segunda-feira, julho 6, 2026

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Acordo Mercosul–UE deve ampliar exportações brasileiras em US$ 1 bi no primeiro ano, estima ApexBrasil


Presidente da ApexBrasil Laudemir Muller foto Aarao Prado ApexBrasil
Laudemir Muller, presidente da ApexBrasil. Foto: Aarão Prado/ApexBrasil

A entrada em vigor do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia passa a alterar o fluxo de comércio entre os blocos a partir desta semana. Com a medida, cerca de 5 mil produtos do Mercosul passam a acessar o mercado europeu com tarifa zero ou reduzida.

A estimativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) é que o Brasil amplie suas exportações para a Europa em até US$ 1 bilhão no primeiro ano de vigência. O cálculo considera um grupo de 543 produtos com maior potencial de ganho imediato.

Segundo o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, a redução de tarifas deve ter efeito direto sobre a competitividade dos produtos brasileiros. A partir da entrada em vigor, itens que antes pagavam impostos passam a acessar o mercado europeu em condições mais favoráveis.

Acesso a mercado estratégico

A União Europeia reúne um Produto Interno Bruto estimado em US$ 20 trilhões e é o segundo maior importador global. Os países do bloco compram cerca de US$ 7,4 trilhões por ano, sendo mais de US$ 3 trilhões provenientes de fora da região.

O mercado europeu é cerca de nove vezes maior que o do Mercosul. O acordo também prevê uma abertura mais rápida para os países sul-americanos. Cerca de 54% das exportações do Mercosul passam a ter tarifa zero de forma imediata, enquanto aproximadamente 10% dos produtos europeus terão o mesmo benefício no acesso ao mercado do bloco.

Entre os setores com maior potencial de crescimento estão aeronaves, motores e geradores elétricos, couro, uvas e mel. De acordo com a ApexBrasil, mesmo reduções tarifárias menores podem influenciar a concretização de negócios em mercados competitivos.

Promoção comercial

Para ampliar os resultados, a ApexBrasil prevê intensificar ações de promoção comercial. Entre as medidas estão a realização de rodadas de negócios no Brasil, com a participação de compradores europeus, e o reforço da presença de empresas brasileiras em feiras e eventos na Europa.

A estratégia também inclui ações voltadas à promoção da imagem dos produtos brasileiros e apoio à inserção de pequenos produtores, cooperativas e empresas da bioeconomia no mercado europeu.

Impactos ao longo do tempo

Os efeitos imediatos devem ser percebidos principalmente pelas empresas exportadoras. Já os impactos para consumidores tendem a ocorrer de forma gradual, conforme os fluxos comerciais se ajustam.

A expectativa é de que os ganhos se ampliem ao longo dos próximos anos, à medida que novas reduções tarifárias entrem em vigor e o acordo avance em sua implementação.

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Como ficaram os preços de soja no último dia de abril? Confira as cotações


Grão de soja
Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana com ritmo lento de negócios, marcado por poucas ofertas, compradores e vendedores retraídos e preços variando entre estabilidade e leve queda. A pressão veio principalmente do recuo do dólar e da perda de sustentação nos portos, que vinham dando suporte às cotações nos últimos dias.

Segundo análise de mercado, o movimento foi de baixa liquidez, com agentes já voltados para negociações futuras, especialmente a partir de junho. Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos oscilaram ao longo do dia e fecharam mistos, sem força suficiente para impulsionar os preços no Brasil.

O câmbio teve papel decisivo no enfraquecimento das cotações. O dólar caiu com mais intensidade, encerrando o dia abaixo de R$ 5,00, o que reduziu a competitividade da soja brasileira. Os prêmios permaneceram estáveis e não contribuíram para mudanças no cenário, mantendo o mercado travado.

Preços de soja

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 125,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 126,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 121,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 131,00 para R$ 130,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). No mês, no entanto, a posição julho acumulou alta de 0,8%. Na última sessão do mês, os participantes optaram por ajustar posições por movimentos técnicos.

Após atingir de madrugada o maior patamar em quatro anos, o petróleo recuou e colocou pressão sobre as cotações da oleaginosa. Além disso, as previsões apontam melhora nas condições climáticas nos Estados Unidos, favorecendo a evolução do plantio nos estados produtores.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 258.100 toneladas na semana encerrada em 23 de abril. Para a temporada 2026/27, foram mais 3.000 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 600 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,50 centavo de dólar, ou 0,12%, a US$ 11,95 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,89 1/4 por bushel, com retração de 0,50 centavo de dólar ou 0,02%. As demais posições fecharam em leve alta.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 4,90 ou 1,51% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,54 centavos de dólar, com ganho de 0,42 centavo ou 0,56%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,97%, sendo negociado a R$ 4,9525 para venda e a R$ 4,9505 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9510 e a máxima de R$ 4,9997. Na semana, a moeda.recuou 0,92% No mês, a desvalorização foi de 4,4%.

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Sicredi expande crédito rural e vê avanço de consórcios no agro


Sicredi na Agrishow
Foto: Sicredi

O Sicredi apresentou, durante a Agrishow 2026, os resultados do Plano Safra 2025/2026 e detalhou a ampliação de seu portfólio de soluções financeiras voltadas ao agronegócio.

Nos primeiros nove meses do ciclo atual, a instituição liberou R$ 52,8 bilhões em crédito rural no país. O valor representa crescimento de 16,5% em relação ao mesmo período da safra anterior.

O crédito tradicional segue como base para custeio e investimento. Ao mesmo tempo, o Sicredi ampliou a oferta de instrumentos financeiros complementares. Entre eles estão operações com Cédula de Produto Rural (CPR), linhas em moeda estrangeira, derivativos e consórcios.

Essas modalidades permitem ao produtor diversificar o acesso a recursos e adotar estratégias de proteção diante das oscilações de preços e do câmbio. A instituição também aponta mudança no perfil do produtor, que busca alternativas alinhadas ao fluxo de receita, principalmente em casos de exportação.

Consórcios avançam no agro

O consórcio tem ganhado espaço como alternativa de financiamento. A carteira total da administradora do Sicredi supera R$ 61,8 bilhões, posicionando a instituição entre as maiores do segmento no país.

No agro, a modalidade registrou mais de R$ 3 bilhões em novas vendas no último ano, com crescimento de 23% em relação ao período anterior. O modelo é utilizado para aquisição de máquinas, implementos e serviços, com foco no planejamento de médio e longo prazo.

Presença nacional

O Sicredi reúne mais de 10 milhões de associados e conta com mais de 3 mil agências no Brasil. A instituição está presente em mais de 200 cidades como única opção financeira.

No estado de São Paulo, são mais de 450 agências. A atuação combina atendimento digital e presencial, com foco no relacionamento com o produtor rural.

Segundo o gerente de desenvolvimento de negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, a participação na Agrishow amplia o contato com o produtor e contribui para a oferta de soluções financeiras alinhadas às demandas do setor.

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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi registra novas quedas


A cotação do boi gordo registrou queda em São Paulo, segundo análise divulgada na quarta-feira (29) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O mercado operou pressionado, com aumento da oferta de animais e alongamento das escalas de abate, o que ampliou o poder de negociação dos compradores e resultou na terceira redução consecutiva nas ofertas de compra.

Na comparação diária, os preços do boi gordo e da vaca recuaram R$ 1,00 por arroba, enquanto a cotação da novilha permaneceu estável. O chamado “boi China” teve queda de R$ 2,00 por arroba. As escalas de abate estavam, em média, para dez dias. Agentes de mercado relataram que ofertas de compra de R$ 360,00 por arroba ou acima não encontraram resistência nas negociações, permitindo compras com facilidade, enquanto tentativas abaixo dessa faixa enfrentaram maior dificuldade para fechamento de negócios, ainda que tenham ocorrido transações em patamares menores sem volume suficiente para definir referência.

Em Goiás, o movimento de pressão também foi observado, influenciado pelo aumento da oferta, escalas mais confortáveis, redução da capacidade de suporte das pastagens e maior disposição de venda por parte dos pecuaristas diante da expectativa de novas quedas. Na região de Goiânia, a cotação do boi gordo caiu R$ 2,00 por arroba e a da vaca recuou R$ 3,00 por arroba, enquanto a novilha não apresentou variação. As escalas de abate estavam, em média, para 12 dias.

Na região Sul do estado, as cotações recuaram R$ 3,00 por arroba para o boi gordo, R$ 5,00 por arroba para a vaca e R$ 3,00 por arroba para a novilha. As escalas de abate estavam, em média, para sete dias. O “boi China” também registrou queda de R$ 2,00 por arroba nas praças goianas.





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Chuva forte atinge regiões do Nordeste e Centro-Oeste do Brasil


A região central do Brasil apresenta tempo firme, enquanto o oeste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul enfrenta chuvas de moderadas a fortes. O Nordeste, por sua vez, está sob risco de temporais, especialmente em pontos do Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.

Condições no Nordeste

As ondas de leste continuam a atuar no litoral nordestino, trazendo chuvas significativas, especialmente para o Arco Norte. Nos próximos cinco dias, o volume de chuva pode ultrapassar os 100 mm em algumas áreas. As regiões mais afetadas incluem:

  • Interior da Paraíba
  • Pernambuco
  • Alagoas
  • Sergipe

Panorama no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, a situação é diferente, com temperaturas elevadas e risco de incêndios florestais devido à falta de chuvas. As previsões indicam:

  • Chuva irregular nas áreas de fronteira com o Paraguai e Bolívia
  • Temperaturas entre 34º e 35º até meados de maio

Frente Fria no Sul

A Frente Fria que atua no Brasil central traz nebulosidade para São Paulo e Paraná. A partir de amanhã, uma nova frente fria deve avançar sobre o Rio Grande do Sul, trazendo:

  • Chuvas volumosas
  • Risco de temporais e queda de granizo
  • Rajadas de vento superiores a 100 km/h

O frio que causou geadas no Sul deve perder intensidade, mas a previsão é de temperaturas mínimas em torno de 14º no Rio Grande do Sul e risco de geada na Serra Gaúcha no próximo domingo.

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Lei de incentivo à reciclagem mobiliza R$ 3 bilhões em investimentos no Brasil


A lei de incentivo à reciclagem se destaca como um dos principais motores da economia circular no Brasil, mobilizando R$ 3 bilhões em projetos já apresentados. A iniciativa não apenas impulsiona investimentos no setor, mas também fortalece cooperativas e amplia o papel social da reciclagem no país.

Detalhes da legislação

Aprovada em 2021 e regulamentada no fim de 2024, a lei permite que pessoas físicas e empresas destinem parte do imposto de renda para projetos de reciclagem. No primeiro ano de operação, mais de R$ 2 bilhões foram cadastrados, número que já chega a R$ 3 bilhões neste início de ano.

Direcionamento dos recursos

  • Modernização de cooperativas
  • Capacitação de catadores
  • Implantação de unidades de beneficiamento de resíduos

Resultados alcançados

A reciclagem oficial no Brasil aumentou de menos de 3% para quase 10% em dois anos, evidenciando o crescimento do setor. O faturamento das cooperativas de catadores subiu de R$ 1,3 bilhão para R$ 2 bilhões entre 2023 e 2024.

Impacto social e desafios

A legislação também reforça o impacto social da cadeia da reciclagem, com catadores e cooperativas concentrando quase metade dos beneficiários. Apesar dos avanços, representantes do setor alertam para desafios, como a ampliação dos recursos e o fim dos lixões a céu aberto no país.

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Quarto encontro das mulheres do agro reúne mais de 600 participantes


O quarto encontro das mulheres do agro, realizado durante a Agrishow, reuniu mais de 600 participantes de 40 caravanas de sindicatos rurais de São Paulo. O evento, promovido pela Faespen e pelo grupo Semeadoras do Agro, ocorreu no Instituto Agronômico de Campinas e abordou a crescente liderança feminina no setor agrícola.

Importância do evento

O encontro contou com a presença de Júlio Carnino, presidente do Canal Rural, que destacou a relevância do propósito feminino no agrobrasileiro. A jornalista Renata Ceribelli também participou, discutindo o poder da voz das mulheres nas decisões políticas e sociais.

Participação política

Três candidatos à presidência da República estiveram presentes: Aldo Rebelo (Democracia Cristã), Augusto Curi (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD). A interação entre os presidenciáveis e as participantes foi intensa, com discussões que se estenderam por mais de duas horas.

Encerramento com Sula Miranda

A cantora Sula Miranda fechou o evento, incentivando as mulheres a utilizarem suas vozes como ferramenta de transformação. O encontro, que começou pequeno, se consolidou como um dos maiores eventos da Agrishow, refletindo a crescente influência feminina na sociedade e na política.

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Procon apreende 450 latas de cervejas impróprias para consumo


Cervejas; apreensão
Foto: reprodução/Procon

O Procon Goiás apreendeu cerca de 450 latas de cervejas impróprias para consumo, totalizando 157 litros da bebida. Durante a inspeção, os agentes identificaram mais de 420 latas de uma única marca com vencimento no início de fevereiro deste ano.

A fiscalização ocorreu nesta terça-feira (28), em uma distribuidora de bebidas no município de Jandaia.

Por expor e comercializar produtos considerados impróprios para consumo e que colocam em risco a saúde do consumidor, o estabelecimento foi autuado e tem 20 dias para apresentar defesa. Os produtos foram inutilizados ainda no local.

Antes de adquirir ou consumir qualquer produto, o Procon Goiás orienta que o consumidor verifique a data de validade e aparência dos itens. Também é importante que a população fique atenta às condições de higiene e limpeza dos estabelecimentos antes de realizar qualquer compra.

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Frente fria, geada, chuvas acima de 100 mm e clima quente; saiba o que esperar do tempo em maio


Freepik

De acordo com a previsão do tempo apurada pelo meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, uma frente fria chega ao Rio Grande do Sul e avança a partir desta sexta-feira (1º), trazendo chuvas para o estado e também para Santa Catarina.

No decorrer da primeira semana do mês, o tempo segue quente e seco em boa parte do Centro-Oeste do Brasil e da região Sudeste do Brasil, assim como em áreas do Matopiba. Esse cenário deve persistir nas lavouras de soja pelos próximos 10 dias.

Há previsão de períodos prolongados de chuva, principalmente no Rio Grande do Sul, onde os acumulados podem ultrapassar 100 mm em apenas cinco dias.

Até o período de 11 de maio, o padrão se mantém, com um Brasil central quente e seco e uma tendência de retorno irregular das chuvas, ainda com baixa umidade. Esse cenário deve agravar a situação das lavouras, especialmente o milho de segunda safra, que pode enfrentar restrição hídrica e perdas produtivas.

Além disso, a partir de domingo (5), há risco de geada, principalmente nas áreas de serra do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, elevando a preocupação no campo.

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AgroNewsPolítica & Agro

Bayer investe em educação ilimitada para impulsionar novo modelo focado em competências


A Bayer, multinacional com 130 anos de história no Brasil e atuação nas áreas de Saúde e Agricultura, firmou parceria com a Unico Skill para oferecer educação ilimitada a seus mais de 4.600 colaboradores no país. A iniciativa faz parte da estratégia de inovação da companhia e reforça o compromisso de desbloquear o potencial máximo de seus talentos, dando-lhes autonomia e protagonismo em seu desenvolvimento.

A parceria está diretamente conectada à transformação cultural e organizacional da Bayer. A empresa está implementando um novo modelo operacional que substitui as estruturas hierárquicas tradicionais por um sistema mais descentralizado e colaborativo, permitindo que os talentos fluam livremente entre projetos e desafios. “Estamos construindo uma organização baseada em competências (skills-based), onde apostamos no desenvolvimento contínuo para promover maior fluidez de carreira. Quando investimos na educação, estamos alavancando o potencial dos nossos colaboradores e, ao mesmo tempo, construindo as equipes que a Bayer precisa para inovar e crescer”, afirma Anna Carolina Chiavone Frias, Head de Remuneração Total na Bayer.

Com a Unico Skill, os colaboradores das divisões Farmacêutica, Agrícola e de Saúde do Consumidor passam a ter acesso a uma plataforma com milhares de opções de cursos, desde graduações e MBAs até idiomas e mentorias. Essa ampla gama de aprendizado é a base para a nova cultura de desenvolvimento da Bayer, que passa a conectar talentos a projetos e oportunidades com base em suas competências, e não mais em cargos. “A educação é o instrumento que dá a cada um o protagonismo para construir sua trajetória e explorar novas oportunidades dentro da própria Bayer. Nosso objetivo é quebrar silos e permitir que as habilidades de nossos talentos sejam alocadas onde podem gerar maior impacto e valor, acelerando um novo modelo de trabalho mais ágil e dinâmico”, conclui Anna Carolina.

De acordo com o CEO da Unico Skill, Joca Oliveira, a parceria com a Bayer demonstra a visão de futuro da empresa. “A Bayer é uma referência em inovação em seus setores. Faz todo sentido que uma empresa com esse DNA busque no mercado o que existe de mais inovador e tecnológico para democratizar o acesso à educação dentro do seu negócio! Eles entendem que colaboradores mais preparados e engajados são chave para continuar crescendo”, afirma.

A Unico Skill é uma empresa brasileira que, nas palavras de Joca Oliveira, “conecta organizações, colaboradores e instituições de ensino, com o objetivo de democratizar a educação de qualidade no Brasil”. A empresa que quiser oferecer educação ilimitada a seus colaboradores paga um valor mensal fixo por pessoa. A partir daí, os trabalhadores passam a ter acesso à plataforma com mais de 26 mil opções de graduações, pós, cursos livres, técnicos, de idiomas e mentorias, em mais de 100 instituições de ensino do Brasil, como PUC-PR, PUCRS, Mackenzie, Estácio, CNA, entre outros e algumas das melhores universidades internacionais.





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