sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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Silagem de milho registra alto rendimento



O bom desempenho se deve ao estado geral das plantas no RS




Foto: Agrolink

A colheita do milho para silagem segue em ritmo acelerado no Rio Grande do Sul, com elevado rendimento e qualidade do material ensilado, segundo o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19). O bom desempenho se deve ao estado geral das plantas, mantidas até o corte com colmos verdes e enchimento adequado de grãos.

As condições climáticas, com alta radiação solar e temperaturas elevadas durante o dia, aliadas a noites amenas e chuvas intercaladas, têm favorecido o desenvolvimento das lavouras que não sofreram impacto do déficit hídrico registrado em novembro.

A Emater/RS-Ascar projeta para a safra 2024/2025 o cultivo de 357.311 hectares de milho no Estado, com produtividade média estimada em 39.457 kg/ha.

Na região administrativa de Erechim, cerca de 50% das lavouras estão em floração, 40% em enchimento de grãos e 10% já colhidas. A produtividade média está em níveis elevados, chegando a 60 mil kg/ha, com a silagem cotada a R$ 180,00 por tonelada na propriedade de origem.Em Frederico Westphalen, 20% das lavouras estão em floração e 80% em enchimento de grãos. A produtividade média esperada é de 41 mil kg/ha.

Na região de Pelotas, o plantio atingiu 75% do esperado, e a maioria das áreas se encontra em estádio vegetativo. Já em Santa Maria, a colheita foi iniciada, e a silagem apresenta resultados expressivos, com alta produtividade e qualidade.





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Cotação do trigo aponta recuperação tímida em Chicago



Na Rússia, a estimativa para a safra de trigo de 2025 sofreu novo corte




Foto: Pixabay

As cotações do trigo apresentaram leve recuperação nesta semana na Bolsa de Chicago, mas sem conseguir manter o fôlego. Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), após atingir US$ 5,50 por bushel no dia 16, os preços recuaram, fechando a quinta-feira (19) em US$ 5,33, abaixo dos US$ 5,38 registrados na semana anterior. Em comparação com o mesmo período de 2023, quando o cereal era negociado a US$ 6,22 por bushel, a queda permanece significativa.

A França, tradicional exportadora de trigo macio, confirmou que as vendas externas do cereal para fora da União Europeia em 2024 serão as mais baixas em 24 anos. A redução é explicada pela menor produção desde a década de 1980 e pela retração da demanda de grandes mercados como o norte da África e a China. Além disso, o trigo russo tem se destacado como um concorrente feroz, mesmo enfrentando dificuldades internas. A projeção para as exportações francesas é de apenas 3,5 milhões de toneladas, um recuo de 66% em relação ao ano anterior.

Na Rússia, a estimativa para a safra de trigo de 2025 sofreu novo corte, agora projetada em 78,7 milhões de toneladas. Caso confirmada, será a menor colheita desde 2021. O trigo de inverno, em particular, deverá alcançar 50,7 milhões de toneladas, com uma redução de 3,6 milhões em relação às previsões anteriores. De acordo com a consultoria Sovecon, as condições para exportação de trigo russo são as mais desfavoráveis em décadas, destaca o relatório da CEEMA.





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Pecuária se beneficia de pastagens abundantes



O mercado segue aquecido em várias regiões




Foto: Sheila Flores

O último Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19), trouxe boas notícias para os pecuaristas gaúchos. Com uma oferta abundante de pastagens, muitos produtores estão conseguindo alimentar o rebanho exclusivamente com pasto e sal mineral, enquanto o mercado registra alta em diversas categorias de bovinos, impulsionada pela valorização do boi gordo e pelo aquecimento das exportações de terneiros.

Nas regiões monitoradas pela Emater, as condições climáticas têm favorecido o desempenho dos rebanhos e permitido práticas sanitárias mais rigorosas. Em Bagé, os trabalhos de inseminação artificial e entoure prosseguem, com altas expectativas de prenhez devido à boa condição corporal dos animais e ao clima ameno. Já em Caxias do Sul, o gado de corte apresenta excelente estado corporal, com muitos animais sendo comercializados para atender à demanda elevada por carne no final do ano.

Em Erechim, os campos nativos mostram bom desempenho, reduzindo a necessidade de volumosos conservados e rações, enquanto em Frederico Westphalen, as ações de controle contra ectoparasitas permanecem intensificadas. Na região de Passo Fundo, a vacinação em dia reflete a organização dos pecuaristas, que observam alta no mercado e maior valorização dos animais.

O mercado segue aquecido em várias regiões. Em Pelotas, houve redução na oferta de animais, o que resultou em alta nos preços nas feiras. Na região de Porto Alegre, os resultados da inseminação artificial em tempo fixo (IATF) superaram as expectativas de anos anteriores, indicando avanços no manejo reprodutivo.

Em Santa Maria, o rebanho apresenta melhoria na condição corporal, com vacas em fase de parição sendo bem nutridas para garantir o desmame de terneiros no outono. Por outro lado, em Santa Rosa, casos de raiva herbívora foram registrados, levando à intensificação do monitoramento de morcegos hematófagos. Já em Soledade, o aumento na atividade de larvas de carrapato exige maior vigilância e ações preventivas.





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Produtores retomam interesse pela silvicultura


O mais recente Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (19), destacou a estabilidade da área destinada ao cultivo de eucalipto, acácia-negra e pinus na região administrativa de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Apesar da manutenção da área nos últimos anos, o cenário começa a mudar em função de uma valorização da madeira, aliada a fatores econômicos e climáticos.

A partir de 2023, programas de fomento e incentivos promovidos por empresas florestais, somados a frustrações de safra, preços defasados da pecuária de corte e o alto valor da soja, têm levado produtores rurais a reavaliar e retomar o interesse pela silvicultura. Contudo, limitações impostas pelo Código Florestal e pelo Zoneamento Ambiental da Silvicultura, que restringem o aproveitamento máximo a 40%-45% da área total destinada à atividade, seguem sendo um desafio para o setor.

Os preços pagos ao produtor variam consideravelmente, influenciados pela logística de transporte, tamanho dos maciços florestais e viabilidade de mecanização na colheita e baldeio. Atualmente, os valores para acácia-negra na propriedade estão em R$ 130,00 por estere (st) empilhado na estrada interna. Já o eucalipto apresenta preços entre R$ 90,00 e R$ 100,00/st.

Quando transportada diretamente para unidades consumidoras, incluindo carregamento, frete e descarregamento, a lenha atinge valores de R$ 130,00 a R$ 150,00/st, podendo chegar a R$ 200,00/st no caso da acácia-negra.

Na região de Passo Fundo, a silvicultura de pinus permanece estagnada, sem novas áreas implantadas e com estoques reduzidos. Parte das florestas existentes é comercializada para empresas de Santa Catarina, refletindo uma procura mais localizada para o produto.

Apesar dos desafios logísticos e ambientais, o mercado florestal no estado do Rio Grande do Sul apresenta sinais de revitalização, com expectativa de crescimento motivada por incentivos e pela crescente demanda por madeira.





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Boi gordo estável com a proximidade do fim de ano



13º salário pode alavancar vendas no mercado de carnes




Foto: Kadijah Suleiman

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, aponta que após a sexta-feira começou com estabilidade nos preços da arroba do boi gordo em grande parte das regiões analisadas, comportamento típico para o período. Contudo, nas regiões Oeste e de Pelotas, no Rio Grande do Sul, e em Belo Horizonte, Minas Gerais, foram registradas variações pontuais que destacam a dinâmica do mercado às vésperas das festas de fim de ano.

Com muitas indústrias fora do mercado ou limitando-se a compras pontuais para encerrar o período, o escoamento de carne permaneceu lento, contrariando a tendência usual desta época. Apesar disso, a expectativa é de melhora nas vendas com o impacto da segunda parcela do 13º salário nos próximos dias.

Na região Oeste do estado, a cotação do boi gordo registrou queda de R$ 0,10/kg, enquanto os preços para vaca e novilha permaneceram estáveis. Em Pelotas, comportamento semelhante foi observado, com queda de R$ 0,10/kg na cotação do boi gordo e manutenção nos valores das fêmeas.

Em Minas Gerais, o mercado iniciou a sexta-feira com uma queda mais acentuada: a arroba do boi gordo caiu R$ 5,00, enquanto a novilha sofreu redução de R$ 3,00/@. Para a vaca, no entanto, os preços mantiveram-se estáveis.





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Preços do milho mantêm estabilidade


Segundo dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os preços do milho seguem estáveis no Brasil, com a média gaúcha fechando a semana em R$ 67,00/saca, representando um aumento nominal de 12,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o preço era de R$ 59,35/saca. Esse incremento supera a inflação anual de 4,87%, gerando um ganho real aos produtores gaúchos, diferente do que ocorre com a soja.

Nas principais praças do Rio Grande do Sul, os valores atuais giram em torno de R$ 65,00/saca, contra R$ 59,00 no ano anterior. Em outras regiões do país, as cotações oscilam entre R$ 58,00 e R$ 69,00/saca, embora muitas praças não tenham registrado preços nesta semana. No mesmo período de 2023, os valores variavam entre R$ 40,00 e R$ 66,00/saca.

A produção nacional de milho estimada para a safra 2024/25 apresenta divergências entre as projeções do setor público e privado. Enquanto a Conab estima uma produção de pouco mais de 119 milhões de toneladas, o setor privado, representado pela Pátria AgroNegócios, projeta 129,3 milhões de toneladas.

Segundo o relatório com base nos dados da Secex, nos primeiros 10 dias úteis de dezembro, o Brasil exportou 2,4 milhões de toneladas de milho, com a média diária 21,8% menor que a registrada no mesmo mês do ano anterior. Em dezembro de 2023, o país exportou um total de 6,1 milhões de toneladas.

A projeção para as exportações totais do cereal no atual ano comercial está entre 35 e 37 milhões de toneladas, uma redução significativa em relação às 55 milhões de toneladas exportadas no ciclo anterior, destaca o relatório da CEEMA.

Enquanto a ferrugem asiática preocupa os sojicultores, a cigarrinha do milho é a principal ameaça para os produtores do grão. Em Santa Catarina, a infestação do inseto segue constante, com o manejo dificultado pelo estágio reprodutivo das lavouras e pela altura das plantas, conforme divulgado pela Epagri-SC.





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Semeadura do arroz entra na reta final no RS



As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial




Foto: Divulgação

De acordo com o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (19), a semeadura do arroz no Rio Grande do Sul está em fase de finalização. As áreas restantes estão concentradas principalmente na região central do estado.

A continuidade do tempo firme em parte de outubro e novembro permitiu um avanço acelerado do plantio, diferentemente da safra anterior, marcada por atrasos devido ao excesso de chuvas. O plantio ocorreu em condições ideais dentro do período preferencial, garantindo um bom início para o ciclo da cultura.

As lavouras apresentam excelente desenvolvimento inicial, favorecidas por chuvas regulares, radiação solar adequada e temperaturas satisfatórias. No entanto, há preocupações com a aproximação do período reprodutivo, especialmente para as lavouras em pré-floração ou emborrachamento. Nessas fases, a temperatura ideal varia entre 20°C e 35°C, e temperaturas inferiores podem ocasionar abortamentos florais.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares no estado, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade média de 8.478 kg/ha. As boas condições observadas até o momento elevam as expectativas para o desempenho da safra atual.





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Fim de ano marca estabilidade no mercado do boi gordo



Boi gordo se mantém estável




Foto: Pixabay

A análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, aponta que após um período de queda na cotação da arroba do boi gordo, o mercado permaneceu estável, reflexo de fatores como as escalas de abate e o escoamento tímido de carnes no período de fim de ano.

As escalas de abate atualmente giram em torno de 11 dias, mantendo uma média estável em diferentes regiões do país. Nos últimos dias, parte dos vendedores recuou das negociações, embora ainda existam ofertas disponíveis no mercado. O aumento no escoamento de carnes, estimulado pelas festividades de fim de ano, foi insuficiente para atender às expectativas do setor, mantendo as cotações estáveis. Outro fator relevante é a suspensão de negócios típica do fim de ano, por conta de questões fiscais, contribuindo para a manutenção dos preços da arroba.

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No Espírito Santo, o mercado segue ofertado, mas o escoamento de carnes permanece lento e abaixo do esperado. Com isso, os preços se mantiveram estáveis em todas as categorias, enquanto as escalas de abate estão, em média, para 10 dias. Região noroeste do Paraná, a redução nas ofertas de boiada na região resultou em menos ofertas de compra, mantendo os preços estáveis em todas as categorias. As escalas de abate na região estão em torno de 12 dias.

No Rio de Janeiro, o preço da arroba também não sofreu alterações, permanecendo estável para todas as categorias. As escalas de abate no estado apresentam média de sete dias úteis. O mercado do boi gordo, historicamente afetado por movimentos fiscais e de consumo no fim do ano, mantém atenção voltada às mudanças no comportamento do escoamento e na retomada das atividades após as festividades.





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Clima favorável sustenta produção de mandioca



Bom desempenho das lavouras em várias regiões administrativas do estado




Foto: Canva

A Emater/RS-Ascar divulgou na última quinta-feira (19) seu Informativo Conjuntural, apontando avanços no cultivo e na comercialização da mandioca no Rio Grande do Sul. O relatório destaca o bom desempenho das lavouras em várias regiões administrativas do estado, impulsionado pelas condições climáticas favoráveis.

Na região de Lajeado, os produtores de São José do Hortêncio intensificam os trabalhos de limpeza nas áreas cultivadas, com expectativa de iniciar a colheita em janeiro. O clima favorável vem garantindo uma produção dentro do esperado. Em Cruzeiro do Sul, os cultivos estão em pleno desenvolvimento vegetativo, com ações de capina mecânica ou química para controlar ervas daninhas. A produtividade média estimada para o município é de 14 toneladas por hectare, um índice considerado normal.

Na região de Santa Rosa, as lavouras também apresentam bom desenvolvimento, beneficiadas pela umidade do solo e temperaturas adequadas. Produtores já iniciaram a colheita de lavouras de mandioca de segundo ano e, caso a umidade diminua, deverão intensificar a capina mecânica para reduzir o crescimento de plantas espontâneas.

A mandioca descascada tem sido comercializada para mercados varejistas a R$ 6,00/kg, enquanto nas feiras e vendas diretas ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.





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Pragas prejudicam safra de pêssego em regiões do RS



Safra de pêssego apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras




Foto: Pixabay

A safra de pêssego no Rio Grande do Sul apresenta diferentes cenários nas principais regiões produtoras do estado. As colheitas estão avançando, embora com desafios impostos pelas condições climáticas e fitossanitárias, conforme o último Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (19).

Na região de Pelotas, a safra se aproxima de 90% de conclusão. As variedades tardias, como Eldorado, estão no início da colheita, mas o desenvolvimento dos frutos foi prejudicado pela alta umidade relativa e chuvas frequentes. Esses fatores contribuem para a propagação da podridão-parda, doença fúngica que tem afetado a cultura. Além disso, a população da mosca-das-frutas está elevada, exigindo atenção redobrada dos produtores, conforme levantamento do programa Sistema de Alerta.

Em Passo Fundo, a colheita das variedades precoces já atingiu 50%. As lavouras seguem com boa sanidade devido às práticas de manejo adotadas, com destaque para as variedades BRS Kampai, PS-2 e Eragil, que representam mais de 80% dos pomares. Os frutos estão na fase final de formação e início da maturação, com bom potencial produtivo. O manejo continua com a poda verde para remoção de ramos e tratamentos preventivos.

Na região de Caxias do Sul, a cultura está em bom desenvolvimento, impulsionada pelas chuvas regulares e temperaturas amenas. No entanto, algumas lavouras enfrentam maior presença de pragas como mosca-das-frutas e grafolita, embora a incidência de doenças seja baixa. A colheita da variedade PS 10711, a mais cultivada na região, já está em andamento. Com a crescente oferta, os preços para o consumidor diminuíram, mas os valores pagos ao agricultor variam entre R$ 1,00 a R$ 2,00 por quilo para frutos pequenos, R$ 3,00 para médios e até R$ 4,00 para frutos graúdos.





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