quarta-feira, junho 24, 2026

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Sebrae SC anuncia investimentos de R$ 24 milhões para o agro em 2026


O Sebrae Santa Catarina anunciou, em Chapecó, um investimento de mais de R$ 24 milhões para o Oeste Catarinense até 2026, com foco no fortalecimento do agronegócio na região.

Recursos destinados ao agronegócio

Os recursos serão aplicados em diversos setores da economia regional, destacando-se o agronegócio, que receberá cerca de R$ 7,7 milhões. O investimento total será distribuído entre os 53 municípios da região de Chapecó.

Objetivos do Sebrae

O Sebrae visa:

  • Fortalecer pequenos produtores
  • Aumentar a competitividade
  • Incentivar inovação e gestão nas propriedades rurais

Essas ações têm como objetivo resgatar o interesse dos jovens pelo campo, promovendo uma visão empresarial nas propriedades rurais.

Dados sobre a região

A região Oeste concentra atualmente mais de 34.000 propriedades agropecuárias e representa cerca de 9% do PIB catarinense. O Sebrae também tem projetos em diversas cadeias produtivas, como apicultura e vitinicultura, visando atender mais de 40.000 famílias de produtores.

Importância da escuta ativa

Durante a coletiva, o Sebrae enfatizou a importância de ouvir as lideranças locais para entender as necessidades do setor agropecuário e transformar essas demandas em projetos de desenvolvimento.

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Crise no Oriente Médio provoca queda nas exportações de frango do Brasil


O conflito no Oriente Médio já começa a impactar o comércio internacional de alimentos, especialmente as exportações brasileiras de frango, um dos principais produtos enviados para essa região. Em abril, as exportações para os países do Golfo registraram uma nova queda, principalmente devido às dificuldades logísticas provocadas pelo fechamento do estreito de Ormus, uma das principais rotas marítimas do mundo.

Queda nas exportações

As exportações brasileiras para os países do Conselho de Cooperação do Golfo voltaram a cair em abril, com uma retração de quase 25% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Câmara de Comércio Árabe Brasileira. Este é o segundo mês consecutivo de queda desde o agravamento do conflito e o fechamento do estreito de Ormus.

Alternativas logísticas

Apesar dos obstáculos, a demanda por alimentos continua forte nos países árabes. O aumento dos custos com frete seguro obrigou os exportadores a encontrarem rotas alternativas para manter o abastecimento da região. Algumas das rotas alternativas incluem:

  • Passagem pelo canal de Suez
  • Desova de contêineres em portos da costa oeste da Arábia Saudita, como Jeda e Kingadala
  • Transporte rodoviário para o porto de Daman, na costa leste da Arábia Saudita
  • Uso de portos de Omã, que estão fora do estreito de Ormus

Impacto no agronegócio

No agronegócio, a carne de frango segue entre os produtos mais exportados para a região, mas o setor já sente os reflexos da crise, com vendas acumulando queda de quase 6% neste ano, totalizando 791 milhões de dólares. Apesar disso, alguns mercados, como o Qatar, aumentaram suas importações do produto brasileiro em quase 14%, utilizando rotas terrestres e aéreas para garantir o abastecimento.

Demanda inelástica

O Oriente Médio é atualmente o principal destino da carne de frango brasileira, com quase 30% de todas as exportações do produto tendo a região como destino no ano passado. A demanda é considerada inelástica, pois, mesmo com o aumento dos preços devido a fatores como o petróleo e o seguro, os países árabes continuarão a importar do Brasil, dada a qualidade e a necessidade dos produtos.

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MDA e Fundação Banco do Brasil firmam acordo para ações em territórios tradicionais


MDA e Fundação Banco do Brasil firmam acordo para ações em territórios tradicionais

O Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quinta-feira (28) um acordo de cooperação para apoiar ações voltadas a povos e comunidades tradicionais em todos os biomas do país. Segundo as instituições, a parceria terá validade de cinco anos e prevê iniciativas ligadas à produção de alimentos saudáveis, geração de renda, segurança hídrica, turismo comunitário e preservação da biodiversidade.

A assinatura foi feita pelo secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Eric Moura, e pelo presidente da Fundação Banco do Brasil, André Castelo Branco Machado, durante evento realizado em Brasília. De acordo com o ministério, o acordo é resultado de articulação com a Secretaria de Territórios e Sistemas Produtivos Quilombolas e Tradicionais.

Pelo texto divulgado, a cooperação pretende apoiar ações conjuntas de inclusão produtiva, etnodesenvolvimento e fortalecimento dos modos de vida em territórios de povos e comunidades tradicionais. Entre os eixos citados estão soberania alimentar, segurança hídrica, preservação de tecnologias sociais e estímulo à produção em bases territoriais sustentáveis.

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Para o público do setor agropecuário, a medida se conecta à agricultura familiar e à produção de alimentos em áreas tradicionais, com potencial de ampliar apoio institucional a sistemas produtivos locais e práticas vinculadas ao uso sustentável dos recursos naturais. O ministério afirmou que o objetivo é valorizar a produção de alimentos nesses territórios e apoiar a geração de renda.

O material oficial, porém, não informa o volume de recursos envolvidos, metas quantitativas, número de territórios atendidos, cronograma de execução ou critérios de seleção das ações. Esses pontos são centrais para dimensionar o alcance operacional e econômico da iniciativa sobre produtores, associações e cadeias locais.

A assinatura ocorreu durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, promovido pela Fundação Banco do Brasil em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília.

Sem detalhamento de orçamento, metas e público estimado, ainda não é possível medir com precisão os efeitos práticos do acordo sobre a produção rural nos territórios tradicionais. O acompanhamento da regulamentação e da execução das ações será determinante para avaliar o alcance da política no campo.

Fonte: gov.br

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AgroNewsPolítica & Agro

como produzir mais com eficiência e responsabilidade no campo


Para o coordenador de boas práticas agrícolas da Corteva, produtividade e sustentabilidade caminham juntas — e o planejamento das aplicações é o ponto de partida para um agro mais rentável e competitivo.

As boas práticas agrícolas deixaram de ser apenas uma recomendação técnica para se tornarem um diferencial estratégico do agronegócio brasileiro. Em entrevista ao Portal Agrolink, Jair Maggioni, coordenador de boas práticas agrícolas da Corteva Agriscience, explica por que o tema é fundamental para que o produtor rural alcance eficiência no campo, reduza riscos operacionais e reforce a credibilidade do setor frente ao mercado nacional e internacional.

O que são boas práticas agrícolas e por que elas importam

O conceito de boas práticas agrícolas vai muito além de uma lista de regras a ser seguida. Segundo Maggioni, trata-se de um conjunto de ferramentas, procedimentos e padrões operacionais de gestão que orientam o produtor a realizar suas atividades com eficiência e responsabilidade ambiental — gerando, ao mesmo tempo, viabilidade econômica e conformidade com a legislação municipal, estadual e federal.

Na prática, esse conjunto envolve desde a escolha correta dos insumos, o manejo adequado do solo e da água, a regulagem de equipamentos, o monitoramento das condições climáticas no momento da aplicação de defensivos agrícolas, o uso correto dos equipamentos de proteção individual (EPIs), até o armazenamento e descarte correto das embalagens. Para o coordenador, a rastreabilidade das operações é parte igualmente essencial dessa equação.

“O setor hoje precisa entregar muito mais do que só produtividade. O produtor precisa trabalhar com qualidade, sustentabilidade e transparência nos processos.”

Jair Maggioni · Coordenador de Boas Práticas Agrícolas, Corteva Agriscience

O especialista destaca que o Brasil ocupa um lugar de destaque no agronegócio mundial, o que aumenta a responsabilidade dos produtores de reforçar suas operações para manter a competitividade internacional e a credibilidade crescente do setor. Nesse contexto, as boas práticas agrícolas funcionam como uma estratégia para proteger o agricultor, a lavoura, o meio ambiente e a reputação do agronegócio como um todo.

O papel da Corteva na disseminação do conhecimento técnico

A aproximação com o produtor rural é o ponto central da atuação da Corteva Agriscience na disseminação das boas práticas. Conforme explicou Maggioni, esse trabalho passa por uma forte base educacional, com capacitações técnicas, orientações no campo, treinamentos, dias de campo, mini dias de campo, materiais educativos — que vão desde cartilhas até vídeos — e o apoio de equipes especializadas que acompanham o agricultor nos diferentes processos da propriedade.

O coordenador ressalta que pequenas decisões operacionais, quando bem tomadas, podem gerar ganhos enormes dentro de uma propriedade. Além das iniciativas educacionais, a empresa investe em inovação tecnológica para apoiar uma agricultura cada vez mais precisa, contribuindo para a eficiência do produtor em toda a cadeia produtiva — desde a compra dos insumos até a entrega final do produto ao mercado.

Planejamento da aplicação: o diferencial que reduz perdas e aumenta resultados

Diante dos desafios climáticos crescentes — como os períodos de chuvas intensas e ventos fortes que têm marcado o Sul do Brasil nos últimos anos —, o planejamento da aplicação de defensivos surge como uma ferramenta indispensável. Para Maggioni, quando o produtor planeja bem cada etapa do processo, ele consegue considerar fatores como a janela de aplicação, o estágio da cultura, a identificação antecipada de plantas daninhas e possíveis doenças ou pragas, além das variações climáticas como vento, temperatura e umidade relativa do ar.

“Fazendo tudo isso, ele vai evitar retrabalho, vai desperdiçar menos insumos, vai ter impacto menor em culturas vizinhas, e vai ter uma exposição desnecessária muito menor do aplicador”, explica Maggioni.

Esse conjunto de cuidados permite que a aplicação seja mais precisa, com melhor deposição das gotas no alvo, maior aproveitamento do produto e menor chance de perda por deriva — fenômeno em que o agroquímico não atinge o objetivo pretendido e é carregado para fora da área de aplicação.

Regulagem dos pulverizadores: impacto direto na produtividade e na sustentabilidade

Um dos aspectos mais técnicos — e frequentemente negligenciados — das boas práticas é a regulagem e calibração dos pulverizadores. Conforme Maggioni, essa etapa tem impacto direto tanto na produtividade quanto na sustentabilidade da lavoura, pois favorece aplicações mais precisas, com cobertura uniforme e atingindo o alvo: seja a planta, quando se trata de herbicidas, a doença, no caso de fungicidas, ou a praga, no uso de inseticidas.

Quando a regulagem está adequada, o produtor aumenta a eficiência do controle, reduz perdas, evita retrabalho e melhora o aproveitamento dos insumos como um todo. Do ponto de vista ambiental, a calibração correta é fundamental para reduzir o risco de deriva, diminuindo o desperdício do produto e o impacto sobre áreas e culturas vizinhas.

Erros mais comuns que levam à deriva

– Aplicar em condições climáticas inadequadas: ventos muito fortes, ausência de vento, temperaturas extremamente elevadas ou baixa umidade do ar

– Uso incorreto do tamanho de gota e das pontas de pulverização

– Pressão desajustada nos pulverizadores

– Operadores sem treinamento adequado ou que não seguem as orientações técnicas dos produtos

– Falta de monitoramento climático durante a aplicação

Clima como fator crítico: como temperatura, vento e umidade influenciam a aplicação

O comportamento da gota no momento da pulverização é diretamente determinado pelas condições climáticas. Ventos muito intensos favorecem que a gota não atinja o alvo, sendo carregada para fora da área de aplicação. Temperaturas acima de 30 graus combinadas com baixa umidade do ar podem provocar a evaporação das gotas, comprometendo a cobertura e reduzindo a eficiência da pulverização.

Quando o agricultor não observa corretamente essas condições, o risco é duplo: há perda de desempenho no controle, já que o produto não atinge o alvo, e pode haver impacto em áreas vizinhas ou no meio ambiente, com o produto sendo arrastado para fora da área desejada. Por isso, na avaliação de Maggioni, monitorar as condições climáticas durante a aplicação é uma medida essencial para melhorar o aproveitamento do produto e diminuir os riscos no campo.

Sustentabilidade e rentabilidade: caminhos que se complementam

Um dos principais equívocos que ainda persiste entre parte dos produtores é a percepção de que adotar práticas mais sustentáveis implica necessariamente em reduzir a produção ou aumentar os custos. Para Maggioni, as boas práticas agrícolas demonstram exatamente o oposto: sustentabilidade e rentabilidade caminham juntas.

Quando o produtor realiza um manejo mais técnico e eficiente, respeitando as ferramentas das boas práticas, ele consegue reduzir o desperdício, evitar perdas e usar o solo e a água de forma muito mais racional. Isso ajuda a proteger o meio ambiente, diminuindo riscos de contaminação e melhorando a eficiência da operação no campo. Como sintetizou o coordenador: preservar recursos não significa produzir menos, mas produzir com muito mais precisão — e melhorar o retorno sobre o investimento.

Inovação tecnológica: soluções que aliam eficiência e menor risco de deriva

A Corteva tem investido no desenvolvimento de tecnologias que unem eficiência operacional, sustentabilidade e eficiência na aplicação. Um dos destaques mencionados por Maggioni é o Sistema Enlist, que oferece ao produtor flexibilidade no controle mais preciso e manejo de plantas daninhas no campo, apoiado por sementes com biotecnologias cada vez mais eficientes.

Enlist Colex-D: herbicida com até 90% de redução no potencial de deriva

O Enlist Colex-D é um herbicida à base de 2,4-D colina, desenvolvido para oferecer controle eficiente de plantas daninhas durante a aplicação com redução do potencial de deriva em até 90% quando utilizado em parceria com pontas de indução de ar. O produto proporciona flexibilidade operacional ao produtor e melhora o uso dos recursos no campo.

Além do Sistema Enlist, a empresa trabalha com diferentes tecnologias em fungicidas, inseticidas, herbicidas e tratamento de sementes, todas voltadas para entregar eficiência crescente e soluções cada vez mais tecnológicas aos produtores.

EPI: cuidado como investimento, não como obrigação

O uso correto dos equipamentos de proteção individual ainda enfrenta resistência em algumas propriedades. Para Maggioni, essa percepção precisa mudar: o EPI deve ser encarado como parte integrante da gestão da propriedade, e não apenas como uma obrigação legal. Quando o produtor e a equipe que trabalha com ele compreendem que seguir as recomendações de uso reduz afastamentos do trabalho, evita acidentes e dá mais controle à operação como um todo, fica claro que um trabalho seguro significa mais continuidade, mais eficiência e menor risco para as pessoas e para o negócio.

A conscientização, segundo o coordenador, passa por orientação técnica, exemplos no campo, treinamentos constantes e pela compreensão de para que serve cada EPI em cada etapa do processo.

A mensagem para o produtor gaúcho — e para o agro brasileiro

Ao encerrar a conversa, Maggioni deixou uma mensagem direta ao produtor gaúcho e ao setor como um todo: as boas práticas agrícolas não fortalecem apenas a lavoura, mas também a imagem do agronegócio perante a sociedade. Quando o agricultor produz com responsabilidade e cuidado com o solo, a água e as pessoas, ele demonstra que produtividade e sustentabilidade são complementares, e não opostas.

“Utilizem as ferramentas de boas práticas agrícolas. Elas são fantásticas. Pois auxiliam na agricultura responsável, sustentável e produtiva.”

Jair Maggioni · Coordenador de Boas Práticas Agrícolas, Corteva Agriscience

Para o coordenador, esse compromisso é fundamental para gerar confiança, valorizar o trabalho do produtor no dia a dia e reforçar a credibilidade tanto do agro gaúcho quanto do agro brasileiro dentro e fora das porteiras. Em um cenário global cada vez mais exigente em termos de rastreabilidade, responsabilidade ambiental e transparência, as boas práticas agrícolas representam não apenas uma escolha técnica, mas uma vantagem competitiva real.





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Avicultura gaúcha enfrenta desafios de custos e mercado internacional


A avicultura gaúcha tem enfrentado desafios significativos nos últimos anos, incluindo crises sanitárias e oscilações nos custos de produção. O setor agora se concentra na monitorização do mercado internacional e na estabilidade dos insumos.

Desafios sanitários recentes

Nos últimos dois anos, a avicultura no Rio Grande do Sul passou por situações críticas, como:

  • Casos de doenças de notificação obrigatória, como Newcastle e influenza viária.
  • Embargos impostos por diretrizes da Organização Mundial da Saúde.
  • Necessidade de respostas rápidas e articulação entre entidades e órgãos oficiais.

Essas situações exigiram um intenso trabalho de controle e gestão de crise para minimizar os prejuízos e garantir a continuidade das atividades do setor.

Monitoramento dos custos de produção

Com a superação das questões sanitárias, o foco do setor agora se volta para os custos de insumos, que são impactados por:

  • Oscilações no mercado de grãos.
  • Questões climáticas que afetam as safras.
  • Conflitos internacionais, como a crise entre Rússia e Ucrânia.

A avicultura gaúcha busca garantir a estabilidade para produtores e indústrias, além de assegurar o abastecimento nos mercados interno e externo, que atendem mais de 150 países.

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Paraná celebra 70 anos de extensão rural e anuncia R$ 100 mi para cooperativismo


Em um evento realizado em Curitiba, representantes do agronegócio paranaense celebraram os 70 anos de extensão rural com o anúncio de um investimento de R$ 100 milhões voltados para o cooperativismo e a agricultura familiar. A comemoração destacou a importância do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) na evolução da agricultura no estado.

História e Contribuições do IDR

O IDR, que completa sete décadas de atuação, tem sido fundamental para o crescimento da agricultura paranaense, oferecendo pesquisa, assistência técnica e crédito rural. Durante a celebração, foram homenageados extensionistas e personalidades que contribuíram para o desenvolvimento rural sustentável.

Investimentos para o Futuro

A coordenadora do COPERA Paraná, Julian, anunciou a liberação de R$ 100 milhões em recursos para cooperativas e associações de agricultura familiar. Esses recursos serão destinados à estruturação de agroindústrias e logística, visando o fortalecimento da agricultura familiar no estado.

Desafios e Expectativas

O evento também abordou os desafios futuros da agricultura paranaense, que se destaca por bater recordes de produção. O IDR se prepara para enfrentar esses desafios, focando em inovação e na disseminação de conhecimento para os produtores rurais.

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Chuvas fortes em Roraima afetam 10 municípios e causam mortes de gado


As fortes chuvas que atingiram Roraima em maio afetaram 10 dos 15 municípios do estado, causando danos significativos às infraestruturas e à agricultura local. O temporal deixou mais de 16.000 pessoas isoladas e resultou na morte de gado em pastagens.

Impactos das chuvas

As chuvas intensas danificaram estradas e provocaram o isolamento de comunidades, dificultando o acesso e a locomoção. Além disso, as lavouras foram severamente afetadas, com relatos de destruição em várias áreas agrícolas.

Previsão do tempo

De acordo com meteorologistas, a previsão indica que as chuvas continuarão a afetar o extremo norte do Brasil, com volumes que podem ultrapassar 40 mm em 24 horas. A expectativa é de que, até o início de junho, as condições de chuva permaneçam elevadas na região.

  • Mais de 300 mm acumulados em algumas áreas
  • Expectativa de 285 mm nos próximos 30 dias
  • Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) influencia as chuvas
  • Previsão de chuvas fortes até o início de junho
  • Possibilidade de novos danos às lavouras e pastagens

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Bahia Farm Show 2023: foco em tecnologias e soluções para o agro


A 20ª edição da Bahia Farm Show acontecerá de 8 a 13 de junho em Luís Eduardo Magalhães, Bahia, consolidando-se como uma das maiores vitrines do agronegócio brasileiro. O evento, que já se tornou referência nacional em produtividade no campo, promete trazer inovações e soluções tecnológicas para o setor.

Expectativas para a feira

Com uma estrutura ampliada em 35%, a feira contará com mais de 550 expositores, superando os 430 do ano anterior. A expectativa é de que mais de 160.000 visitantes sejam registrados, um aumento significativo em relação ao ano passado.

Contribuição para o setor

A Bahia Farm Show tem se mostrado essencial para o desenvolvimento do agronegócio, mesmo em um ano desafiador. Os organizadores destacam que, apesar das dificuldades econômicas e políticas, o interesse dos expositores se manteve elevado.

Importância do algodão

A cadeia produtiva do algodão é uma das principais focos do evento. A Associação Baiana dos Produtores de Algodão ressalta que a feira é um espaço importante para debates sobre logística, irrigação e infraestrutura, além de oferecer tecnologia e produtos essenciais para os produtores.

Oportunidades de negócios

Além de promover negócios, a Bahia Farm Show é uma oportunidade para atender demandas importantes do setor, reunindo produtores e especialistas em um ambiente propício para troca de experiências e conhecimentos.

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Santa Catarina registra crescimento nas exportações de aves e suínos em três anos


Santa Catarina se destaca no cenário nacional e internacional com um crescimento expressivo nas exportações de carnes, especialmente de aves e suínos, nos últimos três anos. Em 2023, o estado superou a marca de 1 bilhão de dólares em receitas, refletindo um aumento significativo tanto em volume quanto em faturamento.

Crescimento das exportações

No primeiro quadrimestre de 2023, Santa Catarina registrou:

  • Receita de mais de 1 bilhão de dólares.
  • Exportação de 600.000 toneladas de carnes.
  • Aumento de 10,5% na quantidade e 20,8% no faturamento em comparação ao mesmo período de 2022.

Desempenho das carnes

As carnes de frango e suína foram as principais responsáveis pelos resultados positivos:

  • Frango: 61% do total exportado.
  • Suínos: quase 35% do total exportado.

Projeções futuras

As projeções para os próximos anos indicam um crescimento contínuo:

  • Frango: aumento de 8,8% no volume embarcado, passando de 1.100.000 toneladas em 2023 para mais de 1.200.000 toneladas em 2025.
  • Suínos: aumento de 13,6% no volume, de 658.000 toneladas em 2023 para 748.000 toneladas em 2025.

Referência no mercado

Santa Catarina se consolidou como uma referência no mercado de carnes, mantendo a liderança nas exportações de carne suína, respondendo por cerca de metade do total brasileiro. O crescimento é impulsionado pela expansão de mercados exigentes, como Japão e China, e por uma estrutura produtiva eficiente, sustentada por parcerias entre produtores, agroindústrias e o poder público.

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Anec reduz projeção de embarques de soja em maio para 15,8 milhões de toneladas


A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) anunciou a redução da projeção de exportação de soja para maio, que agora é de 15,8 milhões de toneladas. Essa cifra representa uma queda de 1,6% em relação ao volume estimado na semana anterior, mas ainda assim um crescimento de 11,9% em comparação com as 14,1 milhões de toneladas embarcadas em maio de 2022.

Faturamento do mercado de biofertilizantes

O mercado de biofertilizantes e fertilizantes especiais encerrou 2022 com um faturamento de 25,4 bilhões de reais, o que representa uma queda de 5,5% em relação a 2021. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia para Produção Vegetal (Absolo), esse resultado foi impactado por:

  • Juros elevados
  • Restrição de crédito
  • Inadimplência no agro
  • Custos de produção mais altos
  • Baixa rentabilidade no campo

Movimento dos preços da carne bovina

Os preços da carne bovina têm registrado pequenos aumentos no final de maio, conforme dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CPE). Esse movimento é reflexo do bom momento das exportações de carne bovina e da oferta restrita de animais para abate. As exportações somam mais de 200.000 toneladas na parcial do mês, com média diária de 13,5 mil toneladas. Se esse ritmo for mantido até o final de maio, o volume escoado pode ultrapassar as 270.000 toneladas, estabelecendo um novo recorde para o mês.

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