quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Presença de abelhas eleva polinização da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), as lavouras de canola no Rio Grande do Sul registram bom desenvolvimento, impulsionadas por dias ensolarados e temperaturas em elevação no final de agosto. “A radiação solar tem estimulado a polinização natural, intensificada pela presença de abelhas, fator que pode contribuir para o incremento da produtividade”, apontou o boletim.

Atualmente, a cultura está em pleno estádio reprodutivo, com áreas em floração, formação de síliquas e enchimento de grãos. A sanidade é considerada satisfatória, embora haja registros pontuais de pragas e doenças. Entre elas, destaca-se a traça-das-crucíferas (Plutella xylostella), identificada em diversas regiões.

A Emater/RS-Ascar projeta área cultivada de 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 quilos por hectare.

Na região administrativa de Bagé, na Campanha, o início da floração coincidiu com temperaturas mais elevadas e radiação solar intensa, condições que favoreceram a fecundação. Na Fronteira Oeste, especialmente em São Borja, 55% das áreas estão em floração e 45% em enchimento de grãos. A disponibilidade de umidade no solo e a luminosidade têm contribuído para a formação adequada das síliquas.

Em Frederico Westphalen, 55% das lavouras estão em florescimento e 45% em enchimento de grãos, com bom estado fitossanitário e baixa ocorrência de pragas. Em Ijuí, 50% das áreas estão em floração, 48% em formação de síliquas e 2% em maturação. A presença da traça-das-crucíferas motivou a recomendação de inseticidas fisiológicos para preservar os polinizadores.

Na região de Santa Rosa, a distribuição dos estádios fenológicos mostra 3% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 49% em florescimento, 43% em enchimento de grãos, 4% em maturação e 1% já colhido. Segundo o boletim, a floração ativa na parte superior das plantas e a formação de síliquas nas inferiores indicam bom potencial produtivo.

Em Soledade, 70% das lavouras estão em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 5% em estágio vegetativo. As temperaturas entre 15 °C e 23 °C, aliadas à radiação solar, favoreceram o crescimento, e a cultura apresenta boa sanidade, com monitoramento contínuo e aplicações pontuais de fungicidas.





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Lista de setembro do Pronaf inclui 10 novos produtos



Alho, banana e feijão estão entre produtos com desconto



Foto: Pixabay

O Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) divulgou a lista de produtos contemplados com descontos no Pronaf para o mês de setembro. A medida beneficia agricultores familiares de diversas regiões do país, com reduções nas parcelas de financiamento quando os preços de mercado ficam abaixo dos valores de garantia estabelecidos para cada cultura.

A portaria publicada nesta segunda-feira (8), no Diário Oficial da União, inclui produtos como alho (MG e GO), banana (PE), borracha (SP), cana-de-açúcar (RJ), cebola (BA e DF), feijão (RJ), feijão-caupi (PI), laranja (BA e RS), raiz de mandioca (RJ) e trigo (GO e PR). Produtos como batata-doce, arroz (TO), banana (TO, SC e GO), cana-de-açúcar (MA) e mel de abelha (PI e RS) deixaram de ser contemplados neste mês.

Entre os maiores percentuais de desconto estão o cará/inhame no Paraná (59,52%), feijão-caupi em Mato Grosso (54,15%), raiz de mandioca no Rio de Janeiro (52,12%) e cebola em São Paulo (46,88%). Outros percentuais significativos incluem batata no Distrito Federal (40,87%) e feijão em estados do Sul do país.

Os percentuais são calculados a partir da diferença entre os preços médios de mercado e os valores de garantia definidos para cada cultura. O período de validade das condições vai de 10 de setembro a 9 de outubro de 2025, conforme a Portaria SAF/MDA nº 347, de 5 de setembro de 2025.





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Volume embarcado de carne de frango recua 13,7% e receita cai 17% em julho/25


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A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reportou que o volume exportado de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas alcançou 375.982,6 mil toneladas até a quinta semana de julho/25. No ano passado, o volume exportado em julho alcançou 435.658,3 mil toneladas em 23 dias úteis em 2024.

A média diária até a quinta semana de julho/25 ficou em 16,3 mil toneladas, sendo que isso representa uma queda de 13,7% frente à média diária exportada do ano anterior, que ficou em 18,9 mil toneladas.

As exportações de frango ainda seguem sendo impactadas com a suspensão das importações por alguns países diante do primeiro foco de gripe aviária em granja comercial no Brasil, na cidade de Montenegro/RS. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), os paises que seguem com suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil são:Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Timor-Leste e União Europeia.

O preço pago pelo produto na quinta semana de julho ficou em US$ 1.817,1 por tonelada, isso representa um recuo de 3,9% se comparado com os valores praticados em julho do ano anterior, que estavam próximos de US$ 1.890,1 por tonelada. 
 

No faturamento, a receita obtida até a quinta semana de julho ficou em US$ 683.205,2 mil por tonelada, enquanto em julho do ano anterior o valor ficou em 823.425,8 mil toneladas.

Já a média diária do faturamento está próxima de US$ 29.704,6 mil toneladas e teve uma baixa de 17,00% frente a média diária observada em julho do ano anterior, que ficou em US$ 35.801,1 mil toneladas.  

 





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Produtores priorizam controle preventivo na cevada



Cevada mantém uniformidade no desenvolvimento no RS



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a cultura da cevada apresenta desenvolvimento uniforme no Rio Grande do Sul. Predomina o estádio vegetativo, enquanto o florescimento avança em áreas mais adiantadas.

Segundo o boletim, as condições climáticas de agosto favoreceram o crescimento e mantêm boas expectativas de produtividade. “O manejo fitossanitário foi priorizado no período, com foco no controle preventivo de doenças foliares, a fim de evitar perdas de qualidade e a consequente desclassificação dos grãos destinados à malteação pela indústria cervejeira”, destacou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Erechim, mesmo com a redução da área cultivada em relação a 2024, a expectativa de produtividade segue elevada. As lavouras estão em estádio vegetativo e apresentam projeção de rendimento superior a 3.600 quilos por hectare.

Em Ijuí, 90% das áreas estão em final de estádio vegetativo e 10% em floração. O boletim aponta que o potencial produtivo é elevado, com uniformidade no estande de plantas e manejo nutricional considerado adequado. Até o momento, não houve registros significativos de doenças ou pragas.





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Brotação precoce marca início do ciclo da uva



Clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno


Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), o clima favorável permitiu o avanço das podas de inverno nas videiras da região administrativa de Caxias do Sul. A entidade destacou que a prática “segue intensa e deve ser encerrada nos próximos dias”.

Na Serra, Hortênsias e Campos de Cima da Serra, cerca de 15% da área cultivada ainda não foi podada, mas o ritmo dos trabalhos indica conclusão em breve. As variedades mais precoces, como a uva Vênus, e as videiras localizadas em áreas mais quentes já iniciaram a brotação, embora ainda sem emissão de botões florais.





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beleza e valor no campo


O girassol, além de sua beleza marcante, vem ganhando destaque no campo e na economia global. Segundo o 11º levantamento da Conab (2024/25), a safra brasileira alcançou 99,3 mil toneladas de grãos, cultivadas em 61,9 mil hectares, com produtividade média de 1.602 kg/ha. Goiás e Mato Grosso concentram grande parte do cultivo, aproveitando a janela da safrinha após a soja. No cenário internacional, a produção estimada para 2025/26 chega a 55,1 milhões de toneladas, com Rússia, Ucrânia e União Europeia liderando.

Mais do que um produto agrícola, o girassol impressiona pela botânica e versatilidade. O que chamamos de flor é, na verdade, centenas de flósculos que podem virar sementes, cercados por lígulas que imitam pétalas. Jovens plantas seguem o movimento do sol, enquanto as maduras permanecem voltadas para o leste, atraindo mais polinizadores. Suas sementes crescem em espirais que seguem os números de Fibonacci, otimizando espaço e inspirando pesquisas científicas.

A cultura também contribui para a sustentabilidade. Além de diversificar sistemas produtivos e atrair polinizadores, o girassol pode atuar como fitorremediador, absorvendo metais pesados de solos contaminados. No campo, ajuda a quebrar ciclos de pragas e fornece matéria-prima para biodiesel, enquanto no jardim e na cozinha oferece beleza e óleo de alta qualidade.

“Além de atrair polinizadores e diversificar o sistema produtivo, o girassol é estudado como fitorremediador, com a capacidade de absorver metais pesados em solos contaminados. Na cozinha, o óleo alto-oleico é ideal para preparos em altas temperaturas, enquanto os demais são ótimos para temperos e molhos frios. Já no jardim, a planta é fácil de cultivar, atrai abelhas e encanta pelo visual. No campo, o planta tem papel estratégico na rotação de culturas, ajudando a quebrar ciclos de pragas e ainda fornecendo matéria-prima para o biodiesel”, Luís Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes.

 





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Conab promove leilões de apoio a produtores de feijão


As primeiras ações de apoio aos produtores de feijão do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão programadas para esta quarta e quinta-feira (10 e 11), a partir das 9h (horário de Brasília). Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), os leilões serão realizados na modalidade “cartela”, por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), com interligação às Bolsas de Cereais, de Mercadorias e de Futuros.

A Conab informou que serão oferecidas 16,2 mil toneladas no Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) e outras 16,2 mil toneladas no Prêmio para Escoamento de Produto (PEP), totalizando 32,4 mil toneladas de feijão.

Na quarta-feira (10), as operações terão foco na agricultura familiar. Estão previstas 6,48 mil toneladas de pepro de feijão-preto externas exclusivamente a agricultores familiares e cooperativas da região Sul. Para ter acesso ao benefício, será necessário comprovar a produção e a venda do grão para indústrias de beneficiamento ou comerciantes de fora da região de origem.

No mesmo dia, haverá oferta de 6,48 mil toneladas de PEP para indústrias e comerciantes do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Nessa modalidade, os participantes deverão comprovar a compra de feijão-preto in natura diretamente de agricultores familiares ou por meio de suas cooperativas, pelo preço mínimo estabelecido, além do posterior escoamento do produto.

Na quinta-feira (11), o leilão Pepro abrirá uma ampla concorrência familiar, permitindo a participação de produtores, cooperativas e agricultores. O mesmo formato será adotado no PEP, com a exigência de comprovação da compra do grão in natura de agricultores, também pelo preço mínimo, e do escoamento.

O limite por produtor é de 8,4 toneladas de feijão. Caso o agricultor participe tanto do Pepro quanto do PEP, o volume não poderá ser excedido. Para habilitá-lo, os interessados ??deverão estar inscritos em uma Bolsa de Mercadorias e regularmente no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican), no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin), entre outros requisitos previstos em edital. ???????

A iniciativa foi autorizada pela Portaria Interministerial n.º 24/2025, publicada em 25 de agosto, que estabelece recursos de até R$ 21,7 milhões para o escoamento das 32,4 mil toneladas da safra 2024/25 para fora dos estados de origem.

De acordo com a Conab, os leilões públicos vinculados à Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) são “ferramentas importantes para reduzir oscilações na renda dos produtores e garantir uma remuneração mínima, funcionando como balizadores da oferta, incentivando ou desestimulando a produção e garantindo a regularidade do abastecimento nacional”.





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Produtores de trigo intensificam controle de doenças


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a safra de trigo no Rio Grande do Sul apresenta bom desenvolvimento e condições fitossanitárias adequadas. A alternância entre períodos chuvosos e secos tem favorecido o perfilhamento, os alongamentos de colmos e o início das fases reprodutivas.

Segundo o boletim, 70% dos trabalhadores estão em fase vegetativa, 20% em combustível e 10% em enchimento de grãos. Nas áreas em fase reprodutiva, a atenção dos produtores está voltada para a prevenção de doenças foliares e da giberela. “O cenário estadual permanece dentro da normalidade, e há perspectivas positivas de produtividade, caso as condições climáticas sigam desenvolvidas ao longo do período crítico de escassez e abastecimento de grãos”, informou a Emater/RS-Ascar.

A área de cultivo no Estado está projetada em 1.198.276 hectares, com estimativa de produtividade de 2.997 quilos por hectare. As aplicações preventivas de fungicidas foram priorizadas, especialmente diante da previsão de chuvas no início de setembro.

Na região de Bagé, as lavouras apresentam recuperação após os excessos de chuva em junho e se encontram em planos de emborrachamento, espigamento, abastecimento e enchimento de grãos nas áreas mais adiantadas. Na Campanha, o tempo seco melhorou a coloração e o vigor vegetativo das plantas.

Em Caxias do Sul, a adubação de cobertura foi praticamente concluída, mas ventos intensos dificultaram pulverizações nos Campos de Cima da Serra. Em Frederico Westphalen, a adubação nitrogenada refletiu em trabalhos vigorosos, com 85% das áreas em fase vegetativa e 15% em acústica.

Na região de Ijuí, mais de 80% das atividades estão em estágios finais de desenvolvimento vegetativo, com fitossanidade considerada adequada. Em Passo Fundo predominam as fases de afilamento e alongamentos, com operações de adubação e controle de invasoras já concluídas.

Na região de Pelotas, 56% das áreas estão em fase vegetativa, 34% em combustível e 10% em enchimento de grãos. Chuvas intensas ainda mantêm áreas encharcadas, o que levou produtores a exigirem o uso de drones para pulverizações.

Em Santa Rosa, 67% dos trabalhadores estão em desenvolvimento vegetativo, 26% em enferrujado e 7% em enchimento de grãos, com boa disponibilidade hídrica e baixa pressão de doenças. Já em Soledade, áreas afetadas pela erosão hídrica apresentam deficiência nutricional, mas a cultura segue em evolução, com 50% das atividades em perfilhamento, 45% em alongamento e 5% em espigamenpara e competir.





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Ferrugem, pragas e daninhas: como proteger a soja?



Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas


Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas
Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas – Foto: USDA

A safra 2025/26 de soja já traz alertas importantes para os produtores, especialmente no estágio V2 da cultura. Segundo André Formighieri Angonese, gerente de vendas, práticas integradas de manejo são fundamentais para preservar a produtividade e reduzir custos de produção.

No campo das doenças, a ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) continua sendo a maior ameaça, com potencial de perdas que variam de 10% a 90%. Entre as estratégias de prevenção estão o vazio sanitário, o uso de cultivares resistentes e de ciclo precoce, além do monitoramento com coletores de esporos, que permitem identificar o fungo antes do aparecimento dos sintomas visuais. A aplicação de fungicidas deve ser racional e baseada em dados, evitando pulverizações desnecessárias.

No manejo de pragas, o MIP-Soja (Manejo Integrado de Pragas) já se consolidou como prática eficiente, reduzindo em média 51% das aplicações de inseticidas no Paraná e garantindo ganhos de até 2,3 sacas por hectare. O processo envolve monitoramento com pano-de-batida, definição de níveis de ação para intervenção, preservação de inimigos naturais e uso racional de inseticidas apenas quando indispensável.

Outro ponto crítico é o manejo de plantas daninhas, que competem por recursos essenciais e afetam diretamente o rendimento da lavoura. O controle deve combinar herbicidas de pré e pós-emergência, práticas culturais como rotação de culturas e cobertura vegetal, além da semeadura direta, que reduz a pressão de espécies como capim-marmelada e trapoeraba.

Caso doenças, pragas e plantas daninhas não sejam controladas, os impactos fisiológicos na soja podem ser severos, incluindo redução da fotossíntese, abortamento de flores e vagens, estresse oxidativo e desbalanço nutricional. Esses fatores comprometem o crescimento, o enchimento de grãos e levam à desuniformidade no desenvolvimento vegetativo, atrasando a floração e a maturação.

 





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expectativa de recorde em 2025



No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso


No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso
No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes passa por transformações importantes, especialmente nos segmentos de nitrogenados e fosfatados. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, os números indicam que 2025 poderá registrar recordes de entregas de fertilizantes no país, embora a evolução precise ser observada separadamente por tipo de nutriente.

Desde o início do ano, Souza acompanha um movimento de mudança na participação de mercado: o sulfato vem ganhando espaço, enquanto a ureia apresenta redução de share. Ele alerta que será importante monitorar os resultados ao longo do ano, principalmente com atenção aos desdobramentos do recente tender indiano.

No segmento de fosfatados, a transformação também está em curso, refletindo ajustes na oferta e demanda que podem impactar diretamente a cadeia agrícola. A expectativa é que essas alterações tragam novos desafios e oportunidades para produtores e distribuidores.

O analista destaca ainda a relevância do contato direto com consultores agronômicos, como a agenda que terá em Londrina, para captar insights próximos ao produtor e compreender melhor as tendências do setor. Souza finaliza ressaltando a importância de eventos como o congresso da ANDA para networking e atualização de mercado. 

“Ao que tudo indica, realmente teremos recordes de entregas de fertilizantes no Brasil em 2025, contudo, será necessário observarmos a evolução por nutriente. Outro ponto é o gráfico que venho acompanhando desde o começo do ano, mostrando o sulfato ganhando espaço e a ureia perdendo share. Vamos ver como terminaremos 2025, lembrando que ainda aguardamos mais detalhes do tender indiano desta semana”, comenta. As informações foram divulgadas no seu perfil da rede social LinkedIn.

 





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