segunda-feira, junho 15, 2026

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Rio Grande do Sul amplia apoio à vitivinicultura com R$ 44,3 milhões


Rio Grande do Sul amplia apoio à vitivinicultura com R$ 44,3 milhões

O Rio Grande do Sul chega ao Dia Estadual do Vinho, celebrado neste sábado (7), com avanço na produção de uvas e reforço de recursos para a cadeia vitivinícola. Segundo a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), o Fundo de Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado (Fundovitis) destinou R$ 44,3 milhões ao setor desde 2023, dos quais R$ 34,9 milhões já foram pagos. O estado lidera a produção nacional de uvas, vinhos e espumantes.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra gaúcha de uvas somou 957 mil toneladas em 2025, alta de 36% ante as 703 mil toneladas registradas em 2024. O Valor Bruto da Produção alcançou R$ 2,29 bilhões. Para 2026, a expectativa informada no material oficial é de cerca de 905 mil toneladas, mantido um patamar elevado de oferta.

A atividade reúne cerca de 15 mil famílias em aproximadamente 48 mil hectares, com forte presença da agricultura familiar, especialmente na Serra gaúcha. Segundo a Seapi, cerca de 92% das uvas colhidas no estado seguem para industrialização em vinhos, espumantes, sucos e derivados, enquanto o restante é destinado ao consumo in natura. Flores da Cunha e Bento Gonçalves estão entre os principais polos voltados à indústria.

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Os recursos do Fundovitis são administrados pelo Conselho de Desenvolvimento da Vitivinicultura (Consevitis-RS) e financiam capacitação técnica, pesquisa, inovação, assistência técnica, extensão rural e promoção comercial. O plano também inclui participação em feiras, criação de ferramentas digitais, seguros para a atividade e investimentos no Laboratório de Referência Enológica (Laren), em Caxias do Sul.

No campo, a base técnica para a safra atual considera o inverno rigoroso de 2025, com acúmulo de horas de frio acima da média em regiões produtoras e ausência de geadas tardias, fatores que favoreceram a brotação e a formação de gemas frutíferas.

O setor também passou a contar com o Painel da Produção Vitivinícola, do Departamento de Defesa Vegetal da Seapi, que reúne indicadores de produção, industrialização e comercialização. A ferramenta amplia o acompanhamento da cadeia e pode apoiar decisões de produtores, cooperativas, vinícolas e gestores públicos. Não foram informados, no material de origem, recortes por município sobre produtividade média por hectare em 2026.

Fonte: agricultura.rs.gov.br

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Clima acende sinal amarelo para preços da soja



Na semana passada, a oleaginosa encerrou com movimentos alternados


Na semana passada, a oleaginosa encerrou com movimentos alternados
Na semana passada, a oleaginosa encerrou com movimentos alternados – Foto: Pixabay

O mercado da soja apresentou comportamento misto na última semana, em um cenário marcado por ajustes nos grãos, menor volatilidade externa e atenção crescente ao clima nos Estados Unidos. Segundo análise da StoneX, a combinação entre fatores climáticos, demanda por óleo de soja e relações comerciais entre China e Estados Unidos segue no centro das decisões dos agentes do setor.

Na semana passada, a oleaginosa encerrou com movimentos alternados de altas e baixas, refletindo um ambiente de maior cautela. O alívio nas tensões no Oriente Médio contribuiu para reduzir os prêmios de risco no petróleo, o que ajudou a diminuir parte da volatilidade nos mercados agrícolas. A melhora na percepção sobre custos ligados a frete, combustíveis e insumos também favoreceu um ambiente menos pressionado para as commodities.

Nos Estados Unidos, o desenvolvimento da safra continua sendo avaliado como positivo, mas o clima começa a ganhar mais importância na formação dos preços. A expansão de áreas com seca anormal no Meio-Oeste norte-americano ainda não representa um fator dominante, mas pode se tornar mais relevante conforme as lavouras avancem para fases mais sensíveis do ciclo produtivo.

Pelo lado dos fundamentos, o óleo de soja encontrou sustentação na demanda doméstica dos Estados Unidos, especialmente pela força do setor de biocombustíveis. Esse movimento tem mantido as margens de esmagamento em níveis atrativos, o que estimula um ritmo maior de processamento e contribui para dar suporte ao complexo soja.

No comércio internacional, as atenções seguem voltadas para a relação entre China e Estados Unidos. O mercado monitora possíveis novos compromissos de compra, ainda cercados por incertezas. Nesse contexto, o Brasil permanece competitivo, mantendo espaço relevante nas negociações globais da oleaginosa.

 





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Alívio no petróleo derruba o milho na semana



Outro ponto relevante foi a perspectiva de avanços diplomáticos


Outro ponto relevante foi a perspectiva de avanços diplomáticos
Outro ponto relevante foi a perspectiva de avanços diplomáticos – Foto: Nadia Borges

Os preços do milho encerraram a semana em queda, em um ambiente marcado pela combinação entre avanço adequado da safra norte-americana, menor tensão geopolítica e atenção crescente às condições climáticas nas principais regiões produtoras. A avaliação é da StoneX, que aponta que o mercado oscilou ao longo dos últimos dias, mas terminou com viés negativo diante da leitura de oferta e demanda no cenário internacional.

Nos Estados Unidos, o ritmo de plantio segue dentro de um padrão considerado adequado, fator que reduziu a percepção de risco no curto prazo e pressionou as cotações. O bom progresso das lavouras contribuiu para limitar movimentos de alta, especialmente em um momento em que os agentes acompanham a evolução da safra e buscam sinais mais claros sobre o potencial produtivo do ciclo.

Outro ponto relevante foi a perspectiva de avanços diplomáticos no Oriente Médio. As tratativas de paz trouxeram algum alívio ao mercado de petróleo e diminuíram parte das preocupações com custos logísticos e de fertilizantes. Esse movimento também ajudou a reduzir a volatilidade nos grãos, já que energia e insumos seguem como componentes importantes na formação de custos da cadeia agrícola.

Apesar do recuo recente, o clima tende a ganhar mais peso nas próximas semanas. O aumento de áreas com seca anormal no Meio-Oeste norte-americano está no radar do mercado e pode oferecer sustentação aos preços caso o quadro persista. A fase de desenvolvimento das lavouras torna o acompanhamento climático decisivo para a formação de expectativas sobre produtividade.

Na demanda, as atenções continuam voltadas à relação entre China e Estados Unidos. O mercado aguarda maior clareza sobre novos acordos agrícolas, enquanto rumores recentes de compras chinesas de milho podem alterar projeções de exportação e influenciar o ajuste dos estoques. 

 





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Chance de El Niño dispara para os próximos meses



A tendência de domínio do El Niño permanece nas projeções seguintes


A tendência de domínio do El Niño permanece nas projeções seguintes
A tendência de domínio do El Niño permanece nas projeções seguintes – Foto: NOAA

O aquecimento em curso no Pacífico equatorial central e leste elevou a atenção sobre a possível formação de El Niño nos próximos meses, cenário que pode influenciar padrões de chuva e temperatura em diferentes regiões do mundo, incluindo áreas de interesse para o Brasil. Segundo a Organização Meteorológica Mundial, as anomalias de temperatura da superfície do mar avançavam em meados de maio de 2026, indicando um padrão de aquecimento compatível com o desenvolvimento do fenômeno.

As previsões sazonais mais recentes dos Centros Globais de Produção da WMO apontam uma mudança marcada em direção a condições de El Niño. Para o trimestre de junho, julho e agosto de 2026, a probabilidade estimada chega a 80%, enquanto a chance de manutenção de um quadro neutro do ENSO caiu para 20%. A possibilidade de La Niña no mesmo período é indicada como próxima de zero.

O levantamento divulgado pela entidade resume esse quadro ao mostrar ampla predominância da faixa associada ao El Niño, com uma parcela menor para condições neutras e ausência de sinal relevante para La Niña. O ENSO, sigla em inglês para El Niño-Oscilação Sul, é acompanhado de perto porque alterações na temperatura do Pacífico equatorial costumam ter reflexos sobre a circulação atmosférica e podem afetar regimes de precipitação.

A tendência de domínio do El Niño permanece nas projeções seguintes. Para os períodos de julho a setembro, agosto a outubro e setembro a novembro, as condições associadas ao fenômeno continuam previstas como predominantes, com probabilidades próximas ou acima de 90%. Já o cenário neutro se mantém em torno de 10%, de acordo com as estimativas apresentadas.

A retomada de La Niña é considerada improvável no horizonte estendido. Os Serviços Meteorológicos e Hidrológicos Nacionais devem acompanhar a evolução do ENSO nos próximos meses e divulgar novas atualizações conforme houver mudanças no quadro observado e nas projeções sazonais.

 





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Safra de noz-pecã está estimada entre 7 mil e 8 mil toneladas


A Divinut chega à FENARROZ 2026, em Cachoeira do Sul (RS), em um momento decisivo para a cadeia da noz-pecã brasileira. Com a maior safra da história projetada no Rio Grande do Sul — estimada entre 7 mil e 8 mil toneladas —, a empresa reforça seu papel como protagonista na estruturação produtiva e na expansão internacional do setor.

Realizada de 2 a 7 de junho, na Capital Nacional do Arroz, – que desde 2022, através de lei, também se tornou a Capital Estadual da Noz-Pecã – a feira se consolida como vitrine estratégica para negócios, tecnologia e inovação no agro. É neste ambiente que a Divinut evidencia sua atuação integrada — do viveiro à exportação — e apresenta ao mercado soluções que combinam genética avançada, tecnologia de produção e inteligência comercial.

No estande da empresa, o foco estará no portfólio de mudas com genética conhecida e rastreável, desenvolvidas para garantir maior produtividade, uniformidade dos pomares e padrão superior de qualidade — atributos cada vez mais exigidos pelo mercado global.

A participação na feira ocorre em paralelo a um avanço relevante na agenda internacional da companhia. Após missão recente à China, a Divinut se posiciona entre as primeiras empresas brasileiras aptas a operar no novo mercado asiático, aberto oficialmente após a assinatura do protocolo fitossanitário entre Brasil e o órgão regulador chinês (GACC), em 2024.

“Estamos diante de uma mudança de escala para a noz-pecã brasileira. A super safra exige organização, mercado e estratégia — e é exatamente nisso que a Divinut atua. A FENARROZ é o palco ideal para mostrar que o Brasil não apenas produz mais, mas produz melhor e está preparado para competir globalmente, inclusive com a abertura do mercado asiático”, afirma o CEO da Divinut, Edson Ortiz.

Com sede em Cachoeira do Sul, a Divinut é hoje a maior processadora de noz-pecã do Hemisfério Sul e principal exportadora brasileira, com presença consolidada na Europa, América do Norte, Oriente Médio e norte da África. A nova frente na Ásia marca mais um passo na estratégia de internacionalização da empresa e de valorização da pecã brasileira no mercado global.

Serviço:

O que: FENARROZ

Quando: de 2 a 7 de junho

Onde: Parque da FENARROZ, Cachoeira do Sul/RS

 





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Produtores de leite enfrentam crise e pedem políticas públicas urgentes


No Dia Internacional do Leite, a situação dos produtores brasileiros é alarmante. O presidente da Faesp, em declaração recente, destacou que o setor está no limite da sobrevivência devido a uma combinação de fatores adversos.

Desafios enfrentados pelos produtores

O Brasil possui o segundo maior rebanho de leite do mundo, atrás apenas da Índia, e emprega cerca de 4 milhões de pessoas no setor. No entanto, os produtores enfrentam sérios desafios:

  • Aumento de 26% nos custos de produção, incluindo ração e energia.
  • Queda de 23% nos preços do leite, impactada por importações.
  • Importação de 700 milhões de litros de leite entre janeiro e abril, que prejudica a concorrência local.

Necessidade de políticas públicas

Os produtores clamam por uma política pública definida que proteja o setor e garanta a sustentabilidade da produção leiteira. O presidente da Faesp enfatizou que o leite é um produto fundamental para a sociedade e que a desestruturação da pecuária leiteira é preocupante.

Eventos e mobilizações

De 1º a 6 de junho, ocorrerá a Mega Leite em Belo Horizonte, um evento que visa debater os desafios do setor e buscar soluções para a crise enfrentada pelos produtores. A expectativa é que o encontro traga à tona a importância de um suporte governamental efetivo para o fortalecimento da pecuária leiteira no Brasil.

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Produtor de leite está no limite da sobrevivência, diz presidente da Faesp


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Foto: Freepik

O Brasil possui o segundo maior rebanho leiteiro do mundo, atrás apenas da Índia. Ao longo de toda a cadeia, são empregadas mais de 4 milhões de pessoas, mas o principal ente do setor está no “limite da sobrevivência”. A afirmação é do presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles.

Segundo ele, os números denotam que a atividade está à beira de um colapso. “Em 2025, aumentamos a produção em 7,2% graças à produtividade, mas tivemos o preço [do leite] derrubado em 23%, ao mesmo tempo que tivemos 26% de aumento de custo de produção com ração e energia”, enumera.

Por conta desses números, Meirelles critica o fato de o governo federal, através do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex-Camex), não ter aplicado de forma imediata tarifas antidumping ao produto importado pelo país que, de acordo com o setor, chega ao Brasil a preços desleais.

“O argumento utilizado foi a questão de salvaguarda da sociedade, mas isso não cabe porque grande parte das propriedades rurais do Brasil tem pecuária leiteira”, diz, citando que a oferta nacional daria conta de suprir a demanda interna.

Segundo ele, a pecuária leiteira brasileira está em processo de desestruturação, principalmente ao se considerar os investimentos feitos por toda a cadeia em busca de genética que gerou um rebanho mais produtivo.

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Lula critica tarifas dos EUA e defende soberania do Brasil


Em reunião com ministros na manhã desta quarta-feira em Brasília, o presidente Lula criticou as novas tarifas impostas pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros, reafirmando que o Brasil não aceitará esse tratamento. Lula destacou a necessidade de buscar alternativas no mercado internacional.

Tarifas americanas e suas justificativas

A taxação, que entrará em vigor em julho, prevê tarifas de 25% sobre produtos como etanol, açúcar, arroz, roupas e sapatos, além de maquinários e motores. O governo americano justifica essas medidas alegando que o Brasil falhou em combater a censura nas plataformas digitais, a pirataria, a corrupção e o desmatamento ilegal.

Impacto das tarifas no comércio

Enquanto isso, cerca de 700 itens estão isentos de tarifas, incluindo carnes, frutas, café e minerais. A tarifa atual sobre o etanol brasileiro é de 12,5%, enquanto o Brasil cobra 18% sobre o etanol americano. Lula enfatizou que o Brasil é um país democrático e soberano, e que buscará novos parceiros comerciais caso os Estados Unidos não queiram comprar produtos brasileiros.

Reação e análise do especialista

Leonardo Munhz, especialista em direito internacional, observou que as novas tarifas têm base jurídica em uma lei americana que permite a aplicação de tarifas em caso de segurança nacional. Ele destacou que, ao contrário de tarifas anteriores, essas novas taxações seguem o rito legal americano.

  • Tarifas de 25% sobre etanol, açúcar, arroz, roupas e sapatos.
  • Justificativa americana: falhas no combate à censura, pirataria e desmatamento.
  • Isenção de tarifas para 700 itens, incluindo carnes e frutas.
  • Tarifa de 12,5% sobre etanol brasileiro e 18% sobre etanol americano.
  • Busca por novos parceiros comerciais se os EUA não aceitarem produtos brasileiros.

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Abertura nacional da colheita do milho é marcada por desafios em Querência (MT)


A abertura nacional da colheita do milho, referente à segunda safra, ocorreu hoje em Querência, Mato Grosso, reunindo lideranças e especialistas do setor. O evento, que simbolizou o início dos trabalhos das máquinas no campo, destacou os desafios enfrentados pelos produtores na comercialização e nas tecnologias da safrinha.

Desafios da colheita

O ronco das colheitadeiras marcou o início oficial da colheita, que é crucial para o estado, o maior produtor de milho do Brasil. Apesar da expectativa de uma boa produtividade, os agricultores enfrentam dificuldades financeiras significativas.

  • Custos de produção elevados
  • Margens de lucro estreitas
  • Necessidade de maior eficiência no manejo

Expectativas de produção

As projeções indicam uma produção de 53 milhões de toneladas, embora abaixo dos 55 milhões do ano passado. A rentabilidade é uma preocupação central, com custos de insumos e preços de venda em desequilíbrio.

Questões financeiras

Os debates no evento também abordaram a dificuldade de acesso a crédito e a necessidade de incentivos para os produtores rurais. A busca por novas linhas de financiamento e alternativas no mercado externo foi enfatizada como essencial para a continuidade das atividades agrícolas.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

USDA traz 66% das lavouras de soja dos EUA em boas/excelentes condições


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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) divulgou seu mais recente relatório de acompanhamento de safra, ainda apontando um ritmo acelerado nos trabalhos de campo e condições de lavoura que se mantendo  favoráveis, mas alinhadas aos patamares do ano passado.

Soja – Os produtores norte-americanos de soja aceleraram o passo na última semana e . Os trabalhos de semeadura atingiram 87% da área prevista, mostrando um avanço expressivo frente aos 79% da semana anterior. O índice atual supera tanto o registrado no mesmo período do ano passado (83%) quanto a média dos últimos cinco anos (80%).

O USDA mostrou que a germinação alcançou 65% dos campos da oleaginosa, bem acima dos 49% da semana passada e superando os 61% do ano anterior e os 57% da média histórica. Atualmente, 66% das áreas estão entre boas e excelentes condições, contra 67% no ano passado.

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Milho – O plantio do milho nos EUA também avança bem e caminha para a conclusão, atingindo 93% da área total estimada. O número representa um avanço de 7 pontos percentuais em relação à semana passada (86%) e fica ligeiramente acima do registrado no ano passado e na média de cinco anos, ambos em 92%.

O processo de emergência das plantas segue o ritmo esperado. São 76% das lavouras já germinadas, saltando dos 60% da semana anterior. O índice empata rigorosamente com o ano passado (76%) e supera a média histórica de 74%.

 O USDA avalia que 67% das plantações estão em situação boa ou excelente — um recuo sutil de dois pontos percentuais na comparação anual, mas que ainda indica um potencial produtivo robusto.

USDA - Safras (2)

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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