segunda-feira, junho 15, 2026

News

AgroNewsPolítica & Agro

Geadas reduzem oferta de pastagens no RS


As geadas registradas nas últimas semanas reduziram a capacidade de suporte das pastagens em diversas regiões do Rio Grande do Sul e afetaram principalmente áreas de maior altitude. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar, as baixas temperaturas provocaram danos ao campo nativo, diminuíram a rebrota das forrageiras e reduziram a oferta de volumoso, cenário considerado típico para esta época do ano. Em contrapartida, produtores seguem investindo na sobressemeadura e no plantio direto de espécies de inverno, com destaque para azevém e aveia.

O levantamento aponta que áreas cultivadas com braquiária, tifton, capim capiaçu e kurumi praticamente interromperam o crescimento em razão do frio. As pastagens de verão também apresentaram redução no desenvolvimento, especialmente nas regiões mais elevadas. Conforme a Emater/RS-Ascar, os produtores mantêm estratégias como manejo rotativo, produção de feno e pré-secado, além da implantação de espécies forrageiras de inverno para garantir alimentação ao rebanho.

Na região administrativa de Bagé, as áreas de aveia apresentam sinais de estresse provocados pelas geadas e pela falta de chuva. Em algumas localidades, a ausência de precipitações por quase três semanas reduziu o crescimento das plantas e provocou amarelecimento das folhas. Em Hulha Negra, lavouras de trevo implantadas em maio registraram população abaixo do esperado devido à escassez hídrica. Já em áreas de várzea, o desenvolvimento dos trevos permanece adequado. Em Caçapava do Sul, áreas cultivadas com aveia e azevém já estão sendo utilizadas para pastejo, com resultados considerados positivos.

Nas regiões de Caxias do Sul, Passo Fundo e Soledade, as pastagens anuais de inverno apresentam desenvolvimento entre regular e bom, permitindo o início do pastejo em áreas mais avançadas. Em Erechim, as forrageiras de inverno tiveram boa germinação e estabelecimento, embora o crescimento esteja mais lento em algumas localidades devido aos baixos volumes de chuva acumulados.

Na região de Frederico Westphalen, o desenvolvimento das espécies de inverno segue dentro do esperado, enquanto a semeadura de trigo, aveia e azevém continua em andamento. Em Ijuí, a implantação das pastagens de inverno está em fase final e apresenta bom estabelecimento. Em algumas propriedades, a produção de massa verde já permite o uso das áreas para pastejo.

Na região de Pelotas, municípios como Pinheiro Machado, Jaguarão e Santana da Boa Vista registram oferta de pastagem nativa variando entre regular e satisfatória. Entretanto, em algumas áreas, as geadas causaram queimaduras que reduziram a qualidade das forrageiras. Em São Lourenço do Sul, foi observado aumento gradual do uso de pastagens cultivadas de inverno em substituição às áreas de verão e aos campos nativos.

Nas regiões de Porto Alegre e Santa Maria, poucas áreas de forrageiras de inverno estão aptas ao pastejo, já que a maioria ainda se encontra em fase de implantação ou desenvolvimento inicial. Diante da possibilidade de novas chuvas, produtores têm intensificado a sobressemeadura de azevém nos campos nativos para ampliar a oferta de alimento ao rebanho.

Em Santa Rosa, técnicos observaram a presença de pulgões e de manchas foliares em áreas de aveia. Apesar da redução das chuvas, a emergência do azevém em áreas de ressemeadura natural e de semeadura a lanço é considerada satisfatória. A região já conta com áreas aptas ao pastejo em cultivos de trigo para duplo propósito e em consórcios de aveia e azevém, enquanto os produtores seguem realizando a implantação escalonada das pastagens de inverno.





Source link

News

BNDES amplia crédito e inclui agropecuária entre setores atendidos


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou a ampliação do orçamento e das condições de financiamento do programa BNDES Mais Inovação, incluindo a agropecuária entre os setores atendidos. O orçamento destinado ao programa foi elevado para R$ 12 bilhões até 2026, permitindo que empresários e pessoas físicas do setor agropecuário, florestal, de pesca e aquicultura tenham acesso a linhas de crédito.

Novas condições de financiamento

As novas diretrizes do BNDES visam facilitar o acesso ao crédito para diferentes perfis de produtores, com taxas de juros atrativas:

  • Pequenos e médios empresários: taxa de 8,85% ao ano, mais spreads.
  • Grandes empresários: taxa de 7% ao ano, mais spreads.

Foco em inovação e digitalização

O programa BNDES Mais Inovação tem dois focos principais:

  • Desenvolvimento e inovação na agropecuária.
  • Digitalização e modernização de máquinas e equipamentos.

A inclusão do setor agropecuário no programa é uma resposta à crescente demanda por tecnologias que aumentem a produtividade e a eficiência no campo.

Prazo e carência

Os financiamentos podem ter um prazo de carência de 2 a 3 anos e um período total de pagamento de até 10 anos, tornando-se uma opção viável para os produtores que buscam investir em tecnologia e inovação.

Demanda e apoio contínuo

O governo, sob a liderança do presidente Lula, está atento às necessidades do setor e promete continuar a apoiar a agropecuária, visando aumentar a produtividade e gerar empregos. Até o momento, já foram alocados R$ 2,5 bilhões na linha de crédito voltada para a indústria 4.0, que também abrange o agro.

O post BNDES amplia crédito e inclui agropecuária entre setores atendidos apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Exportações brasileiras de soja alcançam 40 milhões de toneladas em 2023


As exportações brasileiras de soja atingiram a marca de 40 milhões de toneladas em 2023, impulsionadas pela demanda crescente por biocombustíveis e pela volatilidade dos preços do petróleo. O analista da Datagro, Pedro Esmaedec, destacou que as cotações da soja em Chicago têm se mantido entre 11,50 e 12 dólares por bushel, refletindo a boa demanda pelo óleo de soja.

Desempenho do mercado de soja

Nos Estados Unidos, a safra de soja está 87% plantada, com 66% das áreas em condições boas e excelentes. As exportações norte-americanas também mostraram um desempenho positivo, com 494.000 toneladas embarcadas na última semana, dentro da expectativa de 400 a 600 mil toneladas.

Impacto no mercado brasileiro

  • Os preços da soja no mercado físico brasileiro apresentaram melhora recente, sustentados pela valorização do dólar.
  • O lineup da TAGRO prevê que 15,5 milhões de toneladas serão exportadas até o final de maio.

Expectativas para o milho

No mercado de milho, as cotações em Chicago variam entre 440 e 470 dólares por bushel, com um viés baixista. O plantio norte-americano está avançado, com 93% das áreas finalizadas e em boas condições. A colheita no Brasil deve ser a segunda maior da história, o que pode pressionar os preços nos próximos dias.

O post Exportações brasileiras de soja alcançam 40 milhões de toneladas em 2023 apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Senadores debatem propostas para o fim da escala 6×1 e mudanças trabalhistas


No Senado, o debate sobre o fim da escala 6×1 ganha força com três propostas em análise que visam alterar a jornada semanal dos trabalhadores. A discussão surge após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados, e senadores de diferentes partidos buscam definir qual proposta terá prioridade na tramitação.

Propostas em discussão

  • Uma das propostas já foi aprovada em dois turnos na Câmara e aguarda encaminhamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
  • O presidente da CCJ, Oto Alencar, deve priorizar o texto aprovado pela Câmara, que promete tramitação rápida.
  • Outra proposta, de autoria do senador Paulo Paim, já passou pela CCJ e aguarda deliberação do plenário.
  • Uma terceira proposta, apresentada pelo líder da oposição, Rogério Marinho, propõe maior flexibilidade na jornada de trabalho.

Impactos da redução da jornada

A redução da jornada de trabalho é vista como uma forma de distribuir melhor as oportunidades de emprego, permitindo que mais pessoas tenham acesso ao trabalho formal e decente. Além disso, busca-se enfrentar o desemprego estrutural, que tem sido agravado por avanços tecnológicos e automação.

Próximos passos

A definição sobre qual proposta será priorizada está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Uma reunião de líderes está prevista para esta semana, onde os próximos passos serão discutidos. O Senado também aprovou uma sessão temática para debater os impactos da redução da jornada de trabalho, com expectativa de que os próximos dias sejam decisivos para um consenso sobre as mudanças nas relações de trabalho no país.

O post Senadores debatem propostas para o fim da escala 6×1 e mudanças trabalhistas apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

ABPA celebra avanço sanitário do Brasil na exportação de suínos à China


A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) anunciou um avanço significativo no reconhecimento sanitário do Brasil para a exportação de carne suína à China. Estima-se que a ampliação do reconhecimento para outros estados com plantas habilitadas poderá resultar em um incremento superior a 40.000 toneladas anuais de carne suína.

Reconhecimento e impacto econômico

Ricardo Santim, presidente da ABPA, destacou a importância desse reconhecimento, que é fruto de uma luta histórica envolvendo o Ministério da Agricultura, o Ministério das Relações Exteriores, a Apex e o setor privado. O reconhecimento já existente para o estado de Santa Catarina agora se estende a outros estados brasileiros.

Estados habilitados para exportação

Os estados do Rio Grande do Sul e Mato Grosso, que já possuem plantas habilitadas, poderão exportar carne com osso e miúdos para a China. Essa expansão pode gerar um valor de exportação estimado em 150 milhões de dólares por ano.

Oportunidades para o setor

Além das plantas já habilitadas, há a possibilidade de que outras plantas em diferentes estados do Brasil busquem essa habilitação. Santim enfatizou que este é um momento de celebração e uma grande conquista para a cultura brasileira, reafirmando o Brasil como um importante parceiro na segurança alimentar global.

O post ABPA celebra avanço sanitário do Brasil na exportação de suínos à China apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fim da jornada 6×1 pode gerar prejuízos à produção animal, alerta ACCS


Representantes do setor agropecuário estão em alerta com a proposta de fim da jornada de trabalho 6×1, atualmente em discussão no Congresso Nacional. O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Livânio Lorenzi, expressou preocupações sobre os impactos econômicos que essa mudança pode trazer, especialmente para a produção animal.

Impactos econômicos

Segundo Lorenzi, a alteração legislativa resultará em:

  • Aumento dos custos operacionais para as empresas.
  • Perda de poder de compra para os trabalhadores.
  • Aceleração da desindustrialização no país.

Consequências para trabalhadores e empresas

O presidente da ACCS destacou que a proposta pode levar a um cenário onde:

  • Os trabalhadores continuarão recebendo o mesmo salário, mas perderão poder de compra.
  • Empresas terão que contratar mais funcionários para atender à demanda, aumentando os encargos.
  • Trabalhadores desempregados poderão não receber salários equivalentes aos de seus colegas já contratados.

Críticas ao Congresso

Lorenzi também criticou a motivação política por trás da proposta, afirmando que muitos deputados estão priorizando a reeleição em detrimento do futuro econômico do país. Ele enfatizou a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre as consequências dessa mudança para a nação.

O post Fim da jornada 6×1 pode gerar prejuízos à produção animal, alerta ACCS apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Expectativas para o inverno: previsão do tempo e chuvas em junho


O mês de junho marca o início do inverno no Brasil, que começa no dia 21, às 5h24, horário de Brasília. Para os agricultores, a principal preocupação é o regime de chuvas nas regiões produtoras.

Temperaturas e chuvas em junho

Artur Miller, especialista em meteorologia, destaca que, embora haja previsão de chuvas no Brasil Central, a maior parte do país deve enfrentar temperaturas elevadas. O mapa de temperaturas indica:

  • Regiões em vermelho: temperaturas acima da média.
  • Regiões em azul: temperaturas abaixo da média.
  • Regiões sem cor: temperaturas dentro da média.

A região Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas e Mato Grosso do Sul devem registrar mínimas que podem chegar a 3ºC, com possibilidade de geadas.

Risco de incêndios e déficit hídrico

O alerta principal é para o aumento do risco de incêndios, especialmente devido ao déficit hídrico em lavouras tardias de milho. A previsão não é favorável para chuvas volumosas no Centro-Norte do país.

Condições para trabalhos em campo

Para os produtores que iniciaram a colheita do milho segunda safra, as condições são favoráveis. Nos próximos cinco dias, o amanhecer será frio no Sul e Sudeste, com mínimas entre 10ºC e 15ºC.

Previsão de chuvas e temperaturas

Entre 8 e 12 de junho, uma frente fria deve trazer chuvas irregulares ao Brasil Central, com bons volumes em Rondônia. Na virada da quinzena, chuvas devem avançar para São Paulo, Mato Grosso do Sul e sul de Minas, com previsão de 50 mm em cinco dias.

Artur Miller ressalta que, apesar das chuvas, a média geral de precipitação em junho será baixa, o que pode impactar negativamente os produtores que dependem de umidade no solo.

O post Expectativas para o inverno: previsão do tempo e chuvas em junho apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Expectativas do agronegócio para o Plano Safra são discutidas em evento


Nesta terça-feira, o Conselho do Agronegócio da Associação Comercial de São Paulo recebeu o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, para a palestra “Diálogo, Inovação e Crescimento”, que abordou o novo momento do agronegócio brasileiro. O evento destacou as expectativas em torno do Plano Safra e os desafios enfrentados pelo setor.

Metas para o Plano Safra

Durante o encontro, o ministro André de Paula afirmou que a meta é ampliar o volume de recursos e garantir juros mais acessíveis para o campo. Ele destacou:

  • Objetivo de um plano safra robusto do ponto de vista financeiro.
  • Expectativa de um aumento de 10% nos recursos, passando de 516 bilhões para cerca de 550 bilhões de reais.
  • Importância de garantir que os financiamentos sejam viáveis para os produtores rurais.

Desafios do setor

O ministro também ressaltou que o desafio não se limita ao aumento do crédito, mas inclui:

  • Fortalecimento do seguro rural.
  • Criação de mecanismos para ampliar o acesso ao crédito.
  • Soluções para o endividamento dos produtores.

Expectativas e medidas futuras

Representantes do setor destacaram a expectativa em torno das medidas que devem acompanhar o Plano Safra, especialmente a criação de um fundo garantidor para facilitar o acesso ao financiamento rural. O ministro enfatizou o empenho na aprovação do projeto de lei 5122, que trata do endividamento e inclui a criação de um fundo garantidor para o agronegócio.

O post Expectativas do agronegócio para o Plano Safra são discutidas em evento apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Flávio Bolsonaro diz ter pedido a Rubio que EUA retirem tarifas contra o Brasil


Trump afirma que China comprará soja e aviões dos EUA e nega debate sobre tarifas com Xi

O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (2) ter enviado uma carta ao secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pedindo que o país desista de impor novas tarifas de 25% ao Brasil. A manifestação ocorre um dia após o anúncio norte-americano de novas cobranças sobre produtos brasileiros, com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos Estados Unidos. O conteúdo disponível não detalha quais itens seriam atingidos pela medida.

Na carta, Flávio Bolsonaro afirma que a imposição de novas tarifas causaria prejuízos à população brasileira e reiterou pedido que, segundo ele, já havia sido feito pessoalmente a Rubio. O senador também mencionou deterioração fiscal e econômica no país ao justificar a solicitação.

A decisão dos Estados Unidos foi anunciada como conclusão de investigação sobre supostas práticas desleais do Brasil. Entre os pontos citados pelos norte-americanos está um alegado tratamento preferencial ao Pix, que, segundo a justificativa apresentada, prejudicaria empresas dos Estados Unidos.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

Para o comércio exterior brasileiro, o ponto central passa a ser a definição do alcance da tarifa, dos produtos abrangidos e do prazo de implementação. Esses dados são determinantes para medir efeitos sobre exportadores, agroindústrias, tradings e cadeias produtivas com vendas ao mercado norte-americano. No conteúdo disponível, porém, não há detalhamento oficial sobre setores, volumes ou valores potencialmente afetados.

O episódio também gerou reação política no Brasil. O deputado Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), investigação sobre eventual atuação de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos em favor de um novo tarifaço contra o país. Nesta terça-feira (2), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o senador e integrantes da família Bolsonaro ao comentar a proposta tarifária.

Na semana passada, Flávio Bolsonaro esteve com Rubio em Washington. Ele também agradeceu à administração norte-americana pela classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras.

A avaliação técnica dos efeitos econômicos da medida depende da publicação de detalhes sobre os produtos atingidos, a abrangência da tarifa e o cronograma de entrada em vigor. Até que essas informações sejam formalizadas, o impacto sobre exportações brasileiras, inclusive do agronegócio, permanece sem dimensionamento completo.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Flávio Bolsonaro diz ter pedido a Rubio que EUA retirem tarifas contra o Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Margem da indústria frigorífica melhora em Mato Grosso



Demanda fortalece mercado da carne bovina



Foto: Kadijah Suleiman

A margem do Equivalente Físico (EF) da indústria frigorífica de Mato Grosso apresentou melhora em maio de 2026, conforme análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária. O indicador, que mede a diferença entre a receita obtida com a comercialização da carne bovina com osso no atacado e o custo da arroba do boi gordo, registrou média de -4,47% no período, avanço de 0,75 ponto percentual em relação a abril.

Segundo o Imea, o resultado foi influenciado pelo maior distanciamento entre os preços da carne bovina no atacado e os valores pagos pela matéria-prima, favorecendo a rentabilidade da indústria frigorífica. O instituto destacou que a margem permaneceu próxima da média histórica de -4,62%, indicando um ambiente de mercado mais equilibrado. “Em mai/26, a margem do Equivalente Físico (EF), indicador que estima diferença entre a receita obtida da comercialização da carne bovina com osso no atacado e a arroba do boi gordo, registrou média de -4,47% em MT, avanço de 0,75 p.p. em relação a abr/26.”

Para junho, a expectativa do instituto é de continuidade da sustentação do mercado. De acordo com o levantamento, a demanda interna tende a ser impulsionada pelas festividades tradicionais do período e pela Copa do Mundo, fatores que podem estimular o consumo de proteína bovina. Ao mesmo tempo, a demanda externa segue contribuindo para a firmeza do setor. “Para jun/26, o cenário segue sustentado tanto pela demanda interna, impulsionada pelas festividades tradicionais do período e pela copa do mundo, que tendem a estimular o consumo pela proteína, quanto pela demanda externa.”

O Imea também aponta que a oferta de animais pode influenciar o comportamento do mercado nas próximas semanas. A expectativa de menor disponibilidade de bovinos para abate deve contribuir para a manutenção das condições favoráveis observadas recentemente. “Do lado da oferta, a expectativa de menor disponibilidade de animais também contribui para a sustentação do mercado.”





Source link