quarta-feira, março 18, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

exportações do agro faturam US$ 12,8 bilhões de janeiro a agosto


Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, “as exportações do agronegócio mineiro alcançaram US$ 12,8 bilhões no acumulado de janeiro a agosto deste ano, com crescimento de 13,5% em relação ao mesmo período do ano anterior”. O órgão informou ainda que, “com esse resultado recorde para o período, Minas Gerais se mantém como o terceiro maior exportador de produtos agropecuários, respondendo por 12% da receita do agro nacional”. O volume embarcado somou 11,6 milhões de toneladas, com redução de 8,7% em comparação aos meses de janeiro a agosto do ano anterior.

Mais de 590 diferentes produtos agropecuários mineiros foram enviados para 174 países. A Secretaria destacou que “o café, carro-chefe das exportações do agro mineiro, alcançou US$ 6,88 bilhões, respondendo por mais da metade da receita do agro”. A receita registrou salto de 52% em relação a 2024, em função da valorização dos preços, do câmbio favorável e da manutenção da qualidade que consolida Minas Gerais como referência no fornecimento do grão. O estado responde, sozinho, por cerca de 70% das exportações brasileiras de café, confirmando sua liderança no segmento.

O complexo soja (grãos, óleo e farelo) registrou US$ 2,4 bilhões com o embarque de 6 milhões de toneladas, queda de 18% e 10%, respectivamente. O volume alcançou a 3 milhões de toneladas, totalizando US$ 1,2 bilhão, com queda de 18,3% na receita.

A receita do setor de carnes (bovina, suína e frango) alcançou US$ 1,2 bilhão no período. O volume total ficou em 324 mil toneladas. A demanda chinesa permanece como motor essencial desse segmento, complementada pela expansão dos embarques para países do Oriente Médio. Os produtos florestais (celulose, madeira e papel) alcançaram cerca de US$ 653 milhões, com o volume embarcado ficou em 1 milhão de toneladas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Óxidos de cálcio e magnésio podem auxiliar na recuperação de pastagens


Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), “no Brasil, cerca de 60% das pastagens apresentam algum grau de degradação”. A instituição informa que esse cenário ocorre porque muitas áreas ainda são exploradas de forma extrativista, sem manejo adequado ou reposição de nutrientes, o que compromete a fertilidade do solo. De acordo com a Embrapa, o problema se agrava pela limitada disponibilidade de crédito para renovação das áreas e pela falta de assistência técnica especializada, dificultando o planejamento do manejo e a aplicação correta de insumos, especialmente entre pecuaristas de pequeno e médio porte. Essa situação resulta em pastagens menos produtivas, com menor acúmulo de massa verde e redução da lotação animal por hectare, comprometendo diretamente a produtividade e a sustentabilidade da pecuária. Nesse contexto, a Embrapa aponta que o manejo com óxidos de Cálcio e Magnésio se apresenta como uma alternativa eficaz, uma vez que estudos agronômicos comprovam incrementos superiores a 100% em massa verde ou matéria seca, resultando em maior disponibilidade de alimento para o rebanho, maior capacidade de suporte e ganhos em eficiência produtiva dentro da mesma área.

Os resultados positivos, segundo a Embrapa, decorrem do mecanismo de ação dos minerais, que ajustam o pH do solo, tornam nutrientes essenciais mais acessíveis e criam condições químicas equilibradas para o crescimento das gramíneas. A instituição destaca que um exemplo é o fósforo, que em solos degradados tende a se fixar em minerais e outros elementos químicos, tornando-se indisponível para absorção pelas plantas. O óxido de cálcio e magnésio atua diretamente na liberação de parte desse macronutriente, favorecendo o crescimento de raízes mais fortes e profundas. Esse desenvolvimento radicular permite maior acúmulo de biomassa, resistência ao pisoteio e capacidade de recuperação rápida após o pastejo, oferecendo ganhos concretos para o pecuarista desde as primeiras aplicações. “A combinação aumenta a disponibilidade de fósforo e outros elementos que, em solos degradados, ficam retidos e inacessíveis para as plantas, beneficiando diretamente o desenvolvimento das pastagens”, explica Guilherme Alves de Melo, responsável pelo Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) da Caltec nas áreas de café e pastagens.

O ferticorretivo produzido pela Caltec, o OXIFLUX, integra o conceito da ferticorreção, que alia o controle da acidez do solo com a oferta de nutrientes, garantindo condições químicas e nutricionais favoráveis ao desenvolvimento das plantas. Mais do que corrigir desequilíbrios, essa prática acelera a resposta produtiva, tornando a adubação mais eficiente. 

“Ao longo do tempo, o uso contínuo dos óxidos de cálcio e magnésio resulta em pastagens mais produtivas, resilientes e equilibradas ambientalmente, oferecendo aos pecuaristas ferramentas para aumentar a eficiência da atividade sem comprometer a sustentabilidade. Mesmo em períodos de mercado desafiador, em que o valor da arroba não é tão favorável, a forma mais eficiente de diluir custos é produzindo mais com menos, por meio do investimento em correção e nutrição de solos. Ao tratar a pastagem como qualquer outra cultura, com adubação, manejo e atenção regular, o pecuarista garante, com o tempo, um sistema mais produtivo, sustentável e lucrativo”, finaliza Melo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho mantém médias produtivas em Mato Grosso do Sul



Dias quentes aceleram colheita de milho



Foto: Pixabay

De acordo com o 12º Levantamento da Safra de Grãos do ciclo 2024/25, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que “a colheita de milho em Mato Grosso do Sul segue intensificada e, apesar das intempéries ocorridas durante a safra, o potencial produtivo vem confirmando as médias produtivas do estado”. A Conab destacou que a ocorrência de dias quentes e baixa umidade relativa “proporcionou a perda de umidade nos grãos e, consequentemente, a evolução da colheita”.

Na região centro-sul, a Conab relatou que “foram realizados apenas ajustes pontuais” e que, devido ao elevado percentual colhido, “a produtividade final está consolidada”.

Por outro lado, a Conab informou que “a região norte segue mais atrasada devido ao calendário de plantio mais tardio”, acrescentando que “a colheita progrediu em um ritmo mais acelerado somente a partir do primeiro decêndio de agosto”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Custos e preços desestimulam cultivo de trigo no Paraná



Geadas pontuais não comprometem trigo no estado



Foto: Pixabay

De acordo com o 12º Levantamento da Safra de Grãos do ciclo 2024/25, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que “a colheita de trigo no Paraná teve início pontual em algumas áreas do território paranaense”. A Conab destacou, no entanto, que “as lavouras se concentram, predominantemente, nos estádios de enchimento de grãos e floração”.

A Conab registrou ainda que “a área cultivada apresentou retração em relação ao ciclo anterior”, resultado das “sucessivas frustrações enfrentadas pelos produtores nas últimas safras”, somadas aos preços pagos pelo cereal, que contribuíram para o desestímulo ao cultivo. O órgão acrescentou que “o custo de produção, em contraste com a rentabilidade, aumenta a preocupação dos agricultores quanto ao retorno econômico da atividade”. Segundo a Conab, esse cenário também é influenciado pelo impacto do calendário do trigo sobre o início da semeadura da soja de primeira safra, “influenciando diretamente a tomada de decisão no planejamento agrícola”.

A Conab informou que “durante agosto, as chuvas foram escassas e mal distribuídas em grande parte das regiões produtoras” e que houve “registro de temperaturas baixas, especialmente nas primeiras horas do dia”. O órgão destacou que “a presença de orvalho ajudou a manter certo nível de umidade superficial, favorecendo temporariamente o desenvolvimento das culturas de inverno”. No entanto, diante dos “baixos níveis de umidade no solo observados na maioria das localidades”, a Conab afirmou ser “necessária a ocorrência de precipitações para evitar queda na produtividade”.

Por fim, a Conab avaliou que, “apesar da ocorrência de geadas neste inverno, os danos foram pontuais” porque “a maioria das lavouras se encontrava, no momento da ocorrência do fenômeno, em estágios menos sensíveis ao frio, como o desenvolvimento vegetativo, o que reduziu consideravelmente os efeitos negativos sobre o potencial produtivo”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil amplia abates no segundo trimestre



Mato Grosso lidera abates apesar de retração



Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (15), “o Brasil ampliou os abates no segundo trimestre de 2025 enquanto Mato Grosso recuou, mas segue como líder nacional”.

De acordo com dados do IBGE, “no segundo trimestre de 2025, o Brasil abateu 10,46 milhões de bovinos, alta de 4,25% em relação ao segundo trimestre de 2024, com produção de 2,65 milhões de toneladas de carcaça, avanço de 1,91% no mesmo comparativo”. O Imea informou que “em Mato Grosso foram abatidos 1,74 milhão de animais no segundo trimestre de 2025, retração de 4,66% ante o segundo trimestre de 2024”.

No acumulado do primeiro semestre de 2025, o estado somou “3,41 milhões de cabeças, equivalente a 16,76% dos abates nacionais”. A produção de carne mato-grossense foi de “463,29 mil toneladas no trimestre, queda de 5,93% na comparação anual, totalizando 899,54 mil toneladas no semestre, o que corresponde a 17,47% da produção brasileira”.

O Imea ressaltou que, “mesmo com a retração nos indicadores, Mato Grosso segue em patamar elevado de abates e produção de carne, registrando o segundo maior volume para um primeiro semestre na série histórica, atrás apenas de 2024, quando houve forte descarte de fêmeas”.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

semeadura do triticale encerra em julho



Chuvas intensas impactam triticale semeado em maio e junho



Foto: Pixabay

De acordo com dados do 12º Levantamento da Safra de Grãos do ciclo 2024/25 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), “no Rio Grande do Sul, a semeadura do triticale foi encerrada ainda em julho”. A Conab detalhou que “a evolução da operação se deu em 5% da área em maio, 40% em junho e 55% em julho”.

A Conab informou que “apesar de mais atrasadas, são as lavouras semeadas em julho que apresentam as melhores condições”. Segundo a companhia, “as condições meteorológicas, com volumes pluviométricos menores e chuvas menos intensas e temperaturas baixas, favoreceram o perfilhamento e a manutenção da sanidade das plantas”.

Nas lavouras semeadas em maio e junho, a Conab registrou que “as chuvas torrenciais e volumosas, aliadas à nebulosidade alta, causaram a perda de fertilizantes por erosão e percolação, bem como desenvolvimento inicial lento”. “Embora o início do ciclo não tenha sido adequado, a melhora das condições meteorológicas permitiu melhora visual das lavouras, e as expectativas de produtividade inicial ainda podem ser mantidas”, avaliou.

A Conab apontou que “as lavouras semeadas em maio (5%) alcançam a fase reprodutiva durante agosto e, ao final de agosto, estavam no início do enchimento de grãos”. “Das áreas semeadas em junho, as que foram semeadas mais cedo dentro do mês também já estão na fase reprodutiva, mas no florescimento (totalizam 30% do total cultivado). O restante (65%) está no desenvolvimento vegetativo (perfilhamento, alongamento dos entrenós e emborrachamento)”, detalhou a companhia.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Corte de juros nos EUA surpreende mercado



“O Fed adotou uma postura preventiva”


"O Fed adotou uma postura preventiva"
“O Fed adotou uma postura preventiva” – Foto: Canva

O Federal Reserve anunciou uma redução da taxa de juros na reunião de setembro, encerrando um ciclo de manutenção que durou nove meses. Segundo Roberto Simioni, economista-chefe da Blue3 Investimentos, a decisão reflete uma resposta estratégica às condições atuais da economia norte-americana e aos riscos prospectivos.

A desaceleração da atividade econômica, evidenciada por uma geração de empregos abaixo do esperado e aumento da taxa de desemprego, indica menor pressão inflacionária futura. Núcleos do CPI e do PCE mostram trajetória de desaceleração, aproximando-se da meta de 2%, reforçando a lógica de um corte para equilibrar o nível de atividade, conforme a Regra de Taylor.

“Em sua decisão o Fed pode optar por um corte como forma de evitar que a taxa real de juros se torne excessivamente restritiva , ao considerar a inflação de bens duráveis e energia já mostra sinais de retração, e mesmo os serviços, tradicionalmente mais rígidos, começam a perder força diante da menor demanda agregada”, comenta.

Do ponto de vista teórico, a decisão é coerente com a “política monetária preemptiva”, adotada para mitigar choques adversos antes que se concretizem plenamente, combinando dados atuais e riscos futuros para orientar a condução da economia.

“Do ponto de vista teórico, a decisão também pode ser interpretada sob a ótica da função de reação do banco central, que incorpora não apenas os dados correntes, mas também os riscos futuros. A decisão de corte de juros pelo Federal Reserve se justifica por uma combinação da desaceleração da atividade, convergência da inflação à meta, aumento do desemprego, necessidade de preservar expectativas e atuação preventiva diante de riscos futuros. O Fed adotou uma postura preventiva, reduzindo os juros como forma de mitigar choques adversos antes que se materializem plenamente”, conclui.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fungicidas se destacam em ensaios de soja



“Trata-se de ferramenta estratégica”


"Trata-se de ferramenta estratégica"
“Trata-se de ferramenta estratégica” – Foto: Divulgação

Os fungos que atacam sementes da soja estiveram no centro dos Ensaios Cooperativos de Rede da safra 2024-25. Soluções como Tiofanil® e Torino®, da Sipcam Nichino, mostraram elevada eficácia no controle de cinco patógenos danosos em áreas de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul. Os resultados foram apresentados no 54º Congresso Brasileiro de Fitopatologia, realizado em Lavras (MG).

Segundo Bruno Monção, gerente de marketing da companhia, os fungicidas alcançaram até 93% de controle, superando a maioria dos tratamentos-padrão. “Os dados colocaram os fungicidas, no cômputo geral, à frente de quase todos os chamados tratamentos-padrão, comparados”, comenta.

O Tiofanil® FS é sistêmico e de contato, à base de clorotalonil, com amplo espectro de ação, atuando como ferramenta estratégica para evitar perdas significativas na produção. “Trata-se de ferramenta estratégica, dotada de tecnologia para evitar a contaminação da soja por fungos com potencial de transferir prejuízos consideráveis à produção”, ele diz. O Torino®, também sistêmico e de contato, favorece o melhor estabelecimento das plantas e potencializa a produtividade da soja. “Por suas características, favorece o melhor estabelecimento de plantas e potencializa a produtividade da soja”, completa.

De acordo com o especialista, os resultados reforçam a importância de soluções eficientes no tratamento de sementes, garantindo proteção contra patógenos economicamente relevantes e apoiando práticas de manejo integrado de doenças na sojicultura brasileira.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Monitorar o nitrogênio é fundamental



“O nitrogênio é um alvo móvel”


“O nitrogênio é um alvo móvel"
“O nitrogênio é um alvo móvel” – Foto: Canva

O uso de tecnologia de monitoramento de Nitrogênio em tempo real pode gerar até R$ 1 bilhão de economia anual para os 8 milhões de hectares de lavouras de São Paulo. A Stenon, líder global em agtech, desenvolveu um sistema capaz de medir Nitrogênio mineral disponível e carbono orgânico do solo (SOC) em menos de 20 segundos, diretamente no campo, ao lado do pulverizador ou distribuidor.

Integrado a um aplicativo web e a sistemas de gestão agrícola, o dispositivo permite emitir prescrição de taxa variável rapidamente, ajustando a dose de fertilizante para cada talhão com base em dados precisos e contínuos de machine learning. Estudos de campo indicam que o manejo de nitrogênio com precisão pode reduzir de 20% a 30% o uso do fertilizante sem comprometer a produtividade, o que representa corte de até 0,42 milhão de toneladas e economia de R$ 1,1 bilhão por ano, além de evitar cerca de 0,76 milhão de toneladas de CO2e na produção de ureia.

Além de reduzir custos e emissões, a tecnologia aumenta a eficiência operacional em grandes propriedades, melhora a saúde do solo e fortalece a segurança financeira de produtores menores diante de cadeias globais de fertilizantes voláteis. Para Niels Grabbert, CEO da Stenon, “essa é uma ferramenta que transforma dados em decisões precisas, safra após safra”.

“O nitrogênio é um alvo móvel – aplicar cedo demais significa perdê-lo para a atmosfera; tarde demais, e você perde produtividade. A Stenon oferece aos produtores e empresas agrícolas os dados em tempo real de que precisam para acertar na mosca a cada safra, mesmo nos maiores campos do estado”, afirma Niels Grabbert, CEO da Stenon. “O resultado é um menor custo por saca de cana e milho, solos mais saudáveis e uma pegada de carbono mais leve. No mercado volátil de hoje, isso é tanto gestão de risco quanto agronomia.”

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

não existe caro ou barato



Nos últimos 60 dias, a dinâmica do mercado tem se mostrado diferente


Nos últimos 60 dias, a dinâmica do mercado tem se mostrado diferente
Nos últimos 60 dias, a dinâmica do mercado tem se mostrado diferente – Foto: USDA

O mercado de fertilizantes brasileiro tem mostrado um movimento interessante nos últimos meses, com compras atingindo 45% até o dia 15 de setembro para a safra 2025/26, segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado. Comparativamente, esse percentual representa uma melhora em relação à safra anterior, quando as aquisições estavam em 41%, mas ainda permanece abaixo de anos anteriores, como 2021/22, quando o índice superou 50%, refletindo os desafios e volatilidades do setor.

Nos últimos 60 dias, a dinâmica do mercado tem se mostrado diferente, com ajustes de preços e disponibilidade que impactam diretamente o planejamento do produtor. Souza destaca que “não existe caro ou barato, existe relação de troca, que é o verdadeiro termômetro para os negócios”, reforçando que o poder de compra do agricultor ainda enfrenta limitações devido a relações de troca elevadas e custos pressionados em diversos insumos.

Enquanto parte dos produtores ainda avalia posições para a soja 2025/26, já se observa antecipação estratégica nas negociações para a safra 2026/27, especialmente em operações de maior porte. Para a soja 2025/26, ainda há cerca de 8 a 10% das compras por concretizar, e mais da metade das transações do milho segunda safra permanece pendente, evidenciando que a tomada de decisão depende de fatores climáticos, de mercado e de disponibilidade financeira.

Souza ressalta que, independentemente do momento de compra, a gestão de risco continua sendo essencial para garantir a sustentabilidade financeira do produtor. Cada operação deve considerar oportunidades, limitações e o perfil específico de cada propriedade, de forma a equilibrar investimentos, custos e retorno esperado, garantindo competitividade e segurança para as lavouras brasileiras.

 





Source link