sexta-feira, março 20, 2026

Política & Agro

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Inoculação de soja reduz custos e aumenta produtividade



Além do impacto econômico, a prática fortalece a saúde do solo



Além do impacto econômico, a prática fortalece a saúde do solo
Além do impacto econômico, a prática fortalece a saúde do solo – Foto: Nadia Borges

A inoculação da soja vem ganhando destaque como estratégia essencial para reduzir custos e aumentar a sustentabilidade da produção. De acordo com a CropLife Brasil, o uso de inoculantes cresceu 15% na safra 2023/2024 em relação à anterior, com média anual de aumento de 21% nos últimos três anos — quatro vezes acima da média global. A técnica, que utiliza bactérias fixadoras de Nitrogênio, substitui grande parte da adubação nitrogenada, gerando economia expressiva. Considerando a produtividade média nacional de 3.560 kg/ha (Conab, 2024/25), a fixação biológica de Nitrogênio (FBN) pode evitar gastos de cerca de R$ 3.000,00 por hectare com Ureia.

Segundo Fernando Bonafé Sei, gerente técnico da Novonesis, a FBN pode fornecer mais de 300 kg de nitrogênio por hectare, reduzindo custos em até 95% e aumentando a produtividade em até 8% com a reinoculação anual (Embrapa, 2020). Além do impacto econômico, a prática fortalece a saúde do solo, promove a atividade microbiana e contribui para a ciclagem de nutrientes, alinhando-se a uma agricultura de menor impacto ambiental.

“A simbiose estabelecida entre as plantas e as bactérias fixadoras de nitrogênio permite que a cultura acesse e disponibilize o nitrogênio atmosférico, minimizando a dependência de fertilizantes sintéticos. Isso não apenas reduz o investimento financeiro do produtor, mas também contribui para a saúde do solo em longo prazo, diminuindo o custo ambiental da produção”, comenta.

Estudo da Novonesis, publicado no International Journal of Life Cycle Assessment, mostrou que o uso do inoculante Optimize® reduziu em até 4% as emissões de gases de efeito estufa por tonelada de soja produzida. A empresa também desenvolveu o CTS 1000®, que amplia a viabilidade das bactérias para até 90 dias após o tratamento industrial de sementes, proporcionando ganhos médios de 8,5 sacas/ha e nodulação mais eficiente.

 





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Café paranaense obtém Denominação de Origem inédita



“O Brasil possui um potencial gigantesco para transformar produtos em símbolos”



“O Brasil possui um potencial gigantesco para transformar produtos locais em símbolos"
“O Brasil possui um potencial gigantesco para transformar produtos locais em símbolos” – Foto: Divulgação

O café de Mandaguari (PR) acaba de conquistar a primeira Denominação de Origem (DO) do Brasil baseada em análise microbiológica. O reconhecimento, oficializado pelo INPI, foi resultado de uma parceria entre a GoGenetic Agro e a Viva Soluções, que utilizaram um estudo inédito do microbioma dos grãos para comprovar a singularidade do produto. A técnica identificou microrganismos específicos presentes no café da região, inexistentes em outras áreas produtoras, reforçando o vínculo entre terroir e qualidade.

Segundo Ton Lugarini, da Viva Soluções, o projeto reduziu drasticamente o tempo e o custo de comprovação técnica exigidos para uma DO. Enquanto estudos acadêmicos podem levar anos, a GoGenetic concluiu coleta, sequenciamento e laudos em apenas 40 dias. Essa base científica foi incorporada ao caderno de especificações e demais requisitos do processo, que durou cerca de um ano e meio até o reconhecimento.

O modelo segue uma tendência global: dados da OMPI mostram mais de 10 mil Indicações Geográficas registradas no mundo, com produtos que podem alcançar até 2,23 vezes mais valor que equivalentes genéricos. No Brasil, segundo o INPI, há 139 IGs, sendo 31 DOs. Casos como o Queijo Canastra e o vinho do Vale dos Vinhedos mostram que o selo impulsiona exportações, turismo e marketing territorial. “Comprovamos cientificamente que os cafés de Mandaguari são únicos. Foi a primeira vez que usamos análise de microbiota para sustentar um pedido de DO”, comenta.

Para Eduardo Balsanelli, da GoGenetic, a conquista vai além da chancela oficial, representando uma oportunidade de posicionar Mandaguari no mercado internacional com um café de perfil adocicado, notas florais e forte identidade cultural. Ele destaca que a união de ciência, tradição e estratégia pode transformar produtos locais em ícones globais, criando valor para produtores e fortalecendo o agro brasileiro.

“O Brasil possui um potencial gigantesco para transformar produtos locais em símbolos de excelência global. E a história do café de Mandaguari mostra que tradição, ciência e estratégia podem — e devem — caminhar juntas”, analisa.

 





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Soja guaxa resistente desafia produtores de milho e sorgo


A presença de soja guaxa resistente a herbicidas, especialmente ao glifosato, 2,4-D e ao dicamba, vem se tornando um problema crescente nas áreas de rotação com milho e sorgo, com impactos ainda mais significativos quando há consórcio com forrageiras, como a Brachiaria. Segundo a agrônoma Jessica Wegener Possamai, essa planta daninha, originada de sementes remanescentes da última safra de soja, exige atenção redobrada e manejo estratégico para evitar prejuízos.

“A presença de soja guaxa resistente a herbicidas, especialmente ao glifosato, 2,4-d e ao dicamba, é um desafio crescente nas áreas de rotação com milho e sorgo, especialmente quando se pretende consorciar essas culturas com forrageiras, como é o caso da Brachiaria”, comenta.

O risco vai muito além da simples competição por luz, água e nutrientes. A soja guaxa também pode servir como hospedeira de pragas, como percevejos e lagartas, e de doenças, como ferrugem e mancha-alvo. Além disso, reduz a eficiência de herbicidas pós-emergentes, elevando o número de aplicações e o custo operacional. As perdas de produtividade no milho e no sorgo podem variar entre 8% e 15%, enquanto o gasto adicional com manejo pode chegar a R$ 300 por hectare, especialmente em casos de resistência múltipla.

Entre as estratégias recomendadas, destacam-se a rotação de mecanismos de ação, incluindo atrazina ou terbutilazina, a preferência por herbicidas com efeito residual, o controle antecipado antes da competição inicial e o uso de métodos culturais, como rotação de culturas e coberturas vegetais. Essas práticas reduzem a pressão da planta daninha e ajudam a preservar a eficácia das moléculas disponíveis no mercado.

“No manejo de plantas daninhas, o barato pode sair muito caro. Ignorar a soja guaxa resistente é comprometer não só a safra atual, mas também a sanidade produtiva das próximas safras”, conclui.

 





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Soja sobe em Chicago com apoio do USDA e clima seco


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quarta-feira em alta, impulsionada por um relatório positivo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pelo prêmio de risco climático. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de setembro, referência para a safra brasileira, subiu 1,11% (US$ 11,20/bushel), a US$ 1.024,00, enquanto novembro avançou 1,11% (US$ 11,40/bushel), a US$ 1.044,20. No farelo, setembro ganhou 1,99% (US$ 5,60/ton curta), a US$ 287,00, e o óleo para o mesmo mês subiu 0,28% (US$ 0,15/libra-peso), a US$ 53,39.

A valorização foi sustentada pela redução nas projeções da safra norte-americana, que passaram de 117,98 para 116,82 milhões de toneladas, abaixo das estimativas do mercado (118,80 milhões). Os estoques finais também foram ajustados para baixo, de 8,44 para 7,89 milhões de toneladas, contra previsão anterior de 9,50 milhões. Esses dados reforçaram a recompra de posições e mantiveram o ritmo de alta iniciado no início da semana.

Além disso, previsões climáticas indicam tempo mais seco no cinturão agrícola dos EUA nos próximos dias, fator que pode beneficiar a colheita do milho, mas ainda preocupa a soja, em fase crítica de desenvolvimento. A possibilidade de que a escassez de chuvas afete as lavouras levou investidores a adicionar um prêmio de risco climático às cotações. A previsão estendida de 8 a 14 dias segue indicando precipitações abaixo da média para grande parte das áreas produtoras de soja e milho no Centro-Oeste americano, cenário que mantém o viés altista no mercado internacional.

 





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Exterior facilita negociações da soja


A valorização externa favorece as negociações da soja no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 08/08 (entrega julho até 07/08) ficaram em R$ 143,00 porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pgto. 29/08. R$ 133,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto. R$ 133,00 Ijuí– Pgto. 29/08 – para fábrica. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 11/09. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 122,00 a saca ao produtor”, comenta.

Demanda externa impulsiona perspectivas para produtores catarinenses. “O cenário nacional de preços firmes e a demanda externa aquecida, impulsionada pela menor oferta norte-americana e pelo forte procura chinesa por grãos sul-americanos, criam um ambiente positivo para futuras negociações no estado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,83”, completa a consultoria.

No Paraná, mantém-se uma estabilidade nos preços da soja com demanda aquecida. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,78 (-0,85%). Em Cascavel, o preço foi 127,94 (+0,45%). Em Maringá, o preço foi de R$ 128,83 (+0,23%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,85 (+0,64%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,30 (+0,15%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O mercado de soja, em Mato Grosso do Sul, segue atento à demanda chinesa e aos custos logísticos. “A perspectiva de aumento nas exportações reforça a necessidade de planejamento para escoamento e armazenamento, especialmente diante dos custos de frete, que permanecem como fator decisivo na formação da margem de lucro e ainda muito altos. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,78 (+0,30%), Campo Grande em R$ 121,78 (+0,30%), Maracaju em R$ 121,78 (+0,30%), Chapadão do Sul a R$ 120,65 (0,63%), Sidrolândia a em R$ 121,78 (+0,30%)”, informa.

A venda imediata avança, mas a comercialização segue lenta em Mato Grosso. “A China reforça seu protagonismo ao ampliar as compras de soja brasileira, fator que favorece os produtores locais. Campo Verde: R$ 122,20. Lucas do Rio Verde: R$ 118,10, Nova Mutum: R$ 118,10. Primavera do Leste: R$ 122,20. Rondonópolis: R$ 122,20. Sorriso: R$ 118,10”, conclui.

 





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Milho oscila na B3 e recupera em Chicago


O mercado de milho apresentou comportamento misto nesta quarta-feira, refletindo a concorrência da safra americana e ajustes nas estimativas de exportação brasileiras. Segundo a TF Agroeconômica, na B3, os contratos mais curtos encerraram em leve alta, enquanto os vencimentos após março de 2026 recuaram. 

A pressão vem do milho dos EUA, mais barato e com fortes vendas externas, justamente no momento em que a demanda deveria favorecer os portos brasileiros. Apesar disso, a ANEC revisou para cima sua projeção de embarques de milho em agosto, de 7,58 para 7,97 milhões de toneladas, bem acima dos 6,42 milhões do mesmo mês de 2023.

Nos fechamentos da B3, setembro/25 terminou a R$ 64,85 (+R$ 0,07 no dia, -R$ 0,69 na semana), novembro/25 a R$ 66,97 (+R$ 0,09 no dia, -R$ 0,86 na semana) e janeiro/26 a R$ 70,00 (+R$ 0,02 no dia, -R$ 0,49 na semana).

Em Chicago (CBOT), o milho avançou com compras de oportunidade e suporte de dados positivos do setor de etanol. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, fechou a US$ 374,00 (+0,67% ou +US$ 2,40/bushel) e o de dezembro a US$ 397,20 (+0,68% ou +US$ 2,60/bushel).

A recuperação em Chicago ocorreu após as quedas motivadas pelo USDA, que projetou produção recorde nos EUA de 425,26 milhões de toneladas. O mercado agora aposta em maior demanda doméstica e exportações, apoiado no aumento de 1,1% na produção diária de etanol e queda de 4,7% nos estoques. A expectativa é que o USDA reporte vendas semanais entre 1 e 3 milhões de toneladas na nova safra. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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Boi gordo e “boi China” registram alta no país


O bom desempenho nas vendas de carne bovina impulsionou a valorização do boi gordo, do “boi China” e das férias em São Paulo, segundo análise divulgada nesta terça-feira (12) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. As cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$ 1,00/@, enquanto a vaca registrou alta de R$ 2,00/@. A novela manteve o mesmo valor do dia anterior. As escalas de abate no estado estavam, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, houve alta para o boi gordo e o “boi China”. No caso das fêmeas, o cenário foi de estabilidade na maior parte das fazendas pecuárias, com exceção do Norte e do Sudoeste, onde uma novilha apresentou avanço. Na região Norte, o boi gordo arrecadou R$ 3,00/@ e a novilha R$ 5,00/@. No Sudoeste, tanto o boi gordo quanto a novilha tiveram alta de R$ 5,00/@, enquanto a vaca manteve o preço.

Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo avançou R$ 5,00/@, sem variações para vaca e novidade. No Sudeste do estado, o boi gordo também arrecadou R$ 5,00/@, e os preços das demais categorias tiveram resultados resultantes. O “boi China” registrou alta de R$ 5,00/@ no estado.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 80,4 mil toneladas até a segunda semana de agosto, com média diária de 13,4 mil toneladas — aumento de 35,7% em relação a agosto de 2024. O preço médio por tonelada ficou em US$ 5,5 mil, alta de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado.





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Estimativas de grãos sofrem revisões


O mais recente boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe revisões importantes para a safra mundial de soja e milho, impactando as projeções de produção, estoques e exportações dos maiores players do mercado agrícola.

No cenário global da soja, a produção total foi ligeiramente reduzida, passando de 427,68 para 426,39 milhões de toneladas. Os estoques finais também recuaram, de 126,07 para 124,9 milhões de toneladas. O Brasil mantém a liderança com uma produção estimada em 175 milhões de toneladas, além de exportar cerca de 112 milhões de toneladas. Os estoques finais brasileiros tiveram leve redução, de 62,73 para 62,43 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, a soja apresenta uma leve queda na produção, revisada para 116,81 milhões de toneladas, embora a produtividade tenha registrado aumento, passando de 58,85 para 60,08 sacas por hectare. Os estoques finais americanos caíram para 7,89 milhões de toneladas, e as exportações foram projetadas em 46,4 milhões de toneladas, abaixo das estimativas anteriores.

A Argentina manteve sua produção em 48,5 milhões de toneladas, com previsão de exportações em crescimento, de 5 para 5,8 milhões de toneladas. Já a China mantém sua produção estável em 21 milhões de toneladas, com importações estimadas em 112 milhões, reforçando seu papel como maior comprador mundial da oleaginosa.

No mercado mundial de milho, as estimativas foram elevadas, com a produção global aumentando de 1,263 para 1,288 bilhão de toneladas, e os estoques finais subindo para 282,54 milhões de toneladas. O Brasil projeta uma safra robusta de 131 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 43 milhões.

Os Estados Unidos destacam-se com um forte crescimento na produção de milho, que subiu de 398,93 para 425,26 milhões de toneladas, acompanhada de aumento da produtividade para 197,51 sacas por hectare. A área plantada cresceu para 97,3 milhões de acres e a área colhida para 88,7 milhões. Os estoques finais americanos também tiveram alta significativa, chegando a 53,77 milhões de toneladas, enquanto as exportações projetadas passaram para 73,03 milhões de toneladas.

Na Argentina, a produção foi ajustada para 53 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 37 milhões. Já a Ucrânia registrou revisão positiva, com a produção passando de 30,5 para 32 milhões de toneladas, e exportações aumentando de 24 para 25,5 milhões de toneladas.

 





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aumento da mistura de etanol na gasolina pressiona preços



No Brasil, os preços internos permaneceram firmes




Foto: Divulgação

O mercado de açúcar encerrou julho com preços em alta, reflexo direto do aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que entrou em vigor a partir de agosto. A mudança para o B15 elevou a demanda pelo biocombustível, impactando o mix de produção das usinas e sustentando as cotações do adoçante.

Segundo o relatório Agro Mensal Itaú BBA, a maior destinação da cana para produção de etanol reduziu a oferta de açúcar no mercado, pressionando os preços internacionais. A volatilidade do petróleo e a incerteza geopolítica global também contribuíram para a oscilação das cotações.

No Brasil, os preços internos permaneceram firmes, apoiados pela competitividade das exportações. O real mais fraco frente ao dólar favoreceu os embarques, garantindo margens atrativas para o setor sucroenergético.

No cenário internacional, a demanda por açúcar brasileiro segue elevada, especialmente por parte de países asiáticos e do Oriente Médio. A redução da oferta de alguns concorrentes, como Índia e Tailândia, ampliou o espaço para o produto nacional no mercado global.

O clima favorável nas regiões produtoras de cana-de-açúcar ajudou a manter um bom ritmo de moagem, mas a expectativa é de que as usinas continuem priorizando o etanol enquanto a paridade de preços se mantiver vantajosa.

Para os próximos meses, o setor seguirá atento às variações cambiais e à evolução da demanda global, com projeções que indicam continuidade de preços sustentados até o encerramento da safra 2025/26.





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