terça-feira, março 24, 2026

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Radiação solar beneficia lavouras de hortaliças



Crescimento das folhosas avança com clima ameno




Foto: Pixabay

As condições climáticas da última semana contribuíram para o desenvolvimento das hortaliças folhosas em diversas regiões do Rio Grande do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (17).

Na região administrativa de Passo Fundo, o aumento das temperaturas e a maior incidência de radiação solar favoreceram o crescimento das culturas. Segundo a Emater, os preços das folhosas permaneceram estáveis em relação ao período anterior. A alface e a rúcula foram comercializadas a R$ 4,00 por unidade ou molho, a couve a R$ 5,00 por molho e o agrião e condimentos também a R$ 4,00 por molho.

Na região de Soledade, o comportamento climático semelhante também resultou em melhora na qualidade das folhosas. A combinação de temperaturas amenas e boa radiação solar promoveu maior atividade fotossintética, o que impulsionou o crescimento das plantas. Os preços praticados na região foram de R$ 3,00 por unidade de alface e R$ 2,00 por molho de salsa, cebolinha e rúcula.

Segundo os técnicos, o desempenho das lavouras deve seguir estável nas próximas semanas, desde que as condições climáticas se mantenham favoráveis.





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exportadores avaliam impacto de tarifa dos EUA



EUA eleva tarifa e carne bovina brasileira




Foto: Pixabay

A análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (21), aponta que os Estados Unidos elevaram em 50% a tarifa sobre a carne bovina brasileira. Com o novo acréscimo, o total de impostos incidentes sobre o produto importado chega a 76%.

Atualmente, os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, responsáveis por 13,69% do volume exportado no primeiro semestre de 2025. Em relação ao estado de Mato Grosso, 7,20% das exportações no mesmo período foram destinadas ao mercado norte-americano.

Segundo a análise, apesar da elevação tarifária, Mato Grosso tende a sofrer impacto limitado, em razão da diversificação de seus destinos comerciais. “O estado possui um mercado externo bem distribuído, o que permite redirecionar os volumes anteriormente destinados aos EUA para outros países importadores”, aponta o Imea.

Por outro lado, os Estados Unidos poderão enfrentar dificuldades de reposição. Cerca de 30% da carne bovina importada pelo país é de origem brasileira. Com a nova tarifa, os norte-americanos terão de buscar fornecedores alternativos, como Austrália, Argentina e Uruguai — mercados que, geralmente, operam com preços superiores aos praticados pelo Brasil.





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É possível reduzir o imposto na venda de terra?



Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação



Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação
Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação – Foto: Pixabay

O agronegócio é uma das maiores potências econômicas do Brasil e o mercado de terras rurais representa um dos segmentos mais valorizados do setor. A comercialização de imóveis rurais atrai tanto investidores nacionais quanto estrangeiros, impulsionada pela alta produtividade das terras brasileiras e seus preços mais competitivos em relação a países como Estados Unidos, Austrália e Argentina.

Segundo os autores Renato Vieira de Ávila, advogado especialista em direito tributário, e Marcos Antonio Marocco, corretor de imóveis com foco em negócios rurais, um dos maiores desafios nas negociações é a elevada carga tributária incidente sobre as operações. O Imposto de Renda sobre ganho de capital pode chegar a 22,5% para pessoas físicas e 34% para jurídicas. Além disso, há o ITCMD (herança e doação), o ITBI (transferência onerosa) e o ITR (território rural), que também impactam as transações. Para reduzir esses encargos, os especialistas recomendam um planejamento tributário estratégico e rigoroso.

Outro ponto essencial para a regularização da venda é a documentação. Entre os requisitos obrigatórios estão o CCIR (registro no INCRA) e o georreferenciamento de imóveis com mais de 25 hectares — exigência que será obrigatória a partir de novembro de 2025, conforme a Lei nº 10.267/2001. Nas regiões de fronteira, ainda é preciso obter a ratificação fundiária, cujo prazo de regularização foi prorrogado até 2030. A venda sem esses documentos é inviável, podendo gerar multas e outras penalidades.

“Por fim, é importante lembrar que o mercado de terras no Brasil continua sendo um dos mais promissores do mundo, mas também exige atenção redobrada para não cair em armadilhas tributárias e legais. Com um planejamento tributário bem estruturado, os proprietários de fazendas podem reduzir substancialmente a carga tributária, permitindo que a venda seja realizada com mais vantagens econômicas e menos custos fiscais”, comenta.

 





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Use o mercado a seu favor



A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago



A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago
A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago – Foto: United Soybean Board

A TF Agroeconômica recomenda que produtores de soja aproveitem os fundamentos ainda favoráveis e busquem estratégias de comercialização com base no mercado futuro, principalmente diante das incertezas do cenário internacional. Segundo análise divulgada pela consultoria, o Brasil permanece praticamente sozinho no fornecimento de grandes volumes de soja, frente à resistência chinesa à soja americana e ao recuo da Argentina devido à volta das retenciones cheias.

A orientação principal é aprender a operar no mercado futuro de Chicago para garantir melhores preços. A TF alerta que produtores que não fixaram preços em maio de 2024 já perderam metade do lucro. Além disso, recomenda-se dividir a produção em pelo menos 10 lotes e vender gradualmente conforme os gráficos indicarem altas — acompanhando os boletins diários, pois os movimentos de valorização podem ocorrer em qualquer dia da semana.

Entre os fatores de alta destacados, estão a valorização do farelo de soja com a retomada da demanda da Indonésia, e do óleo de soja impulsionado pela indústria de biodiesel, com aumentos semanais de 1,37% e 3,85%, respectivamente. Rumores sobre possíveis compras chinesas de soja americana também ajudaram a sustentar os preços, embora o país tenha priorizado compras do Brasil — 151 dos 232 navios adquiridos desde junho.

Por outro lado, pesam negativamente a ameaça de novas tarifas de Donald Trump sobre produtos europeus, que gerou realização de lucros no mercado de óleo, além do aumento da estimativa de produção de soja na Argentina para 49,5 milhões de toneladas. No Brasil, espera-se uma produção recorde entre 179 e 180 milhões de toneladas para a próxima safra, o que também pode limitar novas altas.





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Soja encerra semana em alta na CBOT



Outro fator decisivo foi a previsão de clima mais seco



Outro fator decisivo foi a previsão de clima mais seco
Outro fator decisivo foi a previsão de clima mais seco – Foto: Bing

A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) terminou a semana com valorização, revertendo a tendência de queda observada no início do período. Segundo a TF Agroeconômica, a oleaginosa teve forte impulso devido à retomada de compras no mercado futuro, sustentadas pela boa demanda interna por óleo de soja e por um novo acordo comercial com a Indonésia, importante consumidor de farelo.

Na sexta-feira (19), o contrato de soja para agosto — referência para a safra brasileira — subiu 0,61%, fechando a US$ 10,27 por bushel. O contrato de setembro avançou 0,89%, cotado a US$ 10,21. O farelo de soja para agosto também apresentou forte alta de 1,97%, encerrando a US$ 274 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja recuou 0,71%, fechando a US$ 55,82 por libra-peso.

Além da retomada da demanda, rumores de compradores chineses buscando fretes no Golfo do México sinalizaram um possível retorno da China às compras da soja americana, após um longo período de afastamento. Outro fator decisivo foi a previsão de clima mais seco no Centro-Oeste dos Estados Unidos, o que elevou o interesse por contratos futuros como forma de proteção diante de possíveis impactos na produção.

Com isso, no acumulado da semana, a soja registrou alta de 2,34% (ou US$ 23,50 cents/bushel), o farelo teve alta de 1,40% (US$ 3,70/ton curta) e o óleo de soja acumulou ganho de 3,85% (US$ 2,07/libra-peso), demonstrando a força do mercado de derivados frente às incertezas climáticas e à melhora no apetite global por produtos agrícolas americanos. As informações foram divulgadas no início desta segunda-feira.

 





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Como o mercado da soja encerrou a semana?


A alta semanal acabou impulsionando as vendas no mercado gaúcho de soja, de acordo com as informações da TF Agroeconômica. “Pagamento Agosto R$ 140,00 (-0,36%) pagamento 30/08, setembro R$ 143,50 pagamento 30/09, outubro R$ 145,00 pagamento 30/10. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça: R$ 133,00 (+1,14%) Cruz Alta – Pgto. 30/08 – para exportador, R$ 133,00 (+1,14%) Passo Fundo – Pgto. fim de agosto, R$ 133,00 (+1,14%) Ijuí – Pgto. 30/08 – para fábrica R$ 135,00 (+1,50%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 24/08. Preços de pedra em Panambi caíram para R$ 123,00 a saca ao produtor”, comenta.

A comercialização segue travada em Santa Catarina, apesar da boa safra. “Apesar de uma colheita bem sucedida, a comercialização da soja em Santa Catarina continua lenta. Em 17 de julho, a cotação era de R$ 120,00, mas os volumes negociados seguem abaixo do esperado. O bom desempenho da safra 2024/25 trouxe desafios logísticos e pressões sobre a capacidade de armazenagem, especialmente com a aproximação da safra de inverno”, completa.

Oferta elevada pressiona mercado da soja no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 136,20. Em Cascavel, o preço foi 125,38 (+3,58%). Em Maringá, o preço foi de R$ 128,06 (+6,28%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 126,84 (+4,83%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 135,28. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

Mato Grosso do Sul amplia produção, mas enfrenta obstáculos no escoamento da soja. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,00, Campo Grande em R$ 122,50, Maracaju em R$ 120,29 (-2,20%), Chapadão do Sul a R$ 119,49 (+2,13%), Sidrolândia a em R$ 125,09 (+2,53%)”, informa.

O Mato Grosso amplia vendas, mas logística e decisões judiciais geram alerta. “Outro fator de atenção foi a decisão do Tribunal de Justiça do estado que autorizou a penhora de soja em casos de recuperação judicial com CPRs, o que pode impactar o crédito e a segurança jurídica das operações. Campo Verde: R$ 118,74 (+0,63%). Lucas do Rio Verde: R$ 116,66 (+3,70%), Nova Mutum: R$ 114,10 (+0,97%). Primavera do Leste: R$ 119,37 (+0,73%). Rondonópolis: R$ 120,20. Sorriso: R$ 111,90”, conclui.

 





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Não é o melhor momento para vender milho



Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores



Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços
Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços – Foto: Nadia Borges

Julho continua sendo, historicamente, o pior momento do ano para a venda de milho no Brasil. A TF Agroeconômica reforça que, salvo em casos de extrema necessidade para saldar dívidas, os produtores devem evitar comercializar o cereal neste período. Para quem realmente precisa vender, a orientação da consultoria é estratégica: utilizar o valor da venda física para adquirir contratos futuros de compra na B3, buscando recuperar possíveis perdas com as altas que tendem a ocorrer à medida que os estoques forem se reduzindo nos próximos meses.

Segundo a TF Agroeconômica, três fatores estão no radar como potenciais impulsores dos preços. O primeiro é o movimento de hedge por parte dos fundos especulativos em Chicago, que aproveitaram os preços mínimos para ampliar posições, atentos à possibilidade de quebra localizada nas lavouras dos EUA, com previsão de calor excessivo e chuvas abaixo do ideal. O segundo fator é a retomada de negociações comerciais entre Estados Unidos e Japão. Um possível acordo poderia aliviar tarifas e reaquecer as exportações de milho norte-americano, beneficiando os preços globais. Por fim, a saída momentânea de grandes exportadores, como EUA e Argentina, reforça a posição do Brasil como principal fornecedor no mercado internacional, diante da demanda crescente.

No entanto, há risco no horizonte: os EUA elevaram tarifas sobre produtos canadenses, especialmente o etanol — setor que responde por cerca de 35% das exportações americanas e absorve entre 34% e 37% da produção anual de milho para ração. Essa medida pode gerar retaliações do Canadá e impactar negativamente a demanda pelo grão. Diante desse cenário de volatilidade, a recomendação é de cautela e posicionamento estratégico para aproveitar as oportunidades futuras do mercado.

 





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Milho fecha semana em alta na B3 e em Chicago


O mercado de milho encerrou a semana em alta tanto na B3 quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), refletindo uma combinação de fatores favoráveis aos preços. O avanço do dólar, a recuperação técnica em Chicago e o atraso na colheita da safrinha no Brasil contribuíram para sustentar os contratos futuros e animar os investidores.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a valorização semanal na CBOT foi de 3,16%, impulsionada por previsões de calor intenso no cinturão agrícola dos Estados Unidos, o que elevou as compras técnicas e o interesse por hedge. O dólar também teve alta de 0,71% na semana, o que favoreceu as exportações brasileiras e impulsionou os preços internos. A colheita da safrinha segue atrasada, o que está sustentando os preços no mercado futuro e começa a impactar o físico — a média Cepea subiu 0,76% na semana.

Na B3, o contrato de setembro/25 fechou a R\$ 65,48, com alta de R\$ 1,00 no dia e de R\$ 1,50 na semana. O novembro/25 terminou em R\$ 68,25 (+R\$ 0,48 no dia e +R\$ 1,02 na semana), enquanto o janeiro/26 encerrou cotado a R\$ 71,97 (+R\$ 0,35 no dia e +R\$ 0,57 na semana). Em Chicago, o contrato de setembro subiu 1,62% no dia, a US\$ 4,08/bushel, e o dezembro teve alta de 1,60%, a US\$ 4,27/bushel.

Apesar da valorização, o mercado internacional segue pressionado por questões comerciais. Recentes campanhas para substituir o xarope de milho por açúcar de cana em grandes empresas geram preocupação entre produtores. Segundo a Associação de Refinadores de Milho, mudanças nesse sentido poderiam impactar a receita agrícola em até US\$ 5,1 bilhões.





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Como o mercado de milho encerrou a semana?


Em relação ao milho do Rio Grande do Sul, o mercado segue estagnado e dependente do milho externo, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de compra para entrega em agosto recuaram para entre R$ 66,00 e R$ 70,00/saca, mas os produtores seguem pouco dispostos a negociar. As cotações permanecem enfraquecidas: R$ 64,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 65,00 em Não Me Toque, R$ 67,00 em Marau, Gaurama e Seberi, e R$ 68,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

Negociações paradas e mercado sem direção em Santa Catarina. “O comércio de milho em Santa Catarina segue sem avanços, com liquidez quase nula e forte divergência entre compradores e vendedores. Em Campos Novos, as pedidas variam entre R$ 83,00 e R$ 85,00, enquanto as ofertas CIF não passam de R$ 75,00/saca. No Planalto Norte, a discrepância continua: compradores oferecem até R$ 75,00, contra pedidas mínimas de R$ 80,00/saca”, completa.

Colheita avança, mas mercado segue sem reação no Paraná. “O ritmo das negociações de milho no Paraná continua travado, com baixa liquidez e distanciamento entre pedidas e ofertas. Produtores pedem em média R$ 76,00/saca FOB, com registros pontuais de até R$ 80,00, mas o setor de rações permanece ofertando R$ 73,00 CIF, o que tem impedido fechamentos”, indica.

Mercado parado, mas Dourados antecipa possível reação no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul continua travado, com liquidez muito baixa e cotações em torno de R$ 46,00/saca, mesmo após semanas de quedas. Apesar da estabilidade nas principais praças, Dourados registrou alta inesperada nos últimos dias, o que pode sinalizar um movimento semelhante nas demais regiões”, conclui.

 





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Mercado do trigo segue pressionado



Quem precisa vender grãos, deve aguardar



Quem precisa vender grãos, deve aguardar
Quem precisa vender grãos, deve aguardar – Foto: Pixabay

O mercado de trigo permanece sob pressão, principalmente devido à vantagem competitiva dos moinhos localizados no litoral, que recebem grãos de alta qualidade a preços similares aos praticados no interior do Brasil. A proximidade desses moinhos com os centros consumidores reforça essa competitividade. Além disso, a colheita antecipada no Centro-Oeste contribui para a pressão baixista. No entanto, o cenário pode mudar a partir do segundo mês de 2026, caso se confirmem danos na qualidade da safra nos estados do Sul do país.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a recomendação aos produtores se mantém: quem precisa vender grãos deve aguardar, enquanto os compradores devem agir rapidamente. Entre os fatores de alta estão a recente desvalorização do dólar frente ao euro, que favorece exportações americanas, o acordo comercial entre EUA e Indonésia, o atraso na colheita da região do Mar Negro e a leve alta nos preços no Brasil (0,28% no RS e 0,26% no PR). Porém, esses movimentos positivos ainda são limitados pela concorrência com preços internacionais mais baixos, especialmente os do trigo argentino.

No campo dos fatores de baixa, a colheita acelerada na França está gerando estoques elevados e pode pressionar ainda mais os preços globais. A FranceAgriMer estima exportações modestas para fora da UE e um aumento de 66% nos estoques finais, o maior patamar em 21 anos. No Brasil, a possível ocorrência de geadas severas em agosto preocupa o setor, não pela quebra de safra em si, mas pelos efeitos colaterais observados nas últimas temporadas, quando a baixa qualidade permitiu a alguns moinhos forçar os preços para baixo, retraindo margens e demanda.

Diante desse cenário, o mercado segue com cautela, especialmente atento às condições climáticas e seus impactos na qualidade da safra nacional. A expectativa de maior necessidade de importação ainda não foi completamente considerada pela Conab, o que pode agravar o descompasso entre oferta e demanda interna nos próximos meses.

 





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