quinta-feira, julho 2, 2026

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AgroNewsPolítica & Agro

preços do leite e algodão sobem; banana e suínos caem



Leite e algodão sobem em abril em SP; banana e suínos têm quedas de preço



Foto: Pixabay

Relatório do Departamento Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo, elaborado com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, aponta valorização nos preços do leite e do algodão pagos ao produtor paulista, enquanto banana e suínos registraram retração no mercado.

No setor de lácteos, a menor oferta de leite em função da sazonalidade e a disputa entre laticínios pela compra de matéria-prima contribuíram para a alta superior a 10% nos preços em março. Apesar da recuperação, os valores ainda permanecem 13,3% abaixo da média registrada no mesmo período de 2025.

O algodão em pluma também apresentou valorização. Segundo o levantamento, o preço médio do produto alcançou o maior nível dos últimos nove meses, com avanço de 9,3% em abril. O movimento foi sustentado pelas cotações internacionais e pelo ritmo mais lento de comercialização durante a entressafra.

Em sentido oposto, a banana nanica teve queda de 21,7% em abril. O recuo foi influenciado pelo avanço da safra, que ampliou a oferta da fruta, além de dificuldades logísticas no escoamento da produção.

O mercado de suínos vivos em São Paulo também registrou desvalorização. As cotações caíram 15,1% em relação a março, pressionadas pela redução do consumo doméstico. Embora a demanda externa siga aquecida, o excesso de oferta no mercado interno provocou novas quedas nos preços, acumulando retração próxima de 30% nos últimos 12 meses.

O relatório reúne informações sobre os principais produtos agropecuários e indicadores do agronegócio paulista e brasileiro.

Fonte: ¹ CONAB; ² CEPEA-ESALQ/USP. Elaboração: FAESP/Departamento Econômico.

*Valor referente ao mês de captação do leite cru (mar/26)





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Máquinas agrícolas: nova regra de emissões pode elevar preço em até 25%


máquina, colheitadeira
Foto: Pixabay

A AliançaBiodiesel manifestou preocupação com os termos em discussão para a implementação do Proconve MAR II, novo padrão de emissões para máquinas agrícolas e rodoviárias conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Segundo a entidade, uma iniciativa da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (Aprobio) e da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a proposta concentra esforços na redução de poluentes locais emitidos por máquinas fora-de-estrada, mas deixa em segundo plano o debate sobre descarbonização e mudanças climáticas.

Para a associação, o novo marco regulatório deveria seguir a tendência internacional de incentivo aos biocombustíveis, como biodiesel e etanol, considerados alternativas aos combustíveis fósseis.

De acordo com a AliançaBiodiesel, o modelo em discussão pode desviar investimentos da indústria destinados à descarbonização para adaptações no parque de motores ciclo diesel. A entidade argumenta ainda que a proposta entra em contradição com a Lei do Combustível do Futuro, ao priorizar o controle de emissões locais em regiões de baixa concentração populacional, como áreas agrícolas.

A associação também aponta fragilidades na fiscalização das futuras regras. Segundo o setor, o Brasil não possui um sistema estruturado de controle pós-venda para máquinas agrícolas, o que poderia estimular adaptações irregulares nos equipamentos e comprometer a efetividade das exigências.

Outro ponto levantado pela entidade é o impacto econômico da medida. A estimativa é de que o preço das máquinas agrícolas suba entre 15% e 25%, podendo ultrapassar esse percentual em equipamentos menores utilizados pela agricultura familiar.

Além disso, o custo operacional das máquinas poderia aumentar entre 9% e 20% devido à obrigatoriedade do uso do diesel S10 e do Arla-32. A AliançaBiodiesel afirma ainda que empresas nacionais sem fabricação própria de motores teriam custos adicionais em relação às multinacionais, o que poderia ampliar a concentração de mercado.

Na avaliação da entidade, o aumento de custos tende a ser repassado para cadeias como alimentos, obras e serviços, gerando impactos diretos para consumidores e produtores rurais.

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DOE autoriza acesso a 53,3 milhões de barris das reservas estratégicas nos EUA


DOE autoriza acesso a 53,3 milhões de barris das reservas estratégicas nos EUA

O Departamento de Energia dos Estados Unidos (DOE, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda-feira (11) a liberação de aproximadamente 53,3 milhões de barris de petróleo bruto da Reserva Estratégica de Petróleo (SPR, na sigla em inglês). Segundo o órgão, o volume será destinado a empresas selecionadas em nova rodada de acesso às reservas federais. As entregas começarão imediatamente.

De acordo com o DOE, a medida faz parte da contribuição dos Estados Unidos ao acordo de liberação de 172 milhões de barris dentro da ação coletiva da Agência Internacional de Energia (AIE). Com isso, o lote agora autorizado corresponde a cerca de 31% do volume total previsto na participação norte-americana dentro dessa coordenação internacional.

O departamento informou que a iniciativa busca responder a interrupções de curto prazo no fornecimento e sustentar a segurança energética do país. Em nota oficial, o secretário adjunto do Departamento de Energia para o Escritório de Hidrocarbonetos e Energia Geotérmica, Kyle Haustveit, afirmou que a adjudicação dos contratos dá sequência ao compromisso do governo de executar uma troca emergencial de petróleo.

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Entre as empresas contempladas, a Trafigura Trading recebeu autorização para acessar 12,98 milhões de barris. A ExxonMobil foi contemplada com 11,4 milhões de barris, enquanto a Marathon Petroleum poderá retirar 12,4 milhões de barris. O DOE não detalhou, no conteúdo informado, a lista completa das companhias participantes nem o cronograma individual de retirada por instalação.

Do ponto de vista de mercado, a liberação amplia a oferta disponível no curto prazo e se soma a uma estratégia de coordenação internacional para reduzir pressões de abastecimento. O efeito sobre preços e fluxos comerciais dependerá da continuidade das entregas, do nível de demanda e de novas decisões dos países envolvidos.

A execução imediata das entregas indica foco na recomposição de oferta no curto prazo. Novos desdobramentos devem depender da evolução do fornecimento global e de eventuais atualizações do DOE e da AIE sobre volumes adicionais e prazos operacionais.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Conab realiza leilão de Pepro para 177 mil toneladas de arroz nesta quarta-feira (13)


Conab realiza leilão de Pepro para 177 mil toneladas de arroz nesta quarta-feira (13)

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza nesta quarta-feira (13) novos leilões de Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro) para o setor de arroz. Segundo nota da estatal, o volume ofertado será de 177 mil toneladas da safra 2025/26, com origem no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A primeira operação terá foco nos agricultores familiares.

De acordo com a Conab, o primeiro leilão será destinado ao apoio ao escoamento de 53,1 mil toneladas. Desse total, cerca de 42,14 mil toneladas correspondem ao Rio Grande do Sul, enquanto outras 10,96 mil toneladas serão de produtores catarinenses.

Na sequência, a estatal dará início a um segundo pregão de Pepro voltado a todos os produtores e cooperativas, incluindo também os agricultores familiares. A Conab, no entanto, não detalhou na nota disponível qual será a divisão exata do volume restante entre os estados nem os valores dos prêmios a serem ofertados em cada operação.

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O Pepro é um instrumento de política agrícola usado para apoiar a comercialização quando os preços de mercado ficam abaixo do valor de referência definido pelo governo. Na prática, o mecanismo busca garantir o escoamento da produção e reduzir a diferença entre o preço recebido pelo produtor e o parâmetro oficial.

No caso do arroz, o leilão ocorre em um momento de entrada da safra 2025/26 no mercado do Sul do país, principal região produtora nacional. Como Rio Grande do Sul e Santa Catarina concentram parte relevante da oferta, a medida tende a organizar a comercialização de parte desse volume por meio de subvenção pública, especialmente para agentes com menor capacidade de negociação.

O resultado dos leilões deve indicar o nível de interesse do mercado pela subvenção e o potencial de apoio ao escoamento do arroz nos dois estados. Até o momento, a Conab não informou, na nota consultada, cronograma adicional nem detalhamento completo das condições do segundo pregão.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Petrobras registra lucro líquido de R$ 32,6 bilhões no 1º trimestre de 2026


Petrobras registra lucro líquido de R$ 32,6 bilhões no 1º trimestre de 2026

A Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 32,663 bilhões, informou a companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira (11). O resultado ficou 7,2% abaixo do apurado no mesmo período de 2025, mas superou em 109,9% o do quarto trimestre do ano passado. Segundo a empresa, o desempenho foi influenciado pelo ganho com variação cambial e pela reversão de impairment.

No conceito sem eventos exclusivos, o lucro líquido somou R$ 23,811 bilhões. Nesse recorte, houve alta de 0,9% na comparação anual e queda de 7,2% frente ao trimestre imediatamente anterior.

A receita de vendas atingiu R$ 123,6 bilhões no período. O valor representa avanço de 0,4% sobre o primeiro trimestre de 2025 e recuo de 2,9% em relação ao quarto trimestre de 2025. A companhia informou que a alta recente do petróleo e o recorde de produção ainda não se refletiram integralmente nas receitas, devido à defasagem entre o embarque e o reconhecimento contábil da venda, que ocorre na transferência de titularidade da carga no destino.

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O Ebitda ajustado ficou em R$ 59,643 bilhões, com queda de 2,4% na comparação anual e de 0,5% no confronto trimestral. Sem eventos exclusivos, o indicador somou R$ 61,670 bilhões, baixa de 1,0% em um ano e alta de 4,5% ante o trimestre anterior.

A Petrobras também informou que, apesar da maior produção, as menores exportações de petróleo atenuaram parcialmente os resultados. A dívida líquida chegou a US$ 62,093 bilhões, alta de 10,8% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Já os investimentos somaram US$ 5,107 bilhões, avanço de 25,6% na mesma base de comparação.

Os dados indicam que o desempenho operacional da companhia no início de 2026 foi sustentado por fatores contábeis e cambiais, enquanto receita e exportações ainda mostraram limitação de repasse do aumento da produção. O comportamento dos próximos balanços dependerá, entre outros fatores, do reconhecimento das cargas embarcadas, do nível de exportações e da trajetória do câmbio e do petróleo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Crédito de carbono ainda desafia produtores


O crédito de carbono ainda avança de forma gradual entre produtores rurais brasileiros. Segundo dados divulgados pela 9ª Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural, 34% dos entrevistados afirmam conhecer o tema, enquanto 24% desse grupo participam de iniciativas relacionadas à agenda, principalmente por meio da conservação de áreas naturais.

De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), um terço dos produtores rurais brasileiros afirma conhecer o crédito de carbono. A fatia representa 34% dos entrevistados e indica que o assunto ainda está em processo de evolução no campo.

Dentro desse grupo, 33% declaram possuir algum nível de conhecimento sobre o tema. Já a participação em iniciativas relacionadas ao crédito de carbono alcança 24% dos produtores que conhecem a pauta.

Para o presidente da ABMRA, Ricardo Nicodemos, os dados mostram uma oportunidade para ampliar a comunicação sobre sustentabilidade no agro. “Há uma oportunidade clara para as marcas ampliarem a comunicação e levarem conhecimento para o produtor sobre o que já é feito e como essas práticas se conectam a novas agendas, como o crédito de carbono. Tornar essa relação mais visível pode contribuir para acelerar o entendimento e a adoção no campo”, afirma.

Entre os produtores rurais inseridos em iniciativas relacionadas ao crédito de carbono, a principal frente é a conservação de áreas naturais, mencionada por 66%, segundo dados divulgados. Outras práticas também aparecem no levantamento. A adoção de técnicas agrícolas sustentáveis foi citada por 42% dos produtores que participam dessas iniciativas, enquanto ações de reflorestamento foram mencionadas por 34%.

Nesse contexto, Nicodemos avalia que a comunicação pode ajudar a valorizar práticas que já fazem parte da realidade de parte do setor. “A conservação de áreas naturais aparece como principal iniciativa entre os produtores que já estão inseridos nesse contexto. Comunicar esse dado de forma mais consistente é fundamental para dar visibilidade à atuação do produtor rural e qualificar a percepção sobre o setor”, destaca.

Mudanças climáticas preocupam 86% dos produtores

O levantamento também aponta que 86% dos produtores rurais dizem acreditar que as mudanças climáticas irão interferir na produção agrícola. Ao mesmo tempo, de acordo com a pesquisa, apenas 31% classificam como altas ou muito altas as barreiras para adoção de técnicas sustentáveis. Entre as dificuldades mencionadas estão a falta de informação clara e de apoio técnico, o acesso limitado a recursos e o receio de que a adoção de novas práticas não traga benefícios suficientes.

O resultado indica um cenário em que a percepção sobre os impactos climáticos convive com desafios práticos para avançar na implementação de soluções sustentáveis no campo.

A Pesquisa ABMRA Hábitos do Produtor Rural é considerada o maior levantamento sobre o perfil do produtor rural brasileiro. Nesta edição, foram realizadas 3.100 entrevistas presenciais em 16 estados. O estudo abrangeu 14 culturas agrícolas, quatro tipos de rebanhos e um questionário com 280 perguntas.

 





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IBGE inicia prova piloto do 12º Censo Agro e destaca criação ao ar livre em Irati


IBGE inicia prova piloto do 12º Censo Agro e destaca criação ao ar livre em Irati

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou nesta segunda-feira (11) a 2ª prova piloto do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola. Em Irati, no Paraná, o primeiro dia de atividades teve foco em comunidades e povos tradicionais, com destaque para sistemas de criação de rebanhos ao ar livre. A etapa faz parte da preparação técnica do levantamento nacional.

Segundo o IBGE, a prova piloto tem função operacional e metodológica. O objetivo é testar instrumentos de coleta, rotinas de campo e procedimentos de abordagem antes da realização do censo em escala nacional. Pela manhã, a superintendência estadual do instituto reuniu os agentes de pesquisa para repassar orientações técnicas e alinhar o início das visitas.

No período da tarde, a coleta avançou sobre áreas com presença de comunidades tradicionais. Em Irati, os faxinalenses aparecem como referência local. Trata-se de comunidades com sistema agrossilvipastoril próprio, marcado pelo uso coletivo de áreas e pela criação de animais em regime ao ar livre.

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De acordo com o instituto, a presença dessas comunidades foi um dos fatores que levaram à escolha do município para a segunda prova piloto. A seleção busca verificar se o questionário e a operação de campo conseguem captar, com precisão, formas produtivas que fogem dos modelos convencionais de exploração agropecuária.

Além de Irati, a operação também ocorre em Barcarena (PA), Uruçuí (PI), Rio Verde (GO), Corumbá (MS) e Viamão (RS). Ao todo, são seis cidades distribuídas em quatro regiões do país, o que permite ao IBGE testar o levantamento em diferentes realidades territoriais e produtivas.

A etapa piloto deve subsidiar ajustes técnicos no questionário e na coleta, especialmente em áreas com sistemas produtivos específicos. O IBGE não informou, até o momento, balanço numérico do primeiro dia nem prazo detalhado para conclusão desta fase em cada município.

Fonte: agenciadenoticias.ibge.gov.br

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Petrobras aprova R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas


Petrobras aprova R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas

A Petrobras informou nesta segunda-feira (11) que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas. Segundo a companhia, o valor equivale a R$ 0,70097272 por ação ordinária e preferencial em circulação e representa uma antecipação da remuneração referente ao exercício de 2026, declarada com base no balanço de 31 de março deste ano.

De acordo com o comunicado da Petrobras, os pagamentos serão feitos em duas parcelas, ambas na forma de juros sobre capital próprio (JCP). Cada parcela será de R$ 0,35048636 por ação ordinária e preferencial.

Para os investidores com ações negociadas na B3, a data-base para ter direito ao provento será na segunda-feira (1º de junho). A partir da terça-feira (2), os papéis passam a ser negociados na condição “ex-direitos”. A primeira parcela será paga na quinta-feira (20 de agosto) e a segunda, na segunda-feira (21 de setembro).

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No caso dos detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE), a record date foi definida para a quarta-feira (3 de junho de 2026). Os pagamentos ocorrerão a partir da quinta-feira (27 de agosto) e da segunda-feira (28 de setembro), respectivamente.

A estatal informou ainda que os valores distribuídos serão descontados da remuneração aos acionistas que vier a ser submetida à Assembleia Geral Ordinária de 2027, relativa ao exercício de 2026. Para esse desconto, cada parcela será corrigida pela taxa Selic desde a data do pagamento até o encerramento do exercício social atual.

Segundo a Petrobras, a distribuição está em linha com a Política de Remuneração aos Acionistas vigente. A regra prevê pagamento de 45% do fluxo de caixa livre quando o endividamento bruto estiver igual ou abaixo do limite máximo definido no plano estratégico, observadas as demais condições da política.

Na prática, a aprovação define calendário, valor por ação e critério de elegibilidade para os investidores. Os próximos desdobramentos dependem da execução do cronograma anunciado e da deliberação futura da Assembleia Geral Ordinária de 2027 sobre a remuneração total do exercício de 2026.

Fonte: Estadão Conteúdo

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TIM integra soluções digitais para gigantes do agro controlarem pragas e incêndios no campo


TIM na Agrishow 2026
Estande da TIM na Agrishow 2026. Foto: Divulgação

A operadora TIM soma 26,2 milhões de hectares cobertos com 4G e 53 milhões de hectares com NB-IoT, tecnologia de rede voltada para Internet das Coisas (IoT). Agora, foca no conceito de inteligência de dados para transformar toda essa conectividade em decisões automatizadas que gerem rentabilidade ao produtor.

Para isso, anunciou durante a 31ª Agrishow, em abril, a aquição da V8.Tech, empresa de tecnologia especializada em integração de soluções digitais, em um negócio estimado em R$ 140 milhões.

Assim, visa juntar em um pacote soluções que unam nuvem, analytics e visão computacional para ajudar o agricultor brasileiro a identificar perdas por pragas, a ganhar eficiência logística e a controlar a ameaça crescente de incêndios.

“Ao integrar rede, cloud, dados e inteligência artificial, queremos apoiar produtores e empresas com mais eficiência, previsibilidade e competitividade em suas operações”, afirma o diretor de Negócios e Soluções B2B da TIM Brasil, Alexandre Dal Forno.

A proposta da operadora é oferecer projetos personalizados de analytics e inteligência artificial para grandes grupos do agronegócio, como BP Bioenergy, SLC Agrícola, Citrosuco e Amaggi, companhias que já contam com serviços da operadora. As soluções envolvem automação de processos em nuvem, modelos preditivos para logística, planejamento de safra, roteirização e otimização de colheita.

Segundo Dal Forno, a iniciativa tem como objetivo converter o grande volume de dados gerado por máquinas, sensores e sistemas agrícolas em inteligência de negócio capaz de apoiar decisões estratégicas em tempo real.

Ancorado nesta ideia de utilizar a inteligência artificial para prever pragas e reduzir desperdícios, a TIM também destacou no evento o SmartBio Pragas, que utiliza modelos de machine learning e big data para cruzar milhões de registros climáticos, históricos agronômicos e dados operacionais.

A partir dessa análise, a plataforma identifica padrões de risco e prevê surtos de pragas com até 30 dias de antecedência. Desta forma, a tecnologia permite ao produtor planejar ações, otimizar a aplicação de defensivos, reduzir custos operacionais e minimizar impactos ambientais.

Em relação à prevenção de incêndios no campo, que chegaram a 136 mil focos de ocorrências em áreas florestais em 2025, a operadora propõe a solução da Um Grau e Meio, que combina câmeras de alta resolução conectadas via 4G e 5G com inteligência artificial para monitoramento contínuo de áreas agrícolas.

Dal Forno detalha que por meio de visão computacional, o sistema diferencia automaticamente fumaça, poeira e outras interferências visuais, emitindo alertas em tempo real diante de indícios de incêndio, reduzindo a dependência de monitoramento manual.

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Petrobras aprova pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas


Petrobras aprova pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas

A Petrobras informou, nesta segunda-feira (11), que seu Conselho de Administração aprovou o pagamento de R$ 9,03 bilhões em remuneração aos acionistas, com base no balanço de 31 de março de 2026. Segundo a companhia, a distribuição equivale a R$ 0,70097272 por ação ordinária e preferencial em circulação e será feita como antecipação da remuneração relativa ao exercício de 2026.

De acordo com o fato relevante divulgado nos termos da Resolução nº 44/21 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a proposta segue a Política de Remuneração aos Acionistas da estatal. Essa política prevê a distribuição de 45% do fluxo de caixa livre quando o endividamento bruto estiver igual ou abaixo do limite máximo definido no plano estratégico vigente, observadas as demais condições internas.

A Petrobras informou que a distribuição é compatível com a sustentabilidade financeira da companhia. O comunicado, no entanto, não detalha os valores do endividamento bruto e do fluxo de caixa livre considerados nessa aprovação.

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Para os investidores com ações negociadas na B3, a data-base para ter direito aos proventos será na segunda-feira (1º). Os papéis passarão a ser negociados na condição de ex-direitos a partir de terça-feira (2).

O pagamento será dividido em duas parcelas iguais, ambas na forma de juros sobre capital próprio. A primeira, de R$ 0,35048636 por ação, será paga na quinta-feira (20 de agosto). A segunda, no mesmo valor por ação, será depositada na segunda-feira (21 de setembro).

No caso dos American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE), a record date será na quarta-feira (3 de junho). Os pagamentos ocorrerão a partir de quinta-feira (27 de agosto) e de segunda-feira (28 de setembro).

A companhia também informou que esses proventos serão descontados da remuneração aos acionistas a ser submetida à Assembleia Geral Ordinária de 2027, referente ao exercício de 2026. Para esse cálculo, cada parcela será atualizada pela taxa Selic entre a data de pagamento e o encerramento do exercício social corrente.

Fonte: agencia.petrobras.com.br

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