sábado, junho 13, 2026

News

News

Ibovespa fecha em queda, com dólar a R$ 5,18 e CDI em 14,40%


Juros futuros sobem com tensão no Oriente Médio, dólar forte e tarifas dos EUA

O mercado financeiro encerrou esta segunda-feira (8) com queda de 0,21% no Ibovespa, aos 168.668,72 pontos, após oscilar entre máxima de 169.646 pontos e mínima de 168.130 pontos. No câmbio, o dólar comercial no balcão subiu 0,45%, com venda a R$ 5,1803. Nos juros, o CDI permaneceu em 14,40% ao ano, mesmo nível da taxa over.

O volume financeiro do Ibovespa somou R$ 20,75 bilhões. No acumulado de 2026, o índice ainda registra alta de 4,68%, mas no mês apresenta recuo de 2,95%. Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,16%, aos 50.786,01 pontos, enquanto o Nasdaq avançou 0,86%, aos 25.929,66 pontos. O Ibovespa futuro encerrou com baixa de 0,17%, aos 169.230 pontos.

Entre as ações de maior peso, Petrobras PN subiu 0,66%, a R$ 41,16, e Petrobras ON avançou 0,42%, a R$ 45,90. Vale ON e Vale PNA recuaram 0,89%, ambas a R$ 78,00. No setor de alimentos, MBRF ON caiu 1,46%, a R$ 15,53. Itaú Unibanco PN perdeu 0,8%, a R$ 38,52, e Bradesco PN recuou 1,55%, a R$ 17,20.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

No câmbio, além do dólar comercial, o dólar futuro para julho avançou 0,46%, a R$ 5,2240. O euro comercial subiu 0,52%, com venda a R$ 5,9750. O dólar Ptax teve alta de 0,88%, com venda a R$ 5,1695.

Nos juros, o CDB prefixado de 30 dias foi indicado em 14,35% ao ano. As taxas de capital de giro e hot money não foram informadas no fechamento disponível. O ouro fechou praticamente estável, com baixa de 0,04%, cotado a US$ 4.363,4 por onça-troy.

Para o agronegócio, a combinação de dólar mais alto e juros domésticos em patamar de 14,40% ao ano mantém no radar dois vetores centrais: receitas de exportação e custo financeiro. Ainda assim, o fechamento informado não detalha efeitos imediatos por cadeia produtiva, praça ou commodity.

Os indicadores do dia mostram uma sessão de ajuste em bolsa, valorização do dólar e manutenção de juros elevados. Sem dados setoriais adicionais no fechamento disponível, a leitura técnica para o agro permanece concentrada no comportamento do câmbio e do custo do dinheiro, variáveis que seguem relevantes para exportadores, cooperativas e produtores dependentes de crédito.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Ibovespa fecha em queda, com dólar a R$ 5,18 e CDI em 14,40% apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Juros futuros sobem com piora no Oriente Médio e nova reprecificação da Selic


Mercadante defende atuação do Estado contra choque do petróleo

Os juros futuros fecharam em alta firme nesta segunda-feira (8), após um pregão marcado por mudança de direção ao longo do dia. Pela manhã, houve recuo técnico depois da disparada de sexta-feira, com alívio momentâneo após o anúncio de suspensão de ataques do Irã a Israel. À tarde, a piora na percepção sobre o conflito no Oriente Médio e a continuidade da revisão das apostas para a taxa básica reverteram o movimento.

No fechamento, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subiu para 14,515%, ante 14,295% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2028 avançou para 14,89%, de 14,37%. Já o contrato para janeiro de 2029 encerrou em 14,94%, ante 14,82%, enquanto o DI para janeiro de 2031 passou de 14,44% para 14,82%.

Segundo a economista-chefe da Mirae Asset, Marianna Costa, o recuo da manhã refletiu apenas uma devolução parcial do movimento de sexta-feira. Na avaliação dela, a combinação de incerteza externa e ceticismo em relação à política monetária sustenta a pressão de alta na curva de juros.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

Rodrigo Franchini, especialista de Soluções de Investimentos da Monte Bravo, afirmou que rumores e declarações sobre a continuidade das tensões entre Israel e Irã elevaram a volatilidade no mercado. O movimento ocorreu mesmo após sinais iniciais de trégua antes da abertura da B3.

Nos vencimentos mais curtos, a pressão foi mais intensa. De acordo com o economista-chefe do BMG, Flávio Serrano, a curva passou a apontar Selic terminal de 14,80% em 2026. Os contratos indicavam ainda chance maior de manutenção da taxa em junho e aperto monetário entre setembro e março, com projeção de até 15,10%.

Para o setor agropecuário, juros mais altos ampliam o custo do crédito, influenciam a rolagem de dívidas e podem encarecer capital de giro, estocagem e investimentos em máquinas, armazenagem e tecnologia. O ambiente também tende a afetar o câmbio e os preços de insumos atrelados ao mercado internacional, como combustíveis e fertilizantes.

O comportamento da curva seguirá condicionado ao cenário externo e à leitura do mercado sobre inflação e política monetária. Sem mudança consistente nesses fatores, permanece a sinalização de crédito mais caro e maior cautela financeira para produtores, cooperativas e agroindústrias.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Juros futuros sobem com piora no Oriente Médio e nova reprecificação da Selic apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Ministro argentino divulga aporte de US$ 400 milhões no agro



A unidade será voltada à moagem de sementes


A unidade será voltada à moagem de sementes
A unidade será voltada à moagem de sementes – Foto: Pixabay

Luis Caputo, ministro da Economia da República Argentina, divulgou na rede social X que recebeu uma carta de Michael Gelchie, diretor executivo da Louis Dreyfus Company, informando a decisão da empresa de realizar um investimento de US$ 400 milhões no país. O anúncio feito pelo ministro colocou em evidência um novo projeto agroindustrial previsto para Bahía Blanca, na província de Buenos Aires.

Segundo a comunicação divulgada por Caputo, a companhia decidiu avançar com a construção de uma planta de processamento de girassol. A unidade será voltada à moagem de sementes e terá capacidade estimada de aproximadamente 1,5 milhão de toneladas por ano. No documento, a Louis Dreyfus Company afirma que a futura instalação estará entre as maiores do mundo nesse segmento.

A carta enviada ao ministro indica que a conclusão do projeto está prevista para o fim de 2027. A empresa também associa a decisão ao potencial de longo prazo da Argentina e à relevância do país no fornecimento global de produtos agrícolas. O texto menciona ainda a existência de um diálogo com autoridades argentinas e com representantes empresariais antes da confirmação do investimento.

Ao divulgar a informação, Caputo destacou que se trata de um investimento estratégico da companhia e que a decisão foi tomada para que o projeto seja realizado na Argentina. A comunicação da empresa aponta que a nova planta deverá ampliar a capacidade de processamento de oleaginosas e contribuir para fortalecer cadeias industriais ligadas ao agronegócio.

O documento também relaciona o investimento à geração de empregos, à modernização da infraestrutura agroindustrial e à possibilidade de exportações com maior valor agregado. A Louis Dreyfus Company afirma que o anúncio formal da iniciativa será feito posteriormente.


 





Source link

News

Dólar sustenta os preços de soja, mas por que os negócios seguem travados?


preço soja cotação
Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana com preços entre estáveis e mais altos, mas sem registro de volumes expressivos negociados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve momentos de melhora nas cotações ao longo da sessão, principalmente quando o dólar se aproximou do patamar de R$ 5,20.

Os prêmios passaram por ajustes ao longo do dia e também contribuíram para a formação dos preços. Nos portos, foram registrados negócios pontuais, mas a movimentação ficou distante de um ritmo mais intenso de comercialização.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

De acordo com Silveira, houve alguma atividade nos portos, porém sem grandes destaques em termos de quantidade negociada. O resultado foi uma abertura de semana marcada por sustentação dos preços, impulsionada pelo câmbio, mas sem aceleração significativa dos negócios.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 125,50
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 126,50
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 121,00 para R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 111,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 114,50 para R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 113,50 para R$ 114,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 132,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram o pregão desta segunda-feira em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT). O mercado segue pressionado pela perspectiva de uma safra norte-americana robusta na temporada 2026/27, favorecida pelas boas condições climáticas no cinturão produtor dos Estados Unidos.

Os agentes também aguardam a divulgação dos dados de evolução do plantio e das condições das lavouras, com expectativa de números positivos. Além disso, o mercado se posiciona para o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para ser divulgado nesta quinta-feira (11).

Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao USDA a venda de 264 mil toneladas de soja para destinos não revelados, com entrega prevista para a temporada 2026/27.

As inspeções de exportação dos Estados Unidos totalizaram 398.186 toneladas na semana encerrada em 4 de junho, abaixo das 505.109 toneladas registradas na semana anterior.

Contratos futuros de soja

Entre os contratos negociados em Chicago, a soja para julho fechou cotada a US$ 11,15 3/4 por bushel, com queda de 5,75 centavos de dólar, ou 0,51%. O vencimento agosto encerrou a US$ 11,21 1/4 por bushel, com baixa de 4,75 centavos, ou 0,42%.

No mercado de derivados, o farelo de soja para julho caiu US$ 5,80, ou 1,88%, encerrando a US$ 302,70 por tonelada. Já o óleo de soja para julho avançou 0,59%, fechando a 74,56 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,50%. A moeda norte-americana fechou cotada a R$ 5,1802 para venda e R$ 5,1782 para compra. Durante o pregão, a divisa oscilou entre a mínima de R$ 5,1332 e a máxima de R$ 5,1947.

O post Dólar sustenta os preços de soja, mas por que os negócios seguem travados? apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Dólar fecha a R$ 5,1803 com tensão no Oriente Médio e juros altos nos EUA


Dólar fecha acima de R$ 5,05 e acumula alta de 3,55% na semana

O dólar à vista fechou em alta de 0,45% nesta segunda-feira (8), cotado a R$ 5,1803, no maior nível desde 30 de março de 2026. O movimento ocorreu após a retomada da busca por proteção no mercado, diante da avaliação de que o cessar-fogo no Oriente Médio segue frágil. Também pesou a leitura de que os Estados Unidos podem manter juros elevados por mais tempo, após o payroll de maio vir acima do esperado na semana passada.

Depois de abrir em queda e tocar a mínima de R$ 5,1335, a moeda americana inverteu o sinal ao longo da manhã e alcançou R$ 5,1951 na máxima do dia. No fim da tarde, o contrato futuro para julho avançava 0,19%, a R$ 5,2100. O movimento ocorreu mesmo com leve baixa de 0,06% do índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a divisas fortes.

Segundo Guilherme Souza, economista da Ativa Investimentos, parte relevante do estresse cambial está ligada ao conflito no Oriente Médio. O mercado voltou a operar com maior cautela após novos relatos de ataques entre Irã e Israel no fim de semana, o que elevou a percepção de incerteza internacional.

Receba no seu e-mail as notícias mais importantes do dia, análises de mercado e os principais fatos que movimentam o agronegócio: assine a newsletter do Canal Rural

Beto Saadia, economista-chefe da Nomos, afirmou que o mercado segue pessimista mesmo com a possibilidade de acordo diplomático, diante do poder de barganha do Irã em torno do Estreito de Ormuz. Nesse ambiente, o petróleo Brent para agosto subiu 1,25%, para US$ 94,25 por barril.

Além do fator geopolítico, o payroll forte dos Estados Unidos reforçou a expectativa de juros elevados pelo Federal Reserve. Souza e Saadia avaliam que esse cenário reduz o apetite por operações de carry trade e favorece a migração de recursos para títulos do Tesouro americano.

Para o agronegócio, a alta do dólar tende a alterar a formação de preços no mercado interno. A valorização da moeda americana pode dar sustentação às receitas de exportadores de soja, milho, carnes, café e açúcar. Em contrapartida, também pode elevar custos de fertilizantes, defensivos, combustíveis e outros insumos atrelados ao mercado externo.

O comportamento do câmbio nos próximos dias deve continuar condicionado à evolução do conflito no Oriente Médio e às expectativas para os juros nos Estados Unidos e no Brasil. Sem mudança nesses vetores, o mercado deve seguir sensível ao aumento da aversão ao risco e à revisão das posições em moedas de países emergentes.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Dólar fecha a R$ 5,1803 com tensão no Oriente Médio e juros altos nos EUA apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fiscais interditam abatedouro clandestino e apreendem meia tonelada de carne


polícia
Foto: divulgação/ Polícia Cível do Espírito Santo

A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Proteção ao Meio Ambiente (Depma), realizou, na última quarta-feira (3), uma operação para apurar denúncia de poluição ambiental em uma carvoaria localizada no bairro Vista Linda, em Cariacica, no Espírito Santo.

Durante a fiscalização, os policiais identificaram um abatedouro clandestino de suínos operando sem condições higiênico-sanitárias adequadas e sem autorização legal para o exercício da atividade.

No local, foram encontrados animais abatidos em ambiente insalubre, sem acondicionamento adequado e em desacordo com as normas de manipulação e armazenamento de produtos de origem animal. Aproximadamente meia tonelada de carne sem controle sanitário foi apreendida. Também foram apreendidos quatro suínos.

Um homem de 28 anos assinou um Termo Circunstanciado (TC) por maus-tratos e fazer funcionar atividade potencialmente poluidora sem licença ambiental. Durante a ocorrência, o suspeito informou que os produtos eram comercializados em uma feira livre do município.

Os quatro suínos apreendidos foram entregues a um responsável, que ficará encarregado de garantir os cuidados necessários aos animais durante a tramitação dos procedimentos administrativos e judiciais.

Multa

A ação contou com o apoio da Prefeitura de Cariacica, que realizou a interdição do estabelecimento. O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) também participou da operação e efetuou a autuação administrativa. O valor da multa será definido após a pesagem e avaliação técnica do material apreendido.

A carne recolhida será destruída conforme os protocolos sanitários vigentes, por se tratar de produto sem inspeção oficial e impróprio para consumo ou doação.

O post Fiscais interditam abatedouro clandestino e apreendem meia tonelada de carne apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo teve uma segunda-feira de preços mais altos. Contudo, o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias pontua que algumas indústrias já sinalizam para mudanças do perfil de abate, reduzindo a produção destinada à China, com mudanças importantes no programa de bonificação.

“Nos próximos dias, tende a sair o alerta por parte do governo chinês de que 80% da cota brasileira foi preenchida, o que pode levar outras indústrias a adotarem a mesma postura”, ressalta, em referência à cota de 1,1 milhão de toneladas concedida pelo gigante asiático às exportações de carne bovina brasileira para lá.

Iglesias ainda destaca que o mercado acompanha atentamente os desdobramentos em torno da proibição da importação de produtos de origem animal do Brasil por parte da União Europeia e a questão sanitária nos Estados Unidos, com mais casos da mosca-da-bicheira (Cochliomyia hominivorax).

Média da arroba do boi gordo

  • São Paulo: R$ 358,50
  • Goiás: R$ 336,96
  • Minas Gerais: R$ 335,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 354,89
  • Mato Grosso: R$ 359,26

Mercado atacadista

O mercado atacadista, por sua vez, apresentou preços firmes durante o dia. De acordo com Iglesias, esse movimento está lastreado na boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês.

“Além disso, a expectativa de consumo em junho permanece favorável em função dos jogos da seleção brasileira. A carne bovina ainda perde em competitividade na comparação com as proteínas concorrentes, principalmente em relação com a carne de frango”, diz.

  • Quarto dianteiro: R$ 21,70 por quilo
  • Ponta de agulha: R$ 19,70 por quilo
  • Quarto traseiro: R$ 27,00 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,50%, sendo negociado a R$ 5,1802 para venda e a R$ 5,1782 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1332 e a máxima de R$ 5,1947.

O post Arroba do boi inicia a semana em alta, mas tende a diminuir; veja as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Projeto que limita alíquotas do IOF avança em comissão da Câmara


Dólar fecha acima de R$ 5,05 e acumula alta de 3,55% na semana

A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara dos Deputados aprovou, neste domingo (8), o Projeto de Lei 3371/25, que altera os limites legais do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A proposta redefine os tetos de cobrança em diferentes modalidades e impõe restrições aos aumentos anuais feitos pelo Poder Executivo por decreto. O texto segue em análise, em caráter conclusivo, nas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Pela proposta, o teto do IOF no crédito passa a ser de 0,0041% ao dia, com adicional fixo máximo de 0,38% sobre o valor liberado. Nas operações de câmbio, a alíquota máxima será de 0,38%, com exceções de até 6% para liquidações referentes a empréstimos externos com prazo médio mínimo de até 180 dias e de até 1,10% para compra de moeda em espécie e transferência de recursos ao exterior.

O projeto também fixa alíquota máxima de 7,38% para seguro, de 1% ao dia para títulos e valores mobiliários, de 1% sobre o preço de aquisição do ouro como ativo financeiro e de 10% sobre operações com derivativos. Hoje, a legislação permite tetos amplos, como até 25% em câmbio e 1,5% ao dia em crédito, e autoriza alteração por decreto com efeito imediato.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

O texto aprovado estabelece ainda limites anuais de majoração sobre a alíquota vigente em 1º de janeiro: 10% para câmbio, 7% para crédito e 2,5% para seguro, títulos, valores mobiliários e ouro ativo financeiro ou instrumento cambial. Quando a alíquota começar o ano zerada, o primeiro aumento ficará limitado a 50% da maior alíquota aplicada à mesma modalidade, ou a uma assemelhada, nos cinco anos anteriores.

Segundo o relator, deputado Mauricio Marcon (PL-RS), a proposta busca ampliar a previsibilidade tributária. Para o setor agropecuário, o tema tem relação com operações de crédito e câmbio usadas no financiamento, na importação de insumos e em negócios de exportação. O texto, porém, não apresenta estimativas específicas de impacto sobre produtores rurais, cooperativas ou cadeias agroindustriais.

A tramitação ainda depende de análise em outras comissões da Câmara e, depois, do Senado. Como o projeto ainda pode ser alterado, não há base técnica suficiente neste momento para dimensionar efeitos práticos definitivos sobre o crédito rural, o custo das operações financeiras ou o comércio exterior do agronegócio.

Fonte: camara.leg.br

O post Projeto que limita alíquotas do IOF avança em comissão da Câmara apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Insumos agrícolas sobem 9,1% na França em abril, aponta Agreste


Insumos agrícolas sobem 9,1% na França em abril, aponta Agreste

Os preços dos insumos usados na atividade agrícola na França subiram 9,1% em abril na comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo serviço de estatística do Ministério da Agricultura francês (Agreste). Na comparação mensal, o índice avançou 1,7% sobre março. O movimento foi influenciado principalmente pelo encarecimento de energia e fertilizantes em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio.

De acordo com o levantamento, o grupo de energia e lubrificantes registrou alta anual de 55,8% em abril. Dentro desse segmento, o óleo diesel não rodoviário teve salto de 91%, enquanto o gás subiu 6,1%. A eletricidade, por outro lado, recuou 1% no período.

Os fertilizantes também aceleraram, com avanço anual de 18,0%. O destaque ficou para a ureia, que subiu 46,2%, e para as soluções nitrogenadas, com alta de 24,8%. O resultado indica pressão concentrada em insumos relevantes para o custo de produção de lavouras intensivas em adubação.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Em sentido oposto, alguns grupos seguiram em queda. Os alimentos para animais recuaram 4,6% na comparação anual, influenciados pela baixa de 5% nos alimentos compostos. Os produtos de proteção de cultivos caíram 2,3%, enquanto sementes e mudas tiveram redução de 0,7%.

Por atividade, os custos avançaram 12,7% em um ano para produtores de cereais e oleaginosas. Na horticultura, a alta chegou a 14,6%. Na viticultura, o aumento foi de 7,8%, e na fruticultura, de 9,4%.

Na pecuária, os insumos subiram 8,7% para bovinos de corte e 7% para bovinos de leite. O setor de aves teve alta de 2,8%. Já as granjas de suínos registraram leve recuo anual de 0,6%.

Os dados mostram que a pressão de custos permanece disseminada em parte relevante da agropecuária francesa, com maior intensidade nos segmentos mais expostos ao uso de energia e fertilizantes.

Até o momento, os dados de abril indicam manutenção da pressão sobre o custo de produção agrícola na França, sobretudo nos itens energéticos e nitrogenados. O Agreste não informou, no material disponível, uma projeção consolidada para os próximos meses.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Insumos agrícolas sobem 9,1% na França em abril, aponta Agreste apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Presidente da ABPA defende Brasil em relação a antimicrobianos na carne


O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reafirmou que o Brasil não apresenta problemas sanitários relacionados à utilização de antimicrobianos na produção de carnes, em resposta à retirada do país da lista de nações que cumprem os requisitos da União Europeia.

Rastreabilidade e fiscalização

Segundo o presidente, a produção de carne de frango no Brasil é totalmente rastreada e não utiliza antimicrobianos na carne destinada à exportação para a União Europeia. Ele destacou que:

  • A produção de carne bovina também segue os mesmos padrões de rastreabilidade.
  • O Brasil já cumpre os requisitos exigidos pela UE.
  • Não há qualquer violação sanitária nas carnes brasileiras.

Expectativas para o futuro

O presidente da ABPA mencionou que o governo brasileiro está realizando uma fiscalização oficial para garantir a conformidade com as normas sanitárias. Ele espera que, até 13 de setembro, o ministro André de Paula e o embaixador Pedro Miguel apresentem análises de risco que comprovem a fiscalização das produções de carne no Brasil. O comércio de carnes representa um valor significativo para o país, próximo de 1,8 bilhões de dólares, e é crucial para a economia brasileira.

O post Presidente da ABPA defende Brasil em relação a antimicrobianos na carne apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link