quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Milho sobe na B3 e em Chicago: Confira


Os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira (15) com leves altas, sustentados por sinais de demanda firme e projeções positivas para as exportações brasileiras, segundo informações da TF Agroeconômica. Na B3, apenas o contrato de novembro recuou, refletindo realização de lucros por parte dos investidores e a proximidade do aviso de entrega. Já os demais vencimentos fecharam em leve alta, impulsionados pela estimativa da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que elevou sua previsão de embarques de outubro para 6,459 milhões de toneladas, um aumento de 6,58% em relação à semana anterior.

A demanda interna segue aquecida, especialmente pela indústria de etanol, que continua absorvendo volumes expressivos do cereal. Nos fechamentos do dia, o contrato de novembro/25 foi cotado a R$ 67,51, registrando baixa de R$ 0,29 no dia, mas alta de R$ 0,91 na semana. O vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 70,47, com alta diária de R$ 0,19 e ganho semanal de R$ 1,68, enquanto o contrato de março/26 terminou a R$ 72,20, avançando R$ 0,17 no dia e R$ 0,68 na semana.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também fechou em alta, mesmo sem novos dados oficiais, sustentado pelo otimismo em torno da demanda global. O contrato de dezembro subiu 0,91%, a US$ 416,75/bushel, e o de março ganhou 0,70%, a US$ 432,25/bushel. Segundo o analista americano Ben Potter, o cereal teve o melhor desempenho do complexo de grãos, apoiado por grandes compras de Taiwan e Coreia do Sul, além da expectativa de que o ritmo forte da demanda se mantenha no curto prazo.

 





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Condições climáticas impulsionam cultivo de girassol



Produção de girassol atinge 6 mil hectares no Rio Grande do Sul



Foto: Divulgação

De acordo com dados do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a área de produção de girassol no Rio Grande do Sul está estimada em 6 mil hectares. O crescimento é atribuído à maior disponibilidade de sementes nesta safra, fator que havia limitado a expansão no ciclo 2024/25, além dos bons resultados obtidos nas últimas safras e da possibilidade de plantio de safrinha.

A produção está concentrada na região noroeste do estado, com a semeadura concluída e 100% das lavouras em desenvolvimento vegetativo. Segundo o levantamento, “a evolução da semeadura se deu em 25% da área no final de julho, 65% em agosto e 10% no início de setembro”.

Com as condições climáticas favoráveis em setembro, as lavouras apresentam bom desenvolvimento de estande e sanidade. A partir do início de outubro, as primeiras áreas devem entrar na fase reprodutiva, com a formação do capítulo.





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Trigo gaúcho encalhado: mercado segue parado



Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas


Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas
Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas – Foto: Canva

O mercado de trigo permaneceu travado no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, com compradores e vendedores sem chegarem a um consenso sobre preços. Segundo a TF Agroeconômica, moinhos estão ausentes e a exportação, mesmo oferecendo R$ 1.180 por tonelada no porto com pagamento em janeiro de 2026, não encontrou interessados.

Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas, o volume ainda é considerado muito baixo para reduzir o excesso de oferta. Com isso, o mercado segue sob forte pressão. Internamente, os moinhos aguardam o cumprimento de contratos antigos, oferecendo valores entre R$ 1.050 e R$ 1.070 por tonelada nas regiões das Missões e Tenente Portela. Estima-se que ainda restem cerca de 2,4 milhões de toneladas de trigo gaúcho para comercializar, o que dificulta qualquer recuperação de preços.

Em Santa Catarina, a colheita começou de forma tímida e sem registro de novos negócios. Produtores pedem R$ 1.250 por tonelada FOB, mas os moinhos oferecem o mesmo valor CIF, travando as negociações. Os preços pagos aos triticultores recuaram em algumas praças, variando de R$ 62 a R$ 70,50 por saca.

No Paraná, os negócios seguem desbalanceados entre regiões, com cotações entre R$ 1.230 e R$ 1.300 por tonelada. As chuvas recentes prejudicaram a colheita e a qualidade do grão, enquanto os preços ao produtor recuaram 2,52% na semana, ampliando o prejuízo médio para quase 13%. A TF Agroeconômica alerta que o uso do mercado futuro pode ser uma alternativa para garantir melhores margens aos produtores. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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Imea registra primeiros números do plantio de soja em Mato Grosso


Logotipo Reuters

SÃO PAULO (Reuters) – O plantio de soja em Mato Grosso, principal produtor brasileiro, teve os primeiros números registrados esta semana, de acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Até esta sexta-feira, o plantio da safra 2025/26 havia atingido 0,55% da área estimada, versus 0,27% no mesmo período do ano passado para o ciclo 2024/25, segundo o instituto ligado aos produtores.

Neste início, o plantio de soja no Estado está acima da média histórica para o período, de 0,48% da área, segundo o Imea.

A expectativa é que os trabalhos de plantio se desenvolvam nas próximas semanas com as chuvas ficando mais abrangentes. Para a próxima semana, há precipitações volumosas, acima da média, segundo os dados meteorológicos.

(Por Roberto Samora)

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Produtores rurais de Minas terão renegociação de dívidas


O Sistema Faemg Senar, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), inicia, a partir do dia 14 de outubro, uma série de rodadas de reuniões e orientações sobre a renegociação de dívidas de crédito rural em Minas Gerais. Os descontos podem chegar a 95%, dependendo do porte do produtor, da localização do empreendimento e da forma de renegociação.

A iniciativa tem como propósito orientar e facilitar o acesso dos produtores aos benefícios previstos nas Leis nº 14.166/2021 e nº 13.340/2016, além do Decreto nº 12.381/2025 (Desenrola Rural), dispositivos legais que autorizam a liquidação ou o parcelamento de contratos com recursos dos fundos constitucionais. A ação integra um grande mutirão nacional promovido pela CNA, com o objetivo de auxiliar produtores rurais que contrataram operações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Em Minas, alguns encontros já têm data marcada, com início em Teófilo Otoni (14/10), em seguida Almenara (21/10), Janaúba (21/10), São João da Ponte (21/10), Jaíba (22/10), Brasília de Minas (24/10), Araçuaí (27/10), Carlos Chagas (27/10), Manga (27/10), Montes Claros (27/10), Francisco Sá (28/10), São Francisco (28/10), Chapada Gaúcha (7/11) e Januária (7/11). Outras cidades mineiras ainda terão suas datas confirmadas nas próximas semanas.

O Sistema Faemg Senar está mobilizando sindicatos rurais e produtores para garantir ampla participação nas rodadas em Minas. “Nosso papel é estar ao lado do produtor, oferecendo informação, orientação técnica e suporte na interlocução com o Banco do Nordeste. Queremos garantir que todos tenham a oportunidade de entender se o seu contrato está enquadrado em alguma das legislações e, desse modo, possibilitando regularizar sua situação com a instituição financeira. A partir disso, seguir produzindo e até contratando novo crédito”, afirma a assessora técnica do Sistema Faemg Senar, Aline Veloso.

O prazo de adesão vai até 31 de dezembro de 2025 para as renegociações previstas na Lei nº 13.340/2016 e no Desenrola Rural, e até 24 de abril de 2028 para os enquadramentos na Lei nº 14.166/2021. Para os outros municípios em que não ocorrem reuniões, os produtores devem procurar a agência do Banco do Nordeste mais próxima.





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Agricultores familiares comercializam 22 toneladas de alimentos com apoio da Conab


Agricultores e agricultoras familiares de Mato Grosso irão destinar cerca de 22 toneladas de alimentos ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade de São José dos Quatro Marcos (MT), beneficiando pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional atendidas pela instituição. Os produtos são adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), que conta com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

As primeiras entregas dos alimentos ao CRAS se iniciam nesta semana, e marca o início da execução do projeto de PAA firmado com produtores da Associação de Produtores Rurais da Comunidade São João da Figueirinha, como forma de apoio à produção. Pela proposta aprovada pela Companhia, 22 agricultores e agricultoras irão fornecer 22 toneladas de alimentos, principalmente frutas, verduras e legumes. Para realizar a aquisição, a estatal irá destinar cerca de R$ 220 mil, recurso repassado pelo MDS.

“Essa ação é mais um exemplo concreto de como o PAA pode gerar impactos positivos tanto para os pequenos produtores quanto para as comunidades em situação de vulnerabilidade. A aquisição dos produtos não só apoia o desenvolvimento rural sustentável como também melhora a oferta de alimentos nutritivos para as instituições beneficiadas, fortalecendo a rede de apoio à segurança alimentar e nutricional em diversas regiões do Brasil”, reforça a superintendente da Conab em Mato Grosso, Francielle Guedes. “Ao estimular a produção agrícola local e assegurar que alimentos de qualidade cheguem à mesa de quem mais precisa, o Programa contribui significativamente para a promoção da dignidade alimentar e para o fortalecimento das cadeias produtivas regionais”, complementa.

O projeto foi apresentado e aprovado pela estatal neste ano, e a expectativa é que a execução ocorra pelos próximos nove meses. Os produtos doados irão auxiliar na alimentação de aproximadamente 2,4 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional que são atendidas pelo CRAS de São José dos Quatro Marcos

Segurança alimentar – Criado há mais de 20 anos, no âmbito da estratégia Fome Zero, o Programa de Aquisição de Alimentos une o incentivo à produção das agricultoras e dos agricultores familiares ao fornecimento de alimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar. O Programa é coordenado pelo MDS, em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda, e executado pela Conab, além de estados e municípios.

Por meio do PAA, a Conab compra os produtos da agricultura familiar, assegurando renda aos produtores, e os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial, aos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, como os restaurantes populares e as cozinhas comunitárias e também, a grupos populacionais em situação de vulnerabilidade social, complementando a alimentação de quem está em situação de insegurança alimentar e nutricional.

 





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Grupo Orion lança novo site com foco em usabilidade técnica e conteúdo estratégico


O Grupo Orion, referência no segmento de equipamentos para aplicação de bioinsumos no sulco de plantio, estreou recentemente uma versão reformulada de seu site institucional (orion.ind.br), apostando em um layout mais moderno, navegação fluida e ferramentas que fortalecem sua presença digital. A atualização visa não apenas modernizar a marca, mas também aprimorar a experiência do cliente, seja para produtores, técnicos ou parceiros.

Logo na página inicial, destaca-se uma “hero image” (imagem de grande impacto) com uma frase que resume a atuação da empresa: “Eficiência em aplicação de bioinsumos líquidos no sulco do plantio”. Essa abordagem visual reforça a identidade técnica da Orion e projeta imediatamente o posicionamento no mercado.

O site está disponível em três idiomas (português, espanhol e inglês) para atender a presença global que a marca vive atualmente. 

A hierarquia de menus também foi reorganizada de maneira mais lógica e intuitiva, porém o que mais chama a atenção é o novo formato de apresentação do portfólio de produtos, com menu de escolha para Aplicadores de Bioinsumos, Cobridores de Alta Performance e Eletrificação de Plantadeiras. 

“Cada uma dessas escolhas direcionará o usuário para uma página específica, com a experiência do cliente levada a um novo nível de interação, com destaque para o novo formato de apresentação dos aplicadores de bioinsumos, agora em formato 3D. De forma interativa, o usuário tem a possibilidade de visualizar o equipamento em 360 graus, escolher a marca da plantadeira que utiliza para visualizar a customização do equipamento, bem como visualizar todos os modelos de aplicadores do portfólio Orion”, explica Rodrigo Alandia, diretor de Marketing e Novos Negócios do Grupo Orion.

Segundo Alandia, outro grande diferencial do novo site é incorporar funcionalidades técnicas que vão além da simples apresentação informativa:

Cálculo de Rentabilidade: uma ferramenta potencialmente interativa que permite ao usuário colocar os dados reais da sua operação e entender quão rápido é o retorno de investimento com a tecnologia Orion;

Difusão de Conhecimento: área que oferece orientações técnicas específicas para a correta aplicação dos equipamentos Orion, com opção para download de manual técnico e guia rápido.

“Com o Cálculo de Rentabilidade, oferecemos aos nossos clientes uma ferramenta clara e prática para enxergar, de forma personalizada, em quanto tempo o investimento em nossas tecnologias se transforma em retorno real para sua operação”, afirma Alexandre Santiago, vice-presidente do Grupo Orion.

Todas essas ferramentas transformam o site, antes um catálogo estático, em uma plataforma com utilidades reais para cliente e visitante “decision-maker”.

“Além disso, é possível encontrar o respectivo representante técnico comercial de cada região, o que permite um acesso rápido e fácil dos nossos clientes para com nosso time comercial e técnico, reafirmando porque somos reconhecidos não somente pela venda, mas com muita ênfase no nosso pós-venda”, explica Santiago.

Do ponto de vista de design, nota-se o uso de padrões modernos: layout responsivo (adaptável a diferentes tamanhos de tela), tipografia clara e legível, espaçamentos bem trabalhados e iconografia que dá suporte visual à navegação. O contraste entre texto e fundo parece adequado, favorecendo a leitura.

“Com o novo site, o Grupo Orion reafirma seu compromisso com inovação e atendimento técnico qualificado. A plataforma digital passa a ser uma ferramenta comercial ativa, capaz de nutrir leads via cálculo de rentabilidade, instrução técnica, conteúdos em múltiplos idiomas e reforçar a autoridade da marca no agronegócio de precisão”, avalia Ricardo Rodrigues da Cunha, CEO e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Orion.





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Boi gordo mantém preços estáveis nas praças paulistas


O mercado pecuário apresentou estabilidade nas principais regiões produtoras nesta terça-feira (14), conforme análise do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. Em São Paulo, parte da ponta compradora permaneceu fora do mercado, aguardando os resultados das vendas de carne do fim de semana para definir preços. As negociações em andamento seguiram dentro das referências. Segundo o boletim, a oferta de boiadas tem atendido à demanda das indústrias, embora haja sinais de redução da disponibilidade.

Com esse cenário, não houve alteração nas cotações de todas as categorias em relação ao dia anterior. As escalas de abate em São Paulo estão, em média, em nove dias.

Em Santa Catarina, a oferta de animais foi considerada suficiente para atender à demanda, mantendo os preços estáveis. As escalas de abate na região estão, em média, em seis dias.

Na região de Marabá, no Pará, o mercado seguiu firme. Na semana anterior, algumas indústrias tentaram reduzir os preços de compra, mas as ofertas não se concretizaram devido à menor disponibilidade de animais. Nesse contexto, o preço do boi gordo subiu R$2,00/@, enquanto o chamado “boi China” teve alta de R$1,00/@. As escalas de abate na região atendem, em média, a nove dias.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 111,9 mil toneladas até a segunda semana de outubro, com média diária de 14,0 mil toneladas. O volume embarcado representa aumento de 13,9% frente ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada exportada foi de US$5,6 mil, o que indica alta de 19,1% na comparação anual.





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Silos e Armazéns de grãos podem se modernizar com a nova linha de R$ 12 Bi do BNDES.


O governo federal anunciou, em Brasília, uma nova linha de crédito de R$ 12 bilhões voltada à modernização industrial e à difusão de tecnologias 4.0. A iniciativa, articulada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), pretende impulsionar o uso de máquinas e equipamentos que integrem robótica, inteligência artificial, computação em nuvem, sensoriamento e comunicação máquina a máquina (IoT).

O objetivo central é elevar a produtividade e atualizar o parque fabril brasileiro, ainda fortemente dependente de maquinário antigo — com idade média de 14 anos, segundo estudos do setor. A linha Crédito Indústria 4.0, do BNDES, responde por R$ 10 bilhões do total. Com taxas que combinam TR e juros de mercado, o financiamento permitirá acesso a crédito com custo máximo de 8,5% ao ano, redução média de 6% em relação às linhas tradicionais.

Impacto no agronegócio e nas cooperativas

No setor agroindustrial, a nova linha abre espaço para modernizar estruturas de armazenagem e processamento de grãos, incorporando tecnologias digitais e sistemas de automação que aumentam a eficiência e reduzem perdas.

Empresas como a PCE Engenharia, que desenvolve soluções de automação para silos e armazéns, já oferecem equipamentos que atendem aos requisitos técnicos exigidos pelo programa BNDES Finame Máquinas 4.0. Entre as inovações disponíveis estão sistemas de conectividade em tempo real, sensoriamento e monitoramento automático e integração com plataformas digitais — recursos que permitem retrofit de unidades existentes e transformam estruturas tradicionais em ambientes inteligentes.

Segundo o diretor comercial da PCE Engenharia, Everton Rorato, a nova linha chega em um momento estratégico: “O campo e a indústria precisa de ferramentas tecnológicas para ganhar eficiência. As cooperativas, armazenadores e fabricantes poderão financiar a automação de seus silos e armazéns e, com isso, reduzir custos e elevar a qualidade do grão armazenado”, afirma.

Com o início das aprovações previsto para 15 de setembro, a expectativa é de que a medida estimule uma nova onda de modernização, conectando o setor produtivo às práticas da Indústria 4.0 e ampliando a competitividade da economia brasileira.





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Brasil exportou 7,56 milhões de toneladas de milho



Mato Grosso responde por mais da metade dos embarques



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada nesta segunda-feira (13) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 7,56 milhões de toneladas de milho em setembro de 2025. O volume representa alta de 17,80% em relação a agosto. Com esse resultado, o total embarcado no acumulado do ano chegou a 23,31 milhões de toneladas, 4,33% abaixo do mesmo período de 2024.

Em Mato Grosso, principal produtor nacional, as exportações responderam por 52,07% do total nacional embarcado no mês, alcançando 3,94 milhões de toneladas. Na comparação com agosto, houve aumento de 1,06%. No entanto, em relação a setembro de 2024, o volume exportado registrou queda de 10,12%. No acumulado de 2025, o estado embarcou 11,66 milhões de toneladas, volume 32,52% inferior ao do mesmo período do ano anterior.

De acordo com o Imea, o prolongamento do escoamento da soja nos portos tem reduzido a disponibilidade de espaço para os embarques de milho, o que impacta o ritmo das exportações do cereal. Além disso, a maior demanda interna no país tem contribuído para volumes menores enviados ao exterior até o momento.





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