segunda-feira, junho 29, 2026

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Nova frente fria traz instabilidades e queda de temperatura no Sul


O final de semana será marcado por um aumento de instabilidades em áreas do centro-sul do Brasil. No domingo, uma nova frente fria avança pela região sul, trazendo uma massa de ar polar que deve provocar a queda das temperaturas em diversas localidades.

Previsão do tempo

De acordo com meteorologistas, a temperatura no centro-sul do país já começa a cair neste sábado, com mínimas na casa de 7ºC. O frio deve avançar para São Paulo e Mato Grosso do Sul a partir de domingo, com mínimas entre 10ºC e 12ºC.

Risco de geada

Especificamente na região sul, há risco de geada nos três estados, com temperaturas podendo chegar a níveis negativos na Serra Gaúcha e na Serra Catarinense. As mínimas podem ficar abaixo de 5ºC entre terça e quinta-feira da próxima semana.

Precipitações

A frente fria também traz chuvas para o Paraná, São Paulo e sul de Minas Gerais, com acumulados que podem variar entre 15 e 20 mm. A previsão é que a chuva persista na próxima semana, especialmente em São Paulo e sul de Minas Gerais, com acumulados que podem ultrapassar 50 mm entre os dias 21 e 25 de maio.

Impactos na agricultura

As chuvas são esperadas para ajudar a aumentar a umidade do solo, beneficiando as lavouras, especialmente em regiões como Colatina, no Espírito Santo, onde a colheita de café já está em andamento.

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Acordo Mercosul-União Europeia pode impactar vinhos gaúchos


O acordo entre o Mercosul e a União Europeia pode trazer desafios significativos para o setor vitivinícola brasileiro, especialmente para as vinícolas gaúchas. Com a entrada de rótulos europeus mais competitivos no mercado, os produtores locais expressam preocupação em relação à sua competitividade.

Desafios para o setor vitivinícola

As vinícolas gaúchas têm investido cada vez mais em produção sustentável, mas enfrentam obstáculos, principalmente relacionados à tributação. Atualmente, um rótulo brasileiro chega ao mercado com pelo menos 50% de impostos, o que impacta diretamente no preço e na escolha do consumidor.

Produção e reconhecimento

O Brasil é o quinto maior produtor de vinhos do hemisfério sul, com a Serra Gaúcha concentrando a maior parte dos vinhedos tradicionais. Além disso, o estado é reconhecido internacionalmente pela qualidade de seus espumantes. Em 2025, foram produzidas quase 140 milhões de garrafas, segundo a radiografia da Agropecuária Gaúcha.

Expectativas e crescimento

O setor vitivinícola está se adaptando às novas condições de mercado e trabalha para reduzir custos de produção, mantendo a qualidade dos produtos. O evento que reúne mais de 400 marcas nacionais e internacionais é uma oportunidade para mostrar o potencial dos vinhos brasileiros, que receberam mais de 700 premiações no último ano. A expectativa é que, com o acordo Mercosul, a competitividade entre as vinícolas aumente, impulsionando o crescimento do setor nos próximos anos.

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AgroNewsPolítica & Agro

Pesquisa inédita na Epagri desenvolve manejo sustentável de pragas no cultivo de pitaia em SC


A busca por alternativas para diversificar a produção levou muitos agricultores nos últimos 15 anos a apostar no cultivo de pitaia, uma fruta rústica originária da América Central, que conseguiu se adaptar ao litoral do Estado, com projeção de colheita de 7,6 mil toneladas em 2026. Este feito só foi possível graças ao empenho de pesquisadores, que estão construindo um conjunto de conhecimentos para melhorar a produtividade da nova cultura e fazer o controle biológico das pragas, que surgiram a partir do momento que o cultivo se tornou comercial. 

O resultado desses esforços, na área de entomologia, foi a identificação de 19 potenciais pragas, entre percevejos, caracol, besouros e formigas. “A maior parte são percevejos porque estão presentes em outras culturas da região, principalmente grãos, que são colhidos no início do ano, na mesma época da safra da pitaia”, explica o entomologista Marcelo Mendes de Haro. 

Por demanda dos produtores, a Estação Experimental da Epagri em Itajaí (EEI) começou um trabalho pioneiro com pesquisadores e extensionistas em 2016 para que a cultura da pitaia catarinense ganhasse em qualidade, variedade e produtividade. 

“Havia uma dificuldade muito grande na época porque tudo que se sabia sobre pitaia era baseado em literatura estrangeira. E pelo fato de não ter praticamente nenhum defensivo agrícola registrado no Ministério de Agricultura e Pecuária (MAPA), a única forma de combater pragas é através da manipulação do ambiente e do controle biológico”, aponta o pesquisador, que se especializou em unir os conhecimentos agronômicos com ecologia. 

Marcelo é autor do projeto de pesquisa “Manejo integrado de pragas de pitaia: desenvolvimento e implementação de tecnologias de produção orgânica”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa em Santa Catarina (Fapesc) e finalizado em 2024. O estudo apontou a presença de 10 percevejos, três espécies de besouros, duas espécies de caracóis e dois grupos de formigas, além de uma espécie de abelha-irapuá, protegida pela norma do Conama 346/2004, que regulamenta o manejo de abelhas nativas sem ferrão. “Por ser uma espécie polinizadora não se pode nem retirar o ninho, muito menos utilizar inseticidas”, pontua.

O pesquisador explica que cada praga atinge o pomar em um estágio de desenvolvimento da planta. Os caracóis se alimentam dos brotos e atrasam a maturidade do pomar em até três anos. Os besouros desfolhadores, conhecidos como vaquinhas, se alimentam do caule. A formiga carpinteira cava o fruto no início do outono para fazer seu ninho, e a formiga cortadeira corta o caule para cultivar o fungo do qual se alimenta. Já os percevejos se alimentam da seiva do fruto, caule e botão floral. “Eles não causam dano à polpa, mas deixam a fruta feia, afetando a viabilidade comercial”, explica.

O entomologista trabalha em parceria com o engenheiro-agrônomo e fitotecnista Alessandro Borini Lone, que fez mestrado e doutorado na Universidade Estadual de Londrina (UEL) sobre cultivo de pitaia. Desde 2016, Alessandro e Marcelo fazem visitas técnicas às propriedades, participam de Dia de Campo e capacitam técnicos e extensionistas de todo o Estado ensinando técnicas de manejo sustentáveis. 

Marcelo explica que o controle biológico tem três pontos principais: cobertura do solo, adubação equilibrada e uso de quebra-ventos para proteger as plantas das intempéries e enriquecer o ecossistema. “O solo nunca pode estar descoberto. É preciso ter mais plantas no ambiente para que outros insetos se alimentem da praga”, ensina. 

No verão, a recomendação é o amendoim-forrageiro e no inverno, um mix de sementes (aveia preta e branca, centeio, nabo-forrageiro e ervilhaca). A adubação varia de acordo com a análise de solo. Para garantir um solo fértil e produtivo, o agricultor pode acessar, através das políticas públicas, o Kit Solo Saudável. São duas cotas para cada produtor no valor de R$3.150,00. Em relação aos quebra-ventos, Marcelo recomenda o plantio de hibiscos e manacá, cujas flores multicoloridas atraem as pragas. “Até bananeiras são úteis porque atraem insetos benéficos que são predadores das pragas”, revela. 

Em 2025 Alessandro deu início à pesquisa “Seleção de genótipos de pitaia para Santa Catarina” com o objetivo de desenvolver cultivares adaptados às características edafoclimáticas (solo e clima) do Litoral catarinense. O banco de germoplasma de pitaia na EEI já dispõe de 80 híbridos, que serão avaliados até 2027 para iniciar a pré-seleção de materiais. No ano passado foram avaliados 40 híbridos e este ano mais 20, resultando na seleção de oito materiais promissores.

“Esta primeira etapa de melhoramento genético é dedicada à busca por frutos de qualidade, com bom potencial de dulçor, tamanho, cor da casca e polpa e viabilidade econômica”, explica. Paralelamente, Alessandro iniciou em 2026 um novo projeto em parceria com o melhorista Ramon Scherer, com recursos do CNPQ. 

A pesquisa “Melhoramento de banana e pitaia a partir da pré-seleção de materiais” prevê a realização de um ensaio da produtividade no campo a partir da clonagem de materiais por estaquia, e um comparativo com cultivares comerciais. Até hoje, apenas a Embrapa tem cultivares de pitaia registradas no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). 

A falta de informações sobre cultivo de pitaia no Estado levou a Epagri a publicar o primeiro boletim técnico, em 2020. “Cultivo de Pitaia” foi baseado numa capacitação realizada na EEI para que técnicos e extensionistas pudessem atender às demandas dos produtores. A publicação trouxe informações sobre produção de mudas, Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), adubação, identificação e manejo de pragas, doenças, polinização e colheita. Participaram da publicação, além de Alessandro e Marcelo, o especialista em solo, Gelton Guimarães, o fitopatologista André Beltrame, e os extensionistas Diego da Silva e Ricardo Martins.

Em 2022, foram publicados dois folders técnicos assinados por Alessandro e Marcelo. “Controle de caracóis em pomares de pitaia” traz informações sobre as espécies que atacam os pomares, os danos produzidos na planta e a forma correta de fazer o controle com calda bordalesa. “Ensacamento de frutos de pitaia no manejo de pragas” ensina a técnica de proteger as frutas de percevejos, abelha-irapuá e formigas com um saco de TNT por um período de 30 dias após a polinização, o que reduz em até 65% as lesões do fruto. E no ano passado, Alessandro assinou com Gelton um capítulo da atualização técnica de “Calagem e adubação em frutíferas”, intitulado “Calagem, adubação e nutrição da cultura da pitaia”.

No mesmo ano foi publicado o livro “Pitaia no Brasil: nova opção de cultivo“, de autoria dos extensionistas Maria do Céu Monteiro da Cruz e Ricardo Sant’Anna Martins, que atuam no sul do Estado, região que concentra a mais parte dos produtores de pitaia catarinenses. A obra traz dados de socioeconomia, espécies, melhoramento genético, cultivares, biologia floral, polinização, propagação, instalação do pomar, adubação, controle de pragas e doenças, colheita, pós-colheita e cultivo orgânico.

Para popularizar o consumo e agregar valor ao produto, foi lançado em março, durante a 2ª FrutiEEI, em parceria com a extensão, o boletim didático “Receitas com pitaia”. A publicação traz dicas de congelamento e preparos inusitados, como a farinha de pitaia e o Tempurá de Botão Floral, entre outras delícias doces e salgadas. Participaram da elaboração das receitas os extensionistas sociais Natalia Kowinkiewicz (ex gestora do Cetrei), Geisebel Patrício e Márcio Palhano. Todas as obras estão disponíveis para download.

Tempurá de botão floral

Ingredientes 

4 botões florais médios (12 a 13cm)100g de farinha de trigo 20g de amido de milho 2 colheres de sopa de maionese 150ml de água gelada Sal Temperos a gosto 

Modo de preparo 

Misture os ingredientes secos, acrescente a maionese e a água aos poucos. Corte os botões em quatro partes. Passe na farinha de trigo. Empane com a massa, frite em óleo a 180°C até dourar. Se preferir um empanamento mais leve, acrescente mais água à massa, deixando a mistura mais líquida. Sirva com molho de sua preferência.

Por Renata Rosa, jornalista bolsista da Epagri/Fapesc

Informações para a imprensaIsabela Schwengber, assessora de comunicação da Epagri(48) 3665-5407 / 99161-6596





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Governo Federal reativa fábrica de fertilizantes na Bahia


Foto: SEAUD/PR

Com investimento de 100 milhões de reais, a Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados da Bahia (Fafen-BA) tem capacidade de produção de 1,3 mil toneladas diárias de ureia, volume equivalente a aproximadamente 5% da demanda nacional.

De acordo com o Governo Federal, a reativação da planta em Camaçari (BA) permitirá a geração de 900 empregos diretos e 2,7 mil empregos indiretos.

A retomada foi anunciada nesta quinta-feira (14), na presença do presidente Lula, da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, do governador da Bahia Jerônimo Rodrigues e demais autoridades.

“É a reabertura de mais uma fábrica fechada, hibernada. Essa fábrica foi fechada em 2019, persistiu hibernada, voltou a funcionar em 2023, fechada outra vez. E agora a gente retoma dessa vez com esforço da Petrobras e com a operação terceirizada da Engeman. Nós reabrimos a Fafen Sergipe a Ansa no Paraná e estamos em tratativas para finalização da construção da UFN-III no Mato Grosso do Sul”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard.

“A segurança alimentar do planeta, porque o Brasil é o celeiro do planeta. Com essas plantas (fábricas) funcionando, nós vamos ter 35%, como disse a presidente, da capacidade retomada de produzir”, enfatizou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.

“O Brasil é o segundo maior produtor de alimento, tem hora que o terceiro e está deficiente de fertilizante. E o Brasil não pode ser importador de 90% do fertilizante que a nossa agricultura precisa. O Brasil precisa ser dono do seu nariz e produzir os fertilizantes. E as pessoas não se dão conta do prejuízo da nação quando você deixa uma coisa como essa sem produzir. Dá orgulho de ver que a gente tem capacidade de ser competitivo em muitas áreas”, destacou o presidente Lula.

Importância

Os fertilizantes são insumos essenciais para a manutenção e aumento da produtividade agrícola nacional.

De acordo com o Governo Federal, a retomada faz parte do Plano Nacional de Fertilizantes, lançado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em 2022, que tem como meta atender entre 45% e 50% da demanda interna até 2050 por meio do desenvolvimento de tecnologias adaptadas às condições brasileiras, com ênfase na sustentabilidade, como o uso de nutrientes orgânicos e o reaproveitamento de resíduos.

Dificuldades

O analista político e econômico do Canal Rural, Miguel Daoud, comentou o assunto durante o Rural Notícias desta sexta-feira (15).

Segundo Daoud, o Brasil ainda não é autossuficiente na produção de fertilizantes por conta do Custo Brasil e as altas taxas de juros aplicadas no país.

“O famigerado Custo Brasil que não é só inviável você produzir no Brasil fertilizantes, quase tudo é inviável. Hoje a maioria dos produtores rurais estão quebrando por que não conseguem sobreviver com uma taxa de juros absurda”, criticou.

Assista a análise completa:


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CNA recebe Academia de Lideranças da Aprosoja-MT em Brasília


CNA recebe Academia de Lideranças da Aprosoja-MT em Brasília

{ "is_relevant_to_canal_rural": true, "relevance_reason": "O conteúdo é relevante porque trata da atuação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) em temas diretamente ligados ao agronegócio, como logística, comércio internacional, meio ambiente, regularização fundiária e defesa dos interesses do produtor rural.", "main_editorial_axis": "Política", "article": { "chapeu": "Representação setorial", "titulo": "CNA apresenta áreas técnicas a lideranças da Aprosoja-MT em Brasília", "linha_fina": "Programação reuniu 34 participantes e abordou logística, comércio internacional, meio ambiente e regularização fundiária", "lead": "A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) recebeu, nesta sexta-feira (15), em Brasília, 34 integrantes da Academia de Lideranças da Aprosoja-MT. Durante a visita, a entidade apresentou a atuação de suas áreas técnicas em temas considerados estratégicos para o setor agropecuário, com foco em defesa de interesses do produtor rural, infraestrutura, mercado externo e questões fundiárias.", "corpo": "Segundo a CNA, a programação teve como objetivo mostrar como a entidade atua na formulação de estudos, no acompanhamento de pautas regulatórias e na interlocução institucional em assuntos que afetam a produção agropecuária. A coordenadora de Produção Agrícola da Confederação, Ana Lenat, apresentou a estrutura do Sistema CNA/Senar e o trabalho desenvolvido pelas comissões nacionais.\n\nNa área de infraestrutura e logística, a assessora técnica Elisangela Lopes detalhou temas recorrentes para o escoamento da produção, como condições de estradas vicinais, capacidade de armazenagem e transporte da safra. De acordo com a CNA, foram apresentados estudos sobre a infraestrutura de transporte no país e a necessidade de investimentos em ferrovias e armazenagem para elevar a competitividade do agro.\n\nA agenda também incluiu comércio exterior. A diretora-adjunta de Relações Internacionais da CNA, Fernanda Maciel, explicou a atuação da entidade em negociações internacionais, abertura de mercados e diversificação da pauta exportadora. O tema tem relação direta com cadeias agrícolas e pecuárias voltadas ao mercado externo, especialmente em um cenário de disputa por competitividade e acesso comercial.\n\nAlém disso, os participantes tiveram contato com pautas ligadas a meio ambiente e regularização fundiária, assuntos que influenciam segurança jurídica, planejamento produtivo e acesso a mercados. O material divulgado não detalha metas, cronograma da formação ou encaminhamentos práticos decorrentes da visita.", "fechamento": "A agenda reforça o papel de entidades de representação na discussão de temas técnicos e regulatórios que afetam custos, competitividade e acesso a mercado no agro. Sem informações adicionais sobre deliberações ou medidas futuras, o principal resultado divulgado foi a apresentação institucional das frentes de atuação da CNA aos participantes da Aprosoja-MT.", "chamada_institucional": "Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!" } }

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Fonte: cnabrasil.org.br

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Petrobras assina contrato de R$ 11 bi para construir e operar 4 embarcações de apoio offshore


Petrobras assina contratos de R$ 11 bilhões para quatro embarcações de apoio offshore

{ "is_relevant_to_canal_rural": false, "relevance_reason": "O conteúdo trata de contratos da Petrobras para embarcações de apoio offshore e da indústria naval, sem conexão factual direta com agricultura, pecuária, economia rural, mercado agropecuário, clima, política pública setorial ou cadeias produtivas do agro.", "main_editorial_axis": "Não relevante", "article": { "chapeu": "Indústria Naval", "titulo": "Petrobras firma contratos de R$ 11 bilhões para quatro embarcações offshore", "linha_fina": "Acordos com a DOF Subsea Serviços preveem construção em Santa Catarina, afretamento e operação de navios de apoio submarino para águas profundas e ultraprofundas", "lead": "A Petrobras assinou oito contratos que somam R$ 11 bilhões para a construção, afretamento e prestação de serviços de quatro embarcações de apoio submarino. Os acordos foram firmados com a DOF Subsea Serviços e integram o Programa Mar Aberto, voltado à renovação e ampliação da frota do Sistema Petrobras. O anúncio foi feito após evento realizado na quinta-feira (14).", "corpo": "Segundo a companhia, as embarcações serão do tipo RSV (ROV Support Vessel), voltadas a atividades de inspeção, manutenção e reparo submarino em operações offshore. As unidades serão construídas no estaleiro Navship, em Navegantes, Santa Catarina, e devem atender demandas da estatal em águas profundas e ultraprofundas.\n\nA Petrobras informou que o projeto pode gerar cerca de 7 mil empregos diretos e indiretos ao longo das fases de construção e operação. Desse total, a estimativa é de aproximadamente 1,5 mil postos diretos e 5,6 mil indiretos.\n\nDe acordo com a estatal, a iniciativa também busca ampliar a participação da indústria nacional. A previsão apresentada pela empresa é de até 80% de conteúdo local na fase de construção e de cerca de 90% durante a operação das embarcações.\n\nNo evento, o gerente executivo de Sistemas Submarinos da Petrobras, Flavio Bretanha, afirmou que a simplificação de especificações ampliou o número de fornecedores e elevou a competitividade nas licitações. Já o gerente executivo de Suprimentos da companhia, Alexandre Gomes Alves, disse que a contratação está alinhada ao plano de negócios da empresa e reforça o mercado fornecedor local.\n\nAs embarcações também devem operar com sistemas de propulsão híbrida, combinando baterias, motores elétricos e combustíveis de menor impacto ambiental. Segundo a Petrobras, a tecnologia tem como objetivo aumentar a eficiência energética, reduzir o consumo de combustível e diminuir emissões de gases de efeito estufa. O CEO da DOF, Mario Fuzetti, declarou que a parceria envolve embarcações com foco tecnológico e menor emissão.", "fechamento": "A Petrobras não detalhou, no conteúdo disponível, o cronograma completo de entrega das embarcações nem a divisão financeira entre construção, afretamento e serviços. Com as informações divulgadas, o projeto indica avanço na renovação da frota de apoio submarino e na contratação de conteúdo local para operações offshore.", "chamada_institucional": "Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!" } }

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Fonte: Estadão Conteúdo

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Candidata à chefia da Embrapa Roraima apresenta proposta de trabalho em audiência pública


Candidata à chefia da Embrapa Roraima apresenta proposta de trabalho em audiência pública

{ "is_relevant_to_canal_rural": true, "relevance_reason": "O conteúdo é relevante porque trata da seleção para a chefia-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Roraima, instituição com atuação direta em pesquisa, transferência de tecnologia, fitossanidade e sistemas produtivos voltados à agricultura familiar, fruticultura e produção sustentável no estado.", "main_editorial_axis": "Política", "article": { "chapeu": "Pesquisa agropecuária", "titulo": "Candidata à chefia da Embrapa Roraima apresenta proposta em audiência pública", "linha_fina": "Sessão será realizada na próxima terça-feira (19), em Boa Vista, e integra a etapa de avaliação técnica e gerencial para a escolha da chefia-geral da unidade.", "lead": "A pesquisadora Hyanameyka Evangelista de Lima Primo apresentará, na próxima terça-feira (19), sua proposta de trabalho como candidata à chefia-geral da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Roraima para o próximo biênio. A audiência pública será realizada às 9h no horário local, 10h em Brasília, em formato híbrido, no auditório da unidade em Boa Vista, com transmissão ao vivo pelo YouTube.", "corpo": "Segundo a Embrapa Roraima, a sessão será conduzida pelo Comitê de Seleção de Chefes (CSC) e terá duração de até 2h30. Desse total, a candidata terá até 1 hora para apresentar a proposta de trabalho, seguida de até 1 hora para responder aos questionamentos do comitê. Os 30 minutos finais serão destinados a perguntas dos empregados da unidade, previamente analisadas e selecionadas pelo colegiado.\n\nA audiência pública servirá como insumo para a avaliação da habilitação técnica e gerencial da candidata e para a elaboração do relatório conclusivo que será encaminhado à Diretoria-Executiva da Embrapa. De acordo com o cronograma informado pela instituição, o resultado oficial está previsto para domingo (27 de julho de 2026), com publicação no Boletim de Comunicações Administrativas (BCA). Se aprovada em todas as etapas, a nova gestora deverá assumir em terça-feira (1º de setembro de 2026). O mandato será de 2 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período, condicionada a avaliação e recondução.\n\nHyanameyka é graduada em Agronomia pela Universidade Federal de Roraima, com mestrado e doutorado em Fitopatologia pela Universidade Federal de Viçosa. Pesquisadora da Embrapa Roraima desde 2 de abril de 2012, atua na área de fitopatologia e já exerceu interinamente a chefia-geral da unidade entre 1º de junho de 2024 e 1º de abril de 2026.\n\nNo histórico técnico, a pesquisadora desenvolve trabalhos com cupuaçuzeiro, com foco em seleção de plantas resistentes à vassoura-de-bruxa e manejo da doença em campo, além de pesquisas com controle biológico de fungos produtores de micotoxinas em Castanha-da-Amazônia e uso de Trichoderma spp. no controle de fitopatógenos. A trajetória também inclui ações de transferência de tecnologia voltadas a produtores da agricultura familiar e comunidades indígenas em Roraima.", "fechamento": "Para o setor agropecuário de Roraima, a definição da chefia da unidade é relevante porque a Embrapa atua em pesquisa aplicada, difusão de tecnologias e apoio a sistemas produtivos regionais. A audiência desta terça-feira (19) integra uma etapa formal do processo, e eventuais diretrizes de gestão dependerão da conclusão da seleção pela Diretoria-Executiva da empresa.", "chamada_institucional": "Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!" } }

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Fonte: embrapa.br

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Ibovespa cai quase 4% na semana com incerteza global e de quadro eleitoral


Bolsas de Nova York abrem em queda após reunião entre Trump e Xi sem novos acordos

{ "is_relevant_to_canal_rural": false, "relevance_reason": "O conteúdo trata do desempenho do Ibovespa, fluxo de capital estrangeiro e incertezas geopolíticas e eleitorais, sem apresentar conexão factual direta com agricultura, pecuária, mercado agropecuário, clima, política pública setorial ou cadeias produtivas do campo.", "main_editorial_axis": "Não relevante", "article": { "chapeu": "Bolsas", "titulo": "Ibovespa fecha a semana com queda de quase 4% em meio a incertezas externas e domésticas", "linha_fina": "Índice recuou pela quinta semana seguida, pressionado por aversão global ao risco, saída de capital estrangeiro e ruídos no cenário político brasileiro", "lead": "O Ibovespa encerrou nesta sexta-feira (15) em queda de 0,61%, aos 177.283,83 pontos, e acumulou desvalorização de quase 4% na semana, no quinto recuo semanal consecutivo. O movimento ocorreu em meio à aversão global ao risco, diante da ausência de solução para o conflito no Oriente Médio, de incertezas na relação entre Estados Unidos e China e de novos ruídos no quadro político brasileiro.", "corpo": "Durante o pregão desta sexta-feira (15), o índice chegou à mínima de 175.417,25 pontos, com recuo de 1,65%, e à máxima de 178.340,52 pontos, baixa de 0,01%. O giro financeiro somou R$ 32,2 bilhões, em sessão marcada também pelo vencimento de opções sobre ações.\n\nEntre os destaques do dia, Minerva subiu 7,5% após divulgação de balanço financeiro avaliado positivamente pelo mercado. Petrobras ON avançou 2%, acompanhando a alta de cerca de 3% do petróleo. Na ponta negativa, Usiminas caiu 7%, Hapvida recuou 6% e Cosan perdeu 5%.\n\nSegundo dados citados no material de origem, investidores estrangeiros retiraram R$ 6,45 bilhões da Bolsa brasileira em maio, considerando informações até quarta-feira (13). Para Isabel Lemos, gestora de renda variável da Fator Gestão, o aumento da complexidade geopolítica contribuiu para uma realização de lucros, apesar de o fluxo acumulado no ano ainda permanecer positivo em R$ 50 bilhões.\n\nA alta do petróleo, acima de US$ 101 por barril em Londres e Nova York, também foi apontada como fator de pressão inflacionária, com potencial de manter juros elevados por mais tempo. Esse ambiente tende a reduzir a exposição de investidores à renda variável.\n\nNo cenário doméstico, o mercado acompanhou declarações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre sua pré-candidatura à Presidência, em meio à repercussão de conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro. Marcos Vinícius Oliveira, economista e analista da ZIIN Investimentos, avaliou que o episódio ampliou a percepção de incerteza política.", "fechamento": "O fechamento da semana indica manutenção de cautela entre investidores, diante da combinação de risco geopolítico, pressão sobre juros e indefinições no ambiente político local. O material disponível não apresenta estimativas consolidadas sobre a trajetória do índice nas próximas sessões.", "chamada_institucional": "Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!" } }

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Fonte: Estadão Conteúdo

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Operação recupera 64 cabeças de gado furtadas em fazenda


operação
Foto: PMMS

A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS), por meio do Batalhão de Polícia Militar Rural (BPMRu), em ação conjunta com a Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro), recuperou nesta quinta-feira (14) mais 30 cabeças de gado furtadas de uma fazenda localizada em Maracaju, Mato Grosso do Sul.

Os animais foram encontrados no município de Dois Irmãos do Buriti, em Mato Grosso do Sul, durante as diligências realizadas hoje. A operação dá continuidade ao trabalho iniciado ontem, quando 34 cabeças já haviam sido localizadas, elevando para 64 o total de animais restituídos ao proprietário. O prejuízo estimado, que ultrapassava R$ 130 mil, foi significativamente reduzido.

O furto envolveu cerca de 100 animais. A primeira parte da recuperação ocorreu no dia 13 de maio, em ação conjunta entre o BPMRu e o DOF. Já nesta quinta-feira, o esforço integrado entre Polícia Militar e Polícia Civil possibilitou a localização de outro lote, devidamente identificado por marca e sinal e devolvido ao legítimo dono.

Os desdobramentos da ocorrência e os trâmites legais para a completa elucidação do crime seguem sob responsabilidade do BPMRu e da Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro).

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Emendas à PEC da jornada propõem manter 44 horas em atividades essenciais


Emendas à PEC da jornada propõem manter 44 horas em atividades essenciais

Duas emendas apresentadas à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/19 propõem manter a jornada de 44 horas semanais para atividades essenciais e estabelecer prazo de 10 anos para a entrada em vigor da redução da carga horária. O tema foi discutido nesta sexta-feira (15), em Porto Alegre (RS), durante agenda do programa Câmara pelo Brasil. A matéria está em análise em comissão especial da Câmara dos Deputados.

O prazo para apresentação de sugestões à PEC 221/19 já foi encerrado. Pelas emendas, continuariam com limite de 44 horas atividades cuja interrupção possa comprometer a preservação da vida, da saúde, da segurança, da mobilidade, do abastecimento, da ordem pública ou da continuidade de infraestruturas críticas.

Uma das sugestões foi apresentada pelo deputado Sérgio Turra (PP-RS). Além da manutenção da jornada em setores essenciais, o texto propõe redução de contribuições sociais das empresas, inclusive do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), como compensação aos custos da mudança.

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A proposta original em discussão na comissão previa reduzir a jornada máxima de 44 para 36 horas semanais, também com transição de 10 anos. O entendimento mais recente entre a comissão especial e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), passou a considerar 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem redução salarial.

O relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), ainda não definiu se haverá regra de transição nem a data de início das mudanças. Já a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê redução para 36 horas em 360 dias.

No debate em Porto Alegre, o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do Rio Grande do Sul, Leonardo Dorneles, afirmou que o setor estima alta de 7% a 8% no preço das refeições, principalmente pela garantia de dois dias de folga por semana. Segundo ele, ainda são necessários estudos para dimensionar os custos e definir prazo de adaptação.

O relatório da comissão especial deve ser apresentado na próxima quarta-feira (20). As votações no colegiado e no Plenário da Câmara dos Deputados estão previstas para a semana seguinte. Até o momento, não há definição final sobre jornada, transição ou alcance setorial da proposta.

Fonte: camara.leg.br

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