terça-feira, março 17, 2026

Política & Agro

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USDA eleva estimativa de colheita de soja nos EUA


Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana de 12 a 18 de setembro e publicada nesta quinta-feira (18), “na esteira do anúncio do relatório de oferta e demanda do USDA, em 12/09, o mercado da soja assumiu uma postura mais altista, embora o relatório e os fundamentos deste mercado sejam baixistas”. De acordo com a Ceema, “o fechamento desta quinta-feira (18) para o primeiro mês cotado, agora novembro, ficou em US$ 10,37/bushel, contra US$ 10,15 uma semana antes”.

O relatório do USDA elevou a estimativa de colheita nos Estados Unidos para 117,1 milhões de toneladas na safra 2025/26, frente a 116,8 milhões em agosto. “Os estoques finais estadunidenses somam agora 8,2 milhões de toneladas, contra 7,9 milhões de toneladas em agosto”, informou a Ceema. “A produção mundial de soja passou a 425,9 milhões de toneladas, contra 426,4 milhões, enquanto os estoques finais mundiais fechariam este novo ano comercial em 124 milhões de toneladas, contra 124,9 milhões em agosto”.

A entidade acrescentou que “a produção brasileira seria de 175 milhões de toneladas e a da Argentina de 48,5 milhões de toneladas, enquanto as importações chinesas foram mantidas em 112 milhões de toneladas”. O preço médio ao produtor de soja estadunidense para 2025/26 foi reduzido em 10 centavos de dólar, ficando agora em US$ 10,00/bushel.

A Ceema destacou ainda que “no dia 14/09, 5% da área de soja nos EUA havia sido colhida, contra 3% na média para esta época”. Do total das lavouras ainda a colher, “63% estavam em boas ou excelentes condições, contra 64% da semana anterior, sendo que 41% das lavouras registravam queda das folhas”.





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Produção mundial de milho recua para 1,286 bilhões de toneladas



Brasil deve produzir 131 milhões de toneladas de milho



Foto: Canva

Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na análise referente à semana de 12 a 18 de setembro publicada nesta quinta-feira (18), “na mesma lógica da soja, as cotações do milho subiram nesta semana, mesmo com um relatório de oferta e demanda baixista para o cereal”. A entidade acrescentou que “a mudança de primeiro mês cotado, em Chicago, ajudou nessa variação”. De acordo com a Ceema, “o fechamento desta quinta-feira (18) ficou em US$ 4,23/bushel, contra US$ 3,99 uma semana antes”.

O relatório de oferta e demanda do USDA, divulgado na sexta-feira (12), indicou que para o ano 2025/26 “a produção estadunidense será maior em cerca de 2 milhões de toneladas, atingindo agora 427,1 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais dos EUA somariam 53,6 milhões de toneladas, praticamente repetindo o volume de um mês antes”.

Segundo as informações, “a produção mundial de milho ficou estimada em 1,286 bilhão de toneladas, com recuo de 2 milhões sobre agosto, enquanto os estoques finais mundiais chegariam a 281,4 milhões, perdendo um milhão de toneladas sobre o anunciado em agosto”. A análise aponta ainda que “a produção brasileira ficaria em 131 milhões de toneladas e a da Argentina em 53 milhões de toneladas”. Diante disso, “o preço médio ao produtor estadunidense de milho, em 2025/26, ficou mantido em US$ 3,90/bushel”.

A Ceema informou também que “até o dia 14/09, a colheita estadunidense do cereal chegava a 7% da área semeada, ficando dentro da média histórica”. Das lavouras ainda a colher, “67% estavam entre boas a excelentes condições, sendo que 41% das mesmas estavam em fase de maturação”.





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Exportações de alimentos recuam em agosto


As exportações brasileiras de alimentos industrializados totalizaram US$ 5,9 bilhões em agosto, queda de 4,8% em relação a julho e de 1% frente a agosto de 2024, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA). O resultado reflete a retração das vendas para os Estados Unidos, após a entrada em vigor da tarifa adicional de 50%, que reduziu significativamente embarques de açúcares e proteínas animais.

Enquanto os EUA recuaram para US$ 332,7 milhões em compras (-27,7% ante julho), a China consolidou sua liderança como principal destino, somando US$ 1,32 bilhão em agosto, alta de 10,9% frente ao mês anterior e de expressivos 51% na comparação anual. O México também ganhou destaque, com embarques de US$ 221,1 milhões, impulsionados pelo forte aumento das vendas de proteínas animais, que avançaram mais de 360% em relação a agosto de 2024.

Apesar da queda pontual, o setor segue fortalecido. De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 36,44 bilhões, praticamente estáveis em relação ao mesmo período de 2024, embora com recuo de 7,7% em volume. No mercado interno, as vendas responderam por 72% do total, com alta nominal de 9,3%, acompanhando a expansão da renda e do emprego. Até julho, a indústria de alimentos registrava 2,114 milhões de postos de trabalho diretos, 3,3% a mais que no ano anterior.

As perspectivas, porém, ainda exigem cautela. A ABIA projeta que, no pior cenário, as exportações do setor podem recuar 4,5% entre agosto e dezembro. Além da tarifa nos EUA, os custos industriais seguem pressionados por insumos e embalagens, com alta acumulada de 7,9% no ano. 

 





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Produção mundial de trigo atinge 816,2 milhões de toneladas



Argentina projeta 19,5 milhões de toneladas de trigo



Foto: Canva

Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na análise referente à semana de 12 a 18 de setembro publicada nesta quinta-feira (18), “a cotação do trigo, para o primeiro mês cotado em Chicago, igualmente subiu nesta semana, fechando a quinta-feira (18) em US$ 5,24/bushel, contra US$ 5,03 uma semana antes”. De acordo com o relatório divulgado no dia 12/09 para o ano 2025/26, “a produção estadunidense foi mantida em 52,4 milhões de toneladas, porém os estoques finais foram reduzidos, ficando agora em 23 milhões de toneladas naquele país”.

Ainda conforme a Ceema, “a produção mundial de trigo subiu para 816,2 milhões de toneladas, ganhando quase 10 milhões sobre o indicado em agosto”. A análise destacou também que “os estoques finais mundiais subiram para 264,1 milhões de toneladas, quatro milhões a mais do que o indicado em agosto”.

Segundo a Ceema, “a produção da Argentina ficou projetada em 19,5 milhões de toneladas e a brasileira em 7,5 milhões”. O preço médio ao produtor estadunidense de trigo, em 2025/26, “foi reduzido em 20 centavos de dólar, ficando em US$ 5,10/bushel”.

Nos Estados Unidos, “a colheita do trigo de primavera, no dia 14/09, atingia 94% da área, contra 92% na média histórica para a data”. Já “o plantio do trigo de inverno alcançava 11% da área esperada, contra 13% na média histórica para a data”, informou a Ceema.





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Preço da soja oscila com valorização do Real


Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), na análise referente à semana de 12 a 18 de setembro publicada nesta quinta-feira (18), “no Brasil, apesar de Chicago um pouco mais forte e dos prêmios ainda firmes, a nova valorização do Real frente ao dólar, com nossa moeda passando a R$ 5,30/dólar e até menos em alguns momentos da semana, fez com que os preços se reacomodassem”. 

A soja, no Rio Grande do Sul,“apesar de a média ter subido para R$ 126,09/saco na semana, as principais praças locais registraram R$ 123,00”. Em outras regiões do país, “os valores da oleaginosa oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 126,00/saco”.

De acordo com análise com base nos dados do AgRural,“o plantio da nova safra de soja brasileira teria atingido, até o dia 11/09, a 0,12% da área esperada para todo o país, segundo o AgRural”. No Paraná, segundo o Deral, “a mesma teria atingido a 3% do total esperado em 16/09”. Para comparação, “em 2024 o plantio havia atingido 1% da área na mesma época, enquanto em 2023 e 2022 o índice era de 6% em meados de setembro”. A área plantada com soja no Paraná “está estimada em cerca de 5,8 milhões de hectares, com aumento de 1% na comparação com o ano anterior”.

No Mato Grosso do Sul, “com o fim do vazio sanitário em 15/09, o plantio da soja também iniciou”. A expectativa é de “uma área total de 4,79 milhões de hectares, com aumento de 5,9% sobre o ano anterior”. Em clima normal, “a produção deverá atingir 15,2 milhões de toneladas, ganhando 8,1% sobre o ano anterior”. Já “a produtividade média projetada é de 52,8 sacos/hectare, com crescimento de 2% sobre o ano anterior, conforme o apontado pela Aprosoja/MS”. 

A análise destacou que “além do clima, os altos custos de produção preocupam os produtores locais”. “Comparando com julho de 2024, observa-se alta expressiva em diversos fertilizantes: o MAP subiu 43%, o MAP Purificado 44%, a ureia 25% e o cloreto de potássio (KCL) 23%. Até mesmo insumos de uso complementar, como o Starter Manganês Platinum (+39%) e o Nitrato de Potássio (+16%), tiveram valorização relevante”.

Um estudo da Serasa Experian citado pela Ceema indica que “a soja responde por cerca de 30% do custeio total do agronegócio brasileiro e vem vivendo, nos últimos anos, um cenário de forte oscilação de receitas, custos e margens”. O estudo, a partir de dados dos últimos cinco anos, criou quatro categorias para analisar o impacto nas margens. Segundo o levantamento, “nas últimas cinco safras, o ciclo 2021/22 marcou o auge de rentabilidade para o produtor, com receita média de R$ 8.465,03 por hectare, impulsionada pelo preço da saca acima de R$ 150,00 e, em alguns casos, ultrapassando R$ 175,00”. No entanto, “a produtividade caiu 7% devido a condições climáticas adversas”. Em 2023/24, “a receita por hectare caiu 15% em relação ao pico registrado em 2021/22, chegando a R$ 6.922,12, acompanhada de queda de 3% na produtividade”.

O estudo ainda aponta que “os custos também pesaram”. Fertilizantes e defensivos “subiram fortemente entre 2021 e 2022, pressionados pela pandemia e pela guerra na Ucrânia”. O custo por hectare “atingiu o pico em 2022/23, com R$ 5.713,62 para produtores com terras próprias e R$ 7.505,49 para arrendatários”. A margem média do produtor proprietário “era de 48,6% em 2020/21, caiu para 29,6% em 2022/23 e recuperou para 35,7% em 2024/25”. Para o arrendatário, “a situação foi mais crítica: de 27,2% em 2020/21 para apenas 7,3% em 2023/24, com recuperação parcial para 14,8% em 2024/25”.

A Ceema também informou que “no Brasil identifica-se que a participação do óleo de soja, na margem de lucro da indústria de esmagamento, praticamente se igualou à do farelo nesta semana, atingindo um patamar recorde que reflete o avanço da demanda do setor de biodiesel”. A participação do óleo “na margem da indústria aumentou para 49%, enquanto a do farelo passou a 51%, no dia 11/09, após o Brasil ter elevado em agosto a mistura de biodiesel no diesel a 15%”. Segundo a ANP, “cerca de 80% do biocombustível foi feito a partir de óleo de soja”.

A Ceema comparou que “a participação média do farelo na margem de lucro das indústrias no ano passado foi 62,2%, enquanto a do óleo foi de 37,8%”. O valor do óleo de soja “posto na região de São Paulo, com 12% de ICMS, avançou 3,4% entre 4 e 11 de setembro, atingindo R$ 7.531,65/tonelada no dia 11/09, o maior patamar nominal desde 18 de novembro de 2024”. No período, “a chamada margem de esmagamento subiu 8,3%, chegando a R$ 495,70/tonelada”. O retorno financeiro da indústria, “em relação ao custo da soja, avançou para 23,9% no dia 11/09, segundo a Cepea”.

Em tal contexto, “espera-se que o Brasil esmague um recorde de 58,5 milhões de toneladas de soja em 2025”. Esse volume “seria 5% acima do registrado em 2024 e se deve ao impulso dado pelo biodiesel”. Com o aumento na perspectiva de processamento, “o estoque final total de soja foi ajustado para 4,4 milhões de toneladas, com queda de 5,4% frente à estimativa anterior, mas ainda acima das 4,1 milhões do ano passado”. Por outro lado, “a produção de farelo de soja foi elevada para 45,1 milhões de toneladas, com exportações projetadas em 23,6 milhões de toneladas e consumo interno em 19,5 milhões de toneladas”. Já “a produção de óleo de soja foi elevada para 11,7 milhões de toneladas, com exportações de 1,35 milhão de toneladas e consumo interno de 10,5 milhões de toneladas”, conforme os dados do Abiove.





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saiba como será o clima e os impactos para o campo


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou o Prognóstico Climático para a primavera de 2025. De acordo com o órgão, a estação começa no Hemisfério Sul em 22 de setembro, às 15h19, e termina em 21 de dezembro, às 12h03. O Inmet afirma que o período é de “transição entre as estações seca e chuvosa no setor central do Brasil”, marcado pela convergência de umidade vinda da Amazônia, o que influencia o início do regime chuvoso nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e em parte do centro-sul da Região Norte.

O levantamento aponta que, durante a primavera, os acumulados de precipitação no norte da Região Nordeste tendem a ficar abaixo de 100 milímetros, principalmente no norte do Piauí e no noroeste do Ceará. As temperaturas devem permanecer mais elevadas na maior parte da Região Norte, no interior do Nordeste e em áreas centrais do país.

O Inmet prevê que os primeiros episódios da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) poderão ocorrer já na primavera, levando chuvas ao Sudeste, Centro-Oeste, Acre e Rondônia. Para a Região Sul, a projeção inclui episódios de Complexos Convectivos de Mesoescala (CCM), associados a chuvas fortes, rajadas de vento, descargas atmosféricas e eventual granizo. O órgão destaca que “com o gradativo aumento das chuvas nesta época do ano, ocorre o início do plantio das principais culturas de verão”.

Sobre o Oceano Pacífico Equatorial, o Inmet registra que as médias mensais da região Niño 3.4 vêm mostrando anomalias próximas de 0,0°C desde março, caracterizando neutralidade no fenômeno El Niño-Oscilação Sul (ENOS). Entretanto, foi identificado um resfriamento progressivo. Em agosto, as anomalias variaram entre -0,3°C e -0,4°C, ainda dentro da faixa neutra. Projeções do APEC Climate Center indicam 65% de probabilidade de transição para La Niña no trimestre outubro-novembro-dezembro.

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Para a Região Norte, a previsão climática elaborada pelo CPTEC/INMET/FUNCEME indica chuvas próximas ou abaixo da média histórica, com exceção do sudoeste e nordeste do Amazonas e do centro-leste do Acre e do Amapá, onde os volumes podem ficar acima da média. As temperaturas devem se manter acima do padrão climatológico, especialmente em Roraima, Pará e Tocantins, com valores de 1ºC a 2ºC acima do normal. O Inmet alerta que “a falta de chuva no sul da Amazônia, aliada às altas temperaturas e à baixa umidade relativa do ar, tende a favorecer a incidência de queimadas e incêndios florestais, principalmente em outubro”.

Para a Região Nordeste, o prognóstico aponta chuvas abaixo da média no centro-oeste, incluindo o centro-sul do Maranhão e do Piauí e o noroeste da Bahia. Na parte centro-leste, os volumes podem ficar próximos ou acima da média. A previsão de temperatura é de predominância de condições acima da média histórica, especialmente no sudoeste do Maranhão.

Na Região Centro-Oeste, são esperadas chuvas próximas ou acima da média, com retorno gradual das precipitações entre meados de outubro e início de novembro. Há possibilidade de ocorrência dos primeiros episódios da ZCAS nos próximos meses. A previsão de temperatura também é de valores acima da média climatológica.

Para o Sudeste, a previsão é de chuvas próximas ou acima da média, com tendência de maior regularidade nos próximos meses. As temperaturas devem permanecer acima da média, sobretudo no interior.

Na Região Sul, o Inmet projeta chuvas próximas da média histórica, com volumes superiores a 300 milímetros em algumas áreas. As temperaturas previstas devem se manter acima do padrão climatológico, principalmente no centro-oeste do Rio Grande do Sul.

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O instituto ressalta que a previsão dos modelos climáticos para o possível início de La Niña em 2025 levanta questionamentos sobre impactos no início da safra de verão. Segundo o Inmet, “em geral, o fenômeno La Niña está associado à redução das chuvas na Região Sul do Brasil e ao aumento da precipitação nas Regiões Norte e Nordeste”. O órgão destaca que a variabilidade climática resulta da interação de diversos fatores atmosféricos e oceânicos, podendo atenuar ou intensificar os efeitos do fenômeno.

As projeções indicam que chuvas acima da média no litoral do Nordeste podem elevar a umidade do solo e beneficiar culturas como feijão e milho da terceira safra. No interior, precipitações abaixo da média podem aumentar riscos de déficit hídrico e comprometer a implantação da soja no MATOPIBA. No Centro-Oeste e no Sudeste, o retorno das chuvas é visto como fator essencial para recompor o armazenamento hídrico do solo e garantir o desenvolvimento inicial das lavouras de soja e milho da primeira safra. Para a Região Sul, chuvas próximas da média podem favorecer o início da safra de grãos, mas há preocupação com o risco de doenças fúngicas no trigo em florescimento.





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Sumitomo Chemical reforça compromisso com a pecuária sustentável brasileira com lançamento


Companhia lança Portfólio E, sua mais nova linha de Pastagem e traz ao mercado o inédito herbicida, Tempest®? E com formulação exclusiva para o manejo de plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle

Com base no Conceito E, nome dado aos compromissos da Sumitomo Chemical com toda a cadeia produtiva da pecuária brasileira, apoiada nos pilares da Experiência, Excelência, Eficiência e Equilíbrio, a companhia reúne hoje (18), pela primeira vez, cerca de mil pecuaristas e parceiros comerciais numa conexão presencial e online para lançar ao mercado sua mais nova linha de Pastagem, o Portfólio E, já com solução inédita, o herbicida Tempest®? E. A ocasião especial, batizada de Jornada de Excelência, é realizado em São Paulo e conta com a transmissão simultânea para 26 municípios de 12 estados brasileiros.

“Esse movimento oficializa e celebra o propósito da companhia no Brasil juntos de quem nos move: o pecuarista. Também inaugura a nova fase de nosso portfólio sob o guarda-chuva estratégico do Conceito, que fundamenta o nosso jeito de cuidar do pasto”, afirma o diretor comercial de Pastagem da Sumitomo Chemical, Paulo Pimentel.

Lançamento Tempest®? E

O Tempest®? E, um herbicida seletivo de ação sistêmica, chega como protagonista no controle de plantas daninhas de difícil e extrema dificuldade de controle das pastagens. E, marca um passo ainda maior na evolução da linha Pastagem da Sumitomo Chemical, trazendo a tradição e qualidade da cultura japonesa orientadas a solucionar os desafios dos pecuaristas.

A formulação inédita desse lançamento alia alto espectro de controle, eficácia comprovada e elevada seletividade, o que permite ao pecuarista uma pastagem limpa e vigorosa, aumentando a produção de massa verde por hectare e, consequentemente, elevando o potencial de arrobas por área. 

A tecnologia não causa fitotoxicidade, oferecendo segurança na aplicação e preservando o capim. Outro diferencial está em sua concentração, que exige menor volume por hectare quando comparado a concorrentes, proporcionando benefícios logísticos, financeiros e sustentáveis, já que reduz a quantidade de embalagens e reforça o compromisso com a eficiência no uso dos recursos.

“Quanto maior a incidência de plantas daninhas, menor é a qualidade da pastagem, já que as invasoras competem por luz, nutrientes, água e espaço, além de hospedar pragas que comprometem o desenvolvimento da área. Uma pastagem limpa e fortalecida possibilita aumentar o número de cabeças por hectare, ampliando o plantel e melhorando a rentabilidade. O Tempest®? E responde a essa necessidade, posicionando-se como a solução mais completa para o controle de invasoras resistentes e de difícil manejo”, destaca o Gerente de herbicidas da Sumitomo Chemical, Luciano Teixeira. 

Na prática, isso se traduz em mais simplicidade na lida diária: menos produto para dosar, transportar, armazenar e menos embalagens para o time de campo descartar. “Tempest®? E entrega controle efetivo das plantas daninhas e também traz eficiência e praticidade operacional, liberando mais tempo e recursos para o pecuarista focar no que realmente importa: aumentar a produtividade da produção e da fazenda. Nossa missão é apoiar o pecuarista para que ele produza mais arrobas com equilíbrio econômico e ambiental”, ressalta Teixeira. 

Conceito E

O Conceito E é um propósito criado pela Sumitomo Chemical para proporcionar ao pecuarista brasileiro uma experiência positiva que une excelência no uso do solo, eficiência econômica e equilíbrio entre o meio ambiente e o sistema produtivo. Mais do que um posicionamento, trata-se de um compromisso da companhia em apoiar a pecuária nacional com soluções e iniciativas que gerem valor sustentável, produtividade e segurança para o campo.

Desse propósito nasceu a Expedição da Produtividade, projeto que leva ao produtor um conjunto de informações práticas para apoiar a tomada de decisão e promover ganhos reais em eficiência e qualidade. A ação oferece um diagnóstico sobre o momento da propriedade e indica os investimentos necessários para potencializar os resultados no manejo da pastagem, ampliando sua capacidade de suporte animal. Já em sua segunda edição, a iniciativa percorreu mais de 1,5 mil propriedades em todo o Brasil, totalizando mais de 800 mil hectares avaliados nas principais regiões produtoras do país.

Pastagem nos Une

O evento Jornada de Excelência inicia a conexão entre tradição, inovação, pesquisa, futuro e sustentabilidade, ponto de partida da Sumitomo Chemical, uma empresa de origem japonesa, que em 2025 está completando 50 anos de atuação no Brasil e cinco anos de presença no varejo de insumos agrícolas. Para celebrar as importantes datas e estar cada vez mais conectada com seus clientes, a companhia lançou o posicionamento de marca com o tema “Pastagem nos Une”.

A união entre os valores japoneses e a vivência em solo brasileiro que deu a origem ao nosso jeito de cuidar do pasto. Esse cuidado, que vem do coração, nos conecta com quem está na lida, nos conduz à excelência e nos impulsiona em direção a um propósito comum. “A união está presente em tudo o que fazemos. Ao cuidar da pastagem, cuidamos do futuro. Dia após dia, confirmamos que a pastagem não é apenas o que alimenta o gado – é o que sustenta nossos sonhos, nossa história e o amanhã que estamos construindo”, afirma Pimentel, diretor de Pastagem da Sumitomo Chemical. 

Mercado

O impacto da inovação chega em um momento estratégico para o Brasil no cenário global de proteínas. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), em agosto de 2025 o país exportou 299,4 mil toneladas de carne bovina, volume 20,7% superior ao registrado no mesmo mês de 2024 e o segundo maior da série histórica, atrás apenas de julho deste ano. A China manteve a liderança, importando 161 mil toneladas, o equivalente a 53,7% do total embarcado, seguida por Rússia (14,2 mil t), México (13,3 mil t), Chile (12 mil t) e União Europeia (11,2 mil t). Já os Estados Unidos registraram retração significativa, embarcando 9,3 mil toneladas em agosto, queda de 51,1% em relação ao mesmo período do ano anterior,mas permanecem como o segundo principal destino da carne bovina brasileira no acumulado de 2025.

Sobre a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro

Sediada em Tóquio, no Japão, a Sumitomo Chemical – Soluções para o Agro é uma das principais empresas de pesquisa e desenvolvimento de inovações para o campo no mundo. Fundada em 1913, está presente em mais de 180 países, com cerca de 34 mil funcionários. Na América Latina, a companhia opera com soluções para a agricultura e saúde ambiental, com o objetivo de promover o bem-estar e oferecer propostas sustentáveis para a produção de alimentos e a saúde da sociedade. No Brasil, a Sumitomo Chemical realiza suas atividades a partir de um escritório central, localizado em São Paulo (SP), um centro de pesquisas em Mogi Mirim (SP), um centro de inovação e uma fábrica, ambos em Maracanaú (CE), além de contar com unidades de distribuição e equipe técnica altamente capacitada em todo o território nacional. É signatária do Pacto Global e promove ações para contribuir com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que estipula metas para transformar o mundo até 2030.





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Wall Street fecha em alta e índices registram ganhos semanais


Logotipo Reuters

Por Abigail Summerville e Purvi Agarwal

(Reuters) – Os principais índices de Wall Street fecharam em alta nesta sexta-feira e também registraram ganhos semanais, com a FedEx subindo após resultados positivos.

O Dow Jones subiu 0,37%, para 46.315,27 pontos. O S&P 500 ganhou 0,49%, para 6.664,36 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,72%, para 22.631,48 pontos.

Na semana, o S&P 500 subiu 1,2%, o Nasdaq avançou 2,2% e o Dow Jones ganhou 1,05%.

A FedEx subiu 2,1% depois de registrar lucro trimestral e receita acima das estimativas de analistas na quinta-feira, conforme o corte de custos e a força das entregas domésticas ajudaram a compensar os volumes internacionais mais fracos.

A Apple subiu 3,2% após um aumento do preço-alvo da J.P. Morgan, enquanto os ganhos da Palantir Technologies e da Oracle também impulsionaram o setor de tecnologia do S&P 500, que avançou 1,19%.

Sete dos 11 setores do S&P 500 subiram, enquanto o de energia foi o que mais pesou.

O S&P 500 e o Nasdaq registraram sua terceira semana consecutiva de ganhos, impulsionados pelo primeiro corte na taxa de juros do Fed em 2025 e por indicações de mais flexibilização da política monetária. O otimismo renovado em torno do comércio de ações vinculado à inteligência artificial também contribuiu para a alta.

“Certamente, se a ideia for a de que o Fed está se movendo na direção de relaxar a meta de inflação, essa é definitivamente uma receita para se acelerar, e isso é bom para as ações”, disse Scott Ladner, diretor de investimentos da Horizon Investments.





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Algodão tem terceira queda mensal


Os preços internos do algodão registraram em agosto a terceira queda mensal consecutiva, com recuo de 2,7% em Rondonópolis (MT), para R$ 3,81 por libra-peso. A desvalorização reflete a pressão das cotações internacionais, o avanço da colheita e do beneficiamento no Brasil, em um cenário de oferta elevada.

De acordo com a Conab, a colheita da safra 2024/25 atingiu 73% até agosto, abaixo dos 88% do mesmo período de 2024 e da média de cinco anos, de 87%. Os maiores atrasos foram registrados em Mato Grosso e Bahia, principais estados produtores. Mesmo assim, a produção deve alcançar volume recorde, com oferta total de 4,7 milhões de toneladas entre estoques iniciais e a colheita, o que reforça a necessidade de maior ritmo das exportações.

No cenário internacional, os preços seguem pressionados pelo estoque mundial confortável, pelo fraco crescimento econômico global, pelas incertezas comerciais e pela perspectiva de novas quedas no petróleo. Esses fatores aumentam as chances de manutenção ou até de novas baixas nas cotações da pluma no curto e médio prazo.

Em agosto, os embarques somaram 77 mil toneladas, queda de 33% em relação ao mesmo mês do ano passado. O resultado representa o pior início de temporada (agosto a julho) desde 2022/23, quando foram exportadas apenas 64 mil toneladas. Para 2025/26, a expectativa é que os embarques atinjam 3,1 milhões de toneladas de pluma.

“Diante do estoque mundial confortável, do fraco crescimento econômico global, das incertezas comerciais e da perspectiva de novas quedas nos preços do petróleo, vemos mais fatores para manutenção ou queda das cotações da pluma do que para valorização”, avalia Francisco Queiroz, especialista da Consultoria Agro do Itaú BBA.

 





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Queda nas cotações do boi gordo em São Paulo



Cotação do boi China recua R$ 5,00/@ na semana



Foto: Divulgação

De acordo com análise divulgada na sexta-feira (19) pelo informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, as cotações do boi gordo em São Paulo apresentaram queda ao longo da terceira semana de setembro. O levantamento aponta que os preços do boi gordo, das fêmeas e do “boi China” recuaram R$ 5,00/@ no período. Segundo a publicação, “esse movimento foi resultado do alongamento das escalas de abate”, cenário que possibilitou a redução dos preços ofertados por parte dos frigoríficos. O ritmo mais lento das vendas de carne também colaborou para a pressão sobre os preços, levando compradores a negociações mais cautelosas e buscando oportunidades pontuais.

Na comparação diária, o informativo indica que a cotação do boi gordo caiu R$ 2,00/@, enquanto a das fêmeas permaneceu estável. As escalas de abate ficaram, em média, em dez dias.

Em Minas Gerais, a análise mostra que as cotações foram influenciadas pela oferta confortável de bovinos e pelo alongamento das escalas. O levantamento aponta queda diária em três das quatro praças pecuárias do estado. No Triângulo Mineiro, a cotação do boi gordo caiu R$ 2,00/@ e a da vaca recuou R$ 3,00/@. Na região de Belo Horizonte, houve retração de R$ 2,00/@ para o boi gordo, enquanto os preços da vaca e da novilha permaneceram estáveis. No Norte do estado, não foram observadas alterações nas cotações. Já no Sul, a cotação da vaca caiu R$ 2,00/@, enquanto as demais categorias permaneceram estáveis.





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