quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Soja encerra pregão em baixa em Chicago



Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo


Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo
Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo – Foto: Bing

A soja negociada em Chicago encerrou o pregão desta terça-feira (10) em baixa, mesmo diante da deterioração das lavouras americanas reportada pelo USDA. Segundo análise da TF Agroeconômica, o contrato para novembro recuou 0,24% ou -2,50 cents/bushel, cotado a US$ 1.031,25, enquanto janeiro fechou a US$ 1.050,50, em queda de 0,21% ou -2,25 cents/bushel. No segmento de derivados, o farelo de soja para outubro subiu 2,06% a US$ 287,70 por tonelada curta, mas o óleo de soja recuou na mesma proporção, a US$ 49,93 por libra-peso.

Apesar do cenário climático adverso nos Estados Unidos, que deveria oferecer suporte às cotações, o mercado segue pressionado pela ausência da China nos relatórios oficiais de compras, fator que preocupa exportadores diante da perda de participação no maior mercado importador do mundo. O aumento das vendas pontuais para destinos como o Egito não tem compensado essa lacuna.

Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo, impactado por um projeto de lei republicano que visa restringir a Agência de Proteção Ambiental (EPA) de redistribuir obrigações de mistura de biocombustíveis. Caso aprovado, o movimento pode resultar em excesso de biodiesel e etanol, reforçando o embate entre o lobby do petróleo e o lobby agrícola no Centro-Oeste americano.

No entanto, há um limite para a pressão negativa: a possibilidade de uma safra menor nos EUA. A contínua seca em parte do cinturão da soja e do milho aumenta as especulações de que o USDA poderá revisar para baixo a produção no relatório mensal a ser divulgado na sexta-feira. Esse cenário ainda mantém investidores atentos às oscilações climáticas como suporte de preços no curto prazo.

 





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Soja apresenta firmeza no Sul


O mercado de soja no Rio Grande do Sul apresentou firmeza, sustentado pela demanda de exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de preços para pagamento em meados de setembro, com entrega entre agosto e setembro, ficaram em R$ 142,00 (-0,36%) nos portos. No interior, as cotações marcaram ganho e ficaram em torno de R$ 135,00 por saca, em Cruz Alta, Passo Fundo e Santa Rosa para 30/09”, comenta.

O mercado de soja em Santa Catarina mantém-se sólido, impulsionado pela demanda consistente da indústria local de processamento. “A safra recorde de 3,3 milhões de toneladas reforçou a posição do estado como fornecedor estratégico para o consumo interno, o que ajuda a sustentar preços firmes e reduz a pressão de oferta sobre o mercado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,84”, completa.

O Paraná segue como um dos estados mais dinâmicos no mercado de soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,50. Em Cascavel, o preço foi 129,01. Em Maringá, o preço foi de R$ 130,47. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 131,36 (-0,68%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 123,00. Nesse contexto, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O mercado de soja em Mato Grosso do Sul apresentou valorização. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 127,00 (+1,20%), Campo Grande em R$ 130,00 (+1,56%), Maracaju em R$ 123,00 (+0,20%), Chapadão do Sul a R$ 125,00, Sidrolândia a em R$ 130,00 (+1,56%)”, informa. Os produtores de Mato Grosso mantêm cautela na comercialização da safra futura. “Campo Verde: R$ 125,80 (+0,66%). Lucas do Rio Verde: R$ 122,89, Nova Mutum: R$ 120,76. Primavera do Leste: R$ 124,00 (+0,67%). Rondonópolis: R$ 130,50. Sorriso: R$ 119,40 (-0,33%)”, conclui.

 





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Milho tem ajustes na B3 e queda em Chicago


O mercado de milho apresentou movimentos distintos nesta segunda-feira, com ajustes na B3 e quedas em Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros no Brasil encerraram de forma mista, refletindo a influência da alta do dólar, que não foi suficiente para compensar a pressão negativa vinda do mercado externo. A ampla oferta, característica da reta final da colheita, deixa os compradores em posição confortável, enquanto os vendedores adotam postura cautelosa, liberando apenas pequenos lotes e aguardando preços mais atrativos.

Na B3, os ajustes foram pontuais. O contrato de setembro/25 fechou em R$ 65,47, com leve alta diária de R$ 0,08 e ganho semanal de R$ 0,52. Já o vencimento de novembro/25 encerrou a R$ 68,18, queda de R$ 0,06 no dia e recuo de R$ 0,97 na semana. O contrato de janeiro/26 foi cotado a R$ 71,28, em baixa de R$ 0,03 no dia e de R$ 0,69 na semana. Esses resultados refletem um cenário em que vendedores, atentos às recentes valorizações nos portos e no mercado internacional, mantêm a oferta restrita e pedem preços firmes em novos negócios.

No cenário externo, as cotações do milho em Chicago recuaram diante do avanço da colheita nos Estados Unidos, que caminha para confirmar a maior safra da história do país. O contrato de dezembro caiu 0,47%, encerrando a US$ 419,75/bushel, enquanto o de março recuou 0,46%, para US$ 437,50/bushel. Embora a demanda continue sólida, o mercado ainda levanta dúvidas quanto ao real tamanho da safra reportada pelo USDA, o que limita quedas mais intensas.

Outro fator de pressão foi a proposta de lei nos EUA que pretende bloquear a realocação das obrigações de mistura de biocombustíveis, o que pode reduzir a demanda de milho destinado à produção de etanol e adicionar incerteza ao mercado futuro.

 





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Milho continua travado no Sul


O mercado gaúcho de milho continua travado no Rio Grande do Sul, com baixa liquidez e negociações restritas, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações atuais de compra estão em R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama, e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a referência futura para fevereiro/2026 segue em R$ 69,00/saca”, comenta.

Após perdas no Oeste, nova safra começa com perspectivas climáticas favoráveis em Santa Catarina. “Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 70,00. Já no Planalto Norte, os pedidos chegam a R$ 75,00, frente a ofertas de R$ 71,00. Esse cenário desestimula negócios e leva parte dos agricultores a repensar investimentos para o próximo ciclo”, completa.

O mercado de milho no Paraná continua com baixa liquidez, reflexo do impasse entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores seguem firmes em ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que limita o fechamento de negócios”, indica a consultoria.

A comercialização do milho em Mato Grosso do Sul mostra sinais de avanço, embora de forma lenta. “As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 53,00/saca, com destaque para Sidrolândia, enquanto Dourados mantém o melhor valor do estado. Mesmo com ajustes pontuais, os preços ainda não atingem patamares capazes de estimular novos contratos, mantendo o impasse entre compradores e vendedores”, informa.





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Trigo segue pressionado: Confira



Os preços giram em torno de R$ 1.380 FOB para vendedores


Os preços giram em torno de R$ 1.380 FOB para vendedores
Os preços giram em torno de R$ 1.380 FOB para vendedores – Foto: Divulgação

O mercado de trigo segue pressionado pela proximidade da colheita e pela postura cautelosa de compradores e moinhos. Segundo informações da TF Agroeconômica, o Rio Grande do Sul apresenta um cenário retraído, já que os moinhos permanecem alongados devido às compras antecipadas e à menor moagem. 

Os preços giram em torno de R$ 1.380 FOB para vendedores, enquanto compradores oferecem cerca de R$ 1.250, com negócios pontuais fechados em valores inferiores no Paraná. No estado gaúcho, também foram reportadas 60 mil toneladas já negociadas para exportação, a R$ 1.225,00 posto sobre rodas em Rio Grande, com possibilidade de deságio de 20% para trigo de ração.

Em Santa Catarina, o mercado permanece praticamente parado, com moinhos se abastecendo de trigo gaúcho a cerca de R$ 1.300 FOB. Os preços pagos ao produtor seguem em queda em diversas regiões, como Canoinhas (R$ 75,00/saca) e Chapecó (R$ 72,00/saca), embora Xanxerê tenha registrado leve alta, chegando a R$ 77,00/saca. Esse movimento reforça a expectativa de maior pressão com o avanço da colheita.

Já no Paraná, os preços da safra nova começam a se consolidar entre R$ 1.400 e R$ 1.450 FOB, mas sem compradores nesse patamar. Negócios têm sido reportados a valores menores, especialmente no Sudoeste, ao redor de R$ 1.300. O trigo importado também subiu, acompanhando a alta do dólar, com o argentino cotado a US$ 270 para setembro. Os preços pagos ao agricultor avançaram 2,16% na semana, chegando à média de R$ 74,63/saca, alinhando-se ao custo de produção. Apesar disso, a aproximação da colheita tende a limitar as margens de lucro.

 





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Mercado de grãos abre o dia com movimentações distintas


O mercado de grãos abriu a quarta-feira (10) com movimentos distintos para trigo, soja e milho nos principais centros de negociação. Segundo a TF Agroeconômica, o trigo segue pressionado pela ampla oferta no Hemisfério Norte e pela boa perspectiva de safra no Hemisfério Sul, o que limita os ganhos mesmo diante de uma demanda discreta. Em Chicago, o contrato de dezembro/25 fechou a US$ 519,75 por bushel, em leve baixa de 0,50 cent. No Brasil, a colheita nos estados produtores pressiona os preços, que recuaram para R$ 1.387,86 no Paraná e R$ 1.270,79 no Rio Grande do Sul. Na Argentina, compradores reduziram em 3 cents as indicações de dezembro.

A soja apresentou quedas em Chicago, com o contrato de setembro/25 encerrando a US$ 1.006,75 por bushel (-4,00). O mercado aguarda o novo relatório do USDA, enquanto observa o início do plantio no Brasil, ainda limitado pela falta de chuvas. No Paraná, os preços subiram: R$ 135,69 no interior e R$ 141,74 em Paranaguá. Nos EUA, 21% das lavouras já apresentam queda de folhas, ritmo próximo à média histórica. No Canadá, os estoques de canola ficaram em 1,6 milhão de toneladas, 50% abaixo do registrado em 2024, o que trouxe suporte indireto.

Já o milho registrou baixas moderadas em Chicago, com o contrato de dezembro/25 a US$ 417,75 (-2,00). A pressão vem da colheita recorde nos EUA, embora as exportações americanas tenham sustentado parte dos preços, superando seguidamente a média necessária para cumprir a meta da temporada. No mercado brasileiro, os preços se mantiveram firmes: R$ 65,47 na B3 e R$ 65,15 no indicador Cepea. Na Argentina, excesso de chuvas atrasou o plantio de até 1,3 milhão de hectares, enquanto o mercado aguarda os dados do USDA e do WASDE, que podem revisar para baixo a produção norte-americana.

 





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Colombianos conhecem iniciativas do Fundecitrus no combate ao greening e CVC


O Fundecitrus recebeu, na última quinta-feira (28), a visita de pesquisadores da Corporación Colombiana de Investigación Agropecuaria – Agrosavia, da Colômbia, que vieram conhecer de perto a citricultura brasileira. Participaram da visita o fitotecnista Maurício Martinez e a fitopatologista Nubia Murcia.

Durante o encontro, os visitantes colombianos conheceram as principais iniciativas do Fundecitrus nas áreas de pesquisa e sustentabilidade, com foco no manejo do greening e da Clorose Variegada dos Citros (CVC). O objetivo da visita foi aprofundar conhecimentos e levar modelos de pesquisa e estratégias bem-sucedidas desenvolvidas no Brasil para adaptar junto aos produtores de citros na Colômbia.

A Agrosavia é uma entidade pública colombiana, de caráter científico e técnico, sem fins lucrativos, responsável pela geração de conhecimento e desenvolvimento tecnológico no setor agrícola, que tem o objetivo de melhorar a competitividade, garantir a sustentabilidade dos recursos naturais e fortalecer a capacidade científica do país, contribuindo para a qualidade de vida da população.

Pela manhã, os pesquisadores visitaram os laboratórios de Diagnóstico, Biotecnologia, Interação Vetor-Planta-Patógeno, Ecologia Química e Comportamento de Insetos, além de participarem de palestras técnicas com pesquisadores do Fundecitrus. No período da tarde, os representantes da Agrosavia apresentaram um panorama da citricultura colombiana à equipe da instituição.

O pesquisador do Fundecitrus Juan Arenas destacou a importância da cooperação internacional no enfrentamento das pragas e doenças que afetam a citricultura. “Assim como o Brasil, a Colômbia também enfrenta desafios com pragas e doenças que comprometem a produção de citros, como o greening. A troca de experiências, tecnologias e estratégias de manejo entre as instituições fortalece o combate a essas doenças. Parcerias como essa constroem pontes de conhecimento que beneficiam toda a cadeia citrícola na América Latina”, afirma.

Os visitantes estavam acompanhados do pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Bahia) Walter Soares. Com o apoio da Embrapa, eles estão conhecendo variedades de citros cultivadas no Brasil. “A citricultura brasileira é referência mundial, principalmente no combate ao greening, e atrai pesquisadores de outros países. Essa troca de conhecimento é essencial para o avanço das pesquisas”, destaca.

De acordo com o fitotecnista Maurício Martinez, o greening está presente na Colômbia há oito anos e, agora, os primeiros casos de CVC também começaram a surgir. “Conhecer uma instituição como o Fundecitrus, que atua em pesquisa, é essencial para darmos continuidade ao nosso trabalho. Na Colômbia, os pequenos produtores lideram o mercado de citros. Por isso, vamos levar tudo o que aprendemos no Brasil para que as estratégias de manejo sejam aplicadas da forma correta”, explica.

Também participaram da visita o pesquisador do Fundecitrus Renato Bassanezi, o pesquisador da Embrapa Mandioca e Fruticultura Eduardo Girardi e o consultor do Fundecitrus e pesquisador Silvio Lopes.

Durante a semana, os pesquisadores colombianos visitaram pomares comerciais, cooperativas e packing house. Na sexta-feira (29), visitaram o Centro de Citricultura Sylvio Moreira, em Cordeirópolis (SP).





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Congresso chileno traz visita de viveiristas ao Fundecitrus



Congresso é considerado uma oportunidade estratégica para o setor


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita de cerca de 30 viveiristas e profissionais da área de diferentes países, que vieram conhecer de perto os trabalhos desenvolvidos pela instituição. A passagem pelo Brasil integrou a programação preliminar do Congresso Internacional de Viveiristas, realizado em Viña del Mar, no Chile.

O grupo era composto por profissionais da Austrália, Estados Unidos, Egito, África do Sul, Holanda, Chile, Argentina entre outros. Durante a visita, eles conheceram os laboratórios de Diagnóstico, Biotecnologia, Ecologia Química e Comportamento de Insetos do Fundecitrus.

O congresso, organizado pela Sociedade Internacional de Viveiros Cítricos, é considerado uma oportunidade estratégica para o setor, reunindo especialistas em busca de inovações, práticas de cultivo e conexões internacionais que fortalecem a citricultura em diferentes regiões do mundo.





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Reunião técnica entre Fundecitrus, Mapa e Defesa discute plano nacional contra o greening



Encontro reuniu produtores viveiristas de citros


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, na semana passada, a visita técnica de servidores do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo para discutir os primeiros passos da execução do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Greening, que será implementado pelos estados. A portaria que institui o programa redefine, entre outros pontos, diretrizes mais rigorosas para o monitoramento da doença, o controle do inseto transmissor e a erradicação de plantas doentes.

O coordenador-geral de proteção de plantas do Mapa, Ricardo Hilman, destacou a relevância do plano nacional e a necessidade de ações conjuntas para mitigar o avanço do greening. “A doença, indiscutivelmente, é o maior problema da nossa citricultura. Com o programa nacional, tratamos não apenas das próximas ações, mas também de todo o trabalho que precisa ser iniciado, principalmente em São Paulo, onde está concentrada a citricultura nacional. Ao longo dos próximos meses, vamos nos organizar para aprimorar essa luta contra o greening e, com isso, reduzir sua incidência no futuro. Esse é o grande objetivo”, afirmou.

A normativa, que contou com o Fundecitrus como um dos órgãos consultivos, classifica os estados brasileiros em áreas com e sem ocorrência da doença, estabelecendo responsabilidades específicas para cada situação. O encontro também reuniu produtores viveiristas de citros, que ressaltaram a necessidade de ampliar as discussões sobre a revisão da legislação federal referente ao cancro cítrico. Para o pesquisador do Fundecitrus Franklin Behlau o início da operacionalização do plano nacional e as tratativas para adequar as exigências nos viveiros representam um avanço importante para a realidade do produtor. “É essencial que haja interação entre todos os envolvidos na elaboração de normativas que regulamentam o controle de doenças quarentenárias, sob responsabilidade do controle oficial, garantindo que estejam alinhadas às necessidades e à realidade do produtor”, acrescentou.





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Fundecitrus Podcast destaca o trabalho de Transferência de Tecnologia



A edição completa do Fundecitrus Podcast você encontra em nosso canal do YouTube


Foto: Fundecitrus

O 63º episódio do Fundecitrus Podcast apresenta o trabalho desenvolvido pelo departamento de Transferência de Tecnologia da instituição, área fundamental para transformar conhecimento científico em práticas aplicáveis no campo. A atuação do setor contribui para apoiar produtores, proteger os pomares e fortalecer toda a cadeia citrícola.

Nesse bate-papo, o coordenador do departamento, Ivaldo Sala, destacou que levar informação de qualidade ao citricultor é essencial para enfrentar os principais desafios fitossanitários, em especial o greening. “É importante que ele receba pesquisas sólidas, com protocolos definidos, para implementar as melhores práticas. Um exemplo prático foi a rotação de inseticidas, que, após orientações em visitas, treinamentos e palestras, passou a ser feita de forma mais adequada, trazendo resultados melhores no combate ao psilídeo”.

Já o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Arthur Tomaseto ressaltou a importância da adaptação na comunicação com diferentes públicos. “A equipe de Transferência de Tecnologia traduz a pesquisa para cada realidade. Com o citricultor, usamos termos técnicos de forma simples. Com o poder público, destacamos o impacto econômico do greening. E em ações com a população, muitas vezes conversamos até com crianças, de forma lúdica, para conscientizar sobre a importância da citricultura”.

A edição completa do Fundecitrus Podcast você encontra em nosso canal do YouTube e nas principais plataformas de áudio.





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