quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Comercialização de flores na CEAGESP cresce durante a primavera


Ao longo da primavera (setembro a dezembro), a comercialização florista no atacado da CEAGESP movimenta, em média, 4,5 mil toneladas de flores de vaso e de corte. No ano passado, foram 4.290,5 toneladas, contra 4.745,9 toneladas em 2023.

De acordo com a Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES), verifica-se uma movimentação maior de flores no período dessa estação do ano. Entretanto, é importante destacar que duas datas bastante relevantes para o setor acontecem durante esse período: o Dia de Finados, em novembro, e as festividades de final de ano, em dezembro. “Esses dois acontecimentos aumentam muito a procura por flores na CEAGESP”, ressalta Thiago de Oliveira.

O aumento da demanda de Finados e de fim de ano também impacta os preços médios de atacado desse tipo de produto. Durante a primavera de 2024, o preço médio do quilo de flores na CEAGESP atingiu R$ 30 por kg entre novembro e dezembro.

Campeãs da primavera

No ranking das cinco flores mais comercializadas no período da primavera (2023 e 2024) estão as suculentas em geral, com 5,2% de participação sobre o total acumulado; margarida (4,8%); orquídea (4,3%), crisântemo, 3,6% e azaléa, com 3%.

Ao longo do ano, são comercializadas no atacado e no varejo da CEAGESP mais de 15 mil toneladas de flores. As vendas aumentam cerca de 10% em datas comemorativas, como Dia das Mães, Dia dos Namorados, Finados, festas de final de ano e durante o mês de maio, o tradicional Mês das Noivas.

No Entreposto Terminal São Paulo, na Vila Leopoldina, zona oeste da capital, a CEAGESP realiza duas Feiras de Flores durante a semana. Uma de segunda para terça-feira, e a outra de quinta para sexta-feira, onde o público tem a oportunidade de comprar no atacado e no varejo.





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Milho ganha tração com dólar e alta em Chicago


O mercado de milho registrou movimentação mista nesta quinta-feira, impulsionado pela valorização do dólar e pela alta das cotações em Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, essa combinação trouxe leve impulso aos preços, embora a revisão negativa da ANEC tenha limitado maiores ganhos. A associação reduziu a estimativa de exportações de milho para setembro de 7,61 para 7,27 milhões de toneladas, abaixo dos 7,34 milhões de agosto, mas acima dos 6,56 milhões registrados no mesmo mês de 2024.

Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), os contratos futuros apresentaram desempenho distinto: novembro/25 fechou a R$ 65,71, alta de R$ 0,20 no dia e baixa de R$ -0,81 na semana; janeiro/26 encerrou a R$ 68,28, alta de R$ 0,04 no dia e baixa de R$ -0,99 na semana; março/26 fechou a R$ 71,00, com baixa de R$ -0,08 no dia e R$ -0,70 na semana.

Na Bolsa de Chicago, a consultoria informou que o milho fechou em alta com compras de oportunidade. O contrato de dezembro avançou 1,26%, a $ 421,75 cents/bushel, e março subiu 1,21%, a $ 438,00 cents/bushel. A valorização reflete a demanda constante, que equilibra o preenchimento dos armazéns americanos, mesmo sem dados oficiais de vendas externas devido à paralisação do governo americano.

O anúncio de auxílio do governo aos agricultores abriu espaço para recomposição de posições pelos fundos de investimento, mantendo o mercado ativo e oferecendo suporte para novas negociações, mesmo diante da pressão da revisão negativa das exportações nacionais. As informações foram divulgadas na manhã desta quinta-feira.

 





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Liquidez do milho não muda


O mercado gaúcho de milho continua com baixa liquidez e negociações restritas, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indústrias ainda dependem de grãos de outros estados e também do Paraguai. As indicações de compra variam de R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, os pedidos oscilam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto a referência futura no porto está em R$ 69,00/saca para fevereiro/26”, comenta.

O mercado catarinense de milho permanece quase parado diante da distância entre o que pedem os produtores e o que oferecem aos compradores. “Em Campos Novos, agricultores mantêm pedidas próximas de R$ 80,00/saca, mas as ofertas não ultrapassam R$ 70,00. No Planalto Norte, pedidos de R$ 75,00 enfrentam ofertas em R$ 71,00, bloqueando as negociações e levando parte dos produtores a rever estratégias para a próxima temporada”, completa.

O mercado paranaense segue sem ritmo, marcado pelo impasse entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm valores médios próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto a indústria não passa de R$ 70,00 CIF. Os vendedores continuam liberando apenas pequenos volumes a preços mais altos, mantendo o mercado spot praticamente parado, mesmo com ampla disponibilidade estadual”, indica.

O milho sul-mato-grossense segue com negociações travadas e baixa liquidez. “Os preços variam entre R$ 48,00 e R$ 53,00/saca, com Dourados no topo. Apesar de pequenos ajustes, o mercado permanece estável. Produtores seguem firmes em pedidos mais altos, restringindo lotes, o que reduz o interesse da indústria e mantém o spot praticamente parado”, conclui.

 





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Trigo no Sul: Ofertas abundantes


O mercado de trigo no Sul do Brasil segue pressionado pela oferta elevada e pela cautela dos compradores. Segundo a TF Agroeconômica, no Rio Grande do Sul há ofertas a R$ 1.050/t, mas sem tomadores, refletindo a grande disponibilidade e o baixo volume exportado, que soma apenas 74 mil toneladas, bem abaixo da média histórica. 

Em dólar, os preços do trigo gaúcho estão a US$ 215 sobre rodas e US$ 225 dentro do navio, superiores aos US$ 220 FOB da Argentina. Para dezembro, indicações em reais recuaram para R$ 1.180, com possibilidade de deságio de 20% para trigo de ração. Os preços pagos aos produtores também caíram, chegando a R$ 68,00/saca em Panambi, marcando queda frente ao Paraná.

Em Santa Catarina, a safra ainda não colhida mantém o mercado local parado, e os moinhos buscam abastecimento no RS ou de outros estados. Valores CIF chegam a R$ 1.400, enquanto o preço da pedra recua para R$ 69,33/saca em Canoinhas, R$ 63,00 em Chapecó e R$ 73,00 em Xanxerê. A oferta limitada e os preços considerados baixos dificultam negociações internas.

No Paraná, a colheita avançada aumenta o volume negociado, com negócios CIF entre R$ 1.200 e R$ 1.280, dependendo do frete. O trigo importado mantém preços estáveis, com argentino e paraguaio travando negociações em algumas regiões.

Com a média de preços pagos aos agricultores recuando 3,56% na semana, o custo de produção atualizado pelo Deral em maio atinge R$ 74,63/saca, ampliando o prejuízo teórico para -8,8%. No entanto, o mercado futuro já registrou oportunidades de lucro de cerca de 32%, mostrando que o resultado depende do momento de venda.

 





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Trigo, soja e milho apresentam movimentos cautelosos


O mercado agrícola inicia o dia com oscilações moderadas, sem sinais claros de tendência para trigo, soja e milho. Segundo a TF Agroeconômica, o trigo nos Estados Unidos registra leves altas, com o contrato Dez/25 cotado a US$ 515,00 e o Dez/26 em US$ 588,25. No Brasil, os preços seguem pressionados: CEPEA Paraná a R$ 1.240,89 e Rio Grande do Sul a R$ 1.214,43, refletindo a abundância de oferta global e o ritmo lento das exportações da União Europeia e de países do Mar Negro.

A soja em Chicago ajusta-se após máximas recentes, com o contrato Nov/25 em US$ 1.022,75 e Mai/26 em US$ 1.068,50. No mercado interno, CEPEA Paraná registra R$ 130,27 no interior e R$ 135,12 em Paranaguá, com altas diárias de 1,17% e 0,51%, respectivamente. A paralisação parcial do governo dos EUA suspendeu temporariamente as atividades do USDA, deixando os traders cautelosos e negociando “às cegas”, enquanto circulam rumores sobre um possível auxílio de US$ 105 por acre para produtores de soja norte-americanos.

O milho apresenta oscilações discretas em Chicago, com Dez/25 cotado a US$ 421,75 e Jul/26 a US$ 455,00. No mercado brasileiro, o contrato B3 Nov/25 encerra a R$ 65,71 e Jul/26 a R$ 69,70, enquanto CEPEA aponta R$ 64,57, alta de 0,40% no dia. Entre os fatores que pressionam o mercado estão o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelo clima seco no Centro-Oeste, e o bom ritmo das exportações, cujos números estão temporariamente menos transparentes devido à paralisação do governo americano.

Nos mercados internacionais da América do Sul, o trigo argentino e paraguaio apresenta cotações variadas, com FOB para novembro e dezembro entre US$ 210 e US$ 215, enquanto o milho paraguaio registra valores entre US$ 176 e US$ 205 para outubro e novembro. Esses movimentos destacam a sensibilidade do mercado a fatores climáticos, logísticos e políticos, mantendo produtores e traders em posição de cautela diante da abundância de oferta e incertezas nos relatórios governamentais.

 





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Diferença entre preços do branco e vermelho é a menor desde nov/24



Preços dos ovos brancos e vermelhos caem e diferença atinge menor nível desde 2024


Foto: Pixabay

A diferença entre os preços dos ovos tipos extra brancos e vermelhos, ambos comercializados em Santa Maria de Jetibá (ES), recuou em setembro, sendo a menor desde novembro/24, apontam dados do Cepea. Vale lembrar que esse cenário é visto após os preços das duas variedades de ovos ter alcançado, em março deste ano, uma diferença recorde, considerando-se toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2019 nesta praça.

Desde então, a diferença entre os valores das duas variedades tem recuado de forma contínua. Segundo pesquisadores do Cepea, o estreitamento gradual entre as duas variedades de ovos reflete o aumento da oferta no mercado doméstico ao longo dos últimos meses, que pressionou as cotações da proteína. 

Dados do Cepea mostram que, entre julho e setembro, o preço dos ovos brancos tipo extra, a retirar (FOB) em Santa Maria de Jetibá, caiu 14% em relação ao trimestre anterior, em termos reais (dados deflacionados pelo IGD-DI de agosto/25), enquanto que, para os ovos vermelhos, a retração na média trimestral foi ainda mais intensa, de 18% (também em termos reais). 





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Brasil aguarda retorno das exportações de frango para China



Setor de frango espera fim do embargo chinês após inspeção de autoridades


Foto: Divulgação

A China ainda não retomou as compras de carne de frango brasileira – as aquisições estão suspensas desde meados de maio, quando foi registrado um caso de gripe aviária em uma granja comercial do RS –, mas o setor avícola nacional está otimista e à espera de boas notícias nas próximas semanas, apontam pesquisadores do Cepea. Vale lembrar que representantes chineses estiveram no Brasil na segunda quinzena de setembro avaliando a forma que o País administrou a ocorrência do caso da gripe aviária. 

Dados da Secex mostram que, de janeiro a maio, a média mensal de exportação de carne à China era de 45,65 mil de toneladas, quantidade que representava, em média, 10% do total escoado pelo Brasil. Já em junho, julho e agosto, a média de escoamento ao país asiático caiu para 191 toneladas, passando a representar apenas 0,05% dos embarques nacionais nesse período. 

Pesquisadores do Cepea indicam que, caso a China – único país que mantém o embargo sobre a proteína brasileira – retome as compras por aqui, o Brasil está preparado para ofertar carne de frango o suficiente para atender ao país asiático sem comprometer a disponibilidade doméstica e nem impulsionar os valores internos da proteína. 





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Safra de grãos na Argentina mostra bons indicadores


A área projetada para o girassol na Argentina atingiu 2,7 milhões de hectares, impulsionada por uma maior intenção de semeadura no sul agrícola do país. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), 32,4% dessa área já foi implantada, registrando avanço intersemanal de 1,4 ponto percentual e mantendo adiantamento em relação à média dos últimos cinco ciclos e ao ciclo anterior, de 12,3 e 22,1 pontos percentuais, respectivamente. As últimas precipitações favoreceram principalmente o oeste agrícola, incluindo San Luis, centro e sul de Córdoba, além do norte e leste de La Pampa, enquanto regiões do centro-oeste de Buenos Aires e sul de Santa Fé enfrentam excesso hídrico, o que poderá atrasar o início das atividades.

Na cultura do milho, o plantio avançou 7,4 pontos percentuais na última semana, atingindo 19,8% das 7,8 milhões de hectares estimadas para a safra. A boa umidade do solo tem permitido cumprir o cronograma de semeadura antecipada, refletindo avanço interanual de 7 pontos percentuais. No entanto, em áreas do oeste, centro e nordeste de Buenos Aires, a falta de condições de piso e estradas em mau estado tem retardado o ritmo de plantio, enquanto regiões como o centro de Santa Fé e Entre Ríos observam boa resposta à fertilização em lotes já entre V2 e V4.

O trigo também se beneficia das recentes chuvas, com impacto positivo sobre a lavoura. Embora não haja áreas sob condições de restrição hídrica, a umidade é considerada oportuna, especialmente com o aumento das temperaturas, e cerca de 80% do cereal já se encontra em estádio de encanação ou além. As aplicações de defensivos continuam para controle de doenças fúngicas e pragas, enquanto os rendimentos estimados seguem aumentando, aproximando-se dos máximos históricos. Colaboradores do NOA já relatam os primeiros lotes colhidos, com produtividade em torno de 10 qq/ha, alinhada às projeções atuais.

Quanto à cevada, após as chuvas, 88% da área cultivada apresenta condição hídrica adequada ou ótima, e quase 90% das lavouras mantêm estado de cultivo bom ou excelente, em linha com relatórios anteriores. Atualmente, 13% dos lotes iniciaram a espigação e 1% a floração, principalmente nos núcleos norte e sul. No sul de Buenos Aires, a elevada umidade favoreceu a ocorrência de doenças como a “mancha em rede”, intensificando as aplicações de fungicidas. Apesar disso, com 60% das áreas em encanação, 75% dos lotes nos principais núcleos cebadeiros do sul mantêm condição boa ou excelente, sustentada por níveis ótimos de umidade do solo.

 





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Federarroz orienta produtores a repensar área de plantio


A redução da área plantada surge como a principal alternativa para o arroz irrigado enfrentar a próxima safra, segundo informações divulgadas pela Federarroz. O alerta foi reforçado em palestra online nesta quinta-feira (2/10), conduzida pelo presidente da entidade, Denis Nunes, com análise do economista-chefe da Farsul, Antonio da Luz.

O cenário global do arroz é de alerta, com forte pressão da Índia no mercado internacional, estoques elevados e instabilidades econômicas. Durante a palestra “Contexto da Safra de arroz 2025/2026”, Denis Nunes destacou os principais desafios que impactam o setor: variação cambial, juros elevados, instabilidade nos EUA e o crescimento da produção em países asiáticos e norte-americanos.

Segundo a Federarroz, para mitigar os impactos, os produtores devem considerar alternativas como diversificação com pecuária e outras culturas, renegociação de arrendamentos, fortalecimento de associações e aumento das exportações. A principal recomendação prática, no entanto, é a redução da área plantada, ajustada à realidade de cada propriedade, para equilibrar os estoques e evitar queda nos preços internos.

“O choque de realidade é necessário para que tomemos atitudes. São medidas dolorosas, mas que podem evitar o pior cenário”, afirmou Denis Nunes.

Antonio da Luz, economista-chefe da Farsul, foi enfático: “Estamos nos aproximando de um iceberg. Precisamos manobrar agora para evitar a colisão”. Para ele, a recomendação da Conab de ampliar a área semeada é “irresponsável”, considerando os altos estoques e a baixa demanda. “Se isso ocorrer, o preço ao produtor vai desabar”, advertiu.

Entre os fatores que acentuam a preocupação estão a queda de renda da população, o crédito mais restrito e a dificuldade de inserção competitiva do arroz brasileiro no mercado internacional frente a países como Índia, China e Estados Unidos. “Todos os indicadores nos levam à redução da área plantada como única alternativa para ajustar oferta e demanda”, concluiu Da Luz.

Além das ações no campo, a Federarroz também propõe mobilização política. Entre as demandas ao governo federal estão o reforço na fiscalização de importações com riscos fitossanitários, subvenções para comercialização e aumento do preço mínimo do arroz. Já ao governo estadual, a entidade pede o uso da taxa CDO para auxiliar produtores afetados por enchentes, equiparação do ICMS com outros estados e incentivo ao consumo interno do grão.

 





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Brasil mantém liderança na exportação de celulose



A logística também contribui para a competitividade


A logística também contribui para a competitividade
A logística também contribui para a competitividade – Foto: Canva

Os Estados Unidos continuam estruturalmente dependentes das importações de celulose, com a celulose de mercado representando 11% da demanda total em 2024. Segundo análise do Rabobank, o Brasil domina o fornecimento de celulose de fibra curta aos EUA, com participação de 82%, apoiado por baixos custos, eucaliptos de rápido crescimento e fábricas integradas em larga escala. A previsão é que a produção brasileira de fibra curta continue crescendo, impulsionada por novos projetos e expansões planejadas até 2029.

A diferença de preço entre a celulose de fibra longa produzida nos EUA e a brasileira de fibra curta se ampliou para USD 250 a USD 300 por tonelada métrica. Avanços tecnológicos, como o uso de processos enzimáticos e refino mecânico de baixa intensidade, permitem substituir a fibra curta em papéis tissue e embalagens sem comprometer o desempenho, aumentando a competitividade brasileira.

No comércio internacional, a celulose da União Europeia enfrenta tarifa de 15% nos EUA, enquanto a brasileira é tributada a 10% e se beneficia de câmbio favorável e frete competitivo. Esse conjunto garante forte vantagem de custo posto em destino, reforçando a atratividade da celulose brasileira frente a concorrentes globais.

A logística também contribui para a competitividade. A expansão portuária na Costa Leste dos EUA e a proximidade com fábricas consumidoras de fibra virgem no sudeste norte-americano reduzem gargalos no transporte marítimo, facilitando o escoamento. Além disso, a redução das importações chinesas, devido ao aumento da produção doméstica e à desaceleração econômica, amplia oportunidades para a celulose brasileira.

 





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