quinta-feira, março 26, 2026

Política & Agro

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Brasil terá 2ª maior safra de milho da história


A safra de milho do Brasil para 2024-25 deverá ser a segunda maior da história do país, com projeção de 127 milhões de toneladas, segundo estudo de Joana Colussi, Gary Schnitkey e Nick Paulson, do Departamento de Economia Agrícola e do Consumidor da Universidade de Illinois. O volume supera o registrado no ano passado e as estimativas anteriores, impulsionado pelas chuvas favoráveis em abril e maio, que beneficiaram as principais regiões produtoras da segunda safra, responsável por 78% da colheita total. 

A previsão mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a produção total, somando as três safras, deve alcançar 126,87 milhões de toneladas — 10% a mais que na temporada passada. Consultorias privadas, porém, apontam uma produção ainda maior, podendo chegar a 137,16 milhões de toneladas. O aumento não é reflexo de uma expansão expressiva da área cultivada, que subiu apenas 1,5%, mas sim do rendimento recorde estimado em 5,96 toneladas (99,4 sacas) por hectare, favorecido pela boa saúde das lavouras de milho safrinha no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

O milho de segunda safra, ou safrinha, mantém sua relevância como motor da produção nacional, com expectativa de alta de 11% na colheita, atingindo 99,79 milhões de toneladas.. Já a primeira safra, concentrada no Sul, recuou nos últimos anos devido à maior atratividade da soja no verão. A terceira safra, que representa parcela menor da produção, deverá ter ligeira queda, mas ainda mostra potencial de crescimento para atender à demanda no Norte e Nordeste.

Apesar da colheita robusta, as exportações de milho brasileiro devem cair cerca de 9% em 2025, impactadas pelo consumo crescente do setor de proteína animal e pelo avanço de novas usinas de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. “A produção total de milho do Brasil, em suas três safras anuais, está a caminho de atingir o segundo maior volume da história do país, superando as expectativas iniciais”, conclui o estudo.

 





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“Quem entender isso vai liderar o agro”


O pedido de Recuperação Extrajudicial feito pela Lavoro Agro  representa, na análise de Julia Guerra, Especialista em Gestão de Riscos, Planejamento e Execução de Projetos, um movimento estratégico para proteger fornecedores, garantir o abastecimento do produtor e reorganizar a saúde financeira da empresa sem interromper suas operações. 

“Hoje, o mercado ainda digere o impacto. Amanhã, outros players vão repensar sua estrutura — ou serão tragados. A decisão da Lavoro Agro, foi estratégica: proteger fornecedores, manter o produtor abastecido e reorganizar sua saúde financeira sem paralisar a operação”, comenta.

O agro brasileiro, segundo ela, ainda operando com modelos de crédito e gestão herdados de cinco ou mais anos atrás, enfrenta hoje uma pressão inédita: custos de capital de giro elevados pela taxa real ainda alta, margens cada vez mais apertadas entre multinacionais, distribuidores e revendas, produtores mais tecnificados e, consequentemente, mais alavancados e expostos — além de um risco sistêmico na cadeia que continua subestimado.

Na avaliação de Julia, a atitude da Lavoro não é sinal de fraqueza, mas de inteligência adaptativa. Ao reconhecer que o jogo mudou, a empresa se antecipa a um cenário em que só sobreviverá quem entender as novas regras. Diante disso, instituições financeiras, seguradoras, resseguradoras, fundos, tradings e cooperativas precisam refletir se estão apenas financiando ou realmente gerenciando os riscos de uma cadeia que sustenta boa parte da economia brasileira. 

O agro que expande a 3% ao ano não pode mais operar com premissas de gestão e precificação do século passado. Para Julia Guerra, quem assimilar essa realidade mais rápido liderará a próxima década do agronegócio nacional.





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Selic sobe para 15% e atinge maior nível desde 2006, aponta Banco Central



A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação




Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (18) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia brasileira em 15% ao ano. A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação consecutiva da Selic e leva o índice ao seu maior patamar desde julho de 2006.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Banco Central, a medida reflete a necessidade de manter o controle da inflação em um contexto internacional ainda incerto, especialmente em relação à política monetária dos Estados Unidos. As autoridades monetárias destacaram que o cenário externo mais volátil exige uma postura mais cautelosa de países emergentes como o Brasil.

Apesar do novo ajuste, o Copom sinalizou que o ciclo de alta dos juros pode estar próximo do fim. Segundo o comitê, caso as condições econômicas se mantenham estáveis, é possível que a taxa Selic seja mantida no próximo encontro, previsto para os próximos meses.

O comunicado oficial ressalta que, embora uma pausa esteja no radar, o comitê permanecerá atento aos desdobramentos econômicos.  A próxima reunião do Copom será decisiva para confirmar se, de fato, o Brasil entrará em um período de estabilidade na política monetária.





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Preço do glifosato vem aumentando: E agora?



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas
O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas – Foto: Divulgação

Desde meados de maio, o preço do glifosato, herbicida mais usado no mundo, vem registrando alta gradual. Em junho, o pó técnico a 95% subiu 2,6% em relação ao início de maio. Este movimento é impulsionado pela retomada das exportações chinesas para a América do Sul, que atingem pico entre junho e agosto. Além disso, a expansão do cultivo de transgênicos e a eliminação de outros herbicidas, como o paraquate, reforçam a tendência de demanda firme, o que sustenta as cotações.

Nesse cenário, o glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas. Depois de picos superiores a 80.000 yuans por tonelada em 2021, os preços recuaram, pressionando as margens. Com estoques na China reduzidos a 51.200 toneladas em junho, o que representa quase 8% a menos em um ano, e encomendas agendadas até julho, especialistas indicam que o cenário de preços baixos tornou o reajuste inevitável, além de necessário para reequilibrar a cadeia.

A produção global é altamente concentrada em poucos players. A Monsanto, da Bayer, lidera com 370 mil toneladas anuais, enquanto empresas chinesas como Xingfa Group (230 mil t), Fuhua Chemical (180 mil t) e Xinan Chemical (80 mil t) dividem o restante. O Xingfa confirmou que sua produção já está comprometida e que o aumento de preços deve melhorar o desempenho financeiro. Já a Fuhua reforça sua posição com uma cadeia produtiva integrada e certificação de baixo carbono reconhecida na União Europeia, fator que amplia sua competitividade externa.

Apesar do risco de falência da Monsanto, caso a Bayer não consiga contornar processos judiciais, a perspectiva é de que a demanda por glifosato siga crescendo em 2025. O tema será aprofundado no Workshop de Exportação de Pesticidas da China (CPEW), nos dias 10 e 11 de julho, em Hangzhou, onde fabricantes e compradores debaterão estratégias para superar gargalos e elevar o padrão de qualidade do setor. 

 





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Trânsito na BR-287 sofre bloqueios após cratera abrir cabeceira de ponte no RS



Volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera




Foto: Dnit

O tráfego na BR-287 foi interrompido na manhã desta terça-feira (17) após o rompimento de uma das cabeceiras da ponte que conecta os municípios de Jaguari e São Vicente do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul.

Segundo informações divulgadas pelo Diário de Santa Maria, o volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera em uma das cabeceiras da estrutura. A outra lateral da ponte também apresentou rachaduras preocupantes, comprometendo a segurança no local.

Ao longo do dia, equipes técnicas trabalharam para restabelecer o tráfego. No fim da tarde, o trecho foi parcialmente liberado sob sistema de pare e siga, permitindo a passagem alternada de veículos em ambos os sentidos.

A expectativa, conforme técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), era de que o tráfego fosse normalizado completamente até o fim da noite desta terça-feira, caso as condições climáticas permitissem a conclusão dos reparos emergenciais.

Enquanto isso, o Dnit orienta os motoristas que preferirem evitar o ponto de bloqueio a utilizarem uma rota alternativa pelas rodovias RS-241 e RS-377, retornando à BR-287 pelo município de São Francisco de Assis.





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RS tem mais um dia de chuvas e alerta de inundação



O tempo instável deve persistir até o fim da semana




Foto: Arquivo

A quinta-feira (19) começou com chuvas intensas no Rio Grande do Sul. A Defesa Civil estadual renovou os alertas em razão da continuidade das instabilidades que atingem diversas regiões. Cidades como Horizontina, Três de Maio, Santo Ângelo e Ijuí seguem sob condição de alerta severa, com alto risco de alagamentos.

Segundo comunicado emitido pela Defesa Civil, a situação se agravou também na região da Fronteira Oeste. Um novo alerta foi publicado para o rio Ibicuí, com condição severa de inundação. O destaque vai para o município de Manoel Viana, onde o risco é considerado muito alto de enchentes. A orientação é clara: evitar áreas de risco e, em caso de emergência, acionar os números 190 ou 193. O alerta é válido até às 6h40 desta sexta-feira, 20 de junho.

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O acúmulo de chuvas nas últimas 24 horas ultrapassou os 100 mm em algumas localidades, contribuindo para o transbordamento de rios, alagamentos urbanos e encharcamento do solo. A Defesa Civil pede atenção redobrada da população e reforça a importância de seguir os protocolos dos Planos de Contingência Municipais, que orientam como agir em casos de desastres.

Além do impacto nas áreas urbanas, há risco de isolamento em zonas rurais, com estradas alagadas e pontes comprometidas. O tempo instável deve persistir até o fim da semana, com a possibilidade de novas frentes úmidas avançando sobre o estado. A manutenção das chuvas pode agravar a situação nos municípios já impactados, especialmente nas regiões de vales e bacias hidrográficas.





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Soja fecha mista em Chicago antes de feriado


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quarta-feira com variações mistas, refletindo a cautela dos operadores na véspera do feriado americano de Juneteenth, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de soja para julho, referência para a safra brasileira, fechou com leve alta de 0,07% (ou \$0,75 cent/bushel), cotado a \$1074,75. Já o contrato de agosto subiu 0,05% (ou \$0,50 cent/bushel), para \$1076,75. O farelo de soja para julho recuou 0,07% (\$-0,2/ton curta), a \$284,9, enquanto o óleo de soja caiu 0,04% (\$-0,02/libra-peso), encerrando a \$54,77.

O desempenho praticamente estável se deu em um contexto de avanço da safra nos Estados Unidos. Apesar de algumas chuvas atrasarem o término do plantio, a umidade favorece o desenvolvimento das áreas já cultivadas, equilibrando as expectativas de oferta. Além disso, o mercado acompanhou o tom neutro dos operadores diante da reunião do Federal Reserve (Fed) e das tensões geopolíticas envolvendo Israel e Irã, fatores que adicionaram incertezas no curto prazo.

No cenário macroeconômico, a pressão do presidente norte-americano Donald Trump para que o Fed reduza as taxas de juros ganhou destaque, embora o Comitê tenha decidido mantê-las entre 4,25% e 4,50%. Esse movimento, aliado ao feriado de Juneteenth, contribuiu para um viés de alta moderada para a oleaginosa.

Outro ponto de sustentação dos preços foi a perspectiva de oferta mais restrita nos EUA para o ciclo 2025/2026. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projeta estoques finais de 8,03 milhões de toneladas, inferiores aos 9,53 milhões do ciclo atual e aos 9,32 milhões de toneladas da safra 2023/2024, sinalizando um cenário de menor disponibilidade que pode sustentar os preços no médio prazo.

 





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Como se comportou a soja antes do feriado?


No mercado da soja, a colheita frustrante tem pressionado o mercado e o armazenamento no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Não temos mais mercado indicando preços no junho. A precificação mudou para o julho, e os preços foram R$ 134,50 para 15/07 (entregas 20/06 a 10/07) e R$ 138,30 para 30/07 (entregas de 15/07 a 30/07)”, comenta.

“Melhores preços estão para o agosto, que marcou R$ 143,50 entrega agosto cheio e pagamento em 29/08. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 132,00 Cruz Alta – Pgto. 30/07 – para fábrica. R$ 132,00 Passo Fundo – Pgto. começo fim de julho. R$ 132,00 Ijuí Pgto. 30/07 – para fábrica. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. começo de agosto. Preços de pedra em Panambi subiram para R$ 120,00 a saca ao produtor”, completa.

Enquanto isso, a comercialização avança timidamente em Santa Catarina com colheita praticamente encerrada. “A ausência de dados sobre frete e armazenagem não elimina a importância dessas variáveis, especialmente diante da expectativa de crescimento da safra de inverno, com destaque para a cevada. Esse cenário exige atenção à logística e capacidade de armazenagem, que podem se tornar gargalos importantes caso não

acompanhem o aumento da produção. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,98 (+0,69%)”, indica.

Armazenagem ganha protagonismo com colheita encerrada no Paraná. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 133,92 (+0,48%). Em Cascavel, o preço foi 119,28 (+0,05%). Em Maringá, o preço foi de R$ 123,45 (+1,66%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 119,27 (+2,34%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,26. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, informa.

Frete em alta reforça importância da armazenagem em Mato Grosso do Sul. “O bom desempenho no campo agora dá lugar aos desafios logísticos, já que os custos de frete seguem pressionados diante da sobreposição entre o escoamento da soja e a chegada da colheita do milho. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 117,02 (-0,24%), Campo Grande em R$ 117,02 (-0,24%), Maracaju em R$ 117,71 (+0,35%), Chapadão do Sul a R$ 113,70 (+0,10%), Sidrolândia a em R$ 117,71 (+0,35%)”, diz.

Déficit de armazenagem desafia avanço logístico em Mato Grosso. “A armazenagem eficiente é vista como alternativa essencial para manter a competitividade e permitir maior flexibilidade na hora da venda, especialmente em períodos de sobrecarga logística como o atual. Campo Verde: R$ 106,92 (-5,29%). Lucas do Rio Verde: R$ 109,05 (-0,89%), Nova Mutum: R$ 108,49 (-1,40%). Primavera do Leste: R$ 106,38 (-5,77%). Rondonópolis: R$ 106,92 (-5,29%). Sorriso: R$ 108,49 (-1,40%)”, conclui.

 





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Com equilíbrio de oferta e demanda, cotações do mercado de suínos fecham a…


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A sexta-feira (16) termina para o mercado de suínos com preços estáveis. Segundo análise do Cepea, há um cenário de oferta equilibrada com a demanda em quase todas as regiões acompanhadas. 

Agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indicam que a procura está firme, mas não se aqueceu como o esperado para um início de mês. Nesse cenário, os preços do suíno vivo e da carne estão praticamente estáveis

Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 162,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 12,60/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (15), os preços ficaram estáveis nas principais praças: Minas Gerais (R$ 8,53/kg), Paraná (R$ 8,21/kg), Rio Grande do Sul (R$ 8,14/kg), Santa Catarina (R$ 8,14/kg), e São Paulo (R$ 8,63/kg). 

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Fonte:

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Milho B3 avança com atraso na colheita


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho manteve tendência de alta na B3 nesta quarta-feira, refletindo o atraso na colheita do milho safrinha e o ritmo lento do programa de exportação, que levou a Anec a reduzir novamente a perspectiva de embarques para junho. Os contratos futuros encerraram o dia de forma mista: o vencimento de julho/25 ficou em R\$ 623,07, alta de R\$ 0,20 no dia, mas queda de R\$ 0,66 na semana; o contrato de julho/25 registrou R\$ 63,71, com recuo de R\$ 0,15 no dia e de R\$ 0,95 na semana; já setembro/25 fechou em R\$ 67,68, subindo R\$ 0,07 no dia, mas acumulando baixa semanal de R\$ 0,20.

Na bolsa de Chicago (CBOT), o milho também encerrou em alta, sustentado principalmente pela valorização do trigo e pelo desempenho do setor de etanol nos Estados Unidos. O contrato de julho, referência para a safra de verão brasileira, subiu 0,46%, equivalente a US\$ 2,00 cents/bushel, cotado a US\$ 433,50. O contrato de setembro, que baliza a nossa safrinha, avançou 1,24% ou US\$ 5,25 cents/bushel, fechando a US\$ 429,00.

Segundo analistas, os ganhos do milho em Chicago foram impulsionados pela forte alta do trigo, que elevou o apetite dos investidores por grãos, além do anúncio de que os EUA emitiram 1,22 bilhão de créditos de mistura de etanol em maio, ligeiramente acima dos 1,16 bilhão de abril. Apesar disso, o início da safra americana e o desempenho semanal do etanol abaixo do registrado anteriormente ajudaram a conter maiores elevações nos preços.

No Brasil, apesar dos atrasos na colheita do milho safrinha, a expectativa é de que os produtores consigam avançar rapidamente nos trabalhos de campo, como já demonstraram durante o plantio. No entanto, o fraco ritmo de exportação ainda limita uma recuperação mais firme nos preços, o que mantém o mercado atento aos próximos movimentos, tanto internos quanto externos.

 





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