenção da área foliar verde.

• Tenaz: fungicida de amplo espectro com alta persistência de controle, ideal para programas de manejo integrado.

• Sialex: solução sistêmica de alta eficiência contra doenças de final de ciclo, com excelente seletividade.

Segundo Marcelo Figueira, gerente de fungicidas LATAM da Sumitomo Chemical, a participação da companhia no congresso reforça seu protagonismo na oferta de soluções únicas e eficazes. “Nosso portfólio inovador reafirma o compromisso em entregar tecnologias que mantêm o potencial produtivo das lavouras, com segurança agronômica e sustentabilidade. Produtos como Excalia®Max, PAVECTO® e Pladius® são exemplos de como a ciência e a inovação podem transformar a agricultura brasileira”.

Para Diogo Togni (foto abaixo), gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM da Sumitomo Chemical, a pesquisa em fungicidas é a base que sustenta a inovação da companhia. “Na Sumitomo Chemical, transformamos ciência em soluções que protegem lavouras, preservam o futuro e geram valor para o produtor”, completou Togni.

Palestras

Confira a participação da Sumitomo Chemical na programação de palestras do Congresso de Fitopatologia:

• Painel Pesticidas 2025

  7 de agosto, 08h–10h

  Palestra: Fungicidas do Futuro: Inovações e Novas Abordagens para o Manejo de Doenças de Plantas

  Palestrante: Diogo Togni, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento LATAM – Sumitomo Chemical

• Palestra Especial Sumitomo Chemical

  5 de agosto, 17h–17h30

Tema: Sumitomo Chemical: Inovação que transforma a agricultura

Palestrante: Marcelo Figueira, Gerente de Fungicidas LATAM – Sumitomo Chemical

A presença da Sumitomo Chemical no Congresso Brasileiro de Fitopatologia reafirma seus valores de ciência, inovação e contribuição para a sustentabilidade do agronegócio, com soluções que garantem desempenho e segurança às lavouras brasileiras.





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Agrilife apresenta solução que controla perdas produtivas por estresses climáticos


Mudanças no clima têm exigido tecnologias mais avançadas no campo e empresa lança na Andav 2025 o VacStress, produto que promove respostas naturais rápidas da planta

As mudanças climáticas são um desafio constante para a agricultura brasileira, já que o estresse causado por secas, chuvas e outras condições meteorológicas pode comprometer a produtividade de importantes culturas e causar perdas significativas. Para ajudar os produtores diante dessa adversidade, a Agrilife Solutions, empresa especializada em nutrição inteligente e bioestimulação, lança o produto VacStress no Congresso Andav 2025, que ocorre de 5 a 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

A novidade traz em sua composição uma molécula patenteada com ação sinalizadora, que funciona como uma vacina reduzindo e controlando perdas produtivas por estresses abióticos como seca, calor, entre outros. O VacStress promove respostas naturais rápidas ao estimular osmoprotetores e antioxidantes, mantendo o equilíbrio celular da planta que enfrenta situações climáticas e ambientais estressantes.

“Ao ouvirmos produtores de diversas regiões do País, desenvolvemos o VacStress para ativar os mecanismos naturais de defesa da planta e melhorar sua resiliência fisiológica”, destaca Everton Molina Campos, diretor de marketing da Agrilife Solutions.

O lançamento oficial da nova solução no Congresso Andav também não é coincidência, como ressalta o diretor de marketing da empresa. “É um evento de referência para o setor, com grande foco em tecnologias inovadoras para o campo. Por isso, apresentar o VacStress ao mercado lá foi uma escolha natural e novamente posiciona a Agrilife como uma das empresas que mais investem em nutrição inteligente e bioestimulação”, diz Everton.

Além do VacStress, a Agrilife Solutions lançará no Congresso Andav 2025 diversas outras novidades, desenvolvidas exclusivamente para otimizar manejos e impulsionar as estratégias do produtor rural. Para conferir, visite o estande da empresa durante o evento, posicionado no espaço N80.

Serviço:

Agrilife no Congresso Andav 2025

Data: de 5 a 7 de agosto de 2025

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo, Estande N80

Programação oficial e mais informação em: https://www.eventosandav.com.br/ 

 





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Grupo Casa Bugre lança novos produtos no Congresso Andav 2025


Soluções focadas em bioestimulação, nutrifisiologia, sinalização fisiológica, além de mapeamento, regeneração e saúde do solo, são os principais destaques do Grupo no tradicional evento

Para impulsionar um agronegócio mais eficaz, rentável e sustentável, e conectar o conhecimento científico com as necessidades do agricultor, o Grupo Casa Bugre chega ao Congresso Andav 2025 com diversos lançamentos. No evento, que ocorre de 5 a 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo, as empresas do Grupo apresentam produtos focados em bioestimulação, nutrifisiologia, sinalização fisiológica e também mapeamento, regeneração e saúde do solo.

Entre os destaques, estão os novos produtos da Agrilife Solutions, divisão especializada em nutrição inteligente e bioestimulação, como o VacStress, que funciona como uma vacina que reduz e controla perdas produtivas por estresses abióticos como seca e calor; e as três soluções da linha Stimulife (à base de microalgas), que conta com o  Robust (estimula a engorda dos frutos e melhora o desempenho pós-colheita), o Impetus (proteção natural contra estresses e estímulo fisiológico) e o Rizogen (para estímulo de raízes secundárias e absorção de nutrientes).

Outro lançamento da empresa é o TalaPhos, aditivo biológico para compostagem com formulação exclusiva e inovadora, à base do fungo Talaromyces pinophilus. O produto proporciona uma degradação eficiente de resíduos orgânicos da lavoura, com rápido estabelecimento e facilidade de aplicação. Outro benefício é a disponibilidade de nutrientes essenciais, favorecendo o crescimento saudável das plantas.

    Além disso, a Agrilife expõe no Congresso os produtos da linha de nutrifisiologia vegetal com a exclusiva tecnologia C-DOT Drive, que potencializa absorção, translocação e metabolismo dos nutrientes. Essa linha conta com as soluções AgBasis e AgFortis, ambas alinhadas ao conceito global de Nutrient Use Efficiency (NUE) e atendem a diferentes estágios da cultura, com baixas doses e alta eficiência e resultados.

Primeira plataforma brasileira para agricultura regenerativa

A agricultura regenerativa também estará em pauta com o lançamento da Terrus Regeneração, plataforma pioneira baseada em tipologia de argila que integra dados mineralógicos e inteligência artificial para mapear aptidões e riscos dos solos. A novidade já tem 800 milhões de hectares analisados e está pronta para ajudar o produtor a tomar decisões estratégicas.

Com uma técnica inédita que digitaliza e transforma os dados dos minerais da fração de argila do solo em decisões operacionais de manejo e regeneração, o serviço ajuda a reduzir perdas e aumentar a produtividade com sustentabilidade, além de auxiliar na recuperação das características naturais do terreno quando necessário.

“O investimento em práticas de manejo que protejam e regenerem o solo, assim como em mapeamentos e análises avançadas, não é apenas uma estratégia de sustentabilidade, mas uma opção inteligente para a agricultura regenerativa. Por isso, a Terrus Regeneração chega para aumentar a rentabilidade, garantindo produtividade contínua e resiliência do sistema ao longo do tempo”, explica Flavio Maia, CEO do Grupo Casa Bugre.

Novidades em nanotecnologia e sinalização fisiológica

A Krilltech, braço de eficiência fisiológica do Grupo, apresenta no Congresso Andav o KrillMax, produto voltado para cultura do milho. Desenvolvido em parceria com Universidade de Brasília (UnB) e a Embrapa, a solução ativa processos fisiológicos que aumentam a eficiência nutricional e a produtividade da planta com apenas uma aplicação, resultando em médias de incremento acima de 12 sacas por hectare no milho da safrinha.

Outros destaques da empresa são o KrillBloom, produto inovador para algodão, que promove maior fixação de maçãs e sanidade da planta ao atuar na fotossíntese, ampliando o aproveitamento de nitrogênio e eficiência nutricional; e a Arbolina, uma das principais inovações do setor em ativação fotossintética, já que aumenta a produção de energia (ATP), a absorção de nutrientes e o equilíbrio hormonal da planta.

Hub de inovação em expansão

Completando os destaques, a AgriForLife, hub de inovação aberta do Grupo Casa Bugre, marca presença reforçando o objetivo de fomentar ainda mais a tecnologia no campo. No evento, a iniciativa, que está sediada no Dabi Business Park, em Ribeirão Preto, visa promover novas parcerias com startups e disseminar o conhecimento sobre tecnologia agrícola.

“Nossa participação no evento é focada no futuro da agricultura, que é tecnológico, regenerativo, inteligente e sustentável. Com todas essas novidades, o Grupo Casa Bugre está pronto para caminhar lado a lado com o produtor, oferecendo soluções de alto impacto, baseadas em ciência e com um interesse genuíno pelo produtor rural e pela conexão entre ciência, inovação e campo”, ressalta o CEO.

Serviço:

Grupo Casa Bugre no Congresso Andav 2025

Data: de 5 a 7 de agosto de 2025

Local: Transamerica Expo Center, em São Paulo, Estande N80

Programação oficial e mais informação em: https://www.eventosandav.com.br/ 

 





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Boi gordo inicia semana com altas em São Paulo e Goiás


O mercado do boi gordo iniciou a semana com valorização nas principais praças. Segundo análise publicada nesta segunda-feira (4) pela Scot Consultoria, no informativo “Tem Boi na Linha”, em São Paulo, a cotação das arrobas de todas as categorias subiu R$ 2,00, reflexo da menor oferta de animais prontos para abate e da melhora no escoamento da carne.

Apesar de um ambiente ainda marcado pela especulação, a demanda foi suficiente para sustentar a alta. As escalas de abate, conforme o relatório, seguem atendendo a uma média de sete dias.

Em Goiás, o movimento também foi de alta, com variações conforme a região. Na área de Goiânia, houve aumento de R$ 2,00 por arroba tanto para o boi gordo quanto para a vaca. Para a novilha, os preços permaneceram estáveis. No Sul do estado, o acréscimo de R$ 2,00/@ foi registrado apenas para a novilha. A cotação do “boi China” também subiu R$ 2,00/@.

No mercado atacadista de carne com osso, o bom ritmo no escoamento observado na semana anterior se manteve. A valorização da arroba, aliada à proximidade do Dia dos Pais, ajudou a sustentar os preços das carcaças casadas.

A carcaça casada do boi capão subiu 1,8%, com acréscimo de R$ 0,35/kg. A carcaça do boi inteiro apresentou alta de 0,5%, ou R$ 0,10/kg. As carcaças dianteiras e da ponta de agulha seguiram estáveis, enquanto as traseiras tiveram alta. A do boi castrado avançou 3,4% (R$ 0,75/kg) e a do boi inteiro, 1,0% (R$ 0,20/kg).

Para a vaca e para a novilha, os preços subiram R$ 0,10/kg, alta de 0,6% e 0,5%, respectivamente. No setor de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 0,8%, equivalente a R$ 0,05/kg. Já o suíno especial registrou recuo de 2,5%, ou R$ 0,30/kg.





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Tarifa dos EUA preocupa setor do tabaco



Setor decidiu armazenar o produto e esperar



Setor decidiu armazenar o produto e esperar
Setor decidiu armazenar o produto e esperar – Foto: Canva

O setor brasileiro do tabaco recebeu com apreensão a confirmação da tarifa de 50% sobre as importações do produto pelos Estados Unidos, com início em 6 de agosto. Terceiro maior destino do tabaco nacional, os EUA representaram, entre janeiro e junho de 2025, cerca de 9% das exportações do setor, com 19 mil toneladas e US\$ 129 milhões em receita, segundo dados do MDIC/ComexStat. No acumulado de 2024, o volume exportado foi de 39,8 mil toneladas, gerando US\$ 255 milhões.

De acordo com Valmor Thesing, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), o setor esperava uma possível negociação ou adiamento da medida, o que não se concretizou. “A manutenção da tarifa cria uma situação bastante complexa e a competitividade do produto brasileiro no mercado norte-americano fica ameaçada. Podemos esperar, como consequência, uma redução drástica nos volumes exportados aos clientes americanos”, afirma.

Apesar do cenário adverso, Thesing garante que não há previsão de demissões. Ele explica que as empresas integradoras continuarão adquirindo normalmente o tabaco já contratado com os produtores por meio do Sistema Integrado de Produção de Tabaco (SIPT), garantindo estabilidade aos agricultores.

A estimativa é que cerca de 40 mil toneladas da safra 2025/2026 já contratada seriam destinadas aos EUA. Caso não seja possível redirecionar esse volume de imediato, ele poderá ser estocado no país. Ainda assim, o setor mantém a esperança de redirecionar parte dessa produção para outros mercados, já que o Brasil exporta tabaco para mais de 100 países.





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