A partir do final de semana, uma nova frente fria avança pelo Brasil, provocando uma significativa queda nas temperaturas e chuvas volumosas em diversas regiões do país. A previsão indica que a massa de ar polar afetará principalmente o sul e o sudeste, trazendo mínimas que podem chegar a zero grau em áreas de baixada.
Previsão de chuvas volumosas
O alerta de chuvas volumosas se estende para o norte da região Norte e o litoral do Nordeste, onde as precipitações podem ultrapassar 100 mm em um período de cinco dias. As áreas afetadas incluem:
Norte da região Norte
Litoral do Nordeste
Interior do sul da Bahia
Queda de temperaturas
As temperaturas devem cair drasticamente, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. As mínimas esperadas incluem:
Abaixo de 10ºC em São Paulo e Mato Grosso do Sul
Abaixo de 15ºC em Rondônia e Acre
Possibilidade de zero grau em áreas de baixada no Sul
Impactos e recomendações
Com a chegada da frente fria, a umidade relativa do ar deve cair, aumentando o risco de incêndios em algumas regiões do Brasil Central, onde as temperaturas podem atingir até 36ºC. É recomendado que a população esteja atenta às previsões e tome precauções necessárias para evitar problemas relacionados ao frio e à umidade.
O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com tentativas de compra em níveis mais baixos ao longo da terça-feira (5).
“É válido mencionar que os frigoríficos convivem com uma posição de maior conforto em suas escalas de abate, que hoje atendem entre sete e oito dias úteis na média nacional”, disse o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias.
Segundo ele, a disponibilidade de gado está aumentando em alguns estados em função do desgaste das pastagens (caso de Goiás e Minas Gerais).
“Em outros estados a pressão de oferta acontece com os pecuaristas antecipando o desgaste das pastagens. Mesmo assim a possibilidade de cadenciar o ritmo dos negócios faz com que esse movimento seja menos perceptível”, aponta.
De acordo com Iglesias, esse descompasso na situação das pastagens Brasil a fora justifica a inversão de diferencial de base em que o boi mato-grossense apresenta preços superiores em comparação a São Paulo.
Preço médio da arroba do boi
São Paulo: R$ 352,83 — ontem: R$ 353,75
Goiás: R$ 338,79 — ontem: R$ 339,71
Minas Gerais: R$ 339,06 — ontem: R$ 339,29
Mato Grosso do Sul: R$ 348,52 — ontem: R$ 334,09
Mato Grosso: R$ 355,00 — ontem: R$ 355,41
Mercado atacadista
O mercado atacadista apresenta algum recuo dos preços no decorrer da semana, em um ambiente de negócios que aponta para maior acomodação no curtíssimo prazo.
Segundo Iglesias, a menor competitividade da carne bovina em relação às proteínas concorrentes, em especial na comparação com a carne de frango, foi fator decisivo para justificar o movimento de queda.
“As famílias sofrem com baixo poder de compra no Brasil, optando por produtos que causem menor impacto na renda”, observa.
Quarto traseiro: R$ 28,00 por quilo, queda de R$ 0,50;
Quarto dianteiro: R$ 23,00 por quilo;
Ponta de agulha: R$ 21,00 por quilo, redução de R$ 0,50
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,39%, sendo negociado a R$ 5,0014 para venda e a R$ 4,9994 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9793 e a máxima de R$ 5,0138.
O projeto de lei que institui a política nacional de minerais críticos e estratégicos se tornou uma prioridade na agenda econômica do Brasil, com tramitação acelerada no Congresso Nacional. A proposta visa regulamentar a exploração de terras raras, essenciais para a produção de tecnologia avançada.
Reunião com Donald Trump
O presidente Lula se encontrará com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na próxima quinta-feira, onde um dos temas discutidos será um possível acordo para a exploração de terras raras.
Dados do setor mineral
A indústria mineral brasileira registrou quase 10 bilhões de dólares no saldo da balança comercial no primeiro trimestre de 2023.
O setor alcançou um faturamento de R$ 78 bilhões, com uma alta de 6% em relação ao ano anterior.
Arrecadou 27 bilhões em tributos e taxas, gerando 230 mil empregos diretos.
Objetivos do projeto de lei
O projeto busca verticalizar a produção mineral no Brasil, reduzindo a exportação de matéria-prima bruta e promovendo a industrialização local. Entre os minerais críticos estão:
Terras raras
Fosfatados
Nitrogenados
Incentivos e regulamentação
A proposta inclui instrumentos de incentivo econômico, como linhas de crédito e benefícios fiscais, além de priorizar propostas ligadas a minerais estratégicos por órgãos reguladores. O objetivo é acelerar licenciamentos e ampliar investimentos no setor.
Próximos passos
O relator Arnaldo Jardim espera que o texto do projeto seja aprovado antes da viagem de Lula aos Estados Unidos. Se aprovado, seguirá para análise no Senado, sendo considerado essencial para a transição energética do país.
Clima severo, decorrente do avanço de uma nova frente fria, deve começar a atingir parte do país a partir desta quinta-feira (7), alerta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o órgão, as áreas de instabilidade devem atingir o sul do Rio Grande do Sul no período da manhã, trazendo chuvas intensas no decorrer do dia em grande parte do estado, com maior severidade nas porções sul e oeste.
Assim, são esperados acumulados de até 50 mm de chuva na quinta-feira, principalmente na região de Uruguaiana, e queda de granizo no centro sul do estado.
Já no período da noite, há previsão de rajadas de vento de até 90 km/h e pancadas de chuva na Região Metropolitana de Porto Alegre, além de queda nas temperaturas em áreas do sul e oeste do estado, com máximas de até 15°C.
Frente fria avança para outros estados
O Inmet alerta que na sexta-feira (8), a frente fria tende a avançar pela Região Sul, provocando pancadas de chuva com trovoadas no norte do Rio Grande do Sul, em Santa Catarina, no Paraná e sudoeste de Mato Grosso do Sul.
Nessas áreas, as temperaturas máximas não ultrapassam os 21°C ao longo do dia no sudoeste sul-mato-grossense e em toda a Região Sul, à exceção de áreas do norte paranaense e da Região Metropolitana de Curitiba.
No sábado (9), a frente fria deve ocasionar pancadas de chuva e queda nas temperaturas nos estados de Mato Grosso do Sul e de São Paulo. Ao longo do dia, permanece a previsão de declínio das temperaturas, com destaque para a região centro-sul do Paraná onde a máxima prevista é de 15°C.
Neste dia, os maiores acumulados de chuva são esperados em Santa Catarina, sul do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, com valores em torno de 40 mm.
Massa de ar frio chega no Norte
O Inmet ainda prevê que durante o domingo (10), a intensa massa de ar frio continua avançando pelo continente e atinge o centro-sul de Rondônia. As temperaturas seguem em declínio, com máxima prevista de 20°C no sudoeste rondoniense, uma queda de 8°C em relação ao dia anterior.
No entanto, o frio mais rigoroso está reservado para o Sul do país, onde as máximas não devem passar dos 16°C, com destaque para a Serra Catarinense, que terá máxima de apenas 12°C. Conforme o Instituto, há previsão de geada entre o sudoeste do Paraná e a região centro-oeste de Santa Catarina.
Na segunda-feira (11), o Inmet destaca que a massa de ar frio alcançará uma ampla área que vai desde o Sul Fluminense até o Acre, passando por Rondônia, Cuiabá, sul goiano, Triângulo Mineiro e sul de Minas.
O frio intenso permanecerá no Sul do Brasil, com geada esperada em todos os estados da Região, além do sudoeste de Mato Grosso do Sul. Para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, há previsão de pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.
De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita de milho no Rio Grande do Sul avançou apenas 1 ponto percentual na última semana, atingindo 92% da área cultivada, impactada pelas chuvas e pela priorização de outras atividades no campo. As lavouras remanescentes estão distribuídas entre maturação, enchimento de grãos e florescimento, concentradas em cultivos tardios e de safrinha, com produtividade próxima ao esperado na maior parte das áreas.
Segundo a Emater/RS-Ascar, as precipitações regulares e a elevada umidade do solo desde meados de março favoreceram o desenvolvimento das lavouras em estádios reprodutivos, permitindo recuperação parcial do potencial produtivo em áreas afetadas por déficit hídrico anteriormente. As áreas de safrinha apresentam bom potencial, mas seguem expostas a riscos como queda de temperatura e possibilidade de geadas, que podem comprometer o ciclo. A estimativa da Emater/RS-Ascar aponta área cultivada de 803.019 hectares e produtividade média estadual de 7.424 kg por hectare.
Na região administrativa de Bagé, a colheita alcança 83% da área, com lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos, incluindo cultivos tardios e de safrinha. Em Manoel Viana, essas áreas apresentam bom desenvolvimento, com manejo eficiente e condições hídricas favoráveis, mantendo potencial produtivo elevado. Na regional de Caxias do Sul, a colheita atinge cerca de 80% da área, com produtividade média próxima de 7.700 kg por hectare, resultado levemente inferior à expectativa inicial, segundo a Emater/RS-Ascar.
Em Erechim, 95% da área já foi colhida, com produtividade média estimada em 8.800 kg por hectare, embora haja registro de perdas de até 25% em alguns municípios da região. Na regional de Pelotas, a colheita chega a 50% da área, com lavouras ainda em enchimento de grãos, floração e maturação. A produtividade média está próxima de 4.800 kg por hectare, favorecida pela umidade do solo nas últimas semanas. Em Santa Maria, a colheita supera 70%, com parte das lavouras ainda em maturação e enchimento de grãos. Apesar do potencial produtivo elevado, foram registradas perdas superiores a 40% em algumas localidades devido à restrição hídrica em fases críticas, embora a quebra média regional seja inferior a 2%.
Na região de Santa Rosa, 94% da área foi colhida, restando pequenas parcelas em diferentes estádios. As chuvas favoreceram o desenvolvimento das lavouras, sem registros relevantes de pragas ou doenças, mas há preocupação com possíveis geadas precoces. Em Soledade, a colheita alcança 67% da área, com produtividade média em torno de 5.500 kg por hectare. As condições de temperatura e umidade têm contribuído para o desenvolvimento das lavouras, embora a menor incidência solar esteja prolongando o ciclo da cultura.
O programa Giro do Boi desta terça-feira (5) recebeu André Locatelli, gerente executivo da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil (ACNB), para o lançamento da 28ª edição do Circuito Nelore de Qualidade. O evento destacou a evolução da raça Nelore, que, em pouco mais de uma década, saltou de uma média de 260 kg para 365 kg de carcaça nos lotes campeões.
Esse ganho de mais de 100 kg por animal, aliado ao fato de que 70% dos exemplares são abatidos precocemente, com até dois dentes, consolida o Nelore como um motor de eficiência na pecuária brasileira. Os números apresentados pela ACNB mostram que a raça deixou de ser considerada apenas um gado rústico, transformando-se em uma máquina de produção de carne premium.
Confira:
Evolução da raça e nova regulamentação
O comparativo histórico revela que o lote vencedor de 2025 atingiu 365 kg de carcaça, superando em 105 kg a média dos campeões do ano 2000. Atualmente, a grande maioria dos animais avaliados chega ao gancho com no máximo dois dentes, por volta de 24 meses, o que garante uma carne mais macia e sustentável.
Veja:
Foto: Reprodução/Giro do Boi.
O novo regulamento do Circuito removeu o limite máximo de peso para fêmeas “zero dentes”, visando premiar aquelas que conseguem depositar carcaça pesada precocemente. O Circuito se firmou como o maior campeonato de avaliação de carcaças do mundo, funcionando como um termômetro para os pecuaristas medirem sua gestão.
A edição de 2026 terá 38 etapas, sendo 33 no Brasil, em 14 estados, e cinco internacionais, na Bolívia e no Paraguai. Após avaliar quase 50 mil animais em 2025, a meta é estabelecer novos recordes de participação. A primeira etapa nacional está programada para começar em 28 de maio, em Araguaína (TO). Confira o calendário completo aqui.
O campeonato agora enfatiza a categoria “Pai Identificado”, divulgando a genética por trás dos campeões e fortalecendo o marketing de criatórios e centrais de sêmen. Para os produtores que buscam o pódio, a estratégia foca na padronização do lote, com recomendações para selecionar apenas os animais “régua” durante o embarque.
Importância da qualidade e tecnologia
Vale ressaltar que a gordura mediana e uniforme é essencial para uma boa pontuação, e o gado deve estar “acabado” por igual. Tecnologias como o confinamento e a técnica de Índice de Precocidade (TIP) têm se mostrado diferenciais para alcançar os pesos recordes exigidos pela competição.
O Circuito Nelore de Qualidade demonstra que a raça atingiu um elevado nível de excelência, beneficiando o consumidor. Produzir animais mais pesados em menos tempo é um caminho para uma pecuária lucrativa e ambientalmente correta. “Quanto mais pecuaristas unidos, mais forte é a defesa da nossa classe”, afirmou Locatelli.
O mercado brasileiro de soja teve um dia travado para a comercialização, revertendo o movimento positivo observado na segunda-feira (4).
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário foi marcado por queda generalizada nas cotações.
"Os preços caíram em praticamente todas as praças, refletindo a forte queda do dólar e a devolução de parte dos ganhos em Chicago", afirma. Segundo ele, os prêmios apresentaram apenas pequenas mudanças e não foram suficientes para compensar as perdas.
Assim, o ambiente foi de retração tanto por parte dos compradores quanto dos vendedores. “Algumas tradings ficaram fora do mercado e o produtor também se manteve retraído, aguardando melhores oportunidades”, conta Silveira.
Preços médios da saca de soja
Passo Fundo (RS): recuou de R$ 126 para R$ 124
Santa Rosa (RS): caiu de R$ 127 para R$ 125
Cascavel (PR): passou de R$ 122 para R$ 120
Rondonópolis (MT): reduziu de R$ 111 para R$ 109
Dourados (MS): diminuiu de R$ 113,50 para R$ 112
Rio Verde (GO): foi de R$ 113 para R$ 111
Portos de Paranaguá (PR): decresceu de R$ 132 para R$ 130
Porto de Rio Grande (RS): recuou de R$ 132 para R$ 130
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após os bons ganhos de ontem, o mercado realizou lucros, com base em fatores técnicos.
A forte queda do petróleo no mercado internacional e as condições favoráveis ao desenvolvimento das lavouras estadunidenses completaram o cenário baixista.
De acordo com relatório de segunda-feira do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio das lavouras de soja atingiu 33% da área prevista no país. Em igual período do ano passado, o índice era de 28%, enquanto a média dos últimos cinco anos é de 23%. Na semana anterior, o número era de 23%.
Os investidores também se posicionam frente ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para a próxima terça-feira (12), e à reunião entre Donald Trump e Xi Jinping, marcada para 14 e 15 de maio, em Pequim.
Contratos futuros da soja
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 11,25 centavos de dólar, ou 0,92%, a US$ 12,11 1/2 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 12,05 por bushel, com redução de 11,00 centavos de dólar ou 0,90%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,50 ou 0,15% a US$ 320,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 76,91 centavos de dólar, com ganho de 0,38 centavo ou 0,49%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 1,09%, sendo negociado a R$ 4,9122 para venda e a R$ 4,9102 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9057 e a máxima de R$ 4,9527.
Em São Paulo, a Sociedade Rural Brasileira reuniu o ministro da Agricultura, André de Paula, e lideranças do setor para discutir o cenário atual e as perspectivas do agronegócio brasileiro. O governo federal está finalizando os ajustes do próximo Plano Safra, que deve ser anunciado no início de junho.
Expectativas para o novo Plano Safra
O ministro destacou que a expectativa é de um programa mais consistente e vigoroso, com números impactantes, mas que prioriza a questão dos juros e do acesso ao crédito rural.
O governo busca construir soluções que garantam acesso ao produtor rural.
Apesar das discussões avançadas, valores ainda não foram confirmados.
No ano passado, o plano destinou cerca de R$ 516 bilhões.
A expectativa é de um valor maior nesta nova edição.
Desafios enfrentados pelo setor
A construção do Plano Safra ocorre em meio a desafios como o autoendividamento dos produtores rurais. O governo estuda medidas para facilitar a renegociação dessas dívidas, incluindo o programa Desenrola Rural.
O Desenrola é um instrumento importante para mitigar os efeitos do endividamento.
O ministro enfatizou a importância de parcerias para reduzir impactos no setor.
Contatos com entidades e o Ministério da Agricultura são bem-vindos para a construção de soluções.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viaja aos Estados Unidos para se encontrar com o presidente norte-americano Donald Trump nesta quinta-feira. Um dos principais assuntos da reunião será a questão das tarifas comerciais, além do potencial das terras raras brasileiras.
Importância das terras raras
As terras raras são minerais críticos essenciais para tecnologias do futuro, como a transição energética e a revolução digital. O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, representando cerca de 23% do total global.
Negociações comerciais
Durante o encontro, Lula pretende utilizar a riqueza mineral do Brasil como um argumento de persuasão para a retirada das tarifas impostas pelos Estados Unidos, que variam de 10% a 40% em alguns produtos. O comentarista Miguel Daú destaca que essa é uma oportunidade única para o Brasil.
Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do planeta.
As terras raras são essenciais para a tecnologia e segurança nacional.
A China controla 91% da extração e processamento desses minerais.
O Brasil busca investimentos para processar suas reservas.
O encontro pode resultar em acordos importantes para o país.
Desafios e expectativas
Além das terras raras, Lula também abordará questões relacionadas ao crime organizado e outras pressões dos Estados Unidos. A expectativa é que a reunião não traga surpresas negativas e que o Brasil consiga avançar nas negociações comerciais.
A previsão do tempo para os próximos dias indica a continuidade de chuvas volumosas na região Norte e no litoral do Nordeste do Brasil. De acordo com o meteorologista Artur Miller, do Canal Rural, a situação pode gerar alagamentos e deslizamentos de terra em áreas afetadas.
Condições climáticas no Nordeste
As chuvas devem se concentrar principalmente nas seguintes áreas:
Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
O excesso de umidade na faixa litorânea do Nordeste pode causar problemas urbanos, com previsão de mais de 100 mm de chuva nos próximos cinco dias.
Frente fria e queda de temperaturas no Sul
Uma massa de ar polar avança para o Brasil, trazendo queda nas temperaturas, especialmente no Sul. As mínimas podem chegar a:
5 a 3 graus Celsius no Rio Grande do Sul
Geadas em Mato Grosso do Sul
Esse frio deve durar entre 10 a 15 dias e pode afetar a saúde do gado solto, aumentando o risco de hipotermia.
Expectativas para o restante do mês
Entre os dias 11 e 15 de maio, as chuvas devem avançar para o interior do Ceará, Pernambuco e Paraíba, beneficiando os produtores rurais. Já de 16 a 20 de maio, a frente fria deve trazer chuvas para o Sudeste e partes do Sul da Bahia, com previsão de 30 a 40 mm de precipitação.
Os próximos dias também podem trazer temporais, especialmente no Norte e Nordeste, com risco de granizo e rajadas de vento no Sul, o que pode prejudicar a safra de milho no Paraná.