terça-feira, junho 30, 2026

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PF prende Henrique Vorcaro na 6ª fase da Operação Compliance Zero


PF prende Henrique Vorcaro na 6ª fase da Operação Compliance Zero

A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira (14), o empresário Henrique Vorcaro, em Minas Gerais, na sexta fase da Operação Compliance Zero. Henrique é pai do banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo as informações divulgadas sobre a investigação, a nova etapa da operação apura suspeitas de irregularidades relacionadas ao Banco Master e ao entorno do empresário.

De acordo com a PF, a ordem de prisão foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. Além da prisão preventiva, Henrique Vorcaro também foi alvo de busca e apreensão.

A investigação aponta suspeita de que ele tenha se beneficiado de desvios no Banco Master por meio de operações consideradas fraudulentas com fundos de investimento. Segundo a linha investigativa da PF, Daniel Vorcaro teria tentado ocultar R$ 2 bilhões em conta vinculada ao pai. O valor citado pela investigação é um dos elementos centrais desta fase da apuração.

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Henrique Vorcaro foi preso em Minas Gerais. Conforme as informações disponíveis, ele embarcaria nesta quinta-feira (14) para Brasília, onde visitaria o filho na carceragem da Superintendência da Polícia Federal.

Além da prisão em Minas Gerais, a PF informou o cumprimento de outros seis mandados de prisão preventiva nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Até o momento, não foram divulgados, no conteúdo disponível, os nomes dos demais alvos nem o detalhamento individual das medidas executadas.

Como desdobramento prático, a nova fase amplia o alcance da investigação sobre a estrutura financeira e patrimonial examinada no caso. Também reforça o foco dos investigadores sobre a movimentação de recursos, a relação com fundos de investimento e a eventual responsabilização de pessoas ligadas ao banco.

O andamento da sexta fase deve depender, nos próximos passos, da análise do material apreendido e do cumprimento dos mandados. Não há, no conteúdo disponível, manifestação da defesa de Henrique Vorcaro, de Daniel Vorcaro ou do Banco Master.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Produção industrial do Reino Unido recua 0,2% em março, informa ONS


Produção industrial do Reino Unido recua 0,2% em março, informa ONS

A produção industrial do Reino Unido caiu 0,2% em março na comparação com fevereiro, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (14) pelo Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido (ONS, na sigla em inglês). O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam retração de 0,1% no período. Em base anual, o indicador ficou estável em março.

O dado mostra uma perda de ritmo da atividade industrial britânica no fechamento do primeiro trimestre. Na comparação mensal, a variação de -0,2% indica recuo da produção frente ao mês imediatamente anterior. Como a estimativa de mercado apontava queda menor, de -0,1%, o resultado veio 0,1 ponto percentual abaixo do esperado.

Na comparação com março do ano passado, a produção industrial do Reino Unido ficou em 0,0%, o que caracteriza estabilidade, de acordo com o ONS. Esse comportamento sugere que, além do recuo pontual na margem, o setor também não apresentou avanço em relação ao mesmo período de 2025.

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Os números divulgados pelo ONS são acompanhados pelo mercado porque ajudam a medir o nível de atividade da indústria e a sinalizar o desempenho mais amplo da economia britânica. Quando o resultado mensal fica abaixo das projeções, a leitura técnica é de atividade mais fraca do que a esperada para o período.

O material informado não traz detalhamento por segmento industrial, como manufatura, mineração ou energia, nem indica quais setores tiveram maior peso no resultado de março. Também não foram divulgadas, no conteúdo disponível, avaliações adicionais de autoridades econômicas ou analistas além da mediana da FactSet.

A divulgação reforça atenção sobre os próximos indicadores de atividade do Reino Unido, que poderão mostrar se a queda de março foi pontual ou parte de um movimento mais prolongado de desaceleração industrial.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Telefónica reduz prejuízo no 1º trimestre e supera previsões de Ebitda e receita


Telefónica reduz prejuízo no 1º trimestre e supera previsões de Ebitda e receita

A Telefónica informou, nesta quinta-feira (14), prejuízo líquido de 411 milhões de euros no primeiro trimestre de 2026, abaixo da perda de 1,3 bilhão de euros registrada no mesmo período do ano passado. No balanço, a companhia espanhola também reportou avanço no Ebitda ajustado e na receita, ambos acima das estimativas de analistas reunidas pela própria empresa.

O Ebitda ajustado da Telefónica somou 2,84 bilhões de euros entre janeiro e março, alta de 1,4% na comparação anual. A margem correspondente passou de 34,6% para 34,9%. Já a receita totalizou 9,13 bilhões de euros, crescimento de 0,5% em relação ao primeiro trimestre de 2025.

Segundo a empresa, o desempenho da receita foi sustentado principalmente pela área de serviços. Em termos regionais, a receita avançou 2% na Espanha e 7,4% no Brasil, ambos os dados em base anual e a câmbio constante. Na Alemanha, houve recuo de 8,6%.

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Os números vieram acima das previsões de analistas consultados em levantamento fornecido pela própria Telefónica. A expectativa era de Ebitda ajustado de 2,79 bilhões de euros e receita de 8,07 bilhões de euros.

A redução do prejuízo e a melhora operacional indicam uma comparação mais favorável em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o crescimento de receita em mercados como Espanha e Brasil ajudou a compensar fraquezas em outras operações. Esse resultado tende a ser acompanhado pelo mercado principalmente pela capacidade da empresa de sustentar margem operacional e geração de caixa ao longo do ano.

A Telefónica manteve sua projeção para 2026. A companhia segue prevendo crescimento de receita entre 1,5% e 2,5%, alta do Ebitda ajustado na mesma faixa e fluxo de caixa livre em torno de 3 bilhões de euros.

A manutenção do guidance indica que a Telefónica não alterou sua avaliação operacional para 2026 após os resultados do primeiro trimestre. O foco do mercado, a partir de agora, permanece na evolução da receita de serviços, no comportamento das operações por país e na entrega do fluxo de caixa livre projetado pela companhia.

Fonte: Estadão Conteúdo

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AgroNewsPolítica & Agro

Preços de fertilizantes seguem firmes no Brasil



A demanda enfraquecida tem atuado como fator de pressão


A demanda enfraquecida tem atuado como fator de pressão
A demanda enfraquecida tem atuado como fator de pressão – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes mantém preços CFR em alta, mesmo em um ambiente de consumo mais fraco e de maior cautela por parte dos compradores. Segundo análise da StoneX, a sustentação das cotações está ligada principalmente à oferta limitada, aos custos elevados de produção e aos fretes marítimos ainda pressionados.

A demanda enfraquecida tem atuado como fator de pressão baixista sobre o mercado, mas não tem sido suficiente para provocar recuos mais amplos nos preços. Esse movimento reflete um equilíbrio ainda sensível entre compradores mais cautelosos e restrições que seguem limitando a disponibilidade de produto no mercado internacional.

No segmento de nitrogenados, foram registradas quedas moderadas, associadas à menor demanda. Ainda assim, correções mais expressivas tendem a ser limitadas pelos entraves logísticos que persistem em decorrência da guerra. Esse cenário mantém parte da sustentação dos preços, mesmo com menor ritmo de compras.

Entre os fosfatados, o mercado permanece firme. Os altos custos de insumos, as restrições de oferta e as incertezas ainda presentes no segmento impedem quedas acentuadas nas cotações. A postura cautelosa dos compradores contribui para reduzir o ritmo de negócios, mas não altera de forma significativa a pressão exercida pelos custos e pela disponibilidade limitada.

Já o segmento de potássicos apresenta poucas alterações. Esse grupo de fertilizantes segue como o menos impactado pelo conflito, o que ajuda a explicar a maior estabilidade em relação aos demais segmentos. Ainda assim, o comportamento geral do mercado continua influenciado por fatores externos, especialmente custos produtivos, fretes e limitações de oferta.

Mesmo com a demanda fraca, o cenário para fertilizantes no Brasil segue marcado por preços resistentes a quedas mais intensas. A combinação de custos elevados, oferta restrita e dificuldades logísticas mantém o mercado pressionado, enquanto compradores adotam postura mais cautelosa diante das incertezas.

 





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Bolsas da Europa sobem com apoio de tecnologia e balanços nesta quinta-feira (14)


Bolsas da Europa sobem com apoio de tecnologia e balanços nesta quinta-feira (14)

As bolsas europeias operavam em alta na manhã desta quinta-feira (14), com avanço puxado por ações de tecnologia, balanços corporativos e dados econômicos acima do esperado no Reino Unido. Por volta de 6h40, no horário de Brasília, o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,39%, aos 613,80 pontos. O movimento, porém, ocorria em meio a um cenário de atenção política internacional.

O principal suporte vinha do setor de tecnologia. O subíndice do segmento avançava 0,9%, com destaque para as fabricantes de semicondutores STMicroelectronics, ASM International e Infineon, que registravam ganhos entre 1% e 2,5%. O desempenho acompanhava a valorização recente do setor em Nova York.

Entre os principais mercados da região, a Bolsa de Londres subia 0,21%, Paris avançava 0,59% e Frankfurt ganhava 1,29% às 6h58. Milão, Madri e Lisboa também operavam no campo positivo, com altas de 0,68%, 0,67% e 0,30%, respectivamente.

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No campo macroeconômico, o Reino Unido divulgou crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2026, acima do avanço de 0,2% registrado no trimestre anterior. O dado reforçou a leitura de atividade mais firme no curto prazo.

Na temporada de resultados, a Telefónica se destacava em Madri, com alta de 6%, após divulgar números de receita e Ebitda ajustado recebidos positivamente pelo mercado.

A cautela vinha do ambiente político. Em Pequim, a reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, seguia no radar dos investidores. Após quase duas horas de encontro, Trump classificou a conversa como “ótima”, sem detalhar temas sensíveis como Taiwan. No Reino Unido, a pressão sobre o primeiro-ministro Keir Starmer também era monitorada após notícias sobre possível disputa interna pela liderança.

O quadro desta quinta-feira (14) indica sustentação técnica para as bolsas europeias por balanços e dados de atividade, mas a continuidade do movimento dependerá do desdobramento político em China, Estados Unidos e Reino Unido. Não há, no material de referência, projeções numéricas adicionais de analistas identificados para a sessão.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Bolsas da Ásia fecham mistas; índices da China recuam após encontro entre Trump e Xi


Bolsas da Ásia fecham mistas; índices da China recuam após encontro entre Trump e Xi

As bolsas asiáticas encerraram o pregão sem direção única nesta quinta-feira (14), com queda nos principais índices da China continental e desempenho positivo em parte dos demais mercados da região. Investidores monitoraram os desdobramentos da reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim, sem expectativa de anúncios concretos de curto prazo.

Na China continental, o índice Xangai Composto caiu 1,52%, aos 4.177,92 pontos, enquanto o Shenzhen Composto recuou 2,11%, aos 2.886,99 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng terminou estável, aos 26.389,04 pontos.

Nos demais mercados asiáticos, o movimento foi misto. O Nikkei, de Tóquio, cedeu 0,98%, para 62.654,05 pontos. Em Seul, o Kospi avançou 1,75%, para 7.981,41 pontos, renovando recorde, com apoio de ações dos setores financeiro e de varejo. Em Taiwan, o Taiex subiu 0,91%, para 41.751,75 pontos. Na Oceania, o S&P/ASX 200, de Sydney, registrou alta de 0,12%, aos 8.640,70 pontos.

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No campo político, Trump e Xi se reuniram no Grande Salão do Povo e discutiram as relações bilaterais entre Estados Unidos e China, além da questão de Taiwan. Após quase duas horas de encontro, Trump classificou a conversa como “ótima”. Apesar disso, o mercado operou com cautela, já que não havia expectativa predominante de avanços significativos nas negociações.

A comitiva norte-americana na viagem incluiu executivos de grandes empresas, como Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia. O movimento reforçou a atenção do mercado para temas ligados a comércio, tecnologia e cadeias globais de suprimento.

Com o foco concentrado em Pequim, o conflito entre Estados Unidos e Irã ficou temporariamente em segundo plano. No mercado de energia, o petróleo subia moderadamente no fim da madrugada, após ter recuado entre 1% e 2% na sessão anterior.

O comportamento misto das bolsas indica que o mercado ainda aguarda sinais mais objetivos sobre a relação entre Washington e Pequim. Sem detalhamento adicional de medidas ou acordos após a cúpula, a tendência é de manutenção da cautela nos ativos asiáticos no curto prazo.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Bolsas da Ásia fecham mistas após encontro entre Trump e Xi em Pequim


Bolsas da Ásia fecham mistas após encontro entre Trump e Xi em Pequim

As bolsas asiáticas encerraram a sessão sem direção única nesta quinta-feira (14), com queda nos índices da China continental e desempenho positivo em parte dos demais mercados da região. O movimento ocorreu em meio ao acompanhamento da cúpula entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, em Pequim. Segundo analistas citados no noticiário internacional, não havia expectativa de avanços significativos imediatos no encontro.

Na China continental, o índice Xangai Composto caiu 1,52%, para 4.177,92 pontos, enquanto o Shenzhen Composto recuou 2,11%, a 2.886,99 pontos. Em Hong Kong, o Hang Seng terminou estável, aos 26.389,04 pontos.

Nos demais mercados da região, o comportamento foi diferente. O Nikkei, de Tóquio, cedeu 0,98%, para 62.654,05 pontos. Já o Kospi, de Seul, avançou 1,75% e renovou recorde, aos 7.981,41 pontos, com apoio de ações dos setores financeiro e varejista. Em Taiwan, o Taiex subiu 0,91%, para 41.751,75 pontos. Na Oceania, o S&P/ASX 200, de Sydney, fechou em alta de 0,12%, aos 8.640,70 pontos.

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Trump e Xi se reuniram no Grande Salão do Povo e trataram das relações entre os dois países e também de Taiwan. Após cerca de duas horas de conversa, Trump classificou o encontro como “ótimo”. Um grupo de executivos norte-americanos acompanhou a viagem à China, entre eles Elon Musk, da Tesla, e Jensen Huang, da Nvidia.

O foco do mercado em Pequim deixou temporariamente em segundo plano o conflito entre Estados Unidos e Irã. No mercado de energia, o petróleo, que havia recuado entre 1% e 2% na véspera, registrava alta moderada no fim da madrugada.

No curto prazo, o comportamento dos ativos asiáticos tende a seguir sensível a novos sinais diplomáticos entre Washington e Pequim. O impacto prático para commodities, câmbio e fluxo global de capital dependerá de desdobramentos concretos da agenda bilateral, que ainda não foram detalhados oficialmente.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Inflação global piora e juros seguem sem alívio: ouça os destaques econômicos do dia


PODCAST Diário Econômico

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que o CPI dos EUA acelerou para 3,8% e reforçou a percepção de que o choque do petróleo contamina componentes mais persistentes da inflação global.

No Brasil, o IPCA veio em linha, mas núcleos e serviços pioraram, reduzindo espaço para cortes da Selic. O dólar seguiu abaixo de R$ 4,90 e Treasuries subiram com mercado reduzindo apostas de flexibilização pelo Fed. Hoje, foco nas vendas do varejo e conferência do Banco Central.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Óleos vegetais recuam com volatilidade do petróleo



A commodity chegou a atingir o maior nível em três anos e meio


A commodity chegou a atingir o maior nível em três anos e meio
A commodity chegou a atingir o maior nível em três anos e meio – Foto: Abiove

Os óleos vegetais encerraram a semana sob pressão, em um ambiente marcado pela volatilidade do petróleo e pela reavaliação de fatores ligados ao setor de biocombustíveis. Segundo a StoneX, na semana encerrada em 8 de maio, o contrato de julho do óleo de soja fechou cotado a US¢ 74,32 por libra-peso, com queda de aproximadamente 1,12% em relação ao fechamento da semana anterior.

A commodity chegou a atingir o maior nível em três anos e meio, sustentada pela demanda robusta por biocombustíveis e pela escalada das tensões no Oriente Médio. No entanto, o movimento perdeu força ao longo do período, após relatos de avanço nas negociações de cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, o que reduziu o prêmio de risco embutido nas cotações e contribuiu para a reversão dos ganhos.

Apesar da queda do óleo de soja, os RINs D4 atingiram novo recorde histórico na semana, a US$ 2,075. O desempenho evidencia a tensão no mercado de créditos de biodiesel dos Estados Unidos, mesmo diante das oscilações do petróleo. O comportamento dos créditos reforça que as pressões no setor de biocombustíveis seguem relevantes, independentemente do ajuste observado em parte das commodities energéticas e agrícolas.

O óleo de palma também registrou queda semanal. O contrato de julho encerrou o período a US$ 1.162,27 por tonelada, baixa de 0,6%. Nesta segunda-feira, porém, o contrato apresentava recuperação, sendo negociado a US$ 1.159,20 por tonelada, com alta de 0,82%. O avanço era apoiado pela valorização do petróleo e do óleo de soja, mas encontrava limite nos dados do MPOB, que indicaram aumento dos estoques malaios em abril para 2,31 milhões de toneladas.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil tenta reverter veto da União Europeia à carne e animais brasileiros



Governo diz receber decisão “com surpresa”



Foto: Pixabay

O governo brasileiro afirmou nesta terça-feira (12) ter recebido “com surpresa” a decisão da União Europeia de retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para o bloco europeu a partir de setembro deste ano. A manifestação foi feita em nota conjunta divulgada pelo Ministério das Relações Exteriores, pelo Ministério da Agricultura e Pecuária e pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

“O governo brasileiro recebeu, hoje (12/5), com surpresa, a notícia da retirada do Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal destinados ao consumo humano para a União Europeia, a partir de 3 de setembro de 2026”, informou o comunicado oficial.

Segundo o governo, a decisão ocorreu após votação realizada no Comitê Permanente para Plantas, Animais, Alimentos e Ração da Comissão Europeia, que aprovou uma atualização da lista de países habilitados. A nota destaca que, neste momento, as exportações brasileiras de produtos de origem animal seguem ocorrendo normalmente.

“O Governo do Brasil tomará prontamente todas as medidas necessárias para reverter essa decisão, voltar à lista de países autorizados, e garantir o fluxo de vendas desses produtos para o mercado europeu, para o qual exporta há 40 anos”, afirmou o comunicado.

O chefe da delegação brasileira junto à União Europeia já tem reunião marcada para esta quarta-feira (13) com autoridades sanitárias do bloco europeu para buscar esclarecimentos sobre a medida.

Na nota, o governo brasileiro ressaltou ainda que o país possui um sistema sanitário reconhecido internacionalmente e destacou a posição do Brasil como maior exportador mundial de proteínas de origem animal e principal fornecedor de produtos agrícolas ao mercado europeu.





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