quarta-feira, março 25, 2026

Política & Agro

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Produção de morango é afetada pelo frio, mas segue em andamento


As condições climáticas adversas têm impactado o desenvolvimento e a colheita do morango em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, conforme apontado pelo Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (10). As baixas temperaturas e as geadas prejudicaram principalmente a maturação dos frutos e causaram danos às plantas em algumas localidades.

Na região de Caxias do Sul, embora as plantas jovens apresentem boa sanidade, o frio intenso e as geadas causaram queimaduras em parte das lavouras adultas. A maturação dos frutos está lenta, e a produção permanece limitada. A comercialização continua pressionada pela entrada de morangos de Minas Gerais. Segundo relatos de produtores, o produto mineiro tem sido oferecido a R$ 28,00/kg, com revenda por aproximadamente R$ 35,00/kg. Já os preços recebidos diretamente do consumidor variaram entre R$ 35,00 e R$ 45,00/kg, enquanto os praticados em Ceasas, por intermediários ou mercados, ficaram entre R$ 30,00 e R$ 40,00/kg.

Em Pelotas, as lavouras de segundo ano produzem em pequenas quantidades. As mudas precoces estão em desenvolvimento vegetativo e com floração reduzida. Mudas transplantadas recentemente, em razão de atrasos na entrega, estão em fase de pegamento. As baixas temperaturas e o tempo nublado favoreceram a incidência de oídio.

Na região de Lajeado, em Feliz, a cultura está em entressafra. Os sistemas de plantio em bancadas ainda não iniciaram a produção. As mudas importadas da Espanha foram implantadas no solo e em slabs, mas a elevada umidade causada pelas chuvas tem favorecido o surgimento de fungos. O morango foi comercializado entre R$ 30,00 e R$ 40,00/kg.

Em Santa Rosa, a colheita ocorre em ritmo lento. A produção está abaixo da média para o período, em decorrência de geadas que provocaram abortamento floral. Os produtores seguem com o plantio de novas mudas, adubação e controle fitossanitário. O preço médio recebido foi de R$ 30,00/kg.

Na região de Soledade, o tempo seco e ensolarado, apesar das geadas, contribuiu para a emissão floral e para a qualidade da produção. A cultura está em estágio de desenvolvimento e colheita.





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Incêndio de grandes proporções atinge silo da Cotribá



Fogo iniciou na noite de sexta-feira (11)




Foto: Reprodução

Um incêndio de grandes proporções atinge, desde a noite de sexta-feira (11), um silo de grãos localizado próximo à BR-116, a poucos quilômetros do centro de Arroio Grande, no sul do Rio Grande do Sul. As chamas permanecem ativas e já causaram o desabamento parcial do teto da estrutura.

A área permanece isolada por risco de colapso, e os trabalhos de combate seguem intensos. Equipes continuam atuando na tentativa de conter o fogo, enquanto toneladas de soja armazenadas no local precisam ser removidas para que o incêndio possa ser completamente extinto.

Mesmo após mais de 48 horas, a fumaça continua densa e já é percebida na área urbana da cidade. A inalação da fumaça pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta, além de agravar problemas respiratórios em pessoas sensíveis.

Mangueiras foram posicionadas estrategicamente em estruturas próximas para levar água diretamente ao foco do incêndio, o que possibilitou avanços no controle das chamas. No entanto, a expectativa é de que os trabalhos se estendam pelos próximos dias.

 





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Mato Grosso se consolida como potência global na venda de carne bovina, com…


Mato Grosso é responsável por aproximadamente 3% das exportações globais de carne bovina. Se fosse um país, ocuparia a 9ª posição no ranking mundial de exportadores, segundo dados do Serviço de Inspeção Federal (SIF) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Em 2024, o estado produziu 1,7 milhão de toneladas de carne bovina, liderando o ranking nacional com 17,1% da produção brasileira. Foram abatidos 6,6 milhões de animais no período, consolidando a liderança de Mato Grosso como maior produtor da proteína animal no Brasil.

“Mato Grosso é um importante polo de produção de carne bovina e tem ganhado destaque no mercado internacional não apenas pelo volume de carne in natura, mas também pela exportação de miúdos e subprodutos de origem animal. O crescimento contínuo das exportações nos últimos anos tem deixado o setor cada vez mais otimista”, avalia o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.

Em 2025, o ritmo de produção segue aquecido, com perspectivas de abertura de novos mercados. De janeiro a maio, o estado já abateu 7,3 milhões de bois, com destaque para o mês de maio, quando mais de 553,2 mil cabeças foram processadas.

Entre os fatores que sustentam o otimismo do setor está a recente autorização, concedida em junho, para a exportação de subprodutos de origem animal destinados à fabricação de extratos para uso farmacêutico aos países da União Econômica Euroasiática.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Rússia, Cazaquistão, Belarus, Armênia e Quirguistão passam agora a importar itens como retina, próstata, cartilagem escapular, ovários e glândulas do timo de bovinos brasileiros.

“A União Econômica Euroasiática representa um mercado de 185 milhões de habitantes e tem ampliado sua demanda por insumos farmacêuticos de origem animal. Essa nova autorização faz parte da estratégia de diversificação da pauta exportadora, com o objetivo de reduzir a dependência de poucos países compradores e ampliar o alcance global dos nossos produtos”, reforça o diretor do Imac.





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Tarifa de Trump pode gerar demissões no agro


A nova tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos deve atingir em cheio o agronegócio brasileiro, especialmente os setores de carne e café, que estão entre os principais produtos exportados para o mercado americano, segundo o advogado tributarista especializado no setor rural, Fernando Melo de Carvalho. A medida pode provocar queda no faturamento das exportações, pressionando margens e levando a cortes de empregos em um setor que emprega mais de 28 milhões de pessoas no país, conforme dados da CNA.

O aumento da tarifa ocorre em um momento já delicado para o agro, que enfrenta juros elevados, menos recursos no Plano Safra e dificuldades no acesso ao crédito. A elevação dos custos para entrar no mercado americano pode reduzir a competitividade dos produtos brasileiros e desestimular a atividade exportadora, afetando diretamente produtores que dependem desse canal de vendas.

“Essa tarifa vem em um momento muito delicado e deve impactar a rentabilidade de quem depende das exportações para os Estados Unidos. Apesar dos preços terem uma tendência de queda, por outro lado, isso desestimula as atividades ligadas à exportação, reduz o faturamento e pode levar a demissões”, alertou.

Além do agronegócio, setores da indústria também devem ser impactados, especialmente aqueles que utilizam insumos importados. O encarecimento desses itens pode comprometer cadeias produtivas e aumentar os custos internos de produção.

Tarifas de importação são ferramentas frequentemente utilizadas por países para proteger mercados internos ou estimular segmentos estratégicos. No entanto, o uso desse instrumento de forma abrupta pode gerar desequilíbrios e prejudicar tanto exportadores quanto consumidores nos países envolvidos.

“Na nossa Constituição, existe a previsão de utilizar certos impostos como mecanismo de controle. Por exemplo, pode-se aumentar o imposto de importação sobre determinado produto que não se deseja no mercado brasileiro, para proteger a produção nacional. Mas esse tipo de medida deve ser usado com cautela, justamente para não prejudicar não só as exportações de produtos agropecuários, mas também os importadores, como o mercado americano, que consome fortemente a nossa carne”, completou.

 





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UFLA lidera projetos agrícolas na África



Os projetos envolvem a cultura do algodão



Os projetos envolvem a cultura do algodão
Os projetos envolvem a cultura do algodão – Foto: Canva

A Universidade Federal de Lavras (UFLA) consolida sua posição como referência nacional em cooperação internacional para o desenvolvimento agrícola ao liderar dois projetos estratégicos no continente africano: “Aumento do Potencial Produtivo da Cultura do algodão no Cameroun” e “Cotton Solos”. Essas iniciativas, realizadas em parceria com a Agência Brasileira de Cooperação (ABC), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), reforçam o compromisso da UFLA com a ciência aplicada, a capacitação técnica e a inovação sustentável.

Inseridos no Programa Mais Algodão, iniciado em 2013, os projetos têm foco na agricultura tropical, especialmente no manejo do solo, qualificação de profissionais locais e aumento da produção de alimentos. Atualmente, a UFLA é a instituição brasileira com o maior número de projetos de cooperação em andamento na África, atuando em nove países: Burundi, Camarões, Costa do Marfim, Etiópia, Mali, Quênia, Senegal, Uganda e Tanzânia. As ações priorizam o fortalecimento do setor algodoeiro por meio da transferência de tecnologias desenvolvidas no Brasil, adaptadas às condições socioambientais locais.

No projeto Cotton Cameroun, cerca de 290 técnicos locais já foram capacitados em melhoramento genético de sementes, mecanização agrícola e conservação do solo. Já no Cotton Solos, desenvolvido no Mali — maior produtor africano de algodão na safra 2021–2022 —, além de aumentar a produtividade, o projeto atua em saúde, saneamento básico e bem-estar comunitário, com construção de banheiros sustentáveis, instalação de sistemas de captação de água e capacitação de parteiras. Mais de 250 técnicos e agricultores receberam formação em conservação do solo, uso de drones na agricultura e manejo de pragas.

Essas ações destacam o papel estratégico da UFLA na promoção do desenvolvimento sustentável e na disseminação de tecnologias sociais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais africanas e ampliando a presença da ciência brasileira no cenário internacional.

 





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Fertilizante NPK 11-52-00: essencial para o desenvolvimento



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil



A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil
A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil – Foto: Canva

O fertilizante NPK 11-52-00 é uma solução mineral simples amplamente utilizada na agricultura para promover o crescimento saudável das plantas, especialmente em fases críticas do seu ciclo de vida, como o início do plantio e a floração. Com alta concentração de Fósforo e Nitrogênio, esse fertilizante é indicado para estimular o desenvolvimento das raízes e a produção de flores e frutos, fatores essenciais para a produtividade das culturas.

Segundo Antonio Julio Vasconcelos Oliveira, especialista em gestão de compras, o NPK 11-52-00 contém 11% de nitrogênio (N), que favorece o crescimento vegetativo, e 52% de fósforo (P), nutriente fundamental para o fortalecimento das raízes e a formação dos órgãos reprodutivos das plantas. A ausência de potássio (K) nessa formulação o torna específico para situações em que esse nutriente não é prioritário. Oliveira destaca que esse fertilizante é especialmente indicado para solos deficientes em fósforo e para culturas como soja, milho, trigo, arroz, hortaliças, frutíferas jovens e cana-de-açúcar.

A aplicação do NPK 11-52-00 é versátil: pode ser feita no sulco de plantio para garantir um forte enraizamento, na cobertura ou via fertirrigação, método que consiste na irrigação acompanhada da adição de fertilizantes solúveis em água. Este produto é muito utilizado em sistemas de produção modernos, inclusive em hortas e estufas, e contribui para a correção de solos ácidos e intemperizados, muito comuns no Brasil. Por sua composição e características, o NPK 11-52-00 é uma ferramenta estratégica para produtores que buscam maximizar o desenvolvimento inicial das culturas e, consequentemente, a produtividade final da safra.

 





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Exportações de feijão brasileiro ameaçadas?



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade



Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade
Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade – Foto: Canva

As exportações brasileiras de feijão podem ser afetadas por uma nova onda de protecionismo. Em 2024, os Estados Unidos se tornaram o 12º maior destino do feijão nacional, com a importação de pouco mais de 4 mil toneladas. Agora, ameaças de tarifas comerciais lançam dúvidas sobre esse avanço. Apesar de, até o momento, serem apenas declarações, se concretizadas, as barreiras podem comprometer não só os embarques, mas toda a estratégia de expansão internacional do setor.

Segundo análise do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), qualquer nova tarifa significaria aumento no custo dos embarques, dificuldades na precificação de contratos de longo prazo e margens mais apertadas para os produtores, que ainda enfrentam custos elevados. O impacto seria ainda maior para quem investiu em áreas irrigadas e em variedades específicas para atender mercados externos. O Ibrafe lembra que o mercado global de feijões secos pode superar os US\$ 53 bilhões até 2035 — e o Brasil tem como meta exportar 500 mil toneladas por ano até 2030.

Além disso, o instituto destaca que exportar feijão exige regularidade, qualidade e confiança — elementos que são facilmente abalados por incertezas tarifárias. A possibilidade de barreiras também acende um alerta sobre a necessidade de fortalecer o mercado interno ou buscar novos destinos, o que exigirá articulação diplomática e estratégia profissional.

Enquanto isso, no mercado interno, o dia foi de estabilidade. Em Minas Gerais e Goiás, os preços se mantiveram, e os negócios seguiram no mesmo ritmo, ainda que com menor intensidade por conta do feriado em São Paulo. O recado do Ibrafe é claro: o jogo não está só na lavoura, mas também na arena internacional. E quem produz precisa estar atento às mudanças, diversificar os mercados e contar com apoio institucional para enfrentar os desafios.

 





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Há possibilidade de alta na soja



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela



Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela
Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela – Foto: Pixabay

Segundo análise da TF Agroeconômica, com o Brasil praticamente isolado no fornecimento de grandes volumes de soja no mercado internacional, há uma janela favorável para alta dos preços. No entanto, a consultoria alerta que os produtores brasileiros já perderam metade do lucro disponível ao não fixarem preços em maio de 2024. Por isso, a principal recomendação é aprender a operar no mercado futuro de Chicago e dividir a produção em pelo menos 10 lotes, vendendo gradualmente a cada alta.

Entre os principais fatores de alta, estão: o aumento do óleo de soja nos EUA, impulsionado pelas tarifas impostas ao Canadá que reduzem a competitividade do óleo de canola; nova venda de 219.900 toneladas de soja americana para o México; a desvalorização do real, que mesmo após queda de 10,45% no ano, recuperou 2,64% na última semana; o aumento da demanda chinesa pelo grão brasileiro; e a valorização dos prêmios de exportação, que saltaram de -5 para +10 cents/bushel entre os dias 1º e 12 de julho — um ganho de US\$ 3,34/tonelada para a soja brasileira.

Por outro lado, há fatores de baixa que exigem cautela. A China segue sem demonstrar interesse pela soja americana da nova safra, mas as boas condições climáticas no cinturão produtor dos EUA favorecem o desenvolvimento das lavouras. Além disso, a Conab e a ANEC apontam aumento nas exportações brasileiras, o que pode pressionar preços. A Argentina também teve sua produção elevada para 49,9 milhões de toneladas. O USDA, embora tenha reduzido ligeiramente a produção dos EUA, elevou projeções de esmagamento e consumo, mas aumentou os estoques finais para 8,44 milhões de toneladas, o que limita o espaço para altas expressivas.

Diante desse cenário complexo e volátil, a TF Agroeconômica reforça a importância do acompanhamento diário do mercado e do uso de ferramentas de proteção de preços, especialmente em um momento em que os produtores brasileiros têm grande protagonismo nas exportações globais.





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Produtores agora podem contar com uma nova solução biológica para a defesa da lavoura


Atenta aos desafios fitossanitários que impactam diretamente a produtividade no campo, a Nitro — empresa brasileira referência em insumos agrícolas de nutrição e biológicos — anuncia o lançamento de um produto que chega para fortalecer o manejo sustentável e estratégico nas lavouras. Trata-se do Égide Max, biofungicida foliar formulado com cepas de Bacillus de alta performance.

Com eficácia comprovada em ensaios realizados na safra 2023/24 contra doenças foliares de difícil controle, o novo produto foi desenvolvido para atender às diversas realidades de cada região produtora do Brasil. O lançamento representa uma nova etapa na expansão do portfólio da Nitro, que reforça sua presença no mercado de biológicos, que cresce rapidamente incentivado pela demanda por alternativas eficazes ao controle químico tradicional.

“A realidade do produtor mudou. Os desafios de campo, como as doenças foliares, se tornaram mais complexos e exigem ferramentas específicas e eficazes. Por isso, estamos entregando uma solução altamente estratégica, com formulação robusta, ação comprovada e amplo espectro de controle”, afirma Celso Santi Júnior, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da área de biológicos da Nitro.

Blindagem contra doenças foliares

O Égide Max chega ao mercado com o objetivo de elevar a proteção foliar nas lavouras de soja, milho, algodão, café, cana-de-açúcar e HF. Sua formulação combina duas cepas de alto desempenho no controle de patógenos como Corynespora cassiicola (mancha-alvo), Phakopsora pachyrhizi (ferrugem-asiática), entre outras. Com aplicação recomendada em diferentes fases do ciclo produtivo, é uma solução que atua por meio de barreira física, controle direto e indução de resistência nas plantas.

“Com esse produto, entregamos ao produtor um aliado fundamental no controle de doenças foliares de difícil manejo, contribuindo para o controle de resistência e com a sustentabilidade da lavoura. É um ativo que dialoga com as exigências do futuro, sem abrir mão da performance agronômica”, reforça.

Crescimento expressivo e mudança de paradigma no campo

O mercado de produtos biológicos no Brasil vem apresentando crescimento exponencial nos últimos anos. De acordo com dados da Kynetec FarmTrak 2025, mais de 133 milhões de hectares já são potencialmente tratados com soluções biológicas no país; sendo 11,5 milhões com biofungicidas. O dado é ainda mais relevante quando se considera que apenas 7% dos agricultores utilizam fungicidas biológicos, o que demonstra o amplo espaço para crescimento desse segmento.

Esse avanço é impulsionado por três fatores principais: aumento da resistência de patógenos aos defensivos tradicionais, pressão por legislações ambientais mais rigorosas e demanda do consumidor por práticas agrícolas mais sustentáveis. Nesse cenário, o desenvolvimento do Égide Max representa uma resposta técnica às dores do produtor rural, com foco em doenças foliares que causam prejuízos bilionários se não forem adequadamente controladas.

“Nosso compromisso é oferecer ferramentas que ajudem o produtor a proteger sua lavoura com eficiência, segurança e respeito ao meio ambiente. A biotecnologia é, sem dúvida, um caminho certo e promissor na agricultura moderna”, conclui Celso.

Sobre a Nitro

A Nitro é uma multinacional brasileira com quase 90 anos de história, com atuação nos segmentos de insumos para o agronegócio, especialidades químicas e químicos industriais. A Nitro ingressou no agro em 2019 e, em cinco anos no segmento, se consolidou como uma das três maiores empresas de nutrição e biológicos do setor. A Nitro conta com 6 unidades de produção no Brasil e 4 centros de Pesquisa e Desenvolvimento, além dos centros de distribuição, unidades internacionais e escritório administrativo em São Paulo (SP).

 





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