sábado, maio 30, 2026

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CVM torna voluntário o reporte de informações de sustentabilidade


CVM torna voluntário o reporte de informações de sustentabilidade

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) revogou a obrigatoriedade de divulgação de informações financeiras sobre sustentabilidade pelas companhias reguladas. A mudança foi formalizada nesta sexta-feira (29), por meio da resolução CVM 244, que altera a resolução 193. Com isso, o reporte, que passaria a ser obrigatório nos exercícios iniciados em 1º de janeiro de 2026, volta a ter caráter voluntário.

Segundo a CVM, a alteração busca preservar a transparência e a comparabilidade das informações, mas devolver às empresas a decisão sobre os custos e benefícios da adoção desse tipo de divulgação. Em nota, a autarquia informou que o novo modelo resgata a liberdade das entidades para decidir como empregar os recursos dos investidores.

A reguladora manteve o padrão contábil internacional para quem optar por publicar os dados. Nesses casos, as companhias deverão observar as normas do Comitê Brasileiro de Pronunciamentos de Sustentabilidade (CBPS) e do International Sustainability Standards Board (ISSB). De acordo com a CVM, essa exigência busca assegurar confiabilidade técnica e comparabilidade entre os relatórios.

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A resolução também aproxima o regime aplicável às companhias abertas daquele já previsto para fundos de investimento e sociedades securitizadoras, segmentos em que não havia adoção compulsória desse reporte. Para empresas ligadas ao agronegócio, incluindo agroindústrias, companhias listadas e estruturas de securitização com exposição ao setor rural, a mudança altera o ambiente regulatório de prestação de informações ao mercado.

Na prática, as empresas que não quiserem adotar o reporte deverão comunicar essa decisão ao mercado no modelo de “pratique ou explique”. Outra mudança foi o fim da regra que tornava permanente a obrigação de reportar após uma adesão voluntária. Agora, a entidade que optar pela divulgação deverá manter o reporte por pelo menos 3 exercícios sociais consecutivos e informar com antecedência, no exercício anterior, eventual decisão de interrompê-lo.

O texto divulgado pela CVM não detalha, até o momento, impactos setoriais específicos para companhias do agro nem apresenta estimativa sobre adesão futura.

A mudança redefine a forma de adesão aos relatórios de sustentabilidade no mercado de capitais. Sem obrigatoriedade a partir de 2026, a tendência de uso do modelo dependerá da estratégia de cada companhia, do perfil dos investidores e das exigências de governança adotadas por emissores, fundos e securitizadoras.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Leite e muçarela ficam mais caros no Paraná



Paraná registra nova valorização do leite



Foto: Divulgação

Os preços do leite e dos derivados voltaram a subir no Paraná em maio, segundo o Boletim Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Departamento de Economia Rural, órgão ligado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento. O avanço dos valores no varejo acompanha a valorização do produto no campo, impulsionada pela menor captação de leite pelas indústrias.

De acordo com o levantamento, o leite longa vida registrou aumento de 0,77% nos supermercados e alcançou média estadual de R$ 5,35 por litro. Já o queijo muçarela teve alta mais intensa, de 4,81%, sendo comercializado a R$ 54,42 o quilo.

Segundo o Departamento de Economia Rural, o reajuste nas gôndolas reflete o aumento no valor pago aos produtores rurais nos últimos meses, em um cenário de menor oferta da matéria-prima para a indústria de laticínios.

No campo, a valorização do leite também segue em ritmo positivo. A pesquisa semanal de preços recebidos pelos produtores apontou alta de 1,61% no leite cru em relação à semana anterior. O valor pago ao produtor passou de R$ 2,63 para R$ 2,68 por litro.

Na comparação com a média registrada em abril, os produtores paranaenses estão recebendo atualmente cerca de 13% a mais por litro entregue às indústrias.

O boletim destaca que os laticínios vêm aumentando os pagamentos para conseguir manter a oferta de leite estável no Estado, diante da redução na captação do produto.





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Entidades alertam para esvaziamento recorde de reservas de petróleo


Entidades alertam para esvaziamento recorde de reservas de petróleo

A Agência Internacional de Energia (AIE), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio (OMC) alertaram, nesta sexta-feira (29), que as reservas estratégicas globais de petróleo estão sendo esvaziadas em ritmo recorde. Segundo comunicado conjunto, a redução dos estoques decorre da perda de oferta ligada ao Estreito de Ormuz, em meio à guerra no Oriente Médio. As entidades afirmam que, sem normalização dos fluxos de navegação, aumentam os riscos para a segurança de combustíveis, para as condições de mercado e para a resiliência econômica.

No comunicado, as instituições informaram que a queda dos estoques ocorre antes do pico de demanda do verão no Hemisfério Norte, período de maior consumo energético. O texto não detalha o volume retirado das reservas, nem apresenta estimativas numéricas de perda de oferta ou de prazo para recomposição dos estoques.

As entidades afirmam que o conflito tem produzido efeitos “substanciais e altamente assimétricos” sobre o fornecimento de energia, a segurança alimentar e a atividade econômica, com impacto mais forte sobre países vulneráveis. Também citam alta dos preços de combustíveis e fertilizantes, aumento da incerteza e riscos para empregos e meios de subsistência.

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Do ponto de vista técnico, o petróleo influencia diretamente o custo do diesel usado no transporte de insumos e na operação de máquinas agrícolas. Já os fertilizantes têm forte relação com os preços da energia e com a logística internacional, o que amplia a sensibilidade do setor agropecuário a interrupções em rotas estratégicas e à volatilidade das cotações.

Para o agronegócio, o ponto mais imediato está na combinação entre combustíveis mais caros, pressão sobre fertilizantes e início da temporada de plantio em diversos países, conforme destacaram as instituições. Esse quadro pode afetar planejamento de compra, formação de custos e fluxo de abastecimento, sobretudo em cadeias mais dependentes de insumos importados.

As entidades defenderam uma resposta coordenada para conter os efeitos energéticos, comerciais e econômicos da guerra. Até o momento, o comunicado não detalha medidas operacionais adicionais nem cronograma de ação conjunta.

Sem dados atualizados sobre recomposição de oferta, normalização da navegação e volume efetivo dos estoques, ainda não há base suficiente para projetar a duração da pressão sobre combustíveis e fertilizantes. O cenário segue condicionado à evolução do conflito e ao restabelecimento dos fluxos no Estreito de Ormuz.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Preço do diesel S-10 cai 0,97% na semana, aponta ANP


Mercadante defende atuação do Estado contra choque do petróleo

O preço médio do diesel S-10 no Brasil caiu 0,97% na semana de 24 a 30 de maio, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgado nesta sexta-feira (29). O valor passou de R$ 7,20 para R$ 7,13 por litro. Foi a quinta semana consecutiva de recuo no combustível. No mesmo período, a gasolina comum caiu 0,60% e o gás liquefeito de petróleo (GLP) recuou 0,10%.

De acordo com a ANP, os menores preços médios do diesel S-10 foram registrados em Goiás, com R$ 6,88 por litro, no Rio Grande do Sul, com R$ 6,93, e em Espírito Santo e Minas Gerais, ambos com R$ 6,96 por litro.

A gasolina comum voltou a recuar após semanas de alta. O preço médio nacional passou de R$ 6,66 para R$ 6,62 por litro. Entre os estados com os maiores valores médios na última semana de maio, a ANP apontou Roraima, com R$ 7,70 por litro, Rondônia, com R$ 7,39, e Acre, com R$ 7,33.

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No caso do GLP, usado em residências e em parte da atividade econômica, o botijão de 13 quilos saiu de R$ 114,77 para R$ 114,65 na média nacional. Os maiores preços médios foram verificados em Roraima, com R$ 142,19, Tocantins, com R$ 133,42, e Amapá, com R$ 128,97 por botijão.

Para o setor agropecuário, o movimento do diesel tem relevância direta porque o combustível é um dos principais componentes do custo operacional no campo. Ele é usado no transporte de insumos e produção, no escoamento da safra e no abastecimento de máquinas agrícolas. Com cinco semanas seguidas de queda, o recuo pode aliviar parte das despesas logísticas, embora o efeito final dependa das condições regionais de frete, distância até os mercados consumidores e estrutura de distribuição.

Os dados divulgados pela ANP mostram a média nacional e estadual de revenda, mas não detalham, neste levantamento, os efeitos por cadeia produtiva ou por rota logística específica.

O recuo do diesel no encerramento de maio melhora a referência de custo para transporte e operação no campo, mas o impacto prático sobre produtores e cooperativas depende da transmissão desses preços ao frete e ao abastecimento regional. Sem dados adicionais por segmento, não há base técnica para estimar o efeito final sobre as margens do agro.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Senadores apresentam PEC alternativa ao fim da escala 6×1 da Câmara


Senadores apresentaram nesta sexta-feira uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) alternativa à da Câmara dos Deputados, que visa o fim da escala 6×1. O texto protocolado no Senado propõe a flexibilização da jornada de trabalho mediante acordos individuais, além de garantir a remuneração proporcional às horas trabalhadas.

Detalhes da proposta

O senador Rogério Marinho, líder da oposição, foi o responsável por protocolar a proposta, que busca ampliar a possibilidade de negociação direta entre empresas e trabalhadores. Marinho destacou a importância de uma discussão responsável sobre o tema, visando uma jornada de trabalho ideal para os cidadãos brasileiros.

  • Flexibilidade na jornada de trabalho
  • Remuneração proporcional às horas trabalhadas
  • Possibilidade de jornadas de 20, 30, 40 ou 50 horas

Reação à PEC da Câmara

A iniciativa surge como uma reação ao avanço da proposta da Câmara, que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e estabelece dois dias de descanso remunerado. O texto da PEC alternativa já conta com 36 assinaturas, superando as 27 necessárias para seu protocolo no Senado.

Próximos passos

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, já encaminhou a PEC para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A expectativa é que a proposta seja analisada com cuidado, dado o apoio majoritário que recebeu. Enquanto isso, senadores contrários à mudança na escala de trabalho planejam articulações para retardar o avanço da proposta da Câmara.

Uma sessão temática será realizada para debater os possíveis impactos sociais e econômicos do fim da escala 6×1, conforme requerimento apresentado pelo senador Dr. Irã e apoiado por outros parlamentares.

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Miguel Daoud analisa mudanças na escala 6×1 no Senado


O senador Miguel Daoud comentou sobre as recentes mudanças propostas na escala de trabalho 6×1 no Senado, destacando a flexibilização da jornada e seus possíveis impactos para trabalhadores e empregadores. Em sua análise, Daoud enfatizou a necessidade de um debate mais aprofundado sobre a proposta e suas implicações.

Flexibilização da jornada de trabalho

Durante a discussão, Daoud ressaltou que a nova proposta visa dar liberdade ao funcionário para escolher quantas horas deseja trabalhar. No entanto, ele expressou preocupações sobre como essa mudança afetará os direitos trabalhistas e a relação entre patrões e empregados.

Impactos da proposta

  • Possibilidade de acordos diretos entre patrões e empregados.
  • Preocupações sobre a manutenção do salário e contribuições ao INSS.
  • Necessidade de esclarecimentos sobre a legislação trabalhista.

Críticas à proposta

Daoud criticou a falta de clareza na proposta e a ausência de um mecanismo que garanta os direitos dos trabalhadores. Ele argumentou que a proposta pode ser uma tentativa de atender a demandas empresariais sem considerar as necessidades dos trabalhadores.

Conclusão

O senador concluiu que, sem uma discussão mais profunda e esclarecimentos adequados, não se pode apoiar a mudança na escala de trabalho. Ele enfatizou a importância de proteger os direitos dos trabalhadores em qualquer nova legislação que venha a ser aprovada.

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A carne suína é mais saudável do que se imagina, diz nutricionista


A carne suína vem ganhando cada vez mais espaço na mesa dos brasileiros, mas ainda é cercada de mitos, especialmente a associação com a gordura. A nutricionista Fabiana Borrego esclarece que os cortes atuais de carne suína passaram por uma evolução genética e nutricional, tornando-se opções mais leves e saborosas do que muitos imaginam.

Benefícios da carne suína

Fabiana destaca a importância de desmistificar a carne suína, que possui cortes versáteis e nutritivos. Entre os benefícios, ela menciona:

  • Menor teor de calorias em comparação com a carne bovina.
  • Maior quantidade de proteína e menos gorduras totais.
  • Menos da metade da gordura saturada encontrada na carne bovina.
  • Rico em vitamina B1, essencial para o funcionamento do cérebro.
  • Preço médio mais acessível, variando de R$ 28 a R$ 45, contra R$ 90 a R$ 140 da carne bovina.

Comparação entre cortes

Ao comparar cortes específicos, como o filé mignon suíno e bovino, Fabiana apresenta dados que reforçam a superioridade da carne suína:

  • Filé mignon suíno: 100g contém menos calorias e gorduras totais.
  • Gorduras saturadas da carne suína são significativamente menores.
  • O sabor e a suculência da carne suína são comparáveis aos cortes bovinos, podendo ser preparados de maneira similar.

Preparação e consumo

Fabiana também enfatiza que a carne suína pode ser preparada de diversas formas, absorvendo bem temperos e marinadas. Ela sugere que o público experimente a picanha suína, que pode ser grelhada ou assada, destacando seu sabor e versatilidade na culinária.

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AgroNewsPolítica & AgroSafra

CNA destaca aprovação do PL que dá segurança jurídica à aquicultura


Texto foi aprovado na CCJC da Câmara dos Deputados e está no Senado.

Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a aprovação do PL 4162/24, que exclui o Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores e distingue a atividade aquícola da pesca, favorece a segurança jurídica e impulsiona o crescimento do setor.

A redação final da matéria foi aprovada na quarta (15), na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados e segue para análise do Senado Federal.

A proposta integra a Agenda Legislativa do Agro 2026, lançada pela CNA em março, e reconhece a natureza agropecuária da aquicultura, alinhando-a às demais cadeias produtivas. Com isso, busca eliminar sobreposições normativas e reduzir entraves burocráticos que impactam diretamente os produtores.

Segundo a CNA, a iniciativa representa um passo importante para a modernização do ambiente regulatório da aquicultura no Brasil, ao promover maior coerência normativa e ampliar a competitividade da produção nacional, especialmente frente às exigências dos mercados internacionais.

Segundo o presidente da Comissão Nacional de Aquicultura da CNA, Francisco Hidalgo Faria o PL nº 4.162/2024 propõe a correção de uma distorção histórica no marco regulatório do setor da aquicultura brasileira ao revisar dispositivos da Lei nº 11.959/2009, que equiparam indevidamente a aquicultura à atividade pesqueira.

Um dos principais avanços do PL, explica, é a revisão da obrigatoriedade de inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira (RGP) para aquicultores. Atualmente, as informações exigidas por esse registro já são prestadas no âmbito do Decreto nº 5.741/2006 (SUASA) pelos órgãos executores de sanidade agropecuária estaduais, sistema que garante controle sanitário, rastreabilidade e fiscalização em todas as etapas da cadeia produtiva da aquicultura, desde a produção até a comercialização.

De acordo com o relator da matéria na CCJC, deputado José Rocha (União/BA), o setor vem apresentando trajetória consistente de expansão na última década, posicionando o Brasil como player relevante em cadeias produtivas estratégicas, como tilápia e camarão.

“O projeto traz avanços substanciais, fruto de um amplo processo de diálogo com produtores, entidades representativas e especialistas. A atualização do marco legal tende a ampliar a previsibilidade regulatória, estimulando a atração de investimentos públicos e privados e reforçando a competitividade nos mercados interno e internacional. Entre os pontos mais relevantes está a redução de entraves burocráticos que historicamente impactaram o desenvolvimento da aquicultura no Brasil”, explicou.

Para o autor da proposta, deputado federal Sérgio Souza (MDB/PR), o projeto reconhece a aquicultura como atividade agropecuária distinta da pesca e assegura ao produtor aquícola tratamento equivalente ao do produtor rural.

“Não é razoável exigir autorização para a captura de um peixe que foi produzido na própria propriedade. Essa é a lógica do projeto e do PDL, que busca sustar a exigência de carteirinha de pesca para aquicultores”, pontuou.

 





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Chuvas volumosas atingem sul, norte e nordeste do Brasil neste fim de semana


No fim de semana, uma frente fria eleva as chances de temporais no sul do Brasil, enquanto as regiões Norte e Nordeste têm alerta para pancadas e chuvas isoladas.

Previsão para o Sul do Brasil

A faixa laranja que se estende do centro-norte paranaense até o centro-sul do Pará indica um tempo firme em praticamente todo o país neste sábado. No entanto, as condições de chuva são esperadas nas seguintes áreas:

  • Centro-Norte do Rio Grande do Sul
  • Santa Catarina
  • Centro-Sul do Paraná

Condições no Litoral e Nordeste

O litoral baiano deve ser monitorado devido a ventos marítimos, enquanto o norte do Nordeste, incluindo Ceará, Piauí e Maranhão, está sob a influência da zona de convergência intertropical, aumentando os riscos de temporais.

Expectativas para o Domingo

No domingo, o cenário de chuvas será semelhante, com destaque para o Mato Grosso do Sul, que pode beneficiar as lavouras de milho segunda safra e o triângulo mineiro. A previsão de chuvas entre 30 de maio e 3 de junho se concentra especialmente na faixa norte do Brasil.

Intensificação das Chuvas

Entre 4 e 8 de junho, as chuvas devem se intensificar no Amazonas e em Roraima. Já de 9 a 13 de junho, as chuvas retornarão ao Centro-Oeste, trazendo alívio para os produtores do Mato Grosso e chuvas volumosas para a região sul do Brasil.

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Greenfarm 2026 discute endividamento rural e inovação em Cuiabá


A Greenfarm 2026, feira que acontece em Cuiabá, Mato Grosso, reúne líderes do agronegócio para discutir temas cruciais como endividamento rural, crédito agrícola e a dependência do Brasil de fertilizantes importados. O evento, que segue até sábado, promete atrair um público recorde e reforça a importância do estado no cenário agronacional.

Expectativa de público e expositores

Considerado o maior parque multieventos da América Latina, o Parque Novo abriga a Greenfarm 2026, que conta com:

  • Mais de 180 expositores e marcas.
  • 15 startups apresentando inovações no setor.
  • Uma feira de agricultura familiar com mais de 80 expositores.

Desafios do agronegócio brasileiro

Durante o evento, a dependência do Brasil na importação de fertilizantes e combustíveis foi um dos principais tópicos abordados. As tensões no Oriente Médio e o impacto no fornecimento de insumos foram destacados por líderes do setor. Além disso, o endividamento agrícola e a necessidade de medidas emergenciais para garantir crédito e condições de financiamento também dominaram as discussões.

Propostas para o futuro

Os participantes enfatizaram a urgência de um plano que inclua:

  • Equalização das taxas de juros.
  • Alongamento das dívidas rurais.
  • Investimentos em custeio e produção.

Os líderes do agronegócio pedem uma mudança de foco do debate ideológico para ações concretas que garantam a sustentabilidade do setor e a segurança alimentar do país.

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