sexta-feira, julho 3, 2026

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Clima favorece culturas de inverno no Paraná


O avanço das lavouras de verão e o início do plantio das culturas de inverno marcaram o cenário agrícola do Paraná entre os dias 28 de abril e 4 de maio, segundo o boletim de Condições de Tempo e Cultivo divulgado pelo Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná. As informações foram reunidas a partir de relatórios enviados por técnicos dos Núcleos Regionais em todo o estado.

A colheita do arroz irrigado segue dentro do previsto em diferentes regiões, com bom andamento das operações no campo. Apesar disso, o mercado continua pressionado. “O cenário de mercado segue desfavorável, com preços considerados pouco atrativos frente aos elevados custos de produção”, aponta o boletim.

Nas culturas de inverno, o plantio da aveia preta e branca já começou em parte do estado e deve ganhar ritmo nos próximos dias, favorecido pela melhora da umidade do solo. As áreas já semeadas apresentam desenvolvimento inicial considerado satisfatório. Situação semelhante é observada no trigo, cujo plantio avança em várias regiões. Segundo o Departamento de Economia Rural, “há tendência de redução de área cultivada, influenciada por fatores de mercado e custos de produção”.

A batata da segunda safra apresenta desenvolvimento vegetativo beneficiado pelas chuvas recentes e pelas temperaturas mais amenas. Em algumas regiões, as condições climáticas também favoreceram a frutificação. No café, as lavouras seguem em bom estágio de frutificação e granação, enquanto a colheita começa de forma gradual em parte do estado.

A colheita da cana-de-açúcar também teve início em algumas regiões paranaenses, com produtividade considerada dentro da normalidade e sem impactos climáticos relevantes nas operações até o momento. Já o plantio da cevada ainda não começou na maior parte do Paraná, embora exista expectativa de ampliação de área em algumas regiões, dependendo das condições climáticas e de mercado.

No feijão da segunda safra, o retorno das chuvas contribuiu para melhora no desenvolvimento das lavouras, que variam entre condição regular e boa. A colheita começou em algumas áreas, mas com produtividade abaixo do esperado nas regiões mais afetadas pela estiagem. “Em outras áreas, as condições são mais favoráveis, embora sem expectativa de altos rendimentos”, informa o relatório.

As hortaliças apresentaram bom desenvolvimento nas últimas semanas, favorecidas pelo clima mais ameno e pela retomada das chuvas. O boletim destaca continuidade das colheitas e oferta regular de produtos como alface, brócolis, beterraba, couve, repolho e rúcula.

Na mandioca, a colheita mantém ritmo considerado satisfatório nas áreas de dois ciclos, enquanto os produtores realizam tratos culturais nas áreas mais novas. Apesar do bom desempenho produtivo, o setor enfrenta insatisfação com os preços pagos aos produtores, considerados baixos.

O milho da segunda safra apresenta desenvolvimento entre médio e bom, especialmente nas áreas em fase de floração e frutificação. “As chuvas recentes foram fundamentais para reduzir o estresse hídrico e favorecer o desenvolvimento”, destaca o boletim. Ainda assim, o relatório aponta perdas já consolidadas e limitação do potencial produtivo em algumas regiões. Também houve redução na pressão de pragas com o aumento da umidade, embora permaneçam registros pontuais de danos causados por lagartas.

As pastagens registraram recuperação após as chuvas, com aumento do vigor e da oferta de massa verde. Já a soja está praticamente toda colhida no estado, embora chuvas recentes tenham dificultado pontualmente a conclusão dos trabalhos. O Departamento de Economia Rural informa ainda que a produtividade apresentou grande variação entre as regiões devido às condições climáticas enfrentadas ao longo do ciclo, enquanto a comercialização segue lenta.





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Vendaval de 100 km/h e tempestades: Inmet traz alerta para 10 estados


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Foto: Inmet

A frente fria que atingirá o sul do Rio Grande do Sul nesta sexta-feira (8) traz perigo de vendaval para todo o Centro-Sul do país, com ventos que podem chegar a 100 km/h. O alerta é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

De acordo com o órgão, as áreas mais afetadas pelo fenômeno serão o sudoeste rio-grandense, passando pelo centro ocidental do estado, assim como por toda a região metropolitana de Porto Alegre. O sudeste, nordeste e centro oriental rio-grandense também devem ser atingidos, além do sul catarinense.

Ao todo, 234 municípios de Rio Grande do Sul e de Santa Catarina podem estar na mira do vendaval. Confira aqui a lista completa e veja abaixo, no mapa, as áreas em situação de perigo:

áreas do sul vendaval
Foto: Reprodução

Segundo o Inmet, nessas áreas há risco de queda de árvores, destelhamento de casas e danos gerais em edificações e plantações.

Vendaval deve se espalhar

O fenômeno que chega com força no Sul do país também deve se espalhar por parte do Centro-Sul nesta sexta-feira, a partir das 12 horas. Isso porque o Inmet emitiu alerta amarelo (perigo potencial) para áreas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Veja na imagem:

alerta de vendaval
Foto: Reprodução

No entanto, o vendaval tende a ser menos intenso, com ventos que variam entre 40 km/h e 60 km/h. Assim, há baixo risco de queda de árvores. Ao todo, mais de 800 municípios podem ser afetados.

Perigo no topo do mapa

Além de condições severas previstas para o centro-sul do país, o Inmet também traz alerta de perigo para chuvas intensas nesta sexta-feira para o Pará e o Amapá:

alerta de perigo para tempestade
Foto: Reprodução

Nestas áreas, que totalizam mais de 40 municípios (veja a lista), o risco é de chuva de até 100 mm ao longo do dia e ventos intensos que devem variar entre 60 km/h e 100 km/h.

Com essas condições, o Instituto destaca o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

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Carcaça bovina atinge maior preço médio histórico em abril, segundo Cepea


O preço médio da carcaça casada de boi em abril de 2023 alcançou R$ 25,23 por quilo, o valor mais elevado desde o início da série histórica do Cepea, em 2001. Este aumento representa uma valorização de 3,74% em relação a março e de 9,95% no primeiro quadrimestre de 2023.

Fatores de valorização

Segundo o Cepea, a alta nos preços é atribuída principalmente à elevação nos valores do dianteiro e da ponta de agulha.

Exportação de soja

A exportação de soja do Brasil também teve destaque em abril, totalizando 16,2 milhões de toneladas, um recorde histórico para o mês. Os embarques cresceram 2,7 milhões de toneladas em comparação ao mesmo período de 2022, refletindo o pico do escoamento da safra.

Competição de café

A barista brasileira Juliana Morgado conquistou o título nacional de preparo de café filtrado e representará o Brasil no mundial da categoria. A vitória destaca a qualidade dos cafés especiais produzidos no país e seu protagonismo no cenário global. A competição ocorreu no mercado municipal de São Paulo, reunindo os melhores profissionais do setor.

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AgroNewsPolítica & Agro

Montenegro programa Seminário Regional de Homeopatia para dia 28



Evento discute homeopatia na produção vegetal e animal em Montenegro



Foto: Divulgação Emater/RS-Ascar

Uma metodologia ecologicamente correta, de baixo custo, que não deixa resíduos e que não intoxica o agricultor. Assim é a Homeopatia, que será tema de um Seminário Regional no dia 28 de maio, na Sociedade Cultural, Beneficente e Esportiva de Santos Reis, em Montenegro. Com início previsto para às 8h30, o evento contará com uma série de palestras com temas como manejo do solo com homeopatia, preparos biodinâmicos e homeopatia em citros e no manejo de animais. No painel inaugural, o pesquisador da Epagri/SC Pedro Boff abordará o assunto “A ciência invisível: como a homeopatia fortalece o organismo agrícola”.

O objetivo geral do encontro é discutir o papel da homeopatia como auxiliar na resolução de problemas encontrados nas produções vegetal e animal, possibilitando manter os cultivos e criações estimulados e em estado de saúde para um bom desenvolvimento e produção. “Trata-se de uma prática sustentável, que se alinha à construção de uma agricultura saudável, inclusiva e com preservação de recursos naturais”, comenta o extensionista da Emater/RS-Ascar Fábio Encarnação.

A promoção é da Emater/RS-Ascar, Cooperativa dos Citricultores Ecológicos do Vale do Caí (Ecocitrus) e Associação Sul de Saúde Popular (ASSP). O apoio é da Unisc, Sicredi, Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Estado e Família Kranz Agricultura Biodinâmica. As vagas são limitadas e outras informações podem ser obtidas com a equipe da Emater/RS-Ascar local, pelo telefone (51) 99583-9673.

Programação

8h30  Recepção e lanche

9h  Abertura

9h10  A ciência invisível: como a homeopatia fortalece o organismo agrícola. Pedro Boff – pesquisador da Epagri/SC

11h10  Manejo do solo com homeopatia. Mateus de Mello ? extensionista da Emater/RS-Ascar

12h  Almoço

13h30  Homeopatia em citros. Vilson Lottermann ? citricultor de Harmonia

14h15  Homeopatia no manejo de animais. Gustavo K. Vargas ? extensionista da Emater/RS-Ascar

15h  Os preparados biodinâmicos e a homeopatia. João Kranz ? citricultor de Montenegro

15h45  Debate final com a plenária

16h – Encerramento

Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Regional de Lajeado

Jornalista Tiago Bald

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Lideranças do agro discutem produção sustentável de aves e suínos


A produção de aves e suínos no Brasil está passando por uma transformação significativa, impactando o mercado global. O bem-estar animal, que antes era apenas uma exigência sanitária, agora influencia toda a cadeia produtiva. Em São Paulo, lideranças do agro, especialistas e representantes do governo se reuniram para discutir os desafios e oportunidades para uma produção mais sustentável e alinhada às exigências globais.

Fórum sobre bem-estar animal

O evento foi organizado pela certificadora Produtor do Bem e pela COBEA, um grupo que incentiva práticas de bem-estar animal na produção brasileira. Durante o fórum, foram abordados temas como:

  • Rastreabilidade
  • Abertura de mercados
  • Competitividade internacional

Importância da adaptação

Os especialistas destacaram a importância da adaptação dos produtores às novas exigências do mercado. O veterinário presente no evento ressaltou que:

  • O uso de ciência e tecnologia pode trazer benefícios significativos para os animais.
  • Práticas de bem-estar animal são agora requisitos para acesso a mercados.
  • Os produtores devem se adaptar às novas demandas, que vão além da qualidade do produto.

Novas conquistas para o setor

Durante o evento, foi anunciada a autorização da Coreia do Sul para importar ovos brasileiros, além do pré-listing obtido para a União Europeia e Estados Unidos. Essas conquistas ampliam as oportunidades de exportação e fortalecem a competitividade do setor.

Desafios futuros

A Associação Brasileira de Proteína Animal destacou que o desafio agora é alinhar produtividade, sustentabilidade e rentabilidade, sem perder o acesso ao consumidor. Os produtores são incentivados a buscar soluções inovadoras e a comunicar efetivamente os diferenciais de seus produtos no mercado.

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Insoja 2026 discute desafios do setor de sementes em Foz do Iguaçu


O Insoja 2026, realizado em Foz do Iguaçu, reúne representantes da cadeia de sementes de soja para discutir os principais desafios do setor. Entre os temas abordados estão os impactos da geopolítica no agronegócio, a qualidade das sementes e a busca por mais competitividade no campo.

Desafios do setor

O evento destaca a importância de se reunir para avaliar o que foi feito de bom e o que pode ser melhorado, além de discutir estratégias e novas tecnologias. Os principais desafios incluem:

  • Impacto do cenário internacional sobre o agronegócio
  • Qualidade e certificação das sementes
  • Busca por eficiência e produtividade

Impactos da geopolítica

A abertura da programação trouxe à tona o impacto da instabilidade global no mercado agrícola. Questões como conflitos internacionais e oscilações econômicas influenciam diretamente o setor. O agro brasileiro, sendo o mais globalizado do país, precisa priorizar resiliência e desenvolver cadeias de valor mais robustas.

Preocupações dos produtores

Os produtores rurais estão atentos aos custos de produção e à volatilidade do mercado. As principais preocupações incluem:

  • Altos juros e crédito incompatível
  • Choques econômicos devido à pandemia e conflitos geopolíticos
  • Necessidade de sobrevivência em um ambiente desafiador

O setor busca a aprovação de um projeto de lei no Congresso Nacional que permita a renegociação de dívidas, visando ajudar os produtores a atravessar este momento complicado.

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Ciclone bomba se forma na Argentina, mas não afeta o Brasil


Um ciclone bomba se forma na costa da Argentina entre hoje e domingo, mas não terá influência direta sobre o Brasil. As rajadas de vento intensas e a instabilidade climática devem afetar principalmente a região sul do país.

Impactos do ciclone bomba

Embora o ciclone bomba não passe sobre nenhum estado brasileiro, a frente fria associada a ele pode trazer temporais e riscos de queda de granizo. As áreas mais afetadas incluem:

  • Santa Catarina
  • Paraná
  • Mato Grosso do Sul

Essas regiões podem registrar chuvas volumosas, com acumulados de até 100 mm nos próximos cinco dias, beneficiando o desenvolvimento do milho da segunda safra.

Previsão do tempo

O meteorologista Artur Miller destaca que, enquanto a região sul enfrenta instabilidades, o centro do Brasil continua com calor e tempo seco. A expectativa é que a chuva avance para essa área apenas na próxima semana, trazendo:

  • 15 a 20 mm em São Paulo e Triângulo Mineiro
  • Chuvas volumosas no Pará, que podem prejudicar trabalhos em campo

Risco de geada

Com a chegada do frio, há risco de geada em algumas regiões, especialmente no extremo sul de Mato Grosso do Sul. As mínimas podem ficar abaixo dos 10ºC, enquanto as máximas devem retornar aos 30ºC na metade da semana seguinte.

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Chuvas no Pará aliviam calor e beneficiam lavouras de cacau


As chuvas previstas para os próximos dias no Pará devem trazer alívio para as lavouras de cacau, especialmente na região de Altamira. A previsão indica volumes significativos de precipitação, que podem beneficiar a umidade do solo e melhorar as condições para o cultivo.

Previsão de chuvas

De acordo com as informações meteorológicas, nos próximos cinco dias, a chuva será mais concentrada no centro-norte do estado, com volumes entre 30 e 40 mm. É um período considerado menos chuvoso, o que permite que os produtores avancem com os trabalhos em campo.

Impacto nas lavouras

A partir do dia 18 de maio, as chuvas devem se intensificar, podendo ultrapassar 100 a 150 mm em cinco dias, o que pode prejudicar os trabalhos em campo. Para a região de Altamira, a previsão é de que, até o final do mês, os volumes de chuva cheguem a pelo menos 200 mm, ajudando a manter a umidade do solo e a aliviar o calor nas lavouras de cacau.

Tendências futuras

A tendência para o mês de junho é de que as chuvas se mantenham na faixa de 80 a 100 mm em 30 dias. No entanto, conforme se avança para julho e agosto, a quantidade de chuvas deve diminuir. Os próximos dois meses são considerados promissores para a agricultura na região, com boas chuvas previstas.

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Valor exportado em abril pelo Brasil foi recorde para qualquer mês da série histórica


Porto de Paranaguá, importações
Fonte: Appa/divulgação

O valor exportado pelo Brasil em abril de 2026, de US$ 34,1 bilhões, foi o recorde para qualquer mês da série histórica, conforme afirmou nesta quinta-feira (7) o diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior, Herlon Brandão. Ou seja, foi o maior valor em vendas brasileiras para o exterior em um único mês da história.

“Trata-se de um valor inédito não só para o mês de abril, mas para qualquer mês da série histórica, com um aumento de 14,3% em relação ao valor do mesmo mês do ano passado, que somou 29,9 bilhões de dólares, e esse aumento foi impulsionado por um crescimento de 6,9% nos preços e da mesma forma de 6,9% no volume exportado”, afirmou.

Ele afirmou que o valor de importação, de US$ 23,6 bilhões, foi recorde para o mês de abril. Assim como também foram recordes o superávit comercial do mês e a corrente de comércio.

Sobre as exportações para os Estados Unidos, Brandão afirmou que há queda contínua desde agosto do ano passado, mas há uma indicação de melhora, com o valor passando de US$ 3 bilhões.

“Ainda observamos redução da exportação, mas ele vem se recuperando, o comércio vem se recuperando ao longo dos meses, nesse ano, superamos aqui 3 bilhões de dólares após vários meses, desde o final do ano passado, abaixo desse patamar, superamos 3 bilhões de dólares de exportação”, completou Brandão.

Exportação de petróleo

O diretor do Departamento de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior afirmou também nesta quinta-feira que a exportação de petróleo bruto do Brasil teve uma queda por conta da volatilidade do mercado e não por conta do imposto de exportação criado pelo governo para financiar uma redução no preço do diesel, diante da alta de preço internacional pela guerra no Irã.

“É possível que observemos esse aumento de novo no mês seguinte, no mês de maio, que estamos agora. Então acredito que não seja possível atribuir uma questão do imposto de exportação de petróleo bruto”, afirmou Brandão.

Segundo ele, mesmo com o imposto, o Brasil segue competitivo no mercado internacional e as exportações devem voltar a crescer em maio.

“Por mais que tenha decrescido a exportação, o imposto de exportação de petróleo bruto, o Brasil é muito competitivo, o Brasil produz a um custo muito barato e a demanda externa é grande”, completou.

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Câmara aprova projeto que cria política nacional de minerais críticos e fundo de R$ 5 bilhões


A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira um projeto que estabelece a política nacional de minerais críticos e estratégicos, criando um fundo garantidor para estimular projetos e créditos tributários de R$ 5 bilhões para o processamento de minérios no Brasil.

Detalhes do projeto

A proposta foi aprovada em votação simbólica e agora segue para o Senado. O relator, deputado Arnaldo Jardim, acatou mais de 40 emendas parlamentares, e o projeto contou com o apoio do governo e parte da oposição.

Principais mudanças

  • Prazo de caducidade de concessões de direito mineral estendido de 5 para 10 anos.
  • Criação de um fundo garantidor da atividade mineral com aporte de R$ 2 bilhões da União.
  • Instituição de um conselho especial para supervisionar a política nacional de minerais.

Objetivos e desdobramentos

O projeto visa garantir mais competitividade e segurança jurídica na exploração de minerais críticos e terras raras no país, que representam uma reserva importante ainda a ser explorada. A proposta agora será analisada no Senado, onde o senador Renan Calheiros é o nome mais cotado para assumir a relatoria.

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